Notas iniciais
aki esta o primeiro cap, espero que gostem!boa leitura!!
A MINHA DOR

A minha Dor é um convento ideal

Cheio de claustros, sombras, arcarias,

Aonde a pedra em convulsões sombrias

Tem linhas dum requinte escultural.

Os sinos têm dobres de agonia

Ao gemer, comovidos, o seu mal...

E todos têm sons de funeral

Ao bater horas, no correr dos dias...

A minha Dor é um convento. Há lírios

Dum roxo macerado de martírios,

Tão belos como nunca os viu alguém!

Nesse triste convento aonde eu moro,

Noites e dias rezo e grito e choro,

E ninguém ouve... ninguém vê... ninguém...

Florbela Espanca

Parte 1 pov: Annabeth Chase

Era um dia bonito. Principalmente para Annabeth, a garota adorava observar o azul do céu, ele parecia tão vasto e infinito, tão cheio de luz. Annabeth resolveu ir embora do parque em que estava já era tarde e ela não podia se atrasar para escola, uma vez que estava sobre orientação do apoio pedagógico assim que passasse um pouquinho da hora a escola ligaria para seu pai e isso seria o fim.Enquanto andava a garota ia repassando mentalmente o que iria fazer assim que chegasse a escola.

“primeiro guarde suas coisas no armário o mais rápido possível, evite contato visual, não de razão para falarem ainda mais de você, entre na sala, escolha a carteira do canto e espere a aula começar silenciosamente.”

Todo dia ela fazia um plano para chegar à escola o mais rápido possível sem ser notada, mais hoje é o primeiro dia de aula e quer ela queira ou não, hoje será o pior dia do ano. Todos vão infernizá-la como loucos, já que passaram as férias inteiras sem enlouquecê-la esse será o “adorável reencontro”. Porem Annabeth não se importa com algumas pessoas a importunando, o que a deixa realmente doente é Rachel Elisabeth Dare, com todo aquele seu cabelo ruivo perfeito e suas amigas idiotas. E para piorar parece que Rachel tem seu ex melhor amigo Percy na palme da Mão e mesmo que Annabeth o odiasse do fundo do coração aquilo ainda a incomodava muito. Entretanto esse ano ela não iria dar o braço a torcer para aquela ruiva sardenta, ela iria tentar se defender iria lutar por si mesma.

Enquanto Annabeth andava ela sentia uma sensação estranha de estar sendo observada, mas sempre que se virava não encontrava nada exceto as folhas caídas devido ao outono.Continuou andando,mas a sensação só piorou e ela ouviu passos

--Tem alguém ai?—ela perguntou se virando para trás

Ela deu de ombros, mas quando se virou bateu de frente com alguém alto e forte que segurou seus braços

--Bom dia Chase!Sentiu nossa falta?—Luke castellan e Frank olharam friamente para ela

Annabeth começou a respirar mais rápido, analisando maneiras de conseguir fugir.

--Nem pense em fugir loirinha, você sabe que só pioraria.

--Por que... Porque não me... Deixa-me em paz?—Ela gritou

--Mas estamos em paz. Não estamos Frank?

--Ah sim, nos estamos — Ele estralou os dedos.

--Nos apenas queremos saber como foram suas férias, sendo educados.

Annabeth tentou relaxar, talvez se ela fingisse acreditar neles, Luke soltaria seu braço e ela poderia fugir para as arvores e se esconder.

--Elas foram muito boas e as suas?

--Elas foram ótimas!Se não fosse claro, a ausência de certa loirinha – ele olhou para ela com o rosto sombrio e frio.

Annabeth tentou se soltar mais Frank surgiu por trás e segurou-a, observando que seu cabelo tinha pedaços cobertos por tinta azul e preta

--Ora vejam só a chase virou pintora agora — Frank zombou

--Me larguem — Ela chorou

--Sinto muito Annie, mas não podemos deixar você ir para a escola nessas condições

Annabeth tentou não corar enquanto se perguntava por que diabos a tinta não havia saído quando ela lavou cabelo de manhã.

-- Deixe-me ir eu não me importo

--Mas nos sim. – Luke falou. —Ne Frank?

Frank assentiu e quando deu por si annabeth havia sido levada pelos dois e sido carregada para perto do lago, onde os pedalinhos do parque se encontravam.

--SOLTEM-ME!AGORA!

--Sinto muito chase mais você precisa de um banho.

--Luke, Frank, por favor, não!

Então antes que pudesse reagir ela havia sido jogada na água, descendo para longe da superfície e sendo coberta pelas bolhas. O cabelo flutuava ao seu redor formando um halo dourado. A Água estava gélida e, mesmo devendo ter deixado-a fria, não o fez. Em vez disso, parecia um bálsamo para suas feridas sentimentais. Ela estava entorpecida por dentro. Simplesmente se deixou levar pela leve correnteza, cada vez mais o lago sussurrava sedutoramente para ela, convidando-a a perder toda a sua dor e tristeza, raiva e seu medo e sentir-se sempre tranqüila e calma. E quando finalmente deixou-se ir um cheiro de água do mar a envolveu tirando-a do seu transe e fazendo com que ela nada-se ate a superfície.Quando saiu do lago totalmente encharcada e ferida por dentro percebeu que haviam a fotografado antes de irem embora deixando apenas o som das suas risadas que preenchia toda a sua mente.

O que faço agora pensou. Não posso faltar à aula ou o diretor iria me dedurar. Não eu tinha que ir, me secarei no banheiro e pegarei umas roupas que guardei no armário.

Anabeth pegou a mochila, (que os meninos também molharam) e seguiu em direção a escola como a aula havia começado ninguém a veria nesse estado. Quando chegou Anabeth fez questão que ninguém da diretoria e secretaria da escola a enxergassem e cautelosamente pegou as roupas no armário e foi até o banheiro sem esquecer-se de trancá-lo (claro que ela não queria que ninguém a visse naquele estado ou pior tirasse fotos para postar na internet) Quando ela se olhou no espelho uma dor vazia e amarga a tomou, seu cabelo estava grudado na testa a tornando uma versão loira de “Carie a estranha”, seus olhos estavam vermelhos e marejados alem de manchados de preto (ela fez uma nota mental de começar a usar apenas lápis de olho a prova d´gua), seu rosto estava demasiado pálido sem tirar suas roupas que estavam completamente arruinadas pingando e encharcando todo o banheiro. Sua expressão não tinha vida, logo soluços de quebrar o coração preencheram o cômodo.

Annabeth escorregou pela parede caindo levemente ao chão. Uma nova onda de soluços a tomou ate que ela só via um enorme borrão de lagrimas. Seu corpo tremia violentamente e ela tentava respirar mais seus pulmões pareciam conter terra e antes que ela pudesse impedir seu cérebro a tirou dali para levá-la a um momento mais calmo e feliz mesmo que ela negasse.

FLASBACK ON:

Era um dia bom aquele, o sol brilhava, e a brisa brincava levemente com seu cabelo, e ela sabia que nunca tinha visto uma areia tão macia e branquinha e água tão gostosa de banhar como aquela. Ela passava as férias em um Resort na Flórida, juto com a sua família e a de seu melhor amigo Percy Jackson e tudo estava perfeito bem... Quase.

Ela estava esperando percy que tinha ido ver as pranchas de surf do outro lado da praia e ate agora não havia voltado. Mas que diabos ele estava fazendo?Porém, poucos minutos depois ele estava vindo e sem nenhuma prancha.

--por que você demorou tanto? Pensei que tivesse sido abduzido garoto--ela falou colocando as mãos na cintura.

--Eu acho que você vai gostar. Fecha os olhos—ele mandou

--por quê?

--só fecha vai—ele me encarou com um sorriso que eu pensei ser inocente—Não vou machucar você eu prometo

--ok!Mais se estiver mentido. Garoto você já era!

Ele revirou os olhos e com as mãos fez que eu fechasse logo os olhos.

--abra as mãos—ele pediu—e continue com os olhos fechados.

--ta

Assim que ela abriu, um objeto macio e leve pousou em suas mãos.

--pode abrir — Percy falou.

Era um colar fino e delicado onde no meio pendia uma pequenina estrela do mar de um azul tão brilhante que a fez suspirar.

--Deuses!É lindo. Como o conseguiu?—ela perguntou

--Na lojinha de suvenires que tem no inicio da praia.

Ela o abraçou com força sussurrando um pequeno obrigado em seu ouvido.

--percy posso fazer uma pergunta?

--Você já fez?

Ela revirou os olhos

--você é mesmo uma cabeça de alga. Posso fazer outra pergunta então?

--diz.

--por que você me deu o colar?Tipo eu amei mais você sabe que não precisava.

Ele olhou para o chão e começou a andar para a praia a chamando para segui-lo.

--eu não sei eu apenas quis. Acho que gosto de ver você sorrindo.

--ownnn!Sabe percy pra um garoto bobão de 11 anos você ate que diz umas coisas legais. Vamos garotão, vamos comprar cachorros quentes.

Ele revirou os olhos e a seguiu.

FLASBACK OFF

Annabeth se sentia irada por te pensado nessas memórias. Porque que sempre que ela estava mal ela pensava nele, naquele estúpido imbecil de olhos verdes?Ela apenas se levantou trocou de roupa secou o cabelo naquele aparelho de secar mãos, lavou o rosto beliscou as bochechas para ficarem levemente coradas e tentou secar seus livros e matérias da escola.

Assim que terminou resolveu ir ate o armário e verificar seu horário de aulas. Quando chegou La havia duas garotas conversando.

--você soube?Percy Jackson ta finalmente namorando a Rachel, tipo eles tavam totalmente se pegando antes da aula.

--meu deus ela nem deve ta se achando.

--Ne!O capitão do time de natação e duas vezes presidente do grêmio e claro o herói da cidade — a outra menina concluiu. —simplesmente não é para qualquer uma.

--Agora sério amiga. Você acha que eles já... “Você “sabe” fizeram”?

--claro que sim ora?Eu não acho que ele seja garoto que goste de esperar.

Annabeth quase caiu no chão, o que salvou Foram os armários que a sustentou. As garotas a olharam assustadas e uma concluiu.

--deixa pra La é apenas a covarde da chase.

E jogou o cabelo para trás em uma total insatisfação

Então finalmente havia acontecido, eles agora eram um casal e pior ele ainda e considerado o herói da cidade. Uma fúria completamente irracional tomou conta de annabeth era tão forte que ela quase acreditou que tivesse virado chamas. Ela guardou toda aquela fúria em um juramento ela se vingaria de Perseu Jackson ou simplesmente morreria.

Parte Dois

POV-PERCY

Rachel Elisabeth Dare se agarrava a mim como um chiclete usado, de uma forma que já estava me sentindo irritado e sem ar, ela estava pura alegria por que no verão nos passamos de um ´´talvez`` para um ´´ com certeza ``,ela fazia questão de repetir a novidade para todo mundo e eu já estava me sentindo constrangido.

--Esse vai ser o melhor ano da minha vida. Ops!—ela me olhou os olhos derretidos e alegres --das nossas vidas agora somos um só — ela falou com um orgulho contido

Dei lhe um pequeno sorriso em troca e ela se agarrou A mim de novo, tentei afastá-la, mais não consegui

--qual nossa primeira aula?—Perguntei

--literatura

Assenti e a levei até a sala. Enquanto aguardávamos o professor eu falava com todos, rindo e contando piadas como um bom presidente do grêmio deve fazer.

--Bom dia!Sentem todos que eu preparei muitas novidades nesse nosso primeiro encontro—nosso professor, Quíron, falou para a turma.

Comentei as roupas dele com meu melhor amigo Luke castellan, que riu alto. Não estava prestando atenção na aula, preferi ficar jogando bolas de papel nos meus amigos e fazendo comentários desaforados para com Quíron fazendo toda a galera desabar em risos. Uma brisa fina trouxe o mais leve cheiro de baunilha para a sala.

Segurei-me na cadeira com força, a fim de combater as emoções que iam me cercar.

--desculpe o atraso, cheguei ontem de viajem e acabei dormindo demais— sussurrou

Quíron assentiu, ele gostava de Annabeth.

--só tente não repetir, ok?—ele pediu.

--claro—ela respondeu.

Eu percebi que tremia e minha respiração estava estranha, presa, e ao mesmo tempo rápida eu podia desmaiar a qualquer momento. Observei ela andar tão graciosamente que parecia flutuar, ela era tão linda que doía apenas observá-la, seu cabelo dourado parecia ouro e caia em grossos cachos que iam ate a cintura fina e esculpida, eu sabia que era irracional, eu queria desviar meus olhos mais sempre que ela estava perto eu só servia par uma coisa, ela, é como se meu corpo precisasse vê-la uma vez que esta visível

Seus olhos estavam nublados e obscuros tornando-a um mistério eu admirava sua pele alva, e mais uma vez tentei evitar olhar seus lábios vermelhos e cheios mais não podia eu era um mero escravo. Ela sentou se na cadeira do fundão e colocou o cabelo no rosto. Tentei me acalmar e prestar atenção na aula mais meus amigos me olhavam curiosos e isso me deixou desconfortável.

--Para começar nos iremos estudar uma das escolas do Romantismo o ultra-romantismo. Pessoal o Ultra-Romantismo se caracteriza pelo pessimismo, sentimento de inadequação à realidade, ócio, desgosto de viver, essa geração sentia-se “perdida”, não tinha nenhum projeto no qual se apegar. São os chamados góticos de hoje em dia.

De repente todos da sala se curvaram e observaram Nico di Ângelo e Annabeth que sempre pareciam tristes e se vestiam de pretos.

--eles foram considerados o mal do século por seus vícios e forma de viver.

--parece que o mal do século ainda persiste — Rachel olhou para annabeth que apenas se encolheu.

--silêncio Rachel, concentre-se na aula.

--claro professor!

--agora quero que em dupla, que claro! Eu irei escolher...

--o que?Ha não professor, não é justo. —Rachel e o resto da turma choraram

--A vida não é justa e parem de reclamar vocês. Agora continuando, eu vou escolher as duplas.

Ele pegou o diário da turma e falou:

--Rachel com Nico...

--o que?Nunca nessa vida! Eu vou ficar com o percy.

Eu tentei não vomitar nessa hora por que ela sempre é tão escandalosa

--sinto muito sem reclamar!Agora voltando ao assunto. Silena você fica com a Clarisse

--há não!Pelo amor dos deuses!Essa versão morena da Barbie não!—Clarisse bufou

--e você acha que eu quero fazer a droga desse trabalho com você?Sua vadia gorda. —Silena rebateu.

--AGORA CHEGA!Se alguém me interromper de novo vai ficar com zero no bimestre. Entenderam?Agora voltando. Percy você vai ficar com. Annabeth.

Naquele momento o mundo pareceu parar. Eu não escutava mais nada nem os gritos de raiva da Rachel eu apenas olhei para ela que parecia estagnada. Estaria ela com raiva? era bem provável. De qualquer forma eu não me importei eu havia ganhado um bimestre todo com ela, pelo menos em literatura. Hoje eu era pura alegria.

Fiquei tanto tempo assim viajando que nem percebi que o professor havia acabado e estava mandando nos reunir com a sua respectiva dupla. Depois que consegui sair das garras da Rachel eu arrastei a cadeira ate a mesa de annabeth que estava encolhida atrás dos papeis.

--Oie... -soltei timidamente.

Ela não disse nada só mexeu levemente a cabeça. E assim ficamos sem nada para falar

--Você pode me explicar o que é para fazer? Eu acabei dormindo na hora--falei

Ela então pegou um papel e começou a escrever. Pouco tempo depois me entregou

Faça um poema ultra-romântico. Quanto terminar ponha na caixa encima da mesa do professor e os três melhores venceram.

--Ok!Vamos brincar de não falar um com o outro que legal. —disse-lhe.

Ela assentiu e começou a escrever. Mais eu fiquei La parado sem entender nada.

--meus deuses!-- ela falou—escreva a droga do poema e coloque na caixa. Isso é apenas um treino para o verdadeiro trabalho que será em dupla.

--o tema que agente quiser?—perguntei

--sim!—ela me respondeu dura, olhando para o livro.

Annabeth parou de falar para começar a rabisca no caderno deixando cair sobre os ombros uma cortina dourada, que alem de esconder seu rosto, era como uma barreira entre-nos.

Eu não sabia sobre o que escrever e nem sabia se era bom nisso. Depois de horas sem uma idéia ouvi algo parecido com um suspiro vindo do lado oposto da mesa e pensei em como queria que esse suspiro fosse de annabeth para mim e como eu ficaria feliz e simplesmente surgiu minha inspiração para o poema.

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Quíron estava tentando acalmar a turma que parecia envolta em bagunça.

--CALEM A BOCA! AGORA!Mais será possível uma coisa dessas?Será que vou ter que chamar o IBAMA pra prender certos animais?Tenho que avisar que isto é uma sala de aula?—todos ficaram em silencio — que bom! Agora vou ler os melhores poemas e quero um total silencio entenderam?—todos assentiram

Ele pegou a pasta e começou a ler o primeiro.

--o primeiro se chama: EU de autoria de annabeth chase --burburinhos encheram a sala mais logo cessaram

--Eu sou a que no mundo anda perdida,

Eu sou a que na vida não tem norte,

Sou a irmã do sonho, e desta sorte

Sou a crucificada... A dolorida...

Sombra de névoa tênue e esvaecida,

E que o destino amargo, triste e forte,

Impele brutalmente para a morte!

Alma de luto sempre incompreendida! ...

Sou aquela que passa a ninguém vê...

Sou a que chamam triste sem o ser...

Sou a que chora sem saber por quê...

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,

Alguém que veio ao mundo pra me ver

E que nunca na vida me encontrou!

vi annabeth enrubescer ao meu lado e se encolher com as risadinhas da turma, eu na verdade estava impressionado e com raiva. Eu queria tanto ajudá-la. Queria tanto a fazer feliz

--parabéns Annabeth! Ficou muito bonito agora o próximo:

FRÉMITO DO MEU CORPO...

Frémito do meu corpo a procurar-te,

Febre das minhas mãos na tua pele

Que cheira a âmbar, a baunilha e a mel,

Doido anseio dos meus braços a abraçar-te,

Olhos buscando os teus por toda a parte,

Sede de beijos, amargor de fel,

Estonteante fome, áspera e cruel,

Que nada existe que a mitigue e a farte!

E vejo-te tão longe! Sinto a tua alma

Junto da minha, uma lagoa calma,

A dizer-me, a cantar que me não amas...

E o meu coração que tu não sentes,

Vai boiando ao acaso das correntes,

Esquife negro sobre um mar de chamas...

--esse é do Percy. Parabéns ficaram ótimos!

Rachel olhou para mim assustada assim como todos os meus amigos e de repente quis vomitar

--agora o ultimo gente pra encerrar a aula:

SÚPLICA

Olha para mim, amor, olha para mim;

Meus olhos andam doidos por te olhar!

Cega-me com o brilho de teus olhos

Que cega ando eu há muito por te amar.

O meu colo é arminho branco imaculado

Duma brancura casta que entontece;

Tua linda cabeleira negra e bela

Deita em meu colo, deita e adormece!

Os meus braços são brancos como o linho

Quando os cerro de leve, docemente...

Oh! Deixa-me prender-te e enlear-te

Nessa cadeia assim eternamente! ...

Vem para mim, amor... Ai não desprezes

A minha adoração de escrava louca!

Só te peço que deixes exalar

Meu último suspiro na tua boca! ...

-- pessoal parece que temos um anônimo ele não tem nome. quem será que escreveu?Bom de qualquer forma para encerrar, quero que vocês estudem esse assunto que falarei do trabalho amanhã e tenham em mente os poemas de annabeth e percy.Podem sair.

Dessa forma Annabeth saiu como uma ventania, deixando os destroços para trás, eu sabia que aquela cadeia estava de volta como um castigo.

--o que foi aquilo?—Rachel parecia furiosa—quando aquela piranhuda esquisitona entrou você parecia que estava sofrendo e ao mesmo tempo a vangloriava

Eu estava sofrendo e a vangloriando mais não e a contar isso a ela.

--você deveria olhar para MIM assim Percy, não para a garota mais esquisita da escola.

--você que falar de esquisitices?Não e ela que me liga de madrugada para perguntar se esta gorda ou corta o próprio cabelo e me da de presente— revidei

--você esta defendendo ela e ainda por cima me humilhando?Ela parecia incrédula

Refleti e percebi que ela tinha razão eu não estava sendo um bom namorado

--desculpa, vamos esquecer ela, eu amo você e o resto não importa—passei os braços em volta da sua cintura e a puxei para perto, os cabelos ruivos caindo do coque de uma forma linda.

--tudo bem! O poema que você fez para mim meio que resolve tudo.

--hee... Claro!Seu poema.

Ela me beijou e por um minuto eu quis que o poema fosse para ela.

Notas finais
e ai gostaram?amaram?bom lembrem-se dos reviwens e a proposito os poemas nao sao meus e sim da grande poetiza florbela espanca.bjsss ate quinta!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.