Bring Me To Life
20 Capítulo Dezenove.
Notas iniciais
Atrasou novamente a atualização espero que entendam que não depende unicamente só de mim mais sim da minha beta também que está fazendo o possível para me enviar...
Beijos e Ótima leitura.
Sexta Feira.
— Garotão, você está ficando cada vez melhor — falei ofegante. Ele afastou meus cabelos que estavam grudados no meu rosto e beijou meus lábios.
— Nós dois que somos ótimos juntos — falou beijando meu pescoço. — Acho que devemos ficar juntos porque o sexo é simplesmente fantástico.
— Eu também acho — respondi. Ele gemeu baixinho mordendo minha pele e se sentou ao meu lado. Virei-me para ele colocando minha cabeça apoiada na minha mão.
— Amanhã nós vamos viajar para Dubai — comentou ele.
— Eu sei — falei. — Nem fiz minhas malas ainda. Eu tenho que ir para casa — ele bufou.
— Ah, Bella tudo que vamos fazer nesses vinte dias — falou ele colocando a mão sobre meu rosto. — É sexo, sexo, sexo, e sexo — eu dei risada negando.
— Acho que você vai ficar mais ocupado comigo na cama do que trabalhando — eu aproximei meu rosto do dele.
— Não tenha duvidas — ele me beijou nos lábios.
— Eu vou tomar banho e ir embora — ao fazer menção de me levantar ele me segurou na cama.
— Vamos tomar banho juntos — falou segurando minhas mãos em cima da minha cabeça enquanto eu encarava seus olhos azuis brilhantes.
— E quem disse que eu vou tomar banho com você, garotão? — perguntei. Ele deu risada negando.
— Minha casa, minhas regras — falou. Eu dei risada.
— Vai achando — Eu tentei relutar, mas ele me beijou nos lábios e eu acabei correspondendo ao beijo dele, com desejo. Ele soltou minha mão e me sentou na cama colocando as mãos nos meus cabelos e puxando-os. Suas mãos desceram pelas minhas costas e apertou-as.
— Vamos para o banho antes que nós dois transemos de novo — mencionou Edward. Eu o beijei novamente e nós dois fomos para o banheiro. Tomamos uma ducha rápida e eu me troquei, colocando a roupa social que eu vestia quando vim pra cá.
— Vinte dias com você em um quarto de hotel bem longe de Nova York — falou Edward agarrando-me por trás enquanto eu abotoava a minha camisa social.
— Vinte dias trabalhando bem longe de Nova York — corrigi. Ele beijou meu ombro.
— Trabalhando e transando — murmurou na minha orelha e depois mordendo-a.
— E os dois tem o mesmo começo praticamente — resmunguei. Ele mordiscou minha orelha novamente.
— Será que eu vou ter os dois? — perguntou na minha orelha.
— Bem, eu comprei algumas coisas para usar em Dubai — mencionei me soltando dos seus braços.
— Ah, é? — perguntou arqueando a sobrancelha.
— Sim — respondi.
— Para você usar ou deixar de usar? — perguntou ele. Eu dei risada. — Ou usar e eu tirar?
— Acho que a terceira opção — falei o olhando maliciosamente. — Agora, vamos para a minha casa que eu tenho que fazer as malas — pedi colocando meus braços em torno do pescoço dele.
— Com essa carinha bonitinha fica difícil falar não para qualquer um dos seus pedidos — disse envolvendo minha cintura.
— Vamos, vai — sussurrei e ele me beijou nos lábios.
— Vamos — murmurou. — Mas eu te encontro amanhã no aeroporto, safada! — ele beijou meu pescoço.
— Eu estarei lá – falei. — Quem sabe a gente não transe no avião — sussurrei na sua orelha e ele gemeu.
— Vamos logo antes que eu não te deixe mais em casa e você viaje pelada para Dubai — falou. Eu o encarei. — Quer dizer, pelada não porque pelada só para mim — eu dei risada.
— Vamos logo — falei. Ele me beijou novamente e nós seguimos para o carro.
— Não posso mais dirigir esse carro — comentou entrando pela porta do motorista.
— E eu posso saber por quê? — perguntei.
— Só penso em você com a boca nele — falou olhando para o seu membro.
— Não faço um bom boquete em você agora porque eu sei que acabaríamos com foda e eu tenho que ir para casa arrumar minhas malas — mencionei. Ele me fitou.
— Bella, vai levar quantas malas para Dubai? — perguntou ele.
— Sei lá — respondi. — Não vou levar muitas coisas, mais biquínis mesmo, roupas curtas. Depois das reuniões vamos aproveitar a cidade, creio eu, e eu vou mesmo abusar de roupa curta. — ele grunhiu.
— Vou ter trabalho — falou ele, eu bufei o encarando.
— Vai ter sim — respondi o beijando. — Agora me leva para casa porque se não não vai rolar nada no avião — mencionei. Ele gemeu e ligou o carro e nos dirigimos para a minha casa. Durante o caminho ele colocou a mão na minha perna enquanto dirigia e eu encostei minha cabeça no vidro do carro.
— Está tão cansada assim? — perguntou ele, parando no farol.
— Um pouco — respondi olhando as pessoas, grande parte turistas apaixonados pela cidade. Tirando fotos por todos os cantos, camelôs de comida e alguns vendendo objetos da cidade, fazendo seu dinheiro diário. Voltei meus olhos para ele.
— No avião eu te canso — falou ele. — Vai dormir até fazermos uma escala em Paris e pegarmos um pequeno jato para Dubai — eu suspirei olhando seus olhos.
— Ótima sugestão — mencionei. Ele sorriu beijando meus lábios. Alguns minutos depois Edward parou o carro em frente ao meu apartamento. Eu tirei o cinto.
— Até amanhã, safada — falou ele e eu dei um sorriso.
— Até — eu dei um beijo nele e fui para dentro do prédio. Peguei o elevador e tirei meu sapato de salto alto. Quando o elevador parou eu podia ouvir as risadas de Rosalie.
— Para Emmett, estou cozinhando! — protestou ela. Eu balancei a cabeça, sorrindo.
— Hm, que milagre é esse você cozinhando! — falei enquanto fechava a porta do apartamento. Emmett estava sentado no balcão com uma taça de vinho nas mãos.
— Eu cozinho muito bem, perua — comentou ela. — Não melhor que você, mas eu cozinho algo comestível — ela deu de ombros.
— Oi, gata — falou Emmett.
— Oi, Emmett — falei e ele deu um sorriso.
— Como foi a foda hoje? — perguntou ele, eu dei risada.
— Emmett, menos intimidade vai! — protestei abrindo a geladeira e pegando um pouco de água gelada.
— Só quero saber como andam a vida de devassa com meu irmão — eu revirei os olhos bebendo um gole da água.
— Posso saber o que está cozinhando, safadinha? — Notei que ela estava com uma camisa masculina meio desabotoada e dobrada nos braços e descalça. Emmett estava de calça de moletom e sem camisa.
— Strogonoff de file mignon, arroz integral e também uma saladinha de escarola – respondeu ela.
— Quase uma chefe — falou Emmett.
— Ainda bem que ela é medica, Emmett. Se passar mal ela sabe o que fazer — ele deu risada e Rose o encarou.
— Não tem graça! — falou ela olhando para nós dois.
— Bem, eu vou tomar banho. Estou faminta! — mencionei.
— Não tomou banho depois do sexo, Bella? — perguntou Rosalie. — Eca! — falou ela.
— O cheiro do sexo entre eu e Edward é ótimo ele quis deixar na minha pele — menti. Eu já tinha tomado banho, apenas queria outro banho para me sentir mais limpa e com meu cheiro convencional, não que o cheiro dele. Não que não seja ótimo, é delicioso, mas não ia querer dormir com o cheiro dele na minha pele.
— Vai então, perua. Já está quase pronto — comentou Rosalie. Ela estava sorridente. Segui para o banheiro e tomei um bom banho quente, passei meu creme hidratante e fui para o meu closet. Coloquei um pijama curto de seda sem sutiã mesmo, e um hobby por cima e fui para a cozinha.
— Nossa pensei que tinha morrido afogada — comentou Emmett, fazendo graça.
— Emmett, você tá bêbado? — perguntei. Ele deu risada.
— Não — respondeu. — Acho que é a endorfina por conta do sexo — disse dando de ombros.
— Emmett — repreendeu Rosalie.
— Ah, até parece que vocês não transaram hoje — disse olhando para os dois e dando de ombros.
— Nós transamos, mas não transamos como você e meu irmão que entram em um quarto e esquecem o mundo que existe fora dele — comentou Emmett.
— Isso chamasse difamação e dá cadeia — ele deu risada assim como Rose. Peguei uma taça e enchi-a com vinho.
— Vai ser tão estranho ficar sem você por perto nesses vinte dias — comentou Rosalie, choramingando.
— E quando Bella se mudar para o novo apartamento? — perguntou Emmett e ela me olhou.
— Mas isso vai demorar, enquanto não for resolvido o negocio do irmão daquele cretino — falei com rancor. — Eu não saio daqui — ela deu um sorriso me abraçando.
— Vocês duas são praticamente irmãs — comentou Emmett. Eu e ela nos entreolhamos e trocamos um sorriso.
— Acho que se fossemos não seriamos tão unidas como somos — alegou Rosalie me soltando.
— Você vai ficar aqui com ela não vai, Emmett? — perguntei, preocupada.
— Vou — respondeu ele. — Não se preocupe eu vou pega-la todos os dias no trabalho e voltamos para cá — explicou ele. Eu dei um sorriso.
— Bem, vamos comer.
Nós montamos a mesa e nós sentamos. Emmett sentou-se ao lado de Rosalie (os dois parecem bem unidos agora e amigos com benefícios, acho que isso vai para frente.) Nós comemos muito bem.
— Eu vou fazer minhas malas — anunciei a eles depois de terminar meu jantar.
— Bella, pega minhas malas no meu quarto. Você vai levar tanta roupa – disse Rosalie.
— Rose, não precisa — falei.
— Precisa sim — falou ela. — E outra, eu tenho uma mala só de roupa social que não pode amassar — mencionou. Eu mordi a minha boca.
— Ah, tudo bem — falei. Fui ao quarto dela e ela me entregou as enormes malas. Peguei apenas uma mala grande, não eram necessário muitas malas. Eu já tinha outra que era uma espécie de bolsa que se transformava a uma capa com suportes com cinco cabidesLouis Vuitton. não era necessário, mas na tinha como argumentar. Fui para o meu quarto e fiz minha mala rapidamente. Coloquei algumas roupas sociais, camisas, saias, vestidos, sapatos. Muitos sapatos. Peguei minha necessaire, coloquei shampoo condicionador, creme de pentear, hidratantes, escovas de dente, pasta de dente, camisinha, perfumes, maquiagem. Depois de colocar tudo na mala eu me deitei na cama e suspirei.
[...]
— Vai falar comigo todos os dias pelo computador e nada de ficar só transando — Rosalie estava sendo objetiva. Eu dei um sorriso.
— Eu te digo o mesmo — lancei um olhar para Emmett que conversava com Edward e Carlisle.
— Por favor, se cuide — pediu ela. — E não se esqueça de trazer-me presentes — exigiu. Eu a abracei.
— Você também, se cuide Rose. E nada de só transar e transar — mencionei. Ela deu um risinho.
— Se cuida amiga — falou ela. Eu andei até Edward e ele segurou minha mão.
— Vejo vocês dois quando chegarem — falou Carlisle. — Se cuidem e nada de cometer imprudências – pediu ele nos olhando.
— Pai o que esses dois vão aprontar — falou Emmett. — É dentro de um quarto — revirei os olhos.
— Emmett! — o repreendi.
— Só falo a verdade, devassa — eu revirei os olhos e Edward deu risada. Nosso voo foi anunciado e nos embarcamos. Edward sentou-se ao meu lado perto de uma janela. Coloquei minha bolsa perto da janela e me arrumei colocando o cinto. Edward mexeu em alguns botões e a poltrona reclinou. Eu o encarei.
— O que vocês estavam conversando? — perguntei.
— Meu pai pediu para que eu cuidasse bem de você — falou ele.
— Até parece — resmunguei.
— Ele falou do irmão de Nathan, ele descobriu onde ele está morando. Tem um detetive atrás dele. Vamos pega-lo Bella — falou ele, acariciando meu rosto. — Agora vamos nos desligar disso aqui e vamos pensar só nessa viagem e em nós dois e nos negócios — ele pediu beijando meus lábios.
— Tem razão — falei. — Vamos pensar em nós dois — falei acariciando seus cabelos e ele me deu um beijo.
— E falando em nós dois — começou ele passando os braços em torno de mim. — Vamos ficar no mesmo quarto ou vamos dormir separados? —perguntou. Eu fitei seus olhos azuis e extremamente lindos.
— Edward, por mim dormir com você ou sem você na cama é a mesma coisa — mencionei. Ele me fitava. O avião levantou voo. As comissárias de bordo passavam próximos de nós com alguns cobertores e pequenos kits para viagens longas, como fones de ouvido, máscara para dormir, cobertores e travesseiros. Eu coloquei o travesseiro sob minha cabeça.
— É tão ruim dormir comigo depois do sexo? — perguntou baixo também se acomodando melhor.
— Não foi o que eu quis dizer — falei.
— Então esclareça — pediu ele nos cobrindo com o cobertor e segurando minha mão.
— É que você não é o tipo de cara que dorme junto, mesmo quando estamos na cama para dormir e não para transar — expliquei. Ele deu um longo suspiro.
— Entendo — murmurou beijando minha mão. — Mas vai ou não dormir comigo no mesmo quarto? — perguntou. Eu o fitei.
— Se você quiser dormir comigo na sua cama — mencionei. Ele deu um sorriso.
— Você tem alguma duvida? — perguntou. Eu dei um sorriso. Nós dois nos beijamos brevemente e ele se aproximou da minha orelha e sussurrou. — Ainda não me esqueci do que você disse ontem de um sexo no avião — eu dei um risinho.
— Ah, eu pensei que havia esquecido — sussurrei.
— Nem pensar, safada — sussurrou malicioso. Eu tremi.
— Sabia que é a primeira vez que eu estou saindo do pais? — perguntei.
— Sério? — perguntou.
— Sim — respondi. — Eu nunca viajei para nenhum lugar muito longe de Phoenix, Forks e claro New Haven — comentei. Ele deu um meio sorriso me olhando.
— Nem Londres? — perguntou ele.
— Não, eu conheci os pais de Demetri porque eles iam direto para New Haven — respondi. — Só assim, mas nunca fui com Demetri a Londres visita-los — ele segurava minha mão.
— Eu vou te levar para conhecer o mundo — mencionou. Eu sorri, envergonhada.
— Você deve ter ido a tantos lugares — comentei. Ele suspirou.
— Já viajei para muitos lugares mesmo.
— Que lugares? — perguntei.
— França, Itália, Grécia, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Argentina, Brasil, Venezuela, Canadá, Japão — mencionou. Eu dei um meio sorriso
— Também com todo o dinheiro que deve lucrar com a empresa daria para ir para todos os lugares do mundo, em poucos meses do ano — falei. Ele deu um meio sorriso beijando minha mão.
— Bella, setenta por cento de todas as minhas viagens internacionais foram feitas a negócios — respondeu. — Eu vou assumir a empresa no lugar do meu pai daqui a alguns anos e por isso mesmo que eu vou ser o típico homem que não para muito em Nova York — comentou. Eu suspirei piscando.
— Em quantos anos isso vai acontecer? — perguntei.
— Não sei ainda — respondeu ele. — Quando ele vê que não dá mais para seguir — murmurou ele.
— E isso pode demorar muito? — perguntei com curiosidade.
— Na verdade sim — respondeu ele. — Ele quer deixar as empresas em minhas mãos quando eu estiver pronto para assumir e ele considera que eu estou em treinamento — mencionou. Eu mordi minha boca.
— Entendo — resmunguei. Ele beijou o topo da minha cabeça.
— Por que o Emmett não assume a construtora? — perguntei. — Ele não é o filho mais velho?
— Emmett não é engenheiro, Bella — respondeu me olhando.
— Ah, é – falei mexendo nos meus cabelos.
— Meu pai gostou de saber que nós dois estamos nos relacionando — comentou. Eu fechei os olhos.
— Acho isso assustador — mencionei.
— Não é — murmurou. — É bom. Foram poucas as namoradas que eu levei em casa e ele aprovou juntamente com minha mãe — eu pisquei algumas vezes.
— Seu pai é uma grande pessoa — falei. — Eu sinto um carinho muito nobre por ele — ele sorriu.
— Ele também sente por você — mencionou acariciando meu rosto. Eu suspirei.
— Minha mãe não teve uma boa impressão do nosso relacionamento — confessei.
— E porque não? — perguntou.
— Porque você é filho do meu chefe — sussurrei.
— Eu detesto isso, sabia? — perguntou ele.
— Eu sei — disse enquanto mexia nos cabelos dele eu o beijava, seus lábios famintos me deixaram sem ar, por alguns segundos minha língua e a dele, brigava por um espaço parecendo uma guerra, minhas mãos seguravam os seus cabelos trazendo-o para mim.
— Vamos transar — pediu nos meus lábios.
— E como vamos fazer? — perguntei.
— Vai ao banheiro — falou ele. — Me espera lá dentro, que em cinco minutos eu me levanto e vou ao banheiro e bato duas vezes — explicou. Eu mordi os lábios.
— Isso vai dar certo? — perguntei.
— Confie em mim — pediu. — Vai à frente. Daqui cinco minutos eu vou atrás de você — falou. Eu respirei fundo tirando o cinto.
— Tudo bem — sussurrei. Andei até o banheiro. Algumas pessoas, principalmente homens me olharam. Eu respirei fundo, me sentia tremula. Entrei no banheiro e tirei meu casaco. Olhei para minha imagem em um pequeno espelho. “Nada de dar para trás” pensei comigo mesma. Eu fiquei um tempo no banheiro até ouvir duas batidas na porta. Era Edward. Ele entrou e fechou a porta atrás dele, trancando-a.
— Você tem camisinha ai não tem? — perguntei o fitando.
— Eu sempre tenho, anjo — falou ele, se aproximando de mim. O banheiro pequeno, mal dava para nós ficarmos ali. Ele me encostou-se à parede e suas mãos apressadas passaram pela minha cintura. Ele tirou minha camisa, beijando meu seio sem tira-lo de dentro do sutiã.
— Garotão, melhor sermos rápido — sussurrei. Ele deu um risinho.
— Concordo — falou ele descendo o zíper da minha saia e tirando-a. Beijou meus lábios e sua boca foi para o meu pescoço. Tirei o casaco dele e joguei em um canto qualquer. Tirei também o cinto da calça social. Ele desceu pelo meu ventre e com os dentes ele tirou minha lingerie, dando, por fim, um beijo suave na minha intimidade. — Eu não vou fazer preliminares, porque não temos muito tempo! — falou ele beijando minha virilha.
— Tudo bem, mas vem logo — falei. Ele deu um sorriso.
— Mandona!
— Sou mesmo — resmunguei. Ele se levantou, tirou a calça e pegou a camisinha.
— Coloca? — ele me entregou a embalagem do preservativo e eu abri-o com os dentes. Tirei a boxer dele e coloquei aquele látex no seu membro. Ele suspirou, segurou minhas pernas e se encaixou em mim. Senti um pouco de dor no primeiro momento, não estava muito excitada, mas ele começou a fazer movimentos.
— Não pode gemer — resmungou na minha orelha.
— Só agora que fala isso? — perguntei, contrariada. Ele continuou a se movimentar segurando minhas mãos em cima da minha cabeça. Nós dois nos olhávamos. Então seus movimentos começaram a ser mais fortes e eu senti meu centro mais comprimido e aos poucos a sensação me invadiu e eu caí nos braços dele. Ele me beijou no ombro.
— A melhor rapidinha — murmurou ele na minha orelha. Eu coloquei minha roupa rapidamente, lavei meu rosto e arrumei meus cabelos que estavam com aparência de pós foda! Eu voltei para nosso lugar e ele voltou depois de um tempo. Eu me aconcheguei nos seus braços e fechei os olhos.
Quando acordei Edward mexia no computador. Algumas pessoas ao nosso redor dormiam e outras conversavam. Não sabia exatamente quantas horas eu havia dormido.
— Que hora são? — perguntei sonolenta.
— Agora são quase cinco horas — respondeu ele. Eu resmunguei.
— Quanto tempo a mais nós teremos de voo? — perguntei.
— Mais umas cinco horas — respondeu. Eu fechei os olhos. — Vamos parar em Paris, descansarmos e só depois de amanhã embarcamos para Dubai — eu o encarei.
— Paris? — perguntei sonolenta.
— Para descansarmos — respondeu. — Nos iremos passear pela linda Paris, você vai conhecer alguns locais e depois chegaremos a Dubai na quinta feira — Eu mordi a minha boca.
— Nós podemos fazer isso? — perguntou.
— Na verdade não — respondeu. — Mas ninguém vai saber — murmurou.
— Edward — o repreendi.
— Bella, vai ser mais do que oito horas a mais de voo para chegarmos a Dubai, melhor pararmos em Paris. Vamos para um bom hotel para passarmos a noite. Embarcamos no jato para Dubai na quinta feira — falou ele, eu resmunguei.
— Mas eu não tenho visto! — falei o olhando.
— Eu tenho meus contatos na embaixada americana, Bella. Não se preocupe! — falou ele segurando meu rosto. — Eu vou comunicar meu pai que vamos embarcar para Dubai na quinta — murmurou ele. — Relaxa, por favor! — pediu ele. Eu suspirei, fechando os olhos. — Vou pedir algo para você comer, deve estar faminta! — mencionou beijando meu pescoço. Ele pediu um almoço para nós dois. Eu comi rapidamente e me deitei novamente.
— Não acho certo não seguir os planos — afirmei. Ele mexeu nos meus cabelos.
— Já disse para não se preocupar — falou ele, eu suspirei fechando meus olhos.
— Não tenho escolha — murmurei.
Quando pousamos em Paris, descemos do avião juntos, ele segurou minha mão. Pegamos nossas malas, andamos juntos de mãos dadas até o taxi. Deitei minha cabeça no ombro dele e fomos para o hotel.
— Bella, chegamos — falou ele. Eu abri os olhos e já era à noite.
— Onde estamos? — perguntei sonolenta.
— Concorde La Fayette — Respondeu em francês. Eu mordi minha boca. O prédio era enorme e sofisticado. Nós descemos e ele pegou minha mão. Fomos para dentro. Enquanto Edward fazia nossas fichas eu fiquei olhando o hotel por dentro, era lindo, extremamente luxuoso. Uma recepção com piso de granito e alguns detalhes nas paredes. Moveis geométricos que faziam uma composição harmônica. Moveis em um tom areia que combinava com o granito do chão que brilhava com lustres grandiosos de cristal. Detalhes modernos e contemporâneos de madeira e partes cromadas.
— Vamos? — perguntou ele. Eu estava ainda maravilhada com aquele local, era lindo. Voltei meus olhos para Edward.
— Vamos — murmurei. Ele pegou minha mão e me entregou o passaporte e também meus documentos. Caminhamos até o elevador.
— Está caindo de sono — comentou me abraçando por trás e beijando minha cabeça.
— Eu estou exausta — respondi. Ele beijou minha cabeça novamente. Chegamos ao trigésimo quarto andar — a cobertura. Nós saímos do elevador e Edward destrancou a porta do quarto com um cartão magnético. Quando entramos as luzes se acederam. Tinha um pequeno corredor, uma sala com sofá grande de tecido, uma televisão presa na parede, uma mesa de madeira cor tabaco que contrastava com o carpete areia, poltronas e uma visão panorâmica para cidade.
— Pode deixar tudo aqui, obrigado — falou Edward dando uma gorjeta para o entregador das nossas bagagens.
— Edward, esse lugar é... — Não tinha palavras para definir.
— Lindo? — perguntou ele.
— Incrível — falei. Ele deu um meio sorriso.
— Gostou? — perguntou ele.
— Sim — respondi em meio a um bocejo. — Eu vou tomar um banho e deitar. Estou cansada — ele concordou dando um beijo na minha cabeça. Peguei minhas malas e fui para o quarto, que era incrível. Tinha uma cama enorme com roupas brancas e com detalhes marrons e uma vista perfeita para a Torre Eiffel. Senti um beijo sendo depositado no meu pescoço.
— Vamos tomar banho juntos — murmurou ele. — Eu pedi champanhe e morangos para nós. Mas não vamos transar — sussurrou ele na minha orelha. Eu coloquei minhas mãos nos cabelos dele.
— Eu nem tenho energias — comentei. Ele beijou meu pescoço.
— Eu sei — respondeu. Ele foi para a sala de estar. Eu tirei minha roupa e entrei no banheiro que deveria ser maior que meu quarto em Nova York. Liguei a banheira, coloquei sais que tinham ali e entrei. Edward apareceu com as taças e morangos. Ele colocou as frutas na taça de cristal e abriu a champanhe. Eu amarrei meus cabelos e ele me fitou, enquanto tirava a roupa. E mordi o lábio.
— Com você me olhando com essa cara de safada fica difícil não pensar em sexo — mencionou ele. Eu dei um meio sorriso negando.
— Estou sem energias — respondi. Ele andou até mim e me entregou uma taça. Entrou na banheira e me abraçou por trás.
— Eu sei que está exausta — falou beijando meu pescoço. — Por isso vou deixar para te cansar mais amanhã mesmo — eu dei um risinho e ele mordiscou minha orelha.
— Você não existe — sussurrei.
— Existo — respondeu beijando meu pescoço. — E estou aqui — falou ele.
— Edward, você é um príncipe — sussurrei. Ele segurou meu rosto com a mão e me beijou.
— E você é a minha princesa, Bella — sussurrou nos meus lábios. Eu o beijei.
— Eu gosto quando me chama assim — sussurrei. Ele encostou a testa na minha .
— Vamos brindar a nós — falou ele.
— A nós — murmurei — Que essa viagem nos traga bons momentos — ele beijou meus lábios e nós tomamos a champanhe. Ele colocou a garrafa para fora da banheira e eu encostei-me a ele.
—Amanhã vamos acordar, transar — falou me abraçando pelos ombros. — E depois, podemos passear por Paris. De dia tem muitas lojinhas por aqui. Podemos comprar algumas coisas — sussurrou na minha orelha.
—Sabia que estava sendo muito amoroso, muito romântico a custo de alguma coisa — falei. Ele deu uma mordida na minha orelha.
— Eu sou um homem que sabe tratar uma mulher — eu fechei os olhos.
— Foi o que você me disse quando eu te conheci — murmurei.
— E eu estava errado? — perguntou na minha orelha.
— Não — respondi baixo. Nós terminamos o banho e eu coloquei uma camisa dele por cima de uma lingerie. Me deitei na cama fechando os olhos. Ele me abraçou por trás e eu olhei para a cidade iluminada.
— Eu nunca pensei que eu dormiria olhando essa vista — confessei. Ele me abraçou mais forte.
— Eu posso te dar o mundo em um laço vermelho, Bella — disse. — Basta você querer — sussurrou na minha orelha e eu senti calafrios na minha espinha.
—Tenha bons sonhos — falei baixinho.
— Você também, princesa — murmurou. Eu fechei meus olhos e o cansaço físico me venceu e eu acabei dormindo mesmo com aquela vista incrível.
— Pode deixar aqui em cima — falou Edward. Eu conseguia ouvir a voz dele, mas ela aparecia muito distante. Me mexi na cama e notei que ele não estava ali. Eu resmunguei abrindo meus olhos, me adaptando a luz que entrava. Me virei para a vista. “Realmente eu não estou sonhando” pensei. Mexi nos meus cabelos e Edward apareceu sem camisa, vestindo apenas com uma calça de moletom.
— Bom dia, meu anjo — falou ele, eu mordi meu lábio.
— Bom dia, garotão — falei. Ele deu um sorriso. Chamei ele com o meu indicador e ele andou engatinhando na cama sem desviar os olhos dos meus.
— Dormiu bem? — perguntou me olhando. — Conseguiu descansar? — sussurrou.
— Eu dormi bem — falei respondendo. — Mas ainda me sinto cansada — ele deu um meio sorriso, segurando meu rosto e me beijando nos lábios.
— Espero que recupere suas energias logo — murmurou na minha orelha. — Eu quero te deixar cansada novamente — sussurrou. Eu dei um sorriso mexendo nos seus cabelos.
— Não brinca com fogo, garoto — sussurrei. Ele deu um beijo nos meus lábios
— Adoro me queimar, Bella! — falou. Eu o beijei. — Eu já pedi o café, da manhã e nós podemos ficar por aqui deitados o dia todo — disse ele.
— Deitados? — perguntei o olhando com desconfiança.
— Só porque está cansada ainda — falou ele, me beijando. — Quando estiver descansada eu vou te cansar novamente — eu dei risada negando.
— Canalha! — falei. Ele deu risada me deitando na cama e beijando meu pescoço.
— Vamos tomar café da manhã antes que eu abuse de você agora mesmo — ele sussurrou beijando meus lábios. Segurei-me firme nele e ele enroscou minhas pernas no seu quadril. Nós dois nos soltamos e fomos para a sala de estar do quarto onde estávamos. Tomamos café da manhã e eu voltei para cama. Ele voltou também só que com o computador.
Dois dias depois...
— E como estão as coisas em Nova York? — perguntei para Rosalie mesmo com fuso horário completamente diferente nós conseguíamos nos falar. Nós. Estávamos em uma vídeo conferencia.
— Está tudo bem — respondeu ela. — Emmett está dormindo aqui todos os dias — comentou.
— E Demetri? — perguntei sentindo um nó na garganta.
— Ele veio aqui, perguntou de você — respondeu ela. — Eu disse você tinha ido viajar e ele tá sofrendo Bella — falou. Eu suspirei.
—Eu vou terminar com ele assim que eu chegar à Nova York — comentei. Era melhor assim.
—Tem certeza amiga? — perguntou.
— Absoluta — falei. — Não quero que ele se iluda, Rosalie. É melhor para nós dois — comentei.
— E Edward? — perguntou ela.
— No quarto — respondi. — Ele está cochilando — falei.
— E como está Dubai? — perguntou. Eu mordi minha boca.
— Nós estamos em Paris no momento, Rosalie — ela arqueou a sobrancelha.
— Paris? — perguntou desconfiada.
— Estamos descansando aqui por enquanto — murmurei.
— Hm — resmungou ela.
— Nós vamos para Dubai na quinta feira — expliquei.
— O que estão fazendo em Paris? — perguntou ela.
— Estamos passeando pela cidade e descansando — falei. — Você precisa ver a vista que eu tenho do quarto do hotel — comentei.
— E onde você está nesse momento? — perguntou ela.
— Uma espécie de sala — respondi sentindo um beijo no pescoço.
— Hey, minha marrenta — falou Edward na minha orelha.
— Hey — falei.
— Oi Edward — falou Rosalie pelo computador.
— Oi Rose — falou ele, me beijando. — Vamos tomar banho princesa? E depois vamos passear. Quero te levar em um lugar — disse ele, o encarei.
— Banho de vocês vai ter uma rapidinha — comentou Rose, dando de ombros.
— Sem duvidas — respondeu Edward.
— Vai preparando a banheira — pedi. Ele me beijou nos lábios.
— Tudo bem — resmungou. Me deu mais um beijo e foi para o quarto.
— Pelo o que vejo o lance entre vocês dois está mas serio do que eu imaginava — mencionou Rosalie.
— Ele está sendo incrível — mencionei.
— Bem gata, vai curtir seu gato que eu vou esperar Emmett terminar o banho — murmurou ela.
— Eu te amo — disse.
— Eu também — falou. Eu fechei o computador e segui para a banheira onde Edward me aguardava.
— Não perde mesmo tempo — murmurei.
— Nunca — respondeu. — Vem — pediu. Eu tirei a camisa que eu usava como camisola e a minha calcinha e entrei na banheira. Ele deu um meio sorriso.
— Aonde vai me levar? — perguntei.
—Ah, um bom restaurante e um lugar especial — mencionou. Mordi minha boca e ele deu um sorriso.
— Confie em mim — pediu. Eu suspirei.
— Tudo bem — murmurei. Ele me beijou nos lábios.
Nós terminamos nosso banho sem acabar na cama. Eu me troquei colocando uma saia social e uma camisa de botões branca transparente que transparecia minha lingerie e um sapatilha. “Enquanto eu puder evitar salto alto” pensei. Me maquiei e ele apareceu no banheiro.
— Está linda — elogiou. Eu o olhei através do espelho.
— Obrigada — murmurei.
— Vamos? — perguntou. Ele estava usando um terno sem gravata, uma camisa azul de botões, calças sociais e sapatos sociais, relógio no pulso. Eu mordi minha boca o olhando.
— Vamos — ele andou até mim e me prendeu entre o balcão e o corpo dele. Encostou a testa na minha e suspirou, me dando um beijo nos lábios. Ele pegou minha mão e nós andamos até o elevador.
— Sr. Cullen seu carro lhe espera — disse a recepcionista que analisou ele dos pés a cabeça. Eu fechei a cara para ela.
Nós dois andamos até o carro — uma Mercedes Benz preta com vidros completamente escuros. Ele abriu a porta, eu entrei e ele fechou e deu a volta. Eu coloquei o cinto. “Ele alugou esse carro” pensei, lembrando-me do que ele havia me dito.“ — Não, Bella. Não vou andar de Taxi por Paris inteira, vamos alugar um bom carro que seja confortável”
— Aonde você vai me levar depois do jantar? — perguntei.
— Em um lugar especial — respondeu novamente.
—Edward — murmurei.
— Não vou te falar, princesa. Só quando chegarmos a esse local — falou ele. Eu suspirei e ele segurou minha mão, entrelaçando nossos dedos. — Só confia em mim — pediu ele.
— Odeio surpresas, Edward — resmunguei. Ele beijou nossas mãos entrelaçadas.
— Só tenha paciência, só isso — pediu novamente.
Nós paramos em frente de um restaurante. Tinha algumas pessoas na frente, era lindo, com uma arquitetura meio antiga e com detalhes. Ele abriu a porta e eu sai.
— Benoit Paris — disse. Eu mordi a boca e nós entramos. Por dentro era mais sofisticado ainda. Nos levaram para próximo de uma janela de vidro com uma vista para a cidade. Algumas pessoas passeavam por lá, tinham muitos turistas. Nós jantamos e conversamos sobre banalidades.
— Agora vem a minha surpresa, certo? — perguntei arqueando a sobrancelha.
— Sim — respondeu enquanto ele dirigia. Nós paramos na frente da Torre Eiffel e eu suspirei o olhando.
— A torre? — perguntei.
— Não — falou ele. Nós saímos do carro e nos sentamos de frente para ela, era linda sob a noite iluminada.
— Então o que é? — perguntei. Ele passou os braços pelo meu ombro.
— Eu te trouxe aqui para te confessar uma coisa — falou ele, me olhando.
— O que? — perguntei.
— Eu estou apaixonado por você — eu arregalei os olhos. Meu coração acelerou e eu fiquei o olhando.
— Que?
— Eu estou completamente apaixonado por você — confessou. Eu sentia minha respiração irregular.
— Edward, por favor para de brincar! — falei. Ele deu um sorriso para mim.
— Não estou brincando — murmurou ele.
— Está sim — retruquei. Ele segurou meu rosto.
— Olha nos meus olhos — pediu ele, eu o fitei. — Estou apaixonado por você. — falou. Eu sentia minha respiração irregular. “Apaixonado? Eu to ficando louca só pode? Ele apaixonado por mim?”
— É inacreditável — sussurrei.
— No começo era tesão, Bella. Eu sentia tesão por você, mas depois — falou fazendo uma pausa. — Nós dois começamos a nos conhecer, a conversar mais, a passar mais tempo juntos e eu comecei a me sentir confortável perto de você — eu respirei fundo tomando folego.
— É que você e eu somos só sexo, Edward — falei. Ele me olhou.
— Não é — retrucou ele. — Eu sei que sente alguma coisa por mim, você confia em mim, conta tudo o que sente e eu me sinto bem em ter sua confiança — alegou ele, eu ainda o olhava.
— Não é retórico esse sentimento — respondi.
— Só quero que saiba, que eu te amo só isso — disse acariciando meu rosto. Eu aproximei minha boca da dele e o beijei.
— Eu vou sair do meu relacionamento com Demetri, eu não quero relacionamento sério agora — falei o olhando. — Eu quero só sexo e você e eu somos ótimos no que fazemos na cama ou fora dela — murmurei sentindo um pouco de vergonha.
— Sim somos ótimos e o motivo de eu ser mais paciente, mais compreensível com você é porque eu estou apaixonado por você — eu encostei meu rosto no dele e suspirei.
— Só tenha paciência ok? — pedi. Ele segurou meu rosto e me beijou.
— Vamos para o hotel — sussurrou nos meus lábios. — Preciso transar — eu dei um sorriso, o beijando.
— Estava demorando, garotão — falei. Ele deu um sorriso, apenas.
Quando chegamos ao hotel ele mandou guardar nosso carro “emprestado ou alugado” e fomos para o elevador. Não nos pegamos no elevador porque tinha um homem que fazia o deslocamento. Quando chegamos à cobertura ele abriu a porta e já fechou, me empurrando contra ela. Sua mão começou a desabotoar minha camisa com calma. Ele jogou-a em qualquer canto do quarto. Eu tirei o terno dele, jogando também em qualquer canto. Ele prendeu minhas pernas no quadril dele e eu senti seu volume. Ele me beijou na boca e nossas línguas pareciam brigar uma com a outra. Me pegou no colo e eu sentia que eu estava andando, ele me deitou em algo macio e tirou meu sutiã. Sua boca saiu da minha e foi para meu pescoço e depois para os meus seios. Ele mordiscou-os, sugou-os e desceu a língua pelo meu ventre. Ele tirou minha saia e minha calcinha. Depois as minhas sapatilhas e beijou meus pés, indo para minhas pernas e chegando a rotula do meu joelho. Ele passava a boca, a língua na minha pele. Quando chegou à minha coxa eu arfei. Ele beijou minha virilha e eu fiquei com as costas arqueadas.
— Edward — resmunguei sentindo uma sensação de paraíso me dominar. Ele colocou a boca na minha intimidade e então eu soltei um gemido abafado. Ele olhou para mim enquanto sua língua fazia movimentos dentro do meu centro, ele me olhava seus olhos azuis com um brilho de luxuria sem igual. Eu arqueei minhas costas. Sentia aquele sabor de clímax na minha boca e logo em seguida eu cheguei ao orgasmo. Ele subiu com a língua no meu umbigo e foi subindo até chegar à minha boca.
— Está deliciosa, como sempre! — mencionou. Eu mordi a boca dele.
— E você está vestido demais! — protestei. Ele se deitou na cama e me colocou por cima dele.
— Então pode me deixar pelado que eu não ligo — colocou os braços na cabeça eu desabotoei a camisa dele devagar. Tirei-a jogando em qualquer canto do quarto. Beijei seu pescoço e ele segurou meus cabelos se sentando.
— Hey, eu estou no comando agora! — falei. Ele deu um sorriso malicioso se deitando na cama.
— Como quiser — retrucou. Eu tirei o cinto dele e o encarei.
— Eu tenho vontade de te amarrar na cama, Edward — mencionei. Ele me encarou.
— Dominadora? — perguntou ele, me fitando. Ele me deitou na cama colocando minhas pernas no quadril dele e segurando minhas mãos em cima da minha cabeça.
— Nesse momento com você por cima de mim — falei o encarando. — Estou mais para submissa — murmurei.
— Ah, Bella deixa eu te amarrar — pediu segurando minhas mãos em cima da minha cabeça.
— Amarre — falei o olhando. — Porém, eu quero que segure na hora de gozar, Edward — pedi. Ele me encarou.
— Diz isso por você? — perguntou ele, me olhando.
— Por nós dois — murmurei.
— Selvagem! — grunhiu Ele saiu de cima de mim foi até a mala dele e pegou duas gravatas.
— Duas gravatas? — perguntei. Ele tirou a calça ficando só de boxer.
— Para te amarrar – murmurou. Eu mordi minha boca e ele veio na cama e amarrou minhas mãos.
— E a outra? — perguntei.
— Para te vendar — sussurrou na minha orelha. Eu me senti automaticamente mais quente.
— Me vendar? — perguntei maliciosa.
— Sim — respondeu colocando a venda no meu rosto. Eu resmunguei e ele me deitou na cama. — Mesmo eu estando louco para ter a sua boa no meu pau — murmurou ele, na minha orelha. — Eu vou deixa-la louca hoje — resmungou mordendo minha orelha. Eu gemi. Ele me deitou na cama e eu senti que foi em algo fofo provavelmente um travesseiro. Ele abriu minha perna e eu senti sua língua na minha intimidade novamente.
— Torturador! — resmunguei enquanto a sua língua fazia movimentos. Eu fechei os olhos e deixei que minha imaginação me fizesse sentir. Apenas senti meu corpo se contrair e eu me sentei na cama e então o clímax. Ele beijou meus lábios.
— Dominador — sussurrou na minha orelha. Eu gemi e ele abriu minha perna e em uma estocada só ele entrou em mim, sem pena. Ele começou a fazer movimentos dentro de mim eu não conseguia ver nada, eu só sentia. Eu não podia toca-lo. Arranha-lo. Merda eu estava odiando aquilo, mas ao mesmo tempo era tão sensual, quente e delicioso.
— Ah, Edward — gemi. Ele deu um sorriso continuando a fazer movimentos dentro de mim.
— Ah, Bella você é tão gostosa! — eu gemi, ele passou a língua pelo meu pescoço e eu arfei.
— Edward, me desamarra — implorei. Ele deu um risinho na minha orelha e me colocou por cima. Ele colocou meu braço em torno no pescoço dele, e eu fazia movimentos.
— Nem pensar — resmungou ele. Eu gemi novamente. Eu não conseguia ver nada, eu não conseguia tirar aquela venda dos meus olhos. — Só tiro essa venda quando eu gozar, princesa. E isso vai demorar muito! — eu esbravejei sentindo meu centro se contrair.
— Edward — implorei.
— Não — respondeu ele de forma severa, que fez com que eu ficasse mais estranhamente excitada. Ele tirou minhas mãos do meu pescoço. Eu sentia meu abdômen contrair e ele se desencaixou de mim.
— Seu cretino, pode se encaixando em mim novamente! — falei irritada.
— Calma, gostosa — ele bateu na minha bunda e eu tremi. — Eu vou deixar você gozar — falou ele. Eu mordi minha boca e ele me colocou de costas, deitada na cama. Ele abriu minhas pernas e ele se encaixou, em seguida eu empinei minhas nadegas e ele segurou firmemente. Ele começou a dar bombadas profundas dentro de mim. Eu gemi, rebolei e então o clímax veio novamente. Ele aumentou a intensidade e caiu por cima de mim.
— Edward — eu falei arfando. Ele beijou meu pescoço e mordiscou minha orelha, me desamarrando. Eu me virei para ele e ele tirou a venda dos meus olhos.
— Eu sei — falou ele. Eu o beijei no pescoço e ele me abraçou.
Ele saiu de dentro de mim e foi para o banheiro. Eu só coloquei minha calcinha que eu encontrei facilmente e me cobri, fechando os olhos e adormecendo.
Quarta Feira à noite — PARIS.
— Princesa, temos que começar a arrumar nossas coisas — comentou Edward. Eu estava deitada na cama com uma camisa social dele e com uma lingerie. Ele estava de pé encostado na parede me olhando na cama.
— Eu sei — resmunguei olhando para ele, que deu um meio sorriso. — Quando nós embarcamos? — perguntei.
— Hoje a uma da manhã — respondeu ele. — Vamos pegar um avião convencional por conta da quantidade de horas — informou ele. — Vamos descer nos Emirados Árabes e iremos pegar um jato com destino a Dubai — eu respirei fundo olhando para Edward e pisquei algumas vezes.
— Mais uma viagem longa, quando voltarmos ao Estados Unidos eu vou ficar um bom tempo sem colocar meus pés em um avião — comentei. Ele deu um meio sorriso e se aproximou de mim me beijando nos lábios.
— Agora, comece a arrumar suas coisas — pediu ele, eu suspirei apenas.
— Que horas são? — perguntei me sentando na cama.
— Quase dez — respondeu ele. — Temos que arrumar nossas coisas, podemos pedir o jantar aqui mesmo no quarto e quando for meia noite eu fecho a conta do hotel — comentou. Eu dei um meio sorriso o beijando.
— Acho ótimo — comentei. — Eu vou tomar um banho colocar uma roupa para embarcamos e arrumar minhas coisas — ele deu um beijo nos meus lábios.
— Então é melhor se apressar, princesa — eu dei um beijo nos seus lábios novamente e segurei seus cabelos, enroscando os dedos neles, macios e sedosos. Suas mãos foram para minhas costas eu o deitei na cama e me sentei por cima dele. Suas mãos passaram da minha nuca para as minhas nadegas apertando com força. Ele se sentou e me encarou quando paramos de nos beijar.
—Vamos tomar banho juntos? — perguntei. Ele deu um sorriso me olhando.
— Melhor não, princesa. Se não vamos começar e não vamos acabar nunca mais — murmurou nos meus lábios. Eu gemi frustrada.
— É tem razão — eu concordei e ele me beijou nos lábios. Eu fui para o banheiro e tomei um banho quente. Durante o banho vi que saiu sangue eu gemi, sentindo uma espécie de pontada no meu ventre.
— Não é possível isso! — murmurei sentindo uma dor abdominal forte. Eu gemi de dor e sai do chuveiro. Coloquei uma calcinha mais discreta e coloquei um absorvente. Fui até o quarto com um roupão e uma toalha na cabeça.
— Já pedi o jantar — informou ele enquanto guardava as roupas na mala.
— Estou fechada, Edward — resmunguei com raiva. Ele andou até mim e me deu um beijo nos lábios.
— Até que demorou um pouco — comentou ele, me beijando.
— Você achou? — perguntei.
— Sim — respondeu. — Nós dois aproveitamos muito esses cinco dias em Paris — comentou ele. — Agora podemos ir a Dubai. Você vai ficar mais focada no trabalho. Claro que eu vou pagar meu pecados. Te vejo andar por todos os cantos do quaro de lingerie e roupas curtas, mas também vai ser bom — comentou ele, eu mordi os lábios.
— Bom? — perguntei. — Bom pra você que não sangra durante quatro dias e tem dores — reclamei. Ele me abraçou pela cintura e eu coloquei minhas mãos no peito dele.
— Ainda bem que eu sou homem — comentou. Eu dei um meio sorriso. — Eu vou poder cuidar de você enquanto estiver assim e também nós dois vamos estar focados no trabalho o que não estivermos nesses cinco dias que estivemos aqui — eu dei um meio sorriso.
— A ideia foi sua, Edward — comentei. Ele me beijou nos lábios.
— Eu sei — falou ele. — Era o único jeito de eu confessar meus sentimentos — eu suspirei, encostando minha testa na dele.
— Vai para o banho, agora — mandei. Ele me deu um beijo e suspirou. Ele foi para o banho e eu peguei uma roupa confortável: um shorts jeans e uma camiseta preta regata. Coloquei uma jaqueta e um par de tênis suspirei. Eu me sentia confortável. Em Dubai deve estar mais quente do que aqui em Paris. Eu terminei de guardar minhas coisas na mala enorme de Rosalie e me sentei na cama. Ele saiu do banheiro e deu um meio sorriso.
— Vai vestida assim? — perguntou ele, me fitando.
— Eu vou — respondi. — Vamos ficar horas no avião, e também quando chegarmos a Dubai vai estar quente e abafado — murmurei. Ele deu um meio sorriso.
— Muito curto esse shorts, Bella! — protestou e eu revirei os olhos.
— Quem está usando sou eu e não você — retruquei entrando no banheiro. Coloquei todos os meus pertences na necessaire e coloquei-a na minha mala.
— Mas eu não gosto que use essas roupas muito curtas, Bella — disse reclamando. Eu fechei a cara.
—Edward, não começa! — pedi. Ele suspirou apenas.
— Ah, Bella eu não quero você zanzando por ai com essas roupas curtas! — disse, eu revirei os olhos.
— NÃO COMEÇA! — gritei. Ele se calou. Eu terminei de arrumar minhas coisas e esperei por ele na sala. Nosso jantar chegou e eu comi rapidamente. Edward não falou mais nada durante o jantar. Vieram pegar nossas coisas. Eu peguei a minha bolsa e dei uma ultima olhada para a vista da cidade a partir da janela do quarto: aqueles pequenos pontos de luz e a torre ao fundo iluminada.
— Vamos? — disse ele por fim. Eu me virei para ele.
— Vem aqui — pedi. Ele andou até mim.
— O que quer? — perguntou rispidamente. Tudo bem, eu mereci, eu sei disso. Coloquei meus braços em torno do pescoço dele.
— Desculpa, tá legal? — pedi. Ele me fitou colocando os braços em torno da minha cintura.
— Nem minha mãe grita comigo, Bella. Não vai ser você que vai gritar! — disse. Eu suspirei e ele me beijou nos lábios.
—Desculpe — pedi novamente beijando seus lábios.
— Vamos — disse ele. Eu suspirei e ele me deu a mão. Entrelacei nossos dedos e nós andamos juntos para a saída do hotel. Chegamos ao aeroporto, ele fez nossas fichas de embarque e fomos juntos para o avião de mãos dadas.
— Esquece o que houve no quarto — pediu ele, puxando assunto. Eu o encarei.
— Está furioso comigo, não está? — perguntei. Ele suspirou.
— Apenas não grite mais! — pediu ele de forma severa e eu o beijei nos lábios.
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