Notas iniciais
Gente DEZ comentários :)
me fizeram feliz ver o retorno do meu trabalho, em dedicar e passar horas e horas escrevendo... quero avisar que, em breve vão ser reduzidos ás cotas de capítulos postado frequentemente eu vou postar um por semana, imploro para que vocês não abandonem a história....!
Só mesmo para eu ter um dia certo, para postar organização é a arma do negócio..Beijooos.!
Qual será o segredo de Bella?
Surpresa =x

— Me conta tudo estou mega curiosa! — a declaração enfática de Rosalie não me surpreendeu enquanto eu preparava uma salada com alface, tomate e atum.
— Porque você não vai para o banho? Estou terminando de fazer bife parmegiana e um arroz branco — falei. Ela deu um meio sorriso tirando a champanhe da bolsa e colocando no balcão.
— Acho uma ótima ideia, mas acho que deveria ter dito vinho e não champanhe! — eu neguei dando risada.
— Vai enquanto eu termino aqui — falei.

Ela deu um suspiro ela foi para o quarto e eu fiquei terminando de cozinhar. Quando vi que o bife estava pronto tirei e coloquei no balcão. Coloquei o arroz em cima do balcão também, peguei talheres e pratos e claro o suco gelado de sempre. Coloquei tudo em cima do balcão. Rosalie apareceu com um baby doll preto fresco e deu um sorriso.
— Então agora, me conta — falou se sentando no balcão.
— O que quer saber? — perguntei.
— Oras, tudo. Como foi a entrevista com o tal Cullen? — falou ela enquanto colocava um pouco de arroz no prato.
— Bem, eu gostei dele. Ele parece ser sério, mas ao mesmo tempo ele consegue ser amoroso. Ele tem idade para ser meu pai, mas ele é demais, eu gostei muito dele. — disse colocando o bife parmegiana no meu prato.
— Ele tem filhos? — perguntou ela.
— Eu só conheci um — respondi.
— E como ele é? — perguntou ela com curiosidade.

Coloquei um bife à parmegiana no prato dela.
— Ah, ele é lindo Rosalie — falei. Ela me olhou.
— Lindo? — perguntou.
— Lindo, gostoso isso sim deve ser quente na cama — mexi nos cabelos. Ela deu um sorriso.
— Nossa, cadê a futura Sra. Volturi? — perguntou ela encarando-me.
— Ah, eu amo Demetri, mas na minha vida toda eu nunca vi um homem tão lindo como ele. — mencionei sendo franca.

Coloquei a salada no meu prato e o suco no meu copo e cortei um pedaço do bife e levei-o a boca.
— Então o cara realmente é bem atraente — falou ela animada. Eu dei um meio sorriso.
— Sim — respondi.
— Mas ele é bacana? Falou com ele? — perguntou encarando-me.
— Ele tem um caso com a secretária particular dele, ele nem me deu muita bola — falei a olhando e mexendo nos meus cabelos.
— Que pena — falou ela dando de ombros.
— Pois é — resmunguei. — Tenho mais uma coisa para te contar.
— Diga — disse ela mastigando.
— Eles vão me dar um apartamento — falei. Ela soltou o garfo e faca e me olhou.
— Quê? — perguntou.
— Eles vão me dar um apartamento, digo a empresa, eles querem que eu more o mais perto possível da empresa — falei encarando seus olhos.
—Você disse que já tem onde morar?
— Disse, mas mesmo assim ele insistiu e eu não posso começar a dizer não de cara, Rosalie. Eu tenho um bom contrato, uma boa sala, eu tenho um bom emprego não posso dizer não no momento — falei, esperando que ela compreendesse.
— Então você aceitou? —perguntou ela.
— Não tive escolha — respondi. Ela me encarou.
— Vai morar sozinha? — perguntou.
— Infelizmente sim —respondi. — Quer dizer, depois quando Demetri voltar eu vou ver o que vai acontecer, mais por agora eu vou ter que morar sozinha.
— E como eu vou me virar sem você aqui Bella? Será que você pensou nisso? Eu não sou de Nova York eu não conheço quase nada daqui eu vou para o trabalho e volto, não tive tempo de conhecer muito a cidade — falou ela. Notei que ela ficou chateada.
— Eu pensei nisso acredite. Eu creio que não vou morar muito longe daqui, eu venho aqui sempre, eu deixo tudo arrumado e dou instruções a uma boa empregada para que ela cuide de tudo aqui para você. Mas eu realmente não estou em condições de dizer não.
— Mesmo assim Bella, eu não conheço muito de Nova York você é a única pessoa que realmente é minha guia turística por aqui e ficar sem você por perto — falou me encarando nos olhos.
— Rose, eu não vou deixa-la sozinha eu posso dormir aqui de vez em quando — falei a ela.
— E Demetri? — perguntou ela.
— Quando ele chegar eu conto isso a ele. Ele não vai esquentar muito a cabeça porque ele tem o apartamento dele comprado já, aqui em Nova York e nem vai ligar muito que eu more sozinha em um apartamento.
— E quando você se muda?
— Quando minha sala do escritório estiver pronta eu começo a trabalhar, creio que em menos de vinte dias eu já esteja vendo tudo do tal apartamento — falei.

Ela apenas suspirou e comeu mais um pedaço do bife.
— Bella você sabe que eu não sei me virar de forma alguma sozinha, eu não sei cozinhar, eu não sei fazer compras no supermercado. Eu não sei fazer essas coisas que você sabe fazer — disse ela me olhando.
— Rosalie, eu sei que não sabe cozinhar por isso mesmo vamos procurar uma boa empregada para que ela cozinhe para você, que prepare tudo, deixe a casa arrumada e também não falte nada aqui — falei a ela.
— Onde é o tal apartamento? — perguntou ela.
— Não sei ainda — respondi. Ela me olhou.
— Será que grande? — perguntou ela.
— Deve ser — resmunguei — Não sei ainda como deve ser esse apartamento, nem onde é exatamente — comentei.
— E quando Demetri volta?
— Acho que daqui a dois dias — respondi a ela.
— Está com saudades dele?
— Muita. — respondi. — Nós dois nunca ficamos muito tempo sem se vermos.
— Ele deve estar subindo pelas paredes — comentou ela rindo.
— Ah, com certeza — falei. Ela deu um sorriso.

Nós terminamos o jantar e então ela me ajudou com a louça. Ela mesma abriu a champanhe e nós tomamos enquanto comíamos morangos.

Depois fomos à sala de estar ver um pouco de televisão, me deitei em um sofá e ela se deitou no outro.
— Vai ser estranho morar, sozinha — comentou.
— Nós duas vivemos por muitos anos dividindo o mesmo teto — disse a ela, enquanto olhava para televisão.
— Desde o primeiro ano. Não vou me acostumar a chegar a casa sem sentir o cheiro da sua comida Bella — comentou ela fazendo drama.
— Rose, você se acostuma rapidamente.
— Espero que sim — disse ela.

Meu celular começou a tocar e eu sai indo para o quarto. Fechei a porta e peguei o aparelho. “Demetri” chamava na tela do meu Iphone eu atendi.
— Alo — falei.
Oi meu amor — falou a voz mais reconfortante do planeta.
— Oi amor — falei.
Tudo bem? — perguntou ele.
— Sim e você?
— Tudo ótimo. Estou voltando para Nova York, estou no aeroporto e em breve estarei com você — comentou ele. Dei um sorriso aliviada.
— Finalmente, estou sentindo muita sua falta — confessei me deitando na cama.
Eu também minha princesa, eu estou sentindo muita falta do seu cheiro e principalmente do seu calor — falou ele. Posso apostar que ele deu um sorriso malicioso.
— Não vejo a hora que você chegue.
Nem eu vejo a hora de chegar. Como foi a entrevista na tal construtora? —perguntou.
— Eu fui contratada, começo a trabalhar assim que a minha sala ficar pronta.
Entendi.
— Eles me deram um apartamento para que eu more perto da empresa — contei logo, melhor assim.
Oh, sério?
— Sim.
Vai morar sozinha?
— Sim — respondi.
Mais vai dormir no meu apartamento e vez em quando não vai?
— Sim.
Tá cansada?
— Estou, eu fiquei de salto o dia todo — comentei.
Eu chego a Nova York pela manhã. Vou direto para o seu apartamento, deixa a porta do seu quarto destrancada eu tenho a chave do apartamento — falou ele, eu suspirei.
— Tudo bem.
Te amo, eu vou embarcar agora.
— Também te amo, e vê se não demora — falei. Ele deu um sorriso, aposto.

Desliguei o telefone e suspirei na cama, fui para o banheiro e escovei os dentes.

Rosalie já tinha ido deitar, eu me deitei também, me cobri e suspirei na cama. Fechei os olhos, mas demorei a dormir, estava inquieta com tantas novidades.

Senti um beijo no pescoço, eu resmunguei, braços fortes me envolveram e eu abri os olhos me virando. Vi então Demetri, pele pálida, olhos verdes esmeraldas, lábios avermelhados, nariz arredondado, cabelos pretos e curtos braços musculosos. Me virei para ele e ele me deu um beijo.
— Bom dia — resmunguei ele me beijou nos lábios.
— Shiii. Bom dia meu amor — falou segurando meu rosto.
— Finalmente chegou, não aguentava mais ficar sem você — resmunguei. Ele deu um sorriso.
— Eu também senti sua falta o tempo inteiro em Londres — disse ele, encarando-me.
— E seus pais? — perguntei.
— Me encheram a paciência por você não ter ido comigo para a casa deles — falou me beijando nos lábios eu coloquei minhas mãos nos cabelos dele.
— Na próxima eu acho que vou poder ir — disse. Ele deu um meio sorriso e me beijou — Deve estar cansado.
— Estou — respondeu me abraçando.
— Rosalie já foi trabalhar? — perguntei.
— Não a vi — respondeu baixo me beijando no pescoço.
— Melhor você dormir, amor — disse para ele mexendo nos seus cabelos.
— Você vai ficar comigo, aqui na cama? —perguntou ele, olhando-me.
— Vou — respondi.
— Ainda bem — ele me abraçou mais forte. Fechei os olhos no peito dele.

Nós dois dormimos o resto da manhã. Quando eu acordei ele ainda dormia, me soltei dos braços dele e fui ao banheiro. Tomei um banho rápido, coloquei um moletom e o vi dormindo com uma regata preta e uma calça de moletom cinza. Ele dormia preguiçosamente e cansado.

Eu sai do quarto o deixando dormir. Fui até a sala e vi um bilhete em cima do balcão da cozinha. O peguei.
“ Eu não quis te acordar, vi que Demetri chegou pela manhã e eu não foi acorda-los eu sei que ele está cansado... Tenha um bom dia gata e faça com ele tudo que eu não faria... te amo Rosalie “
Eu rasguei o papel e joguei no lixo. Vi o horário, era quase meio dia. Mexi nos meus cabelos e me deitei no sofá, me cobri a manta do encosto e liguei a televisão, me encolhendo ali.

Fiquei alienada vendo o jornal até sentir um beijo gostoso no meu rosto.
— O que minha gata borralheira faz fora da cama? — perguntou a voz masculina reconfortante, eu me mexi o olhando.
— Estava sem sono — respondi, ele se ajeitou comigo no sofá. — Conseguiu descansar?
— Um pouco — respondeu olhando meus olhos, ele mexeu nos meus cabelos. — Parece abatida — comentou.
— Não é nada, é só o lance de morar sozinha.
— É bom teremos privacidade.
— Sabe que Rosalie sempre foi discreta em relação a nós dois.
— Eu sei meu amor, eu apenas digo que teremos mais privacidade podemos transar na cozinha, na sala se quisermos, entendeu?
— Tarado — resmunguei ele deu um sorriso.
— Sou apaixonado por você não tarado — resmungou ele, eu me agarrei nele.
—Não sei se vai fazer bem, deixa-la sozinha aqui. Rosalie não sabe se virar sozinha — disse. Ele me encarou.
— Meu amor, a data do nosso noivado já foi marcada — disse ele acariciando meu rosto — Meus pais veem para Nova York assim como os seus pais vão vir tanto de Phoenix e Forks.
— Eu sei disso — falei.
— Uma hora ou outra Rosalie ia ter que ficar sozinha depois do casamento — disse ele, me olhando nos olhos.
— Eu sei disso meu amor, eu apenas não queria deixa-la sozinha antes do tempo.
— Rosalie é adulta Bella, e não é mais uma criança ela sabe se virar sozinha. Ela teria que se virar sem você depois do casamento e isso vai ser bom para ela também. — disse ele me beijando.
— Eu espero que sim — falei retribuindo o beijo.
— Vai se bom sim. — Ele me segurou mais firme e me olhou. — Agora vamos fazer amor? Eu estou morrendo de vontade de você — disse beijando meus lábios.
— Acho uma ótima ideia, mas você parece tão cansado! — falei.
— Para isso meu amor, eu sempre vou ter disposição — falou ele me pegando.
— Eu falo que você é um tarado — disse. Ele deu risada me sentando no sofá.
— Não sou tarado, já disse — falou ele, me beijando no pescoço.
— Vamos para o quarto — falei. Ele deu um sorriso malicioso.
— Não vejo a hora de você ter seu apartamento vamos poder transar onde quisermos — disse.

Ele me pegou no colo e me levou para o quarto, me deitou na cama e fechou a porta.