Brincando com sentimentos
50 Capítulo 50
Notas iniciais
Pov Rachel
Desde que chegamos, Finn se juntou aos homens na sala e se fixou no vídeo game 3D do meu cunhado, todos estavam lá jogando, enquanto nós mulheres cozinhávamos.
– Isso é tão injusto, a gente aqui trabalhando e eles lá se divertindo –eu disse frustrada por ter perdido meu namorado por um vídeo game.
– Eu deveria ter nascido homem, é tudo mais fácil –Kitty falou enquanto mexia o macarrão.
– Realmente.. eles não menstruam, não coloca os filhos no mundo, são menos sensíveis, sentem mais prazer no sexo. Taí, eu também deveria ter nascido homem.
Nos gargalhamos.
Assim que terminamos a janta tiramos eles da sala a força e jantamos todos juntos, como sempre na maior bagunça. Kitty foi procurar cama cedo, dizendo ela estava cansada.. e foi só ela tomar a iniciativa que todos os outros procuraram seus quartos, menos Mike e Tina que decidiram ficar na sala assistindo TV, eu e Finn também fomos para o quarto.
– Me trocou pelo vídeo game né? –disse a Finn, que saia do banheiro enrolado em uma toalha branca, eu também havia acabado de tomar banho e passava creme nas minhas pernas.
– Jamais –ele me abraçou por trás e beijou meu pescoço– Hm, que cheirosa.
– Sempre né –sorri e me virei colocando minhas duas mãos sobre seu peitoral.
Finn se perdeu no meu olhar assim como eu me perdi no dele, desviando ás vezes para seus lábios, que parecia ter algum tipo de imã puxando os meus, e quando percebi eles já estavam lá, tocando os lábios dele. Nosso beijo começou lento, terno, em um clima de muito romance. Finn apertava minha cintura, e logo subiu a camiseta que eu tinha vestido há alguns instantes, me deixando apenas com uma calcinha shorts. Ele cessou o beijo e com muita cautela me deitou sobre a cama, mordi meu lábio inferior ao sentir a mão macia dele tocar um de meus seios e apertá-lo delicadamente, seus lábios deslizaram do meu pescoço para meus seios, ele mordeu a pontinha de meus mamilos e logo depois chupou-os. Arfei sentindo o tesão já dominar meu corpo. Após se satisfazer naquela região Finn desceu ainda mais seus lábios, passando-os por minha barriga me fazendo contraí-la por causa das cócegas, ele sorriu e eu também.
Ele parou no cós da minha calcinha, dedilhou o mesmo e retirou-a jogando para qualquer canto do quarto. Involuntariamente abri minhas pernas e ele se aproximou de minha intimidade me deixando arrepiada apenas de sentir sua respiração quente tão perto de mim. Finn passou sua língua por toda a extensão da minha intimidade me fazendo gemer alto, eu podia vê a satisfação em seus olhos, meu peito subia e descia rapidamente em busca de ar. Gemi mais uma vez ao sentir ele enfiar um dedo e mexê-lo dentro de mim.
– Amor… –sussurrei e ele subiu buscando pelos meus lábios. Levei minhas mãos para a toalha desamarrando-a de sua cintura, a mesma também foi arremessada para algum canto qualquer do quarto. Apertei o bumbum durinho de Finn.. – Que bumbum gostoso. –falei fazendo-o ri.
– Prefiro o seu –ele apertou o meu e eu ri.
– Mil vezes o seu, é tão durinho, tão perfeitinho.. Até a minha irmã acha, pois é.
Ele começou a ri exageradamente.
– Para Rachel!
– Ta eu paro, agora volta ao foco.
Puxei-o para mais um beijo, agora com intensidade, enquanto o beijava passei minhas unhas por suas costas arranhando-a de leve.
– Você é tão minha –ele disse quando separamos nossos lábios.
– Você é tão meu –me sentei e ele também– Fica de joelhos?
Ele ficou sem nem hesitar e eu apertei meus seios um no outro.
– Espanhola? –ele enfim perguntou e eu consenti– Ta ficando cada dia melhor –ele soltou uma risadinha safada e passou seu membro entre meus seios. Eu chupava a cabecinha quando chegava perto da minha boca. Finn gemia alto. Fizemos isso até ele parar com receio de gozar antes da hora.
– Agora deita? –ordenei e mais uma vez ele o fez sem hesitar. Hoje eu estava afim de comandar.
Assim que ele estava deitado eu passei uma perna minha para o outro lado de seu corpo, segurei em seu membro e passei apenas a cabecinha em minha entrada. Gememos manhosos. Fechei os olhos e sentei causando a penetração, ele apertou minhas coxas e gemeu rouco. Comecei a quicar sobre seu membro, fazendo meus cabelos antes presos, se soltarem caindo sobre minhas costas e ombro suados. Adoro esta posição, porque era nela que Finn explorava meu fundo, me tocando e me dando um prazer exorbitante. Cavalgava cada vez mais rápido, descendo e subindo, ás vezes parava para rebolar. Logo chegamos ao clímax juntos e sem forças me deixei cair sobre Finn sem nem ao menos desconectar nossos corpos.
– Eu te amo –ele beijou minha testa suada. Eu sentia o peito dele subindo e descendo em busca de ar, seu coração batia acelerado.
– Eu te amo –sorri de olhos fechados.
Verdadeiramente, e exageradamente eu amo Finn Hudson.
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