Brincando com sentimentos
36 Capítulo 36
Notas iniciais
Pov Finn
Eu e Rachel fomos até a cozinha, fizemos dois sanduíches e pegamos uma coca-cola de dois litros e levamos pra cima. Enquanto Rachel relaxava as cordas vocais eu treinava a cifra novamente, fazíamos isso comendo e bebendo refrigerante. Assim que terminei com meu lanche me joguei na cama dela, esparramado.
– Estou cansado –eu disse manhoso
– Quer uma massagem?
– Assim de bom grado?
– Aproveite que eu estou boazinha hoje –ela sorriu para mim
– Então o que você esta esperando?
– Tire a camisa né, preciso tocar nos seus músculos.
– Ta-ta-ta –gaguejei e ela gargalhou com meu nervosismo
– Relaxa, é só uma massagem.
– Eu sei, eu to calmo.
– Arran, sei –ela se sentou sobre meu bumbum quando eu já havia tirado a camisa e começou a massagear meus ombros.
– Nossa, que bom isso..
– Você está bastante tenso.. o que tem feito ultimamente além de vagabundiar? –ela gargalhou
– Me estressado com você, isso já é o suficiente para travar os músculos de qualquer ser na face da terra.
– Eu te estressando? Quando? Aonde?
– Eu tava brincando sua idiota!
– Idiota? –ela socou minhas costas com força– Quem é idiota Finn?
– Ai sua louca, isso doeu –disse depois de gemer de dor
– Isso é pra você aprender.. Aqui quem manda sou eu.
– Só porque está em cima de mim? –me virei de frente e ela continuou sobre meu corpo, sentada em cima de minha intimidade agora.
– Talvez –ela riu
– Não seja por isso –me virei abruptamente– O que você prefere? Domar ou ser domada? –disse rouco ao pé de seu ouvido
– Os dois! –ela ainda ria e eu rocei forte meu membro na intimidade dela fazendo gemer manhosa
– Que bom, pois eu to muito afim de domar você.
– Sou algum animal por acaso?
– Claro que é, você é minha cachorra, MINHA –apertei suas coxas desnudas deixando as marcas de minhas mãos e avancei meus lábios tocando os delas com desejo.
Pov Rachel
Finn me beijou cheio de fogo e eu na mesma hora correspondi, arranhei suas costas desnudas enquanto ele apertava fortemente minhas coxas.
– Finn a gente não pode fazer isso agora –disse ofegante
– Porque não? –ele começou a beijar meu pescoço
– Meu pai e minha irmã estão lá embaixo..
– É só gemer baixinho.
– Finn.. –respirei com dificuldade – a porta não ta trancada.
– Melhor ainda, perigo é sempre bom.
Ele me olhou sorrindo e eu sorri de volta, nossos lábios se encontraram mais uma vez, nossas línguas se moviam desesperadamente. Finn foi subindo a blusa do meu baby doll alisando minha barriga, separamos nossos lábios para retirar a blusa. Ele sorriu satisfeito com a visão de meus seios já rígidos pela excitação, mas querendo me provocar ainda mais levou a boca em um enquanto acariciava o outro. Arqueei a cabeça para trás e acariciei seu cabelo incentivando-o a continuar. Após se deliciar alguns minutos por ali, Finn ficou de joelhos sobre a cama e eu me sentei na frente dele, brincando com o cós de sua bermuda.
– Se eu fosse você eu tirava logo.
– Já está animadinho Hudson? –disse olhando o volume de sua bermuda
– Você não sabe o quanto.
Olhei-o sedutora e lentamente retirei sua bermuda junto com sua cueca desvendando seu membro já ereto. Comecei a massageá-lo e ele gemeu baixinho, logo depois buscou meus lábios.
– Quero te dar prazer e receber prazer.
– Já?
– Não to falando de penetração, to falando se sexo oral, posição 69.
– Ah sim –sorri com malicia– Sempre quis fazer isso.
– Então vai fazer agora –ele tirou a parte de baixo do meu baby doll junto com a calcinha e passou a mão por cima de minha intimidade, dando um apertão. Gemi manhosa.
Ficamos conforme a posição 69, sendo ele por baixo e eu por cima, segurei em seu membro e comecei a lamber apenas sua cabecinha, Finn soltou um gemido afobado e levantou seu rosto lambendo toda a extensão da minha intimidade. Engoli todo seu membro para apartar o gemido quando ele enfiou sua língua em minha entrada, eu rebolava em seu rosto e ele estimulava meus clitóris enquanto me chupava. Eu subia e descia chupando seu pênis, que pulsava de tesão. Ficamos longos minutos assim, até eu gozar em sua boca.
– Eu adoro o seu gosto –ele disse me empurrando deitada sobre a cama, minha respiração ofegante, eu estava meio inerte –Eu quero você.. –ele disse abrindo minhas pernas e roçando seu membro em mim
– Não me torture Finn –eu gemi baixo
Ele sorriu e entrou em mim sem dó nem piedade arrancando de mim um gemido alto. Finn tapou minha boca e já começou com estocadas forte e violentas. Ele mordia os próprios lábios com força, provavelmente para abafar seus gemidos também, minhas mãos trabalhavam massageando meus próprios seios que balançavam conforme o ritmo frenético do vai e vem. Finn começou a ir bem devagarzinho, ele se inclinou sussurrando em meu ouvido..
– Gosto dos seus gemidos.. Geme baixinho para mim? –ele tirou a mão de minha boca e eu gemi ao pé de seu ouvido
– Você é muito gostoso, Hudson–gemi novamente
– Você é uma delícia Berry –ele mordeu o lóbulo de minha orelha e voltou a se movimentar ferozmente. Novamente meus gemidos se tornaram descontrolados e mais uma vez ele tapou minha boca. Fechei meus olhos, minha respiração estava cada vez mais difícil e isso parecia me dar mais prazer ainda..
Bem dizem que ocultar alguns sentidos, pode desperta outros.
Senti meu corpo se contrair e arqueei a cabeça para trás sentindo aquela onde de prazer invadir meu corpo, Finn estocou mais cinco vezes antes de ejacular dentro de mim e cair deitado ao meu lado. Estávamos suados, cansados, porém satisfeitos. Ouvimos um barulho na escada e corremos para nos vestir, ele pegou as roupas e correu para o banheiro enquanto eu vesti as minhas em questão de segundos e me sentei na cama caso alguém se direcionasse ao meu quarto. Minha respiração ainda não havia voltado ao normal.. muito pelo contrário, estava cada vez mais difícil inalar o ar. Comecei a ficar tonta e olhei para Finn saindo do banheiro..
– Preciso.. de ar.. –disse respirando com dificuldade
– Rachel você está pálida.
– Não consigo respirar..
– Cadê a sua bombinha?
Foi a última coisa que ouvi, antes de cair sobre a cama desmaiada.
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