Notas iniciais
E aê moçada! Último capítulo, meu primeiro livro terminado. Ai que emoção|! Depois eu posto um capítulo com o link da 2ª temporada chamada Bring Me Back To Reality, ok? Enjoy & Enjoy.

O desespero me chicoteou. Meu porto-seguro havia sumido numa clínica com um serial killer á solta. O Anjo da Morte estava usando a pior das táticas, me tirando tudo que me era importante para depois me atacar. Ele chutara minhas muletas e me deixara no chão sujo e agora eu estava pendurada num precipício. A morte era cada vez mais e mais convidativa.

– Sarah? – a voz disforme de Laila tentava me alcançar e me puxar do precipício. Vertigem. A vertigem estava chegando e ficava cada vez mais forte. Alguma hora eu cairia e essa hora se aproximava.

– Sarah? – Laila me chamou de novo. – Sarah?! – senti alguém me chacoalhando. Voltei à realidade.

– Ele sumiu. – larguei-me no chão, chorando e me deitando numa bola.

– Shh, calma! Ele deve estar bem, Sarah. Se acalme. – Laila repousou a mão em minhas costas. Aquelas não eram as mãos grandes e quentes de Oliver, então em nada me acalmaram.

– Ele sumiu Laila! – solucei. – Como ele está bem?! Ele pode estar morto agora mesmo! – senti um chute nas costelas. Uma freira me pegou pelos cabelos e me levantou.

– Escute aqui. – ela disse. – Não fique no meio do caminho de ninguém, entendeu? Nós vamos resolver isso então pare de drama.

Assenti olhando de um modo gélido. Eu daria tudo para ser ela enforcada e não a enfermeira. Se bem que a enfermeira morta também não fora ruim.

Respirei fundo algumas vezes. Eu tinha de agir o mais rápido possível. Se Laila não quisesse ir comigo eu iria sozinha, mas eu não deixaria que minha prima e o meu amor morressem nas mãos daquele desgraçado. Quem ansiava a morte deveria ser morto. Minha vida pela deles me parecia justo e se não fosse, que se dane. Eu já perdera tempo demais planejando. Aquela era a hora de agir.

Fui andando até o quarto com Laila em meu encalço. Joguei-me no colchão duro e enterrei a cabeça no travesseiro. Só algumas horas de sono tranquilo. – pensei. Um sono sem sonhos me seria o bastante para eu enfrentar meu pesadelo vívido

– Sarah? – Laila me chamou.

– Por favor, só me deixe dormir por algumas horas antes de eu sair caçando o anjo. – supliquei.

– Á noite nós iremos até a caldeira. Não vou deixar você sozinha, você precisará de uma mente assassina para buscá-lo.

– Sua mente assassina é confiável?

– Isso nós vamos ver, mas estou quase desintoxicada.

– Esse quase é muito grande?

– Não.

– Ótimo.

Virei e fechei os olhos. As lágrimas rolaram para o travesseiro num fluxo constante e o bolo na minha garganta só aumentou. Concentrei-me no som da risada dele e em seus olhos cor de âmbar. Peguei-me sorrindo antes que eu pudesse conter-me e isso só me fez chorar mais. Eu o queria ali. Eu precisava dele ali.

No sonho nós dançávamos ao som de Sometimes (I Wish) do City and Colour. Eu chorava muito, como se aquilo fosse uma despedida. Senti a camiseta dele empapada por minhas lágrimas. Abri os olhos e percebi que seu peito estava sangrando.

– Adeus, bella ragazza. – sussurrou.

Acordei gritando.

– Sarah?! Sarah, o que foi?! – Laila veio em minha direção. Abracei-a desesperada e desabei em lágrimas. Ela deitou minha cabeça em seu colo e me fez carinho, como Oliver costumava fazer comigo. Chorei desoladamente e acabei empapando sua calça de algodão. Olhei-a por um momento e ela comprimiu os lábios com um olhar de piedade. Aquilo estava ficando horrível, era quase como se soubéssemos que ele havia morrido. Mas e se ele tivesse? O que eu poderia fazer sem ele? Minha sanidade dependia dele. Se ele era meu único motivo para sair dali, qual seria o sentido de ter alta se ele estivesse morto?

–Sarah, olhe para mim. – Laila pediu e segurou meu rosto em suas mãos. A mesma coisa que ele fazia comigo. – Não pense que ele está morto, nós não temos certeza de nada. Perdão, mas nós só poderemos investigar de noite, então, se aconteceu qualquer coisa, nós iremos descobrir ok? Tente não pensar nisso agora. – ela pensou um pouco. – Vem comigo.

Segui-a de volta à Sala de Recreação, onde ela pegou tinta spray e segui-a de novo até um cômodo com paredes brancas todas rabiscadas. Todas menos uma.

– Eles resolveram nos deixar um lugar para podermos nos expressar. Aqui podemos enlouquecer um pouco. – explicou Laila.

“Sem esperança.”, “Fora de controle”, “O fim começa aqui.” e coisas do gênero estampavam as três paredes. Somente uma era despida de rabiscos e grafites. E foi nessa que eu escrevi: O inferno invejaria este lugar.

– É uma grande verdade. – Laila concordou.

Grafitei uma cruz de cabeça para baixo perto da frase. Aquilo realmente ocupava o tempo.

Uma paciente entrou no lugar com alguns lápis e se postou ao meu lado. Ela era ruiva e tinha os olhos verdes claros e algumas sardas. Começou a desenhar algo que no começo eu não fazia ideia do que era que depois foi tomando forma. Era a coruja mais linda que eu já vira.

– Bela frase. É uma boa verdade. – ela disse sem tirar os olhos do desenho na parede.

– Bela coruja. – comecei a grafitar um olho.

– Olá, Angelina. – Laila cumprimentou a ruiva.

– Olá, Laila. Não vai desenhar nada?

– Essa arte não é para mim.

– Ah sim. Esqueci que sua arte é escrever bilhetes em sangue para policias.

– E a sua arte é desenhar corpos mutilados sem ver e depois enlouquecer.

– Naturalmente. Como vai o Derek?

– Arrasado enquanto não acha Helena.

– Todos estamos aflitos por não saber sobre Helena. Sua prima é muito importante aqui, Sarah.

– Espera aí. – eu disse – Como você sabe que Helena é minha prima?

– Tenho acesso aos lugares que os outros não possuem e nem sabem que existe. Meu pai é dono desse inferno, possuo tratamento VIP como minha irmã Taylor. Deus a tenha.

– Taylor? A primeira vítima?

– Exato. Minha meia-irmã. Acho que nosso DNA para sanidade não era tão bom.

– Lamento. Mas, você pode ir para qualquer lugar daqui?

– Absolutamente qualquer lugar.

– Até mesmo a caldeira?

Isso pareceu despertar algo nela.

– Sim. Até mesmo a sala da caldeira. Por quê?

– Nada.

Ela largou os lápis no chão e foi até mim. Parou a meio centímetro de nos encostarmos e dirigiu o olhar para minha boca. Todos os meus músculos ficaram tensos. O que ela estava fazendo?

– Ok, digamos que eu leve vocês lá de noite para procurar o assassino. O que eu ganho com isso?

– Como você...?

– As paredes têm ouvidos e olhos. Agora me diga: o que eu ganho?

– Bem... – Laila se meteu no meio de nós duas e ficou a centímetros da boca de Angelina. – Digamos que nós vamos tentar vingar sua irmã. Uma mente assassina entende a outra e eu sei que você quer vingança.

As ruivas se olharam tensas. Angelina parecia estar vendo os prós e contras da ideia maluca.

– Tudo bem. – disse por fim. – Eu abro as portas para vocês, mas só isso.

Laila a abraçou e Angelina a retribuiu. Eu sentia como se estivesse segurando vela.

Então Laila a beijou.

Esperei que elas retomassem a memória e lembrassem rapidamente que meu namorado poderia estar morto. Desejei que elas tivessem consideração comigo e mais do que isso, desejei que Oliver estivesse ali. Mas ele não estava.

As duas se separaram depois do que pareceu ser uma eternidade. Trocaram juras de amor testa com testa e dedos entrelaçados. Aquilo feria meus sentimentos e estava sendo difícil continuar no lugar.

– Vamos? – Laila disse soltando a mão de Angelina.

– Vamos. – concordei desesperada.

Saímos da sala rabiscada e levemente perturbadora. O desespero era retratado claramente ali e tudo de que eu menos precisava era de mais desespero.

– Sarah? – Laila me chamou.

– Sim?

– Perdão por ter sido tão insensível e ter beijado Angelina na sua frente. Eu não sei no que eu estava pensando.

– Não, tudo bem. Creio que aqui você deva aproveitar cada brecha.

– É bem assim.

Abri a porta do quarto. Uma camiseta com manchas de sangue estava dobrada em cima da minha cama. Era a camiseta dele.

Uma pequena lembrança do seu namorado... – o bilhete dizia.

Abri a camiseta e vi as manchas de sangue. Ela estava rasgada em algumas partes também. Torturado. Ele havia sido torturado. Cheirei a camiseta tentando sentir o perfume dele, tudo que senti foi o cheiro de sangue.

Eu havia me esquecido do cheiro dele.

Eu estava perdendo ele.

Desesperei-me de imediato. Eu não podia perder ele. Nem para a morte nem para o esquecimento. Era como se o vento estivesse varrendo minhas memórias e me levando o que era de mais valioso. Estremeci. E se o terror do lugar estivesse-me fazendo esquecer-me dele? E eu não podia perdê-lo porque a minha felicidade dependia dele. Era vergonhoso depender de alguém tanto assim, mas é, eu dependia dele, pois eu jamais havia achado a felicidade antes dele.

Senti as mãos pequenas de Laila nos meus ombros. Só então percebi que algumas lágrimas teimosas haviam escorrido dos meus olhos. Soltei um suspiro pesado. Aquilo já estava indo longe demais.

Eu iria matar o Anjo da Morte.

Mas antes de cometer meu primeiro e último assassinato eu precisava descansar. E eu não poderia agir de dia também.

– Laila, você me deixa dormir até anoitecer? – pedi como uma criança.

– É claro, Sarah, pode dormir, eu te acordo quando apagarem as luzes.

Deitei-me na cama e abracei a camiseta ensanguentada. Mesmo que não estivesse com o cheiro ainda era algo dele e eu me agarraria a qualquer lembrança dele. Qualquer uma que eu tivesse.

No sonho eu chorava baixinho, sentindo que aquilo era uma despedida. Mas Oliver sorria. O sorriso lindo do qual eu conseguia me lembrar com certa clareza. O sorriso que me aquecia e me fazia sentir viva. O sorriso que me parecia distante cada segundo que eu olhava. O sorriso que se transformou numa careta. O sorriso que se apagou. Então ele desapareceu.

Comecei a andar por aí, mas era como se eu estivesse andando para o nada. Meu vestido preto comprido estilo gótico se arrastava no chão eu tinha que segurá-lo para não tropeçar na barra. Então a escuridão tomou forma. Uma forma de um alguém agachado num canto apareceu. Esse alguém tinha uma foice e dessa foice pingava um líquido cor de ébano. Não era sangue, era muito fino para ser sangue.

“Uma alma foi mutilada.” – a voz na minha cabeça sussurrou.

Acordei com um chacoalho.

– Sarah! Acabaram de apagar as luzes! – Laila me disse. Seu rosto estava iluminado por uma lanterna.

Levantei-me vagarosamente. Só fazia cinco minutos que eu havia me deitado! Pareceu ser tão pouco tempo...

Laila colocou uma lanterna em minha mão e eu a acendi.

– Onde está Angelina? – perguntei ainda tonta de sono.

– Está vindo. – respondeu.

Três batidas ritmadas na porta irromperam no silêncio. Laila a abriu e o rosto de Angelina foi iluminado pela lanterna de Laila.

– Oi. – Angelina disse. Um molho gigante de chaves estava em suas mãos.

– Oi. – eu disse. Meu pé batia de modo inquieto. Minha ansiedade estava no pico.

A ruiva fez sinal para que nós a seguíssemos. A porta fez um leve rangido quando eu a fechei e então a escuridão tomou conta. Os curtos feixes de nossas lanternas eram quase inúteis no lugar sombrio e perturbador.

Se havia uma coisa que eu havia aprendido naquele curto período de tempo além de não olhar ninguém nos olhos e não se me meter no caminho de ninguém foi o seguinte: se você tivesse qualquer problema mental, nunca, em hipótese alguma olhe para a escuridão total. A imaginação fértil era uma maldição.

– Sarah? – a voz de Angelina me despertou de meus pensamentos.

– Sim? – eu disse ainda divagando.

– Seu medo e sua ansiedade são consideravelmente perturbadores.

Só então percebi que eu estava tremendo, fazendo o feixe de minha lanterna tremer também.

– Desculpa. – eu disse.

– Não precisa se desculpar.

Chegamos á porta do corredor que dava acesso a caldeira. Angelina abriu a porta de ferro. A escuridão era assustadora.

– Tudo bem. – disse. – Eu abro a porta e vou embora, entenderam? Aviso alguém, o que quer que seja. Eu não vou ficar pra ter meu corpo desfigurado, me entenderam?

– Sim. – eu e Laila dissemos em uníssono.

– Ok.

Entramos no corredor gelado.

Tentei ouvir qualquer barulho que entregasse a porta, mas não havia nada.

Abrimos a primeira porta: nada. Abrimos a segunda, a terceira, a quarta.

– Essa é a última. – Angelina disse.

Estava tudo escuro. Entramos lá dentro.

A luz foi acesa.

Oliver estava pendurado pelos punhos por correntes e Helena também. Ambos tinham queimaduras por todo o corpo e cortes. A caldeira estava ao lado deles, queimando.

Quem havia acendido a luz?

Virei vagarosamente.

Não. Não podia ser ele. Ou melhor, eles.

– Vo- vocês? – eu disse desconcertada. Angelina estava fora de vista.

Os dois psicopatas alargaram mais os sorrisos e me olharam com malícia.

– Bem-vinda ao inferno, querida.

Com um facão enorme empunhado, Derek parecia terrivelmente perigoso e seu olhar malicioso era terrivelmente perturbador e Amanda, com o vestido preto que mais parecia lingerie estava perigosamente sexy, entretanto a Desert Eagle .50 em sua mão quebrava a sedução.

– Ora, ora, ora. – Derek disse aproximando-se. – Minha irmãzinha assassina e a psicótica chorona. Laila, você realmente achou que só você era a psicopata? Por favor, a diversão não poderia ser exclusiva para você.

Laila estava indescritível, um turbilhão de emoções passando por sua face angelical. Mas ela não chorava. Nem um vestígio de lágrimas em seus olhos castanhos.

– Pelo menos eu não sou a única decepção da família. – disse ela rispidamente.

– Ah, mas você continua sendo uma decepção. Principalmente como assassina. Por favor, deixar o salto quebrado na cena do crime?

– Vai para o inferno.

– Eu comando o inferno, baixinha.

Laila se calou.

– Ok, isso foi adorável. – Amanda finalmente abriu a boca. Os olhos tatuados faziam-na parecer um demônio. – Vou pegar a ruiva. – deu um selinho em Derek e saiu.

– Vadia. – murmurou, perdido em pensamentos. – Bem, não vai ver seu namorado e sua prima, Sarah? Eles estão com saudades de você.

Corri até Oliver e abracei seu tórax despido, depois fui até Helena e abracei-a com cuidado, tentando não machucá-la. Demorei-me no abraço com Helena. Só naquela hora eu tinha percebido o quanto eu havia sentido a falta dela.

– Como você sobreviveu? – perguntei chorando.

– Eu também queria saber. – respondeu num fio de voz e deu um sorriso encorajador. Aquilo só me fez chorar mais ainda.

Senti um puxão no cabelo e levantei-me obrigada. Derek entrelaçara os dedos no meu cabelo, não do jeito carinhoso que Oliver fazia e sim de um jeito agressivo, quase arrancando da raiz.

– Você é tão vergonhosa. Depende do namorado e da prima como se fosse um bebê. Dê um bom motivo para eu não te matar ou fazer coisa pior com você agora. – disse.

– Se você fizer qualquer coisa com ela eu te mato! – Oliver gritou.

– Shh. Por hora você mal pode se defender. Aqui. – me largou no chão e pegou um brasão estranho que estava ardendo na caldeira depois colocou nas costelas de Oliver e ele urrou de dor.

– Não toque nele! – gritei por impulso.

Isso pareceu divertir Derek. Ele colocou o brasão em brasas em meu braço, fazendo-me gritar.

– Mais alto! – disse e apertou mais ainda.

Gritei mais. Ele sorriu.

– Bom. Só mais um pouquinho... – apertou mais. As lágrimas escorreram pelos meus olhos. Àquela altura Oliver estava mais do que inquieto. Parecia um leão raivoso.

Amanda chegou desesperada. Derek largou o brasão no mesmo instante e foi até ela.

– O que foi? – perguntou.

– Ela sumiu! Acho que ela chamou a polícia, eles estão vindo! E a arma está descarregada! Desculpe, eu...

– Shh, está tudo bem. – Derek repousou as mãos em suas clavículas. Amanda foi se acalmando. – Está tudo bem... – disse de novo e repentinamente, de modo frio, virou o pescoço de Amanda para trás.

Eu e Helena gritamos.

– Calem a boca! – Derek gritou.

Ele pegou um vidro cheio de querosene atrás da caldeira e foi jogando em todo o lugar, depois rasgou um papel de um caderno jogado no canto, botou fogo nele e jogou-o no querosene.

– Adeus. – disse saindo e trancando a porta.

Nós estávamos perdidos.

Comecei tentando livrar os punhos de Helena. Desfiz o nó tentando ser rápida e ela caiu no chão pesadamente. Virei para Oliver. Com ele foi mais rápido e ele caiu de pé. Pegou Helena no colo, me beijou e foi até a porta.

Laila estava num canto, em estado deplorável.

Chacoalhei-a forte e gritei.

– Laila! Fogo!

Isso a fez despertar.

Ouvimos alguém abrindo a porta quando o fogo estava ameaçando o pequeno quadrado que estávamos. A imagem de Angelina me tranquilizou momentaneamente.

Saímos correndo já que nossas vidas dependiam disso e nos encontramos com os bombeiros. Eu apenas queria que aquilo acabasse e que eu pudesse abraçar a todos.

Quando chegamos ao pátio externo, alguém foi me puxando.

– Oliver! – gritei.

Ele me viu.

– Sarah! – tentou correr, mas enfermeiros o impediram.

Consegui ler o que estava escrito na ambulância antes que me colocassem dentro dela. Sanatório de Los Angeles.

Eu não os abraçaria, nem ao menos os veria.

Naquele momento, eu estava completamente sozinha.

Notas finais
E então? Surpresos? Decepcionados? Loucos pro próximo? Espero que sim! Comentem pelo amor de Deus! Beijão e até mais.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!