Notas iniciais
Capitulo novo genteee.ee*____*

Agradecendo novamente aos comentários que eu sempre recebo nessa história espero que continue a receber mais e mais..... Beijooo!
CENA DE SEXO! GENTE.E

Eu me sentia leve, relaxada e extremamente sexy. Me remexi na cama e notei que estava sozinha. Dali podia ouvir o piano sendo tocado, uma melodia suave e harmônica. Me levantei e andei pelo longo corredor que me levaria a sala de estar. Ao chegar lá vi Edward em frente do piano, vestindo uma boxer preta, com uma taça de vinho pela metade em cima do piano e a luz do amanhecer entrando pelas janelas de vidro. Fiquei encostada no batente da porta o ouvido tocar. Mordi os lábios. Tão sexy! Eu me aproximei dele e o abracei pelo pescoço. Ele parou parou de tocar.

— Não para, garotão. Estava indo bem — pedi na orelha dele. Ouvi seu riso rouco. Ele se virou para mim e beijou minha barriga.

— O que faz fora da cama? — perguntou.

— Eu pensei que já tinha amanhecido — respondi o olhando.

— Agora é quatro e cinquenta — falou olhando para o relógio.

— Estava tocando tão bem — falei.

— Você gosta de música clássica? — perguntou, eu respirei fundo o fitando.

— Eu gosto — respondi mexendo nos seus cabelos. — Bebendo vinho essa hora da manhã, garotão? — perguntei e ele me beijou.

— Quer que eu continue a tocar? — perguntou.

— Seria bom — respondi. Ele me beijou na barriga novamente. Peguei o copo de vinho dele e dei um gole.

— Senta aqui — falou ele fazendo um sinal para o colo dele, sem pensar eu me sentei.

— O que vai tocar para mim? — perguntei.

— O que quer ouvir? — perguntou me olhando. Ele segurava minha cintura, me deixando firme nos seus braços. Eu passei meu braço pelo seu pescoço.

— O que quer tocar para mim? — perguntei. Ele deu um sorriso, segurando meu rosto e beijou meus lábios.

— Eu toco qualquer coisa que pedir — disse me encarando. — E o vinho nunca foi tão doce como é quando eu bebo direto da sua boca — falou ele. Eu dei um sorriso sem graça e ele me beijou nos lábios novamente.

— Continue a tocar o que estava tocando antes de eu te interromper — falei. Ele deu um meio sorriso.

— Quer mesmo? — perguntou ele.

— Sim — respondi depositando a taça de vinho em cima do piano. Ele começou a tocar e eu fiquei observando seus dedos compridos e brancos fluirem sob as teclas do piano de forma harmônica e perfeitamente bem tocada. Ele tocava sem pressa, sem medo, apenas tocava piano. Eu fiquei nos braços dele o olhando. Ele parecia outro homem ali sentado na frente do piano. Assim que acabou de tocar se virou para mim..

— Gostou? — perguntou ele.

— É linda — respondi. — Tem algum nome?

— Bella's Lullaby – respondeu. — Do nada me deu vontade de tocar e eu fiquei um tempo te vendo dormir e não consegui não resistir em não tocar piano — comentou ele, me olhando.


— Eu te inspirei? — perguntei o olhando.


— Sim — respondeu ele. — Fazia um bom tempo que eu não tocava piano se quer saber — acrescentou ele enquanto eu acariciava seus cabelos.

— É linda — falei.

— Como você — respondeu me beijando. Eu bocejei.— Quer dormir? — perguntou me olhando.

— Sim — respondi. — Mas você vai dormir comigo?

— Vou — respondeu. Nós fomos para o quarto e nos deitamos na cama, ele me beijou nos lábios e me abraçou, encostando a cabeça no meu pescoço. Eu fechei os olhos e me permiti sonhar.


Quando acordei novamente eu me sentia descansada e dessa vez era real. Abri os olhos e vi Edward acordado vestindo uma boxer Calvin Klein. Ele estava de pé olhando pela janela, o dia estava perfeitamente azul, o céu igual aos olhos dele, o sol brilhava deixando aquele quarto mais claro, muito mais claro. Eu me levantei aproveitando que ele estava de costas e andei com cuidado até ele. O abracei por trás e beijei suas costas. Ele tremeu e eu peguei a sua mão. Ficamos olhando o Central Park, a vista privilegiada da sua janela. Encostei minha cabeça no seu braço e fiquei admirando aquele local.


— Bom dia, meu anjo — falou ele. Eu o fitei e ele voltou os olhos para mim segurando o meu rosto.

— Bom dia, garotão — falei. Ele me deu um beijo nos meu lábios. — Me chamou ontem de safada, de gostosa e agora me chama de anjo, Edward? — perguntei o encarando. Ele me beijou novamente nos lábios.

— Você é minha safada e gostosa quando estamos transando — defendeu-se ele. — Mas quando dorme parece um anjo, doce e tranquilo — alegou segurando-me nos seus braços.

— Que horas são garotão? — perguntei passando minha mão nas costas dele. Ele me abraçou me deixando mais confortável.

— Dez e meia — respondeu, beijando minha cabeça.

— E porque não está dormindo? — perguntei com o rosto no peito dele, olhando a linda vista a nossa frente. Ele apoiou o queixo na minha cabeça.

— Eu não estava muito cansado, meu anjo — falou ele. — Por isso que eu acordei, não queria acorda-la — mencionou, eu mordi os lábios.

— Mas você tomou banho — falei.

— Sim — respondeu. — E acho bom você também tomar banho não quero dividir o nosso cheiro de sexo com ninguém — comentou ele, me abraçando.

— O nosso cheiro de sexo é delicioso — afirmei o encarando. Ele segurou meu rosto.

— Eu concordo plenamente — respondeu, me beijando. — Mas não vamos compartilha-lo com ninguém — mencionou, eu dei um meio sorriso.

— Tem razão — falei.

— Agora vai para o banho. Vou ver se as empregadas chegaram — avisou ele.

— Desse jeito? — perguntei olhando para a unica peça de roupa que ele vestia.

— Que mulher ciumenta — afirmou ele.

— Não vai andar assim até a sua cozinha lotada de mulheres, vai? — perguntei o olhando porque o membro dele estava rígido.

— Anjo, primeiro que meu pau fica assim só por te ver com essa carinha de boneca descabelada — comentou ele segurando meu rosto. — E outra coisa, quer que eu tome banho com você? — perguntou ele.

— Banho seria a ultima coisa que faríamos — mencionei, ele deu risada.

— Vamos transar — falou ele segurando meu rosto e me beijando. Claro que eu correspondi ao beijo dele, com intensidade e ele desceu as mãos. Ficou agachado e me levantou no colo e comçeou a andar comigo e vi que estávamos chegando ao banheiro.

— A gente só transa percebeu? — perguntei mexendo nos cabelos dele.

— Nós dois também trabalhamos juntos — deu de ombros.

— Mas o que mais fazemos juntos — falei beijando seus lábios. — É transar — comentei ele me beijou nos lábios.

— Concordo — falou ele me olhando. — Mais é o que fazemos de mais divertido — comentou, eu suspirei o beijando.

— Eu concordo — falei. Ele me colocou no chão e desabotoou a camisa dele que eu estava vestindo, descendo-a pelos meus ombros, tirou minha calcinha e tirou sua boxer.

— Vai entrando, eu vou pegar a camisinha — ele me deu um beijo e saiu do banheiro. Eu entrei no box e liguei o chuveiro. Aproveitei o tempo que ele não estava comigo e molhei meus cabelos. “Espero definitivamente que meus cabelos não embarrassem tanto” . Lavei os cabelos rapidamente com os shampoo dele e ele apareceu. Ele entrou comigo e me deu um beijo.

— Emmett e Rosalie estão acordados — comentou ele, me beijando.

— Milagre — falei o olhando. — Rosalie não acorda cedo de forma alguma no sábado — mencionei.

— Bem, ela acordou — comentou ele. — Mas eu não a. Só vi meu irmão que veio pegar camisinha também, e uma camisa para que ele entregue a ela — comentou ele, me beijando no pescoço.

— Hm, agora vamos esquecer Emmett e Rosalie que eles dois devem estar se divertindo — falei. Ele segurou minha perna e me prendeu na parede, e me encaixou imediatamente no membro dele, me fazendo arquear as costas. Nós dois fizemos sexo quente, mas não selvagem. Nós gozamos e ele se livrou da camisinha e me deu banho. Me lavou inteira e eu também o lavei. Saímos do chuveiro e ele me enrolou em uma toalha felpuda. Ele pegou uma camiseta e uma boxer preta. Eu coloquei minha calcinha e a boxer por cima e uma camiseta dele, confortável de malha e mangas compridas. Nós fomos para o quarto e eu beijei Edward.

— Vamos tomar café da manhã — falou ele.

— Só se for agora, porque eu estou faminta! — falei, ele deu risada e nós fomos para a sala de jantar. Rosalie estava sentada ao lado de Emmett, os dois conversavam e davam risada juntos.

— Pelo o que vejo não fomos os únicos a aliviar — comentei olhando os dois. Ela me encarou.

— Ainda bem que não — falou ela, deu risada.

— E como foi a noite de vocês dois? — perguntou Edward se sentando ao meu lado.

— Quente — respondeu Emmett.

— Quente? — perguntei.

— Selvagem — respondeu Rosalie.

— Achei minha alma gêmea, Bella — falou Emmett, eu dei um sorriso feliz pelos dois.

— Que bom — comentei os olhando.

— Agora explica melhor a história da Ferrari — pediu Emmett.

— Emmett! — o repreendi.

— Qual é, eu sou curioso — falou Emmett.

— Ele não é o único — comentou Rosalie. — Eu quero muito saber como foi isso ontem — mencionou Rosalie.

— Rose! — a repreendi.

— Qual é, amiga. Me conta — falou ela, me olhando.

— Em casa — falei.

— Nem pensar — interviu Emmett. — Aqui mesmo, estamos em família — ele me olhou com os olhos pidões.

— Não mesmo — falei olhando os dois.

— Vocês dois vão dar detalhes do sexo de vocês dois? — perguntou Edward.

— Tudo depende do que você quer saber — falou Emmett.

— Vão contar? — perguntei.

— Ah, vamos. Porque eu quero saber essa história da Ferrari — comentou Rosalie. Eu neguei.

Tomamos um café da manhã reforçado e fomos para a sala de estar, onde eu me sentei no sofá e Edward se sentou ao meu lado. Coloquei minhas pernas em cima do colo dele.

— O que que querem saber? — perguntei morrendo de vergonha.

— Como surgiu essa história de sexo no carro — respondeu Rosalie. Emmett estava com ela no colo.

— Como surgiu? — cocei a cabeça olhando para o Edward.

— Eu e Bella estávamos nos pegando — respondeu ele me olhando.

— Já no teatro — expliquei.

— Nós saímos de lá para dar privacidade a vocês dois — falou Edward. — Nós viemos para cá só que no caminho para cá eu — ele me olhou como se pedisse permissão para contar. “Masturbação”, eu pensei comigo mesma, mordendo minha boca.

— Você... — incentivou Rosalie.

— Ele me masturbou! — respondi sentindo meu rosto pegar fogo.

— As coisas esquentaram e quando chegamos aqui nós dois começamos a nos pegar no carro e Bella ficou no meu colo. Nós dois já estávamos de fogo e acabamos transando no carro mesmo — falou ele, me olhando. Ele não queria dar detalhes.

— Mas de que jeito? — perguntou Rosalie.

— Cavalgando — respondi. Ela arregalou os olhos.

— Então você colocou o banco bem para trás não é, Edward? — perguntou Emmett.

— Sim — respondi. — Gente, agora chega de falar da nossa foda. Quero saber da de vocês — falei olhando os dois. — Já que você estava necessitada, safadinha — falei, ela deu risada.

— Safadinha? — perguntou Emmett — Rosalie é uma ninfa na cama — comentou ele.

— É que você não viu Bella — falou Edward me olhando. — Só tem cara de boneca, só — falou ele, eu revirei os olhos.

— Edward! — o repreendi.

— Ah, Bella eu sei que ela é ninfa — comentou Rosalie.

— Rose — falei resmungando.

— Eu só estou falando um fato, perua — comentou ela. — Nós duas somos boas no que fazemos e apreciamos uma boa foda — comentou ela. Eu dei risada, incrédula.

— Que vergonha — falei escondendo a cara. Edward me puxou para mais perto dele e me beijou nos lábios.

— Quem vê pensa que é tímida — comentou ele me beijando nos lábios.

— Estou surpreso — comentou Emmett. — Eu não imaginava Bella, que você seria capaz de transar no carro — completou ele. Eu suspirei envergonhada.

— Bella já transou em lugares muito mais inusitados — comentou Rosalie. Eu arregalei os olhos a olhando

— Adoraria saber onde — comentou Edward olhando para mim.

— Eu te conto qualquer dia — falei o olhando.

— Não, você vai me enrolar — comentou. — Pode contar — falou ele para Rosalie.

— Elevador — respondeu ela.

— Ela tem fobia — falou Edward.

— Ela não tinha antes — respondeu ela. — Também transou com um professor de histologia que dava aulas para mim, no laboratório de biologia — Emmett me olhava espantado.

— Ah, transou com professor Bella? — perguntou Emmett.

— Gente vocês falam como se fosse um crime transar com um homem mais velho, e bom de cama — falei. Edward me olhou.

— E eu sou bom de cama? — perguntou ele, com a testa enrugada.

— Se não fosse eu não teria transado quatro vezes com você — respondi e ele me beijou na mão.

— Quantas vezes você transou com aquele professor, Bella? — perguntou Emmett.

— Acho que umas duas vezes — respond.i – Uma foi em uma festa em uma fraternidade que eu transei com ele no banheiro e a segunda vez foi na casa dele que foi um pouco melhor — comentei. Edward beijou meus lábios.

— Bella só tem cara de santa — comentou Rosalie.

— Só vão falar da minha vida sexual mesmo? — perguntei para os três.

— Com certeza — respondeu Emmett. — Não sabia que você era uma devassa, Bella.

— Hey, eu posso até contar da minha vida sexual mas também quero saber da de vocês dois — falei olhando para Edward e Emmett.

— E de Rosalie? — perguntou Emmett.

— Eu e Rosalie nos conhecemos muito bem uma a outra e a vida sexual de ambas. Então não temos segredos — falei os olhando.

— Emmett, conte suas fantasias para nós — encorajou Edward.

— O que querem saber? — perguntou Emmett, despojado.

— Que tal fazermos um jogo? — perguntei.

— Que tipo de jogo? — perguntou Rosalie.

— Nós podemos fazer perguntas e respostas. — sugeri.

— Acho ótimo — comentou Emmett.

— Vamos começar — falou Edward. Ele pegou uma garrafa de tequila. Santo Deus, é hoje que eu fico bêbada.

— Quer me deixar bêbada, Edward? — perguntei o olhando.

— Se eu te deixar mais quente bêbada pode apostar que é uma boa — eu neguei e ele pegou uma outra garrafa mais pequena para girarmos. Sentamos no chão e eu coloquei uma almofada na minha perna. Ele me abraçou de lado e me ofereceu a tequila. Senhor amado, eu vou ficar bêbada.

— Qual foi o lugar mais inusitado que você já transou? — perguntou Emmett.

— Dentista — respondi.

— Até dentista, Bella? — perguntou Emmett assustado.

— Hey, menos! — falei o olhando. — Eu não transo com qualquer cara, eu escolho. Ele era bonitinho e eu só transei com ele porque estava na seca — falei. Ele me olhou incrédulo.

— Qual foi o pior lugar que você já transou? — perguntei olhando para Edward.

— Avião — respondeu.

— O que? — perguntei furiosa.

— Você já transou em uma avião mano, e eu não estou sabendo disso? — perguntou Emmett espantado.

— No avião foi uma viajem de Berlim até Boston — falou ele. — Eu conheci uma alemã e acabou rolando — afirmou ele, me olhando.

— Quantas mulheres você já transou, Edward? — perguntou Rosalie.

— Não sei — respondeu ele com franqueza.

— Como não sabe? — perguntei o olhando.

— Eu perdi minhas contas — respondeu mexendo nos cabelos. Eu não falei nada.

— O que você mais gosta no sexo, Bella? — perguntou Emmett.

— Orgasmo — falei.

— Tirando isso — falou ele.

— Sexo Oral — respondi olhando maliciosa para Edward. Virei umas duas doses de tequila na garganta.

— Ah, safada — falou Emmett. — Gosta de fazer ou de receber? — perguntou.

— Receber, fazer, gosto dos dois — falei. Ele olhou para Edward impressionado.

— Não chama ela de safada — falou Edward. — ela é minha safada — comentou beijando minha boca.

— Posição favorita, perua? — perguntou Rosalie.

— Todas que forem possível — falei. Ela deu risada não acreditando. Edward me olhou malicioso. — Brincadeira, eu gosto de mamãe e papai — falei respondendo.

— Que sem graça! — comentou Rosalie.

— E você safadinha, qual? — perguntei colocando tequila no copo.

— Quatro — respondeu ela sem hesitar. — Controle, orgasmos, tesão — falou maliciosa. Virei mais uma dose d a bebida na garganta e Edward sentou atrás de mim. Sua mão, segurava minha cintura e sua boca estava perto da minha orelha.

— Vai ficar bêbada — falou ele na minha orelha.

— Pouco me importa — retruquei.

— Eu vou abusar sexualmente de você — sussurrou com malicia. — Acho bom você não ficar bêbada — comentou ele, na minha orelha. Eu me virei para ele e o beijei, o calando. Ele segurou minha cintura e eu me pendurei no seu pescoço. Ele me encostou na perna dele, sua mão subiu um pouco da camisa dele que eu vestia e eu mordi sua boca. Ele foi até minha orelha.

— Garotão, é melhor nos irmos para o quarto — murmurei. Ele deu um beijo no meu queixo.

— Emmett e Rosalie já voltaram para o quarto — afirmou ele. — Vou levar tequila. Quero você bêbada e cheirando a tequila — falou ele, com malicia. Eu tremi e fiquei úmida imediatamente.

— Ah, é. Eu posso saber porque quer me deixar com cheiro de tequila? — perguntei o fitando.

— Vou te chupar inteira — sussurrou. Eu mordi os lábios e ele segurou minha mão, me levou para o quarto, me jogou na cama e tirou a camisa e a boxer que eu usava, junto com a minha calcinha me deixando completamente nua em cima da cama. Ele pegou a garrafa de tequila – Abre a boca — ordenou ele. Eu abri e ele colocou uma dose na minha boca. Eu engoli e ele colocou também uma boa dose na própria boca e me beijou. O gosto da tequila mais aquela pegada deliciosa estavam me deixando louca. Eu peguei a garrafa das mãos dele.

— Abre a boca — ordenei ficando por cima dele. — Quero te deixar bêbado e com tesão — ele abriu a boca e eu joguei a bebida na garganta dele. Ele engoliu e eu virei mais uma dose na minha garganta. Ele com a boca chupou meu seio, mordiscando-o. Ele pegou o outro enquanto eu bebia tequila. Depois ele tomou a garrafa da minha mão e jogou o liquido nos meus seios.

— Bella, eu vou te foder tanto que você vai lembrar de mim quando acordar — alegou ele na minha orelha, eu gemi e ele me colocou para rebolar por cima da boxer dele. Eu rebolei mesmo e virei mais uma dose na minha garganta. Abri a boca dele o fazendo beber mais tequila.

— Eu quero que você me foda forte, Edward — falei gemendo na orelha dele.

— Ah, eu vou sem duvidas — gemeu mordendo minha pele. Ele se soltou de mim, colocou a camisinha e depois voltou para a cama. Eu bebi mais tequila e ele tirou a garrafa das minhas mãos jogando-a só Deus sabe aonde. Eu fiquei com minha intimidade na cara dele e eu fiquei apoiada sobre ele, coloquei logo minha boca no membro dele.

— Edward — gemi enquanto sua língua fazia miséria na minha intimidade. Eu resmunguei estimulando o membro dele.


— Ah, Bella coloca essa boquinha nele coloca — pediu com malicia, eu gemi e coloquei. Eu suguei, mordisquei eu o estimulei. Ele gemia alto e urrava. Eu estava chegando ao clímax. Gozei rapidamente na boca dele e ele na minha. Ele me colocou para rebolar nele e eu aceitei de bom grado. Quando ele me preencheu eu gemi, colocando minha mão no peito dele. Encontrei a garrafa de tequila e bebi mais uns goles enquanto eu me movimentava. Joguei tequila no peito dele e lambi.


— Eu amo tequila, principalmente quando ela fica no corpo de um homem tão gostoso — gemi baixinho na orelha dele e ele urrou, se sentando e abrindo a boca. Eu joguei a bebida na boca dele.

— Ah, Bella essa sua bucetinha é tão quente e gostosa! — gemeu me olhando nos olhos e eu aumentei meu ritmo — Gostosa! — gemeu me olhando.

— Mais forte, Edward — eu arranhei seu peito inteiro, deixando marcas profundas. Ele me deitou na cama de costas e colocou-se por cima de mim e fez movimentos profundos dentro de mim.

— Merda Bella, porque você tem uma buceta tão boa? — perguntou ele, enquanto se movimentava.

— Não sei. Agora mais forte — implorei e ele continuou. Ficou um bom tempo nessa posição e depois me colocou de quatro, eu rebolei com vontade. Ele gemia, urrava, grunhia, puxava meus cabelos, mordia meu pescoço. Ele me colocou de frente para ele, depois começou a intensificar os movimentos dentro de mim. Eram fortes, precisos. Ele colocou meu pé no ombro dele enquanto bombava.

— Olha nos meus olhos, Bella — falou ele enquanto se movimentava. Eu olhei e ele me mordeu na boca. Eu o mordi no pescoço e ele foi para minha orelha — Gostosa, eu vou acabar com você, Bella — falou ele, se movimentando. Me pegou no colo e saiu andando comigo, me colocou de pé encostada na parede de vidro sem parar nenhuma vez.

— Edward, eu vou gozar — falei sentindo os primeiros sinais. Ele segurou meus cabelos e eu gemi.

— Então goza, safada — ele fazia movimentos fortes. Então eu cai no ombro dele e ele me mordeu no ombro. Eu estava exausta. Ele me pegou no colo e me levou para a cama e saiu de cima de mim.

—Volta para mim — disse a ele.

— Eu já volto — falou ele. — Eu só vou me livrar da camisinha — falou ele. Eu fiquei nua e úmida encima da cama. Ele voltou e me puxou pelas pernas, caiu de boca na minha intimidade e eu ofeguei.

— EDWARD! — gritei. Ele continuou a estimular meu clítoris e então eu gozei novamente e desmaiei.