Bring Me To Life

87 Capítulo Oitenta e Cinco.


Enquanto o avião taxiava pela pista do aeroporto eu sentia o medo me dominar era a primeira vez que eu tinha medo de voar.

Não era o medo de voar era o medo das minhas escolhas, não derem certo que ele descubra esse bebe e principalmente que ele tente tirar meu filho de mim eu institivamente acariciei meu ventre. O avião começou a levantar voô e eu fiquei ali em silêncio absoluto.

Eu olhei para o lado eu avistei minha mãe que estendeu a mão segurando ela de forma carinhosa eu segurei e ela me fitou.

—Tudo dará certo!— eu o fitei encarando seus olhos verdes e brilhantes. — Essa criança terá uma mãe extraordinária — eu respirei fundo.

— Eu estou com medo de um dia, esse bebê me perguntar onde está o verdadeiro pai dela o que eu vou responder mãe?— questionei a olhando.

— Querida, você dará um pai a esse bebê mesmo que não seja biólogico esse neném que está aqui dentro e está sendo tão desejado terá um pai maravilhoso e com principios como Demetri— respirei fundo apenas.

— Mãe, o papai me falou algo que eu não havia pensado— eu comecei a introduzir o assunto.

— O que?

— Que um dia essa criança vai olhar no espelho e vai ver que não é parecido com Demetri o que eu vou responder?

— Filha você saberá o que dizer e se meu neto ou neta desejar conhecer o pai biológico nós armaremos uma forma segura — eu engoli a seco eu voltei meus olhos para a janela e fiquei vendo ás nuvens e o céu cinza.

Eu tentei dormir por algumas horas. Mas foi inutil minha mãe e Phill estavam abraçados e por um momento eu senti inveja da minha mãe, ela tinha alguém para segurar a mão dela e dar uma estrutura mental eu fiquei calada acariciando a minha barriga levemente.

— Deseja comer algo Srta?— perguntou uma aeromoça.

— Tem chocolates?— perguntei era a única coisa me daria um pouquinho mais de alegria.

— Sim claro— eu suspirei apanhando uma barra. Eu novamente acariciei minha barriga.— Desculpe-me mas a Srta. está grávida?— perguntou ela.

— Sim, eu estou grávida— ela deu um sorriso.

— Parabéns.

— Obrigada.— falei ela se retirou eu comi o chocolate.

Depois de algumas horas chegamos em Seatlle nós descemos e apanhamos o outro avião com destino a Los Angeles eu tomei um remédio, calmante e eu me cobri eu acabei adormecendo por um tempo quando eu acordei finalmente. Eu vi que minha mãe e Phill conversavam amigávelmente e sorriam juntos eu tentei ignorar aquele momento.

Eu acariciei a minha barriga.

— Eu te amo— sussurrei— Me perdoe por tirar seu pai de perto, de você meu amor me perdoe— falei baixinho eu me encostei na janela do avião e fiquei olhando o céu um pouco mais ensolarado um dia um pouco mais agradável.

Quando finalmente o avião pousou eu dei graças a Deus novamente.

Hoje começaria minha nova vida!

(***)

Quando eu finalmente cheguei na casa de minha mãe e Phill eu dei um sorriso era uma linda mansão magestosa e exagerada como a minha mãe costuma ser uma casa branca e linda. Nós entramos e ela deu um sorriso me abraçando.

— Tome um banho, eu vou mandar fazer algo para que você coma lembre-se que agora não é só sua saúde e sim a desse bebe— eu concordei mentalmente ele deu um sorriso apenas.

— Obrigada mãe— falei ela deu um sorriso.

— Vem eu vou levar, no seu quarto e também mostrar o cantinho que eu mandei tirar tudo para ser o quarto do meu ou da minha neta.— falou eu sorri apenas caminhamos subindo ás escadas, vidros mostravam a transparencia da cidade eu fiquei olhando para a casa enorme com enomes lustres de cristal.

Nós andamos pelo corredor enorme ela abriu a porta e eu olhei para ela.

— Bem aqui vai ser o seu quarto— ele era enorme. Um carpete cor chocolate, uma enorme cama com azul e branco um quarto rusticos e móveis modernos e contempôraneos eu vi uma varanda as cortinas brancas voavam.

— Quando você era pequena você falava para mim e para seu pai que queria uma casa com uma vista para o mar,e quando você quis morar em Nova York e eu e Phill viemos para Los Angeles eu falei para ele que queria deixar sempre um quarto de frente para o mar para você— eu olhei a praia ouvia o barulho terapeutico ela colocou a mão nos meus ombros.—Sei que está sofrendo muito filha, mas tudo isso vai passar acredite em mim eu sou a pessoa mais indicada para falar de sofrimento amoroso— sussurrou ela eu me virei para ela.

— Mãe, eu só quero que essa dor pare porque eu se não eu vou enloquecer— sussurrei.

—Vai passar, acredite— pediu ela, eu dei um sorriso apenas.— Eu vou deixa-la descansar depois iremos no quarto do bebê okay?— eu dei um meio sorriso apenas ela me deixou sozinha e eu fechei meu quarto eu apanhei uma mala coloquei em cima da cama eu peguei um shorts jeans e uma camiseta. Apanhei minha necesserie e foi para o banheiro eu tomei um longo e demorado banho refrescante coloquei minha roupa e abri a porta eu fiquei um tempo olhando para o mar.

Eu me sentia aliviada, por Rosalie saber da minha gravidez a única coisa que eu rezo é que ela não abra a boca sobre ela para Emmett e também a Edward.

Como será que ele está?

Ele nunca vai me perdoar, por ter arrancado dele um bebê que é metade dele e metade meu.

Um dia essa criança vai me questionar sobre o pai dela, e eu vou responder apenas que ele a ama mais está distante eu tenho todas ás fotos possíveis de Edward eu poderei mostra-lo para ela quando ela ou ele tiver uma idade.

Eu acariciei minha barriga e eu respirei profundamente.

Agora eu e essa criança seremos apenas um só no mundo eu permaneceremos juntos ele seria minha fonte de amor. Do verdadeiro amor que eu sinto por Edward, eu remeteria ele ao meu ou minha filha era uma maneira de dar todo o amor de uma vida.

Eu comi e fiquei o dia todo no quarto queria pensar e também talvez me condenar pelo meu casamento fracassado.

(***)

Na manhã seguinte eu acordei mais disposta tomei um banho fresco coloquei um vestido e depois foi andar pela casa, eu caminhei até a escada e então ouvi vozes.

— Melhor deixar o berço para o meio— falava minha mãe.

— René não acha que é Bella que deve tomar essa decisão afinal é ela a arquiteta e decoradora— comentou Phill eu caminhei até onde ás vozes vinham e eu entrei em um quarto ele ainda era branco sem detalhes mais havia um berço mogno rustico e grande.

— Bom dia filha— falou minha mãe se virando.

— Bom dia— respondi eu olhei o berço.

— Nós não sabiamos que cor comprar, e eu achei ele tão grande e confortável— começou ela eu caminhei até ele e coloquei a mão nele.

— Vai ser bom ter um quarto de bebê aqui, essa criança vai precisar de um quarto na casa da avô— ela sorriu apenas.

— Como passou a noite Bells?

—Tranquila— respondi olhando ambos.

— O que achou?— perguntou era um quarto grande e espaçoso provavelmente caberia ate uma cama de solteiro ali para a babá do bebê já que eu pretendo voltar a trabalhar assim que esse divórcio sair eu quero fazer uma empresa com meu nome em Los Angeles que seja a minha marca.

— Lindo, mas ele é um pouco grande não?— perguntei.

— Ela quis o maior que tinha na loja, para que ele tivesse espaço— eu dei um meio sorriso olhando Phill— Queremos que se sinta em casa, Bella— eu suspirei.

— Eu preciso de um carro, eu quero ver o que eu já posso começar a fazer na casa que Demetri me deu— eles dois se olharam e me olharam.

— Como?

— Demetri me deu um casa em Los Angeles de frente para o mar também eu quero ver como ela é e como eu posso começar a pensar no projeto— eu realmente tinha que começar a oculpar minha mente assim eu não pensaria em Edward que seria menos desgaste fisíco e mental.

— E para que ele lhe deu uma casa?

— Para que eu decorasse vai ser nela que vamos viver, ou vocês dois acharam que eu viveria aqui com ele?— perguntei fitando os dois.

— Pensei que meu ou minha neta viveria conosco.

— Mãe, eu me acostumei a morar sozinha.

— Ele te deu uma casa Bella?— ela ainda aparentava confusão.

— Ele vem morar comigo e com o bebê assim que o divórcio sair, nós dois moraremos juntos e para isso ele comprou uma casa e colocou no meu nome— comentei olhando ambos.— Eu preciso de um carro— resaltei novamente.

— Você pode escolher o carro que desejar Bella, eu te darei um eu também acho importante você começar a oculpar sua mente vai te fazer bem— disse ele, minha mãe o olhou arqueando a sobrancelha.

— Só evitar o stress Bella, está ainda esperando meu neto— comentou minha mãe eu suspirei apenas.

— Bem, me empresta a chave do carro eu quero ver a casa— pedi.

— Eu vou com você, filha— eu concordei prontamente ela me entregou a chave e eu dirigi em torno de uma hora até um condomonio exclusivo em Los Angeles eu avistei uma linda casa com tijolos e janelas brancas.

— Linda casa— falou ela, olhando eu sai do carro e olhei mais atentamente árvores e também uma area transparente, dando modernidade assim como a casa da minha mãe.

— Não imaginava que ela seria tão grande.— comentei caminhando até a porta.

—Deve ter sido uma furtuna— comentou eu suspirei abrindo eu vi ela era muito clara e iluminada.

— Acho que ela vai precisar apenas de alguns reparos decorativos, nada além disso não filha?

— Sim, eu concordo— falei andando eu conseguia ver o jardim uma imensa estufa de vidro e também uma majestosa piscina e uma linda casa da psicina.

— Uma linda, casa e será formada uma linda família— comentou ela dando de ombros eu respirei fundo a olhando ela aparentava estar maravilhada. Eu caminhei pela casa olhando os quartos e também todos os demais ambientes eu tinha ideias bem criativad para aquele lugar, e eu faria dele um lar.

— Aqui será um lar, mãe— falei a olhando.