Notas iniciais
Genteeeee só segunda feira agora capitulo novo beijoo!

— Te vejo terça — falou Demetri comigo nos seus braços.

— Porque terça? — perguntei. Eu estava sentada no colo dele.

— Porque amanhã eu vou ter um jantar com um cliente, não vou chegar a tempo de te ver acordada — disse ele. Eu suspirei.

— Se diz — resmunguei beijando os lábios dele.

— Eu te amo — falou ele, me beijando.

— Eu te amo — falei. Ele me colocou no chão.

— Tchau, azeda! — Falou ele por sobre o meu ombro, brincando com Rosalie.

— Eu já disse que azeda é tua mãe! — retrucou ela do sofá.

— Ela precisa de um namorado — resmungou ele me beijando novamente.

— Eu já estou providenciando isso, agora vai — sussurrei. Ele me beijou e foi embora. Rosalie me olhou.

— Agora me conta tudo! — falou ela, encarando-me com curiosidade.

— Quer qual versão? — perguntei. — A sórdida com muitos detalhes, ou a resumidinha? — perguntei.

— Qual você estiver disposta a me contar — disse ela. Eu foi até a cozinha em busca de algo para comer, estava faminta.

— Eu tinha ido almoçar com Emmett e quando retornei ouvi Edward transando com a secretária dele, pouco tempo depois chegou uma caixa de bombons e uma rosa que continha um cartão; era um convite dele para jantarmos juntos. Eu tentei evita-lo mais ele acabou me convencendo — comecei a contar tudo de uma vez. — Nós saímos da empresa, pegamos o elevador, e ele parou o elevador e me beijou. Nos primeiros segundos eu tentei relutar, mas depois acabei cedendo ao beijo, Rose eu nunca senti o que eu senti naquele beijo — falei. Ela me encarava.

— O que você sentiu? — perguntou ela.

— Sabe quando você é beijada por alguém que parece que não tem a menor pressa de fazer qualquer coisa com você? — perguntei. — Por alguém que tem uma pegada mais forte que te faz tremer?

— Sei, eu já tive namorados desse tipo — comentou me olhando. — Continue sua história — falou ela.

— Bem, ele me beijou e depois quando nós descemos para a garagem ele falou que ele achava melhor eu ir jantar na casa dele, que seria confortável para nós dois. Dai eu te liguei e nós seguimos para a casa dele. Eu tomei um banho e ele me deu uma camisa e um shorts dele de dormir, nós dois jantamos e fomos deitar. Hoje quando acordamos ele me beijou novamente da mesma forma do elevador e por muito pouco eu acabei cedendo completamente — falei a olhando.

— Bella, você se sente atraída por ele? — perguntou ela.

— Não sei, Rose — respondi. — Ele tem um jeito misterioso e ele é tão quente! — resmunguei irritada pegando um patê com atum que tinha encontrado na geladeira.

— Ele tá mexendo com você? — perguntou ela.

— Muito — respondi.

— E essa viagem para Dubai? — perguntou ela.

— Um projeto de uma empresa, sobre petróleo — respondi. — Eu vou com Edward para essa viagem, vamos ficar quinze dias em Dubai. Eu não sei como vai ser as coisas, mas se nós dois ficarmos novamente eu não sei se eu vou me controlar — aleguei. Ela me encarou com um meio sorriso.

— Bella, você ama Demetri? — perguntou.

— Eu amo — respondi. — Mas Edward está mexendo demais comigo e eu não sei se eu sou forte para aguentar, Rosalie a carne é fraca! — confessei lavando o alface.

— Você acha que vai cair na tentação com ele? — perguntou ela.

— Eu acho — respondi. —É que você não o conhece, Rose se conhecesse ia entender porque eu to falando isso — mencionei. Ela me fitou.

— Bella, Bella tenha certeza do que você vai fazer — falou ela, encarando-me. — Demetri morre por você, ele tomaria um tiro se fosse para te salvar, agora eu não acho nada justo você fazer isso com ele — disse ela, enquanto eu montava minha salada com patê acompanhada de torradas.

— Eu sei, acha que eu não to pensando nele? — perguntei comendo uma torrada. — Mas ontem quando transamos eu não senti nada de especial, nada que eu sentia quando eu não tinha beijado Edward — mencionei sem graça enquanto ela me encarava.

— Amiga você está confusa — falou ela.

— Eu acho que eu sim — respondi a olhando. — Eu gosto de Demetri, fiquei com ele por quatro anos da minha vida, vou me casar, mas eu não sinto mais aquela magia que eu sentia no sexo e muito menos a vontade de estar ao lado dele — comentei. Ela me encarou com um meio sorriso.

— Bella, por favor pense no que vai fazer — disse ela novamente em um tom de repreensão.

— Eu vou oficializar meu noivado, mas se eu sentir que eu não vou segurar a onda eu vou dar um tempo até a viagem — falei. Ela me encarou e piscou algumas vezes.

— Não é melhor pedir um tempo agora? — perguntou ela.

— Eu não sei — mexi nos cabelos.

— Como não sabe? — perguntou ela. — Vai ficar quinze dias longe de Demetri com um homem que mexe com seus hormônios, melhor pedir um tempo logo, assim você não vai ter como não cair na tentação — comentou ela. Tudo bem, ela tinha razão.

— Você acha melhor? — perguntei a olhando.

— Se acontecer você vai ter um tempo para pensar — falou ela. Mordi minha boca.

— Ah, qual é — falei a olhando.

— Falo sério — retrucou ela. — Pede um tempo e se tiver que transar com esse tal Edward, você transa. Dai você vai saber a quem escolher.

— Acho isso tão errado — falei mexendo nos cabelos.

— Bella, ou você faz isso ou vai acabar fazendo o pior que é dar a ilusão a esse casamento — falou ela, mordi os lábios.

— Eu sei — resmunguei a olhando. — Mas eu realmente acho que eu estou muito confusa, Edward mexe com a minha sanidade.

— Bella o que você sente quando Demetri te toca? — perguntou ela com franqueza. O bom de Rosalie? Que eu podia confiar nela. Ela é minha irmã de outro sangue, é muito intensa nossa relação.

— Até um tempo atrás quando ele me tocava eu sentia tesão, agora — fiz uma pausa e a fitei. — Não sei o que eu sinto, ontem quando eu e Edward nos beijamos eu senti uma vontade de transar, Rosalie que você não tem ideia eu me controlei muito, mas minha vontade era mesmo transar com ele. E hoje pela manhã ele me beijou de um jeito que também mexeu com meus pensamentos — falei. Ela me olhava.

— E Demetri, o que você sentiu quando ele te tocou hoje? — perguntou ela.

— Nada — respondi. — Eu não sei, eu não me senti sexy e nem segura como eu sempre me senti, eu não senti nada — falei. Ela arregalou os olhos.

— Bella, tem certeza? — perguntou ela.

— Tenho — falei comendo a minha salada. — Eu não sei o que está acontecendo comigo, Rose – disse. Ela suspirou.

— Tenha calma, primeiro veremos o que esta acontecendo com o tempo — falou ela. Eu suspirei. É, o tempo seria meu melhor amigo nessa confusão toda.

— Bem eu vou dormir, estou cansada — falei. Ela deu um meio sorriso.

— Tenha bons sonhos, perua — falou ela.

— Você também safadinha! – Eu segui para o meu quarto e fechei a porta. Me deitei na cama e o cheiro de Demetri estava lá. Inalei o perfume dele em busca de algum sentimento de tranquilidade e me espantei por não sentir nada disso, senti apenas alivio por ele não estar lá. Eu não sei o que anda acontecendo comigo, mas é o jeito de Edward, ele mexe e muito com a minha sanidade, ele mexe muito com meus hormônios, só pode ser isso.

Eu acabei dormindo depois de brigar com meu inconsciente e acordei muito sonolenta. Fui para o banheiro e tomei um banho gelado para me despertar e depois um morno. Me troquei, colocando um vestido até os joelhos liso com um detalhe nas costas que deixava a mostra um pouco da minha pele, ele era preto com um detalhe na cintura, eu usava uma espécie de meia calça com ligas e um sapato de salto alto preto envernizado. Coloquei um sobretudo por cima e suspirei me maquiando, passei lápis, rímel e um gloss nos lábios e me perfumei. Fitei meu reflexo no espelho. “Tentar ao máximo evitar Edward hoje, evitar, evitar e evitar”, pensei. Fui para a sala.

— Bom dia, perua — cumprimentou Rosalie.

— Bom dia, safadinha — falei indo direto para a cafeteira e pegando minha costumeira xicara de café.

— Preparada para encontrar seu chefe? — perguntou ela, eu dei um sorriso negando.

— Nenhum pouco — falei para ela. — Eu vou tentar evita-lo.

— Acha que isso vai funcionar? — perguntou.

— Não — respondi. — Mas tenho que tentar — falei. Ela deu um meio sorriso.

— Perua, tome cuidado para não se ferir — falou ela, eu apenas bebi meu café.

— Te vejo à noite — falei. Ela deu um meio sorriso.

— Tenha um bom dia, perua — falou enquanto eu abria a porta.

— Você também — disse saindo de casa. Entrei no meu carro e me preparei psicologicamente para ir para a empresa. Dei a partida e segui em direção a construtora, quando eu parei meu carro na vaga de sempre, eu procurei pelo o carro de Edward. Ele já estava na empresa, sua linda Ferrari brilhante e reluzente estacionada a alguns metros do meu davam sinais claros de que ele estava por lá. Ótimo, agora eu vou ter que evita-lo. Sai do carro, acionei o alarme e peguei o elevador. Asssim que as portas se abriram, avistei Tayna e ela não estava com uma cara amigável.

— Eu não sei o que está acontecendo nessa empresa, mas Edward está uma pilha por algum motivo — comentou ela com Ângela, se ela não sabe eu menos e Ângela menos ainda.

— Bom dia — falei para as duas.

— Bom dia, Bella — falou Ângela com um sorriso.

— Bom dia – falou Tayna me olhando. — Edward pediu para assim que chegasse fosse na sala dele — informou ela.

— E o que ele quer comigo? — perguntei arqueando a sobrancelha.

— Ele não disse, apenas pediu para que você vá na sala dele — falou ela, eu suspirei.

— Tudo bem — falei.

— Eu já levo o Times e o seu café Srta. Swan — falou Angela.

— Eu vou ver que Edward quer, Angela — informei mexendo nos meus cabelos. — Eu te aviso quando eu estiver na minha sala — falei. Ela deu um meio sorriso.

— Tudo bem — falou ela. Eu segui para a minha sala, deixei minha bolsa por lá e fui para a sala de Edward, bati na porta.

— Entra! — mandou uma voz masculina. Abri a porta e o vi sentado com a mão na testa, eu parei no batente da porta.

— Ângela disse que queria falar comigo — falei, ele abriu os olhos e me fitou.

— Oh, entre Bella — falou ele, eu suspirei. “Entrando na minha zona de perigo”

— Melhor não — respondi na porta.

— Bella, por favor, não posso falar com você com a porta aberta! — disse ele. Era lógico que não podia, porque ele poderia? Eu suspirei.

— Edward — falei.

— Entra, por favor — pediu ele ainda sentado em sua mesa. Entrei, mas fiquei perto da porta fechando ela atrás de mim.

— Pode se aproximar por favor? — pediu ele. — Eu não mordo — falou. Eu suspirei.

— Mas beija — retruquei. Ele deu um sorriso se levantando. “Merda, merda,merda”. Ele caminhou até mim com aquele terno perfeito no corpo dele, “Para Bella, de reparar nele, e nessa beleza estupida dele e fica na sua controle tudo que está passando no seu corpo e você não vai beija-lo”, ele se aproximou de mim e deu um meio sorriso.

— E eu beijo bem? — perguntou ele, com um sorriso provocante.

— Edward — resmunguei. Ele me encarou segurando meu rosto.

— Só estou te fazendo uma pergunta simples — falou ele, segurando meus rosto e me fazendo olha-lo nos olhos. Coloquei minha mão no braço dele e suspirei.

— Não vou te responder essa pergunta — falei. Meu coração batia rápido demais, meus pensamentos nebulosos.

— Quem cala, consente – comentou ele, eu mordi minha boca.

— Nem sempre — respondi me desviando dele.

— Está me evitando? — perguntou ele.

— Não — respondi me afastando dele. Me encostei na mesa dele e ele se virou e depois voltou os olhos para mim. Caminhou ate mim e colocou a mão dos dois lados do meu corpo me olhando.

— Não fuja daquilo que você quer — disse com o rosto perto do meu, sua boca fez cocegas na minha boca e eu encarei seus olhos azuis.

— E quem disse que eu quero alguma coisa? — perguntei. Ele deu um sorriso me olhando.

— Porque eu não consigo acreditar — respondeu ele, encarando meus olhos.

— Edward, eu não quero nada — falei o olhando.

— Quer sim — respondeu me olhando.

— Não, eu não quero — retruquei. “Minhas pernas diziam outras coisas e minha garganta também”. Ele segurou o meu rosto e me beijou, eu tentei afastar ele, mas não tive resultado. Minha boca se abriu e sua língua invadiu-a, eu segurei seus cabelos e ele desceu suas mãos pelas minhas costas chegando nas minhas nadegas e me sentando na mesa dele. Minha língua e a dele brigavam entre si, minhas mãos desceram pelo o terno dele. Ele me soltou por alguns segundos e tirou o terno jogando em qualquer lugar daquela sala que pouco me importava. Eu voltei puxa-lo na minha direção e ele voltou a me beijar. Notei que suas mão também fizeram minha blusa descer, ele segurou meu pescoço e cheirou e eu me arrepiei, enroscando minha perna no quadril dele. Ele passou a mão na minha perna subindo meu vestido.

— Você é tão macia! — falou. Eu gemi baixo, sentindo sua boca percorrendo meu pescoço. Sua mão subia meu vestido, eu arfei um pouco.

— Edw.. — ele me beijou me calando. Novamente bateram na porta e ele resmungou.

— Quem é? — perguntou ele beijando meu pescoço, eu me contive.

— Sou eu, Edward — falou. Era uma voz feminina, ele me soltou.

— Merda é minha irmã! — falou ele, me olhando.

— O que? — resmunguei.

— Alice — resmungou ele, me olhando. — Droga porque ela veio a aparecer justo agora? — perguntou irritado.

— Edward, abre essa porta! — falou ela, com uma voz autoritária.

— Já vai Alice — falou ele, me soltando. — Se arruma, vai no meu banheiro arruma esse cabelo, e essas roupas amassadas que depois nós dois terminamos esse assunto — sussurrou malicioso. Tá, eu concordei porque eu estava em fogo. Eu fui para o banheiro e arrumei minhas roupas. Respirei fundo olhando-me no espelho, fechei a porta e respirei fundo.

— Alice, o que faz aqui? — perguntou ele a olhando.

— Bem, hoje eu tive uma folga na clinica e no hospital — falou ela. Daqui eu podia ouvir a sua voz. Respirei fundo e quando me senti mais calma, sai do banheiro. Ela voltou os olhos para mim.

— Desculpe, essa é minha companheira Isabella é a nova arquiteta da empresa — disse Edward me olhando, eu dei um sorriso amarelo e ela se levantou me olhando.

— Sou Alice, irmã desse estupido — disse ela dando de ombros. — Espero que ele não te infernize como infernizou o ultimo arquiteto — mencionou ela. Eu o encarei arqueando a sobrancelha, depois voltei a atenção para Alice. Ela tinha cabelos compridos até acima dos seios, pretos com algumas madeixas douradas, pele pálida, olhos azuis brilhantes iguais os de Edward, rosto angulado, um sorriso semelhante ao dele. “Irmã gêmea dele, idiota”, meu inconsciente me fez acordar para a realidade. Alice estava usando um grosso casaco sobretudo creme e sapatos pretos, um relógio de ouro e um anel grosseiro no dedo anelar.

— Oh, um prazer conhece-la — falei meio envergonhada.

— O que fazia no banheiro? — perguntou ela, me olhando.

— O que se faz quando se vai ao banheiro, Alice? — perguntou Edward intervindo.

— Mulheres fazem muitas coisas — comentou ela, me olhando.

— Estava olhando minha maquiagem — mexi nos cabelos.

— Hm — resmungou.

— Nós terminamos aquele assunto depois certo? — perguntou Edward.

— Sim — respondi. Ele me colocou na parede.

— Que assunto? — perguntou ela.

— Do hotel que estamos montando a planta — comentou ele. Alice me olhou, mas nada disse.

— Hm, entendo — respondeu ela.

— Bem, eu vou para a minha sala — mexi nos cabelos. — Foi um prazer conhecê-la, Alice — falei chamando ela pelo primeiro nome.

— O prazer foi todo meu — comentou ela. Eu dei um sorriso e ele me deu um tchauzinho com a mão. Sai da sala dele e fui para a minha, me encostei na porta da minha sala e respirei fundo, colocando minhas emoções em controle absoluto. “O que diabos está acontecendo comigo? Alice ela deve estar me achando uma vadia”

—... Ela é linda – eu podia ouvir a voz dela, vindo da outra sala.

— Que bom que achou isso — comentou Edward dando de ombros.

— Espero que ela não seja mais uma das suas aventuras Edward — falou ela, eu respirei fundo ouvindo.

— Acredite, ela não é — falou ele. — Nós dois somos só amigos — mentiu.

— Super amigos — falou com ironia. — Sua boca e a dela estavam inchadas, e eu sei que estavam se pegando — falou ela. Eu comecei a arfar.

— Alice! — falou ele.

— Eu não estou falando nenhuma mentira — disse ela. — Vocês dois estavam se pegando e ela é linda, eu sei que deve ser uma barra trabalhar com uma mulher linda como ela, acredite — falou ela, dando de ombros.

— Eu não vou responder aos seus comentários inapropriados — respondeu ele.

— Ela é linda — falou ela, novamente. — Espero que seja talentosa e eu espero que não faça ela de trouxa — comentou. Eu respirei fundo, indo para a minha mesa. — Não quero que ela seja mais uma Edward, que você ilude e depois dispensa! — falou ela.

— Ela é talentosa, Alice — respondeu Edward se defendendo. — E eu não tenho chance com ela — mencionou ele.

— Magina se tivesse? — perguntou ela.

— Eu não tenho — respondeu ele. — Ela está noiva, eu não sei muito bem como anda o relacionamento dela, mas eu creio que não anda muito bem. Nós dois estamos ficando, quer dizer, nos pegando como você costuma falar, mas não creio que eu tenha chances com ela mesmo — comentou ele, eu mordi os lábios.

— Não a conheço direito — mencionou ela. — Mas ela deve ser uma mulher bem educada e também uma mulher para casar, Edward, por isso eu digo, não brinque com ela — falou ela, eu suspirei.

— E você o que veio realmente fazer aqui? — perguntou ele mudando de assunto.

— Bem além de ver os homens da minha vida — comentou ela de forma amorosa. — Eu vim contar uma novidade para você — comentou ela.

— Então diga, porque eu tenho trabalho a ser feito! — falou ele.

— Eu imagino o trabalho que você e aquela linda mulher tenham a fazer — comentou de forma maliciosa.

— Alice, fala logo — pediu ele.

— Estou noiva — respondeu ela.

— O que? — perguntou ele.

— Jasper me pediu em casamento ontem, depois de eu ter feito um parto — respondeu ela. — Estou noiva! — falou ela.

— Como ele te pede em casamento sem nos falar nada? — perguntou ele a olhando.

— Edward, você esquece que meu noivo é medico e não advogado, engenheiro, arquiteto que não tem tempo de fazer festas familiares — comentou ela dando de ombros mas de forma zangada.

— Ah — falou ele. — Não começa, acho que se ele queria te pedir em casamento ele deveria ter falado comigo, o nosso pai e Emmett porque caso ele não se lembre você é a única mulher da nossa família tirando a mamãe que é nossa preocupação maior, portanto antes dele colocar esse anel enorme no seu dedo anelar ele tinha que ter comunicado a nós — ciumento ele não? Eu peguei o telefone e liguei para a recepção

— Sim, Srta. Swan? — perguntou Ângela.

— Ângela, me trás chocolate pelo amor de deus, café e o Times — pedi.

— Bolo, novamente? — perguntou ela.

— De preferencia — respondi. — Com muita cobertura e recheio. Um pedaço bem gordo porque eu estou uma pilha hoje, e café muito café e de quebra eu quero também uma caixa de bombons — pedi.

— Eu vou providenciar — disse ela. Eu desliguei e fiquei na minha sala, procurei desenhar alguma coisa para me distrair e então eu vi apenas uma pequena caixinha com um garfo em cima da minha mesa.

— Desculpe, Srta. Swan é que você estava tão concentrada! — disse ela, eu suspirei.

— Sem problemas — respondi a olhando. Abri a pequena embalagem de isopor.

— Eu comprei trufas, não sabia um sabor que gostaria de comer comprei tradicional — eu a fitei.

— Tudo bem — falei.

— Eu trouxe um suco para você, vai comer uma dose alta de cafeína e isso não vai te fazer bem, trouxe um suco de morango bem doce e o Times — Ângela é uma funcionaria quase perfeita, ela cuida muito bem da minha agenda, mas interfere muito nas minhas escolhas.

— Ótimo — falei a ela.

— Com licença — falou e saiu. Eu suspirei, abrindo a embalagem e comecei a comer os doces. A conversa na sala de Edward parou e bateram na minha porta.

— Entra — falei comendo o meu bolo.

— Já está se afogando em doces? — perguntou Edward me olhando.

— E se eu tiver? — perguntei. Ele deu um sorriso fechando a porta e me olhou.

— Uma pena — respondeu ele. — Fiz uma reserva em um ótimo hotel — comentou. Eu o fitei engolindo o doce que estava na minha garganta.

— Hotel? — perguntei arqueando a sobrancelha.

— Vamos terminar o assunto que começamos na minha sala — respondeu ele, andando até mim.

— Ah, é? — perguntei com um pouco de malicia.

— Sim — respondeu. — Mas para isso eu preciso que você esteja perfeitamente disposta — comentou me olhando.

— E quem disse que eu não estou disposta? — perguntei. Ele deu um meio sorriso.

— Você come chocolates quando está brava — falou ele, me olhando. — Come chocolates até mesmo quando não está brava e pelo jeito deve estar furiosa por algum motivo, para comer esse bolo com milhares de calorias e uma caixa de bombons — comentou me olhando. Eu respirei fundo e o encarei.

— Eu não estou furiosa — retruquei me defendendo. — Eu estou bem, muito bem — falei. Ele se virou fechando a porta e me olhou. Andou até mim e parou na minha frente.

— Quero você — falou ele, me olhando.

— Que bom — falei comendo bolo. Ele tirou da minha mão o bolo e colocou na mesa — Eu estava comendo, Edward! — falei. Ele me lançou um sorriso perfeito e eu mordi minha boca encarando seus olhos azuis. Estiquei minha perna na mesa e ele pegou meu pé e tirou meu sapato.

— Não quero que engorde — falou o que?

— Hãn?

— Eu não quero que engorde — falou ele pegando o meu pé. Ele apertou o centro do meu pé.

— Ah, me poupe Edward — resmunguei. — E porque esta massageando o meu pé? — perguntei.

— Quero te deixar excitada — respondeu ele. Eu dei um sorriso, incrédula.

— Edward, não começa estamos na empresa e eu não quero boatos! — falei. Ele deu um sorriso colocando o meu pé na perna dele, próximo ao seu membro, que estava rígido.

— Há mais ou menos uma hora, não era isso que você estava pensando — falou me olhando. — Enquanto eu estava te beijando ardilosamente na minha sala não parecia estar se importando se estávamos ou não prestes a transar — falou ele, eu mordi minha boca.

— Não começa, nós dois não vamos fazer nada aqui! — disse convicta.

— Ótimo, porque eu quero te deixar muito cansada — comentou ele, encarando-me. — Eu vou te mostrar o que é ter um orgasmo de verdade hoje — comentou. Eu arfei e ele deu um risinho.

— Eu só espero não me arrepender disso — falei o olhando, ele me lançou novamente um sorriso e pegou meu bolo. Pegou um pedaço e colocou na boca sujando seus lábios.

— Isso aqui, é muito doce! — falou ele me olhando.

— Eu não deixei você comer um pedaço do meu bolo — resmunguei. Ele deu um sorriso.

— Eu faço o que eu quiser — falou ele, eu bufei e ele deu um sorriso.

— Está com a boca suja — notei os lábios dele com chocolate.

— Porque não vem limpa-la? — perguntou com a sua boca ainda suja, eu suspirei.

— Porque aqui não é o lugar — falei, ele deu um sorriso.

— Anda logo, que eu não vou ficar até a hora do almoço com isso aqui na minha boca — falou ele, mandando. Eu o encarei — Sou filho do chefe, eu mando — eu dei risada.

— Ah, que pena de você — falei. Ele deu um sorriso.

— Vem logo me beijar, que eu sei que quer — falou ele. Eu mordi os lábios.

— Coloque meu sapato no meu pé porque eu não mandei você tirar — falou ele, encarando meus olhos com um sorriso desafiador.

— Tira a mancha de chocolate da minha boca, que eu coloco — falou ele, me olhando.

— Coloque primeiro o sapato — falei, ele deu um sorriso.

— Garota esperta! — falou. Eu peguei o sapato e entreguei — Você está usando ligas, Bella? — perguntou me olhando.

— Como é que você sabe? — perguntei.

— Estou vendo — eu corei cruzando minhas pernas melhor e descendo meu vestido um pouco mais.

— Não começa! — falei o olhando. — Não vai ver nada até a hora do almoço — falei. Ele pegou o sapato e colocou no meu pé.

— Ok, gata você que manda ou melhor vou deixar você pensar que manda — falou ele, me olhando. – Agora dá para limpar a minha boca? — perguntou ele com um sorriso malicioso, eu resmunguei.

— Fechou a porta? — perguntei.

— Claro que sim! — respondeu ele, com convicção.

— Tem certeza? — arquei a sobrancelha.

— Vai logo — falou ele. Eu resmunguei, mas acabei me levantando, ele se sentou na minha mesa e segurou minha cintura forte e eu tremi, minhas pernas ficaram bambas e eu coloquei meu braço no pescoço dele. Ele encarou meus olhos, eu aproximei meu do seu rosto e respirei fundo o beijando. Suas mãos seguraram mais firmes minhas costas e ele me agarrou enterrando sua língua na minha boca. Eu acabei correspondendo e ele fazia caminhos na minha coluna, indo para a minha cintura, descendo para as minhas nadegas. Quando eu parei de beija-lo ele foi para o meu pescoço.

— Que horas quer ir almoçar? — perguntou na minha orelha.

— Meio dia — respondi enquanto ele sugava a ponta da minha orelha.

— Meio dia, nem um minuto a mais ou a menos — resmungou na minha pele. Eu já não sentia mais nada, minha pele estava em brasa novamente.

— Eu só tenho uma hora de almoço — resmunguei enquanto ele sugava minha pele, eu mordi minha boca.

— Em uma hora eu faço você ter mais orgasmos do que teria com seu noivo patife — falou ele na minha orelha. Eu não falei nada apenas segurei seu rosto e o beijei nos lábios. Ele correspondeu novamente enterrando sua boca na minha e eu mordi os lábios dele.

— Eu espero que faça por onde— resmunguei na orelha dele— Porque eu vou ficar muito decepcionada se eu não ter pelo menos dois orgasmos— sussurrei ele gemeu mordendo meu ombro.

— Então se prepare, que eu vou te mostrar como é que se faz bem feito— sussurrou na minha orelha e eu acabei arfando.

— Agora vai para a sua sala, nos vemos na hora do almoço — resmunguei o olhando.

— Ah, mais eu não vou mesmo! — falou ele me olhando, eu me afastei e coloquei a mão no peito dele.

— Vai sim — resmunguei. — Se não, não vai rolar nada nesse almoço — subornei. Ele me encarou.

— Você não seria perversa dessa forma, seria? — falou. Eu coloquei meus braços em torno do pescoço dele.

— Você duvida? — perguntou me olhando.

— Não — respondeu me segurando nas costas. — Mas como você é uma fera, eu não questionarei mais eu não quero sair de perto de você — falou. Eu suspirei.

— Vai logo, Edward para a sua sala — falei. Ele deu um sorriso.

— Vai na minha sala assim que der meio dia — falou, eu suspirei.

— Melhor nos encontrarmos no estacionamento — falei. Ele deu um beijo nos meus lábios e eu suspirei.

— Ah, mas que droga — esbravejou me olhando. — Eu quero sair com você junto daqui, não quero ter que me esconder — resmungou ele.

— Edward — falei.

— Não, começa — falou ele. — Eu te quero acredite, mas eu quero poder sair da empresa e entrar com você sem ter medo de boatos estúpidos vindo de gente abaixo do nossa influencia com meu pai, com os membros do conselho — afirmou. Eu encarei seus olhos azuis.

— Edward, por favor faz o que eu estou te pedindo? — pedi. Ele me fitou um tempo e me beijou nos lábios

— Tudo bem — suspirou me olhando. — Mas não é porque eu quero, é só porque você está me pedindo — disse. Ele me beijou nos lábios novamente.

— Até a hora do almoço — sussurrei.

— E para de comer doces, por favor — pediu. Eu ri.

— Não mesmo! — falei me sentando na minha cadeira. Ele saiu da minha sala e eu voltei a comer o bolo. Ainda era nove horas da manhã e eu estava faminta. Me intoxiquei de chocolate e trabalhei até baterem na porta.

— Entra! — falei terminando de desenhar.

— Vamos, gata — falou Edward me olhando.

— Só vou pegar meu casaco e minha bolsa — falei me levantando da mesa de desenho e segui para a minha mesa, coloquei meu sobretudo e peguei minha bolsa. Ele ficou na porta me esperando, eu peguei tudo e fui até ele que deu um sorriso.

— Angela eu vou almoçar — falei. Ela me olhou com um sorriso e olhou para Edward.

— Tudo bem, Srta. Swan — falou ela, me olhando.

— Vocês dois vão almoçar juntos? — perguntou Tayna.

— Sim — respondeu Edward.

— Hm — ela parece ter ficado furiosa com a noticia.

— Até depois — falei. A porta do elevador se abriu e nós dois entramos. Eu apertei o botão do térreo e ele me abraçou por trás, beijando meu pescoço.

— Não vamos comer nada agora, vamos fazer muito sexo e depois vamos almoçar no próprio hotel — falou na minha orelha.

— Edward — resmunguei.

— Vou te cansar, nós dois vamos dormir um pouco almoçarmos e retornamos — falou sussurrando na minha pele, eu sentia meu coração acelerado.

— Dormir? — perguntei.

— Dormir — falou na minha orelha. — Depois de sexo, meu cheiro na sua pele — ele esfregava o membro dele nas minhas nadegas.

—Vai com calma garotão, não sou sua secretária — ele deu uma risada.

— Graças a Deus que não — me soltou e segurou minha mão. Nós fomos para o carro dele e ele me beijou nos lábios novamente mas com mais suavidade, minhas mãos foram para seus cabelos puxando ele para mim. Suas mãos acariciaram minha perna levantando meu vestido novamente. Parei de beijar ele.

— Vamos logo, antes que acabemos fazendo isso aqui — ele gemeu apertando mais forte minha perna.

— Por mim, não me incomodaria em fazer isso com você no meu carro — resmungou olhando nos olhos intensamente.

— Edward! — saiu quase como um grito.

— Ah, tudo bem — falou ele dando partida na Ferrari linda e reluzente dele. O cheiro do couro e ele dirigindo eram muito para meus olhos.

— Já transou, nesse carro? — perguntei enquanto ele dirigia.

—Na verdade, nesse aqui não — respondeu ele, me olhando.

— Nesse? — perguntei.

— Sim — respondeu.

— Quantos carros você tem? — perguntei.

— Três — respondeu parando no farol.

— Quais? — perguntei.

— Essa Ferrari, um Porche e uma Lamborghini — respondeu. Eu o encarei atônica — Um hobby caro, mas eu gosto — comentou ele.

— Nenhum carro menos sofisticado? — perguntei o olhando.

— Um volvo — respondeu. — Que também não é muito sofisticado, mas é ótimo para pegar uma estrada ou fazer viagens curtas — falou. Eu suspirei. Ele pegou minha mão e acariciou ela.

— Mulheres, você teve ter tido varias não? — perguntei o olhando.

— Sim — respondeu. — Eu já namorei muito, mas também já tive vários casos de uma noite — foi sincero.

— E o que eu vou ser para você? — perguntei o encarando.

— Se você não estivesse noiva — respondeu ele. — Eu provavelmente entraria em um relacionamento estável com você — comentou. Eu mordi os lábios.

— Estável? – perguntei. — O que seria esse relacionamento estável? — questionei.

— Namoro — respondeu. — Nós dois ficaríamos juntos num relacionamento sério, um namoro — comentou. Eu beijei seu lábios.

— Eu não sei se eu to pronta para deixar Demetri — falei segurando seu rosto.

— Não precisa deixa-lo agora — falou ele. — Só o deixe quando se sentir segura comigo eu quero te mostrar o lado bom da vida Bella, por agora — falou. Eu o beijei nos lábios novamente.

— Eu não gosto de traição Edward — falei o olhando.

— Confie em mim — disse ele, encarando meus olhos.

— Eu confio, mas eu não gosto — falei o olhando.

— Bella, eu não farei nada que você não queira — disse ele parando o carro na frente do hotel. The Pierre Hotel, o hotel mais sofisticado do mundo, um dos mais sofisticados, tudo bem ele quer me impressionar, e ele está conseguindo me impressionar, ele está conseguindo me conquistar de um jeito incrível, de um jeito inacreditável.

— Eu quero, acredite — falei o encarando. — Mas eu não gosto de trair — falei.

—Vamos então — falou ele. Nós saímos do carro.

— Sr. Cullen vai usar o carro depois? — perguntou o manobrista.

— Sim, mas não agora Richard — falou ele. — Pode guardar meu brinquedinho — disse. Ele deu um sorriso.

— Como o senhor desejar — disse ele.

— Você vem muito aqui? — perguntei. Ele entrelaçou nossos dedos.

— Bastante —respondeu ele, encarando meus olhos.

— Hm, seu matadouro? — perguntei ele deu risada.

— Basicamente — respondeu.

— Sr. Cullen aqui está sua chave — disse uma recepcionista.

— Obrigada — agradeceu pegando-a. Ele me levou até o elevador.

— Então você trás suas presas aqui? — perguntei. Ele me abraçou por trás.

— Só as difíceis de domesticar — respondeu na minha orelha e eu tremi. — Igual a uma certa felina que está agora presa nos braços — resmungou. Eu gemi baixo e ele deu um risinho.

— Melhor ser tão bom como se julga ser — falei. Ele me soltou e nós fomos até o quarto. Era grandioso, aqueles detalhes dourados, tapetes e lustres grandiosos. Quando ele abriu a porta do quarto eu fiquei impressionada.