Brincando com sentimentos
32 Capítulo 32
Notas iniciais
Pov Rachel
Voltei a olhar meus pés enquanto os sacudia dentro da água.
– Hey, não gosto de lhe vê triste –ele disse e pegou em uma de minhas mãos, olhei para ele que sorriu e me jogou na piscina.
– Finn seu viado!
– Estou te alegrando –ele gargalhou e eu lhe taquei água– Agora entra também seu Zé mané.
Ele entrou e nós fomos mergulhar juntos, assim que emergimos ficamos parados olhando um para o outro, frente a frente, eu não sabia como não conseguia parar de olhá-lo tão intensamente, era como um imã que me fizesse grudar o meu olhar ao dele. Pude ouvir sua respiração ofegante e sentir meu peito se mover com as batidas de meu coração. Encostamos nossas testas e fechamos nossos olhos.. foi quando senti seus lábios gélidos tocando os meus e quando iria abrir meus lábios para dar passagem a sua língua senti jorradas de água caindo sobre nós.
– AAAAAAAAAÊ, Finchel existe.
Empurrei Finn e olhei para os estrumes de meus amigos, que riam, gritavam e faziam gestos de beijos. Fiquei irritada, confusa, envergonhada. Nadei até a borda e saí correndo dali, Finn nem se moveu desde que fomos “descobertos” em nossa amizade colorida. Oh Deus, o que eu precisava fazer? Comprar uma borracha com super poderes para apagar a cor desta amizade e deixá-la como antes? Preto e Branco?
Perdidas em pensamentos acabei me esbarrando em Artie que percebeu meus olhos lacrimejados.
– Você está chorando?
– Não, caiu um cisco no meu olho –disse limpando as lágrimas que já desciam
– Eu tava mesmo te procurando, mas vejo que não é uma boa hora..
– Toda hora é hora de ouvir seus sermões, eu sei que fui uma idiota mesmo e..
– Eu te desculpo.
– ..que você nunca vai.. Hã? Como? –perguntei quando me caiu a ficha do que ele havia falado
– Me desculpe por ter sido tão rígido com você, mas é que não é fácil saber que foi usado.
– Você estava no direito até de me dar um tiro, sabia?
– E porque eu faria isso com uma menina tão linda não é? –ele alisou meu rosto me fazendo estremecer
– O que te motivou a me perdoar?
– Eu sei que posso te mudar.
Surpreendendo-me como nunca Artie me puxou para um beijo, eu fiquei surpresa e confusa, mas correspondi dando passagem para sua língua. – Rachel? –ouvi a voz de Finn e me separei de Artie olhando para ele
– O que você faz aqui?
– Eu vim vê como você está, não queria atrapalhar, me desculpe.
– Estou muito bem –sorri e olhei para o Art que retribuiu o sorriso pra mim
– Ah sim, eu percebi, depois a gente se fala então –ele saiu meio que as pressas e Artie não se importando me puxou para outro beijo. O que diabos tinha acontecido com ele? Estava tão mudado, menos tímido, mais determinado.
Pov Finn
Havia ido na casa de Rachel já que a mesma havia me ligado eufórica, noite passada ela tinha saído com Artie e com certeza eu seria o ouvinte de seu tão desejado encontro com Zé mané.
– E aí, tudo bem? –perguntei na porta de seu quarto, ela estava deitada torta na cama de barriga para cima, usava apenas um blusa de frio da Hurley e uma calcinha shorts.
– Tudo, pode entrar –ela enfim me olhou acordando de seus pensamentos.
– E então.. como foi a noite?
– Ótima –ela continuou na mesma posição e suspirou– Saí com o Artie.
– É, eu sei, você me disse mil vezes.
– E você? Saiu com a Sugar?
– Sim, a gente foi em um motel.
– Hum.
– E vocês? Foram aonde?
– Jantamos e depois fomos para a casa dele, já que os pais haviam viajado.
– Hum.
– Mal lhe pergunte.. você e a Sugar transaram?
– Sim, se a gente foi para um motel né –revirei os olhos– E devo supor que vocês também, já que foram pra casa dele depois do jantar.
– Sim, sim –ela balançou a cabeça confirmando
– Foi bom?
– Claro que foi né Finn, Artie é lindo, gentil, calmo. E com a Sugar, é sempre bom?
– Sempre! Ela é ótima de cama.
Pov Rachel
Ficamos em silêncio por alguns minutos. Eu estava pensando em como deve ser Finn e Sugar transando. Não que me interessasse esta cena, mas será que ela era melhor do que eu? Será que o Finn poderia me responder isso?
Eu ia abrir minha boca para perguntar quando senti sua mão apalpar minha coxa desnuda. Olhei-o atônita e ele veio engatinhando por cima de mim.
– Eu só preciso saber de uma coisa –sua voz soou rouca sobre meus ouvidos
– O, O, O, QUE-QUE? –gaguejei
– O toque dele lhe faz ficar desconexa, como o meu toque? –ele apertou com força minhas duas coxas me fazendo arfar, começou a abrir o zíper da minha blusa enquanto me encarava com seus olhos ofuscantes, eu o ajudei a passar as mangas da blusa sobre meus braços finos e ele a arremessou longe– O toque dele é tão bom quanto o meu? –ele tocou por cima de meu sutiã e apertou meus seios, me fazendo soltar um gemido baixo. Finn desceu suas mãos para a minha calcinha shorts e se livrou dela com um tremenda pressa. Involuntariamente abri minhas pernas e ele sorriu satisfeito com o efeito que me causava, ou com a visão que lhe dava– Ele saboreia o seu néctar com tanta sede, como eu? –ele passou dois dedos por minha intimidade completamente molhada e levou-os a boca chupando meu néctar e logo em seguida contornando sua boca com a língua. Minha respiração ofegante fazia meus pulmões subirem e descerem desesperadamente a procura de ar. Ele aproximou seu rosto de minha intimidade e eu pude sentir sua respiração quente ali, me causando arrepios. Olhei para ele e recebi de volta seu olhar sexy, seu olhar faminto por mim. – Ele te chupa tão bem quanto eu? –ele se apoderou de minha intimidade chupando-a, enquanto eu soltei um grito alto e desesperador.
– Oh Finn. –cerrei meus olhos e levei minhas mãos aos meus seios, abrindo logo o fecho e apertando-o com tesão. Acho que cena excitou ainda mais Finn, que gemeu rouco enquanto ainda me chupava. Sua língua descia do clitóris para a entrada de minha vagina, aonde ele estocava a língua em movimentos de vai e vem. Eu não conseguia controlar os gemidos, senti o primeiro espasmo tomar conta de mim, elevando os gemidos para gritos. Ele continuou o trabalho com sua língua por longos minutos, me chupando maravilhosamente bem, eu já até tinha perdido as contas de quantos espasmos eu havia tido, e por fim gozei em seus lábios quentes. Finn sugou todo meu néctar e sorriu torto para mim, eu estava inerte a sensação maravilhosa que acabava de sentir. Ele se pôs de pé e retirou todas sua roupa, sozinho e sem delongas, voltou a subir em cima de mim e me beijou com audácia. Correspondi seu beijo da melhor maneira possível. De forma rápida me virei abruptamente por cima de Finn. Se ele queria fazer este joguinho, eu precisaria jogar também.
– E ela, Finn? –perguntei me referindo a Sugar– Te toca como eu lhe toco? –agarrei em seu membro que pulsava sobre minhas mãos, ouvi seu gemido rouco e gemi junto. – Ela lhe tortura como eu lhe torturo? –tentei fazer uma voz sedutora, o que eu acho que funcionou já que ele mordeu os lábios com força, minha mão descia e subia em movimentos lentos em seu pênis. Prendi meu cabelo em um coque e me agachei assoprando seu membro ereto –Ela te chupa como eu te chupo? –abocanhei seu membro com tudo e reparei ele jogar a cabeça para trás, perdendo contato com meus olhos. Era tão prazeroso para mim quanto para ele. Eu adorava sentir seu gosto, sua excitação. Engolia seu membro em movimentos de vai e vem, agora com a ajuda de suas mãos, que me induziam a descer e subir, ao mesmo tempo massageava suas bolas.
– Isso Rachel, isso –ele dizia como sussurros– CARALHO! –seu tom de voz aumentou e eu sentir seu pênis pulsar forte em meus lábios –Chega Rachel, chega, senão eu vou.. –tarde demais, ele gozou em minha boca e eu engoli seu líquido com satisfação, repeti seu ato contornando meus lábios com a língua. –Ela engole o seu gozo como eu? –Finn respirava ofegante e me olhou com cara de “Porra, como você fez isso?”. Segurei em seu pênis e comecei a roçá-lo na entrada de minha vagina, propositalmente comecei a gemer alto e isso o agradava, suas mãos avulsas partiram para meus seios apertando-os. Quando estava prestes a sentar em seu pau ele me impediu.
– Aqui não, assim não. –ele puxou pelo braço e me encaminhou até a janela. Me ergueu sobre a vidraça da mesma, se encaixando em meio as minhas pernas.
– Ta louco? –eu olhei para trás avistando o filho do vizinho e sua namorada, que nos olhavam afoitos, tinham nossa faixa etária, um ano ou dois mais jovens. Finn balançou a cabeça como um cumprimento. – É você endoidou de vez, me tira daqui Finn, eles estão vendo a minha bunda, eles estão vendo o que a gente ta fazendo..
– E isso não é bom?
– Bom vai ser se eles contarem pro meu pai..
– Eles não vão fazer isso, eles vão fazer o que nós estamos fazendo.
– Como você sabe? –perguntei
– Olha lá –Finn se virou um pouco comigo ainda em seu colo para que eu pudesse vê o garoto tirar a roupa da namorada, ambos nos olhavam desafiadores.
– Voyeur? É isto mesmo? –olhei para Finn
– Não é excitante? –ele disse mordendo o lóbulo de minha orelha
– Talvez.
– Olhe para eles Rachel, olha o fogo que eles estão por nossa causa.
Olhei para o casal que já estavam completamente despidos e se amassavam olhando para nós algumas vezes.
– Eles parecem estar competindo conosco.
– E estão. Buscam por um prazer imenso, não sente tesão em vê-los? –Finn sussurrou em meu ouvido me arrepiando até o último fio de cabelo. Realmente era excitante vê o casal se pegando. O garoto penetrava seus dedos na menina, que jogava a cabeça para trás e provavelmente gemia. Ele se agachou enquanto a garota permaneceu de pé, se aproximou da intimidade dela e começou a chupá-la. Meu corpo ferveu com a cena.
– Espera Finn, deixa eu colocar o espelho atrás da gente para que eu possa vê-los –sai de seu colo e fiz o que disse, voltei para a janela– Vamos mostrar para eles a nossa essência –disse desafiadora e Finn sorriu maroto antes de me pegar novamente no colo e se encaixar sobre minhas pernas. Enquanto Finn beijava meu pescoço eu vi pelo espelho o casal fazer a mesma posição e com um espelho atrás também.
– Precisamos de camisinha? –Finn perguntou ainda beijando meu pescoço e agora também apertando meu bumbum
– Não, to tomando anticoncepcional.
– Hm, assim que eu gosto.
Finn me penetrou vagarosamente, me fazendo gemer manhosa. Olhei pelo espelho e como nós o casal também havia se conectado.
– Você ainda continua apertada –ele disse antes de morder seu lábio inferior
– E ela? É tão apertada quanto eu?
– E ele te fode tão gostoso quanto eu? –ele me deu uma estocada forte me fazendo soltar um grito
– Oh Finn. Não me torture mais.
– Então diga no meu ouvido que quer com mais força.
– Eu.. quero.. com.. mais.. força.
– Não me convenceu.
– Mete logo caralho. Me fode. COM FORÇA!!!! –falei como um grito e ele sorriu satisfeito e começou a meter fundo e forte me fazendo gemer alto juntamente a ele. Seu olhar voltou para o casal vizinho que como nós aceleraram o ritmo. Fazer e olhá-los fazerem também era algo totalmente indescritível, era um tesão ainda maior. Finn fazia o vai e vem cada vez mais rápido tocando ás vezes meu fundo, nossos gemidos eram altos, nossos corpos estavam suados e quentes, pegando fogo pra se dizer a verdade. Meus seios balançavam junto ao movimento e pelo espelho eu via o garoto metendo na menina sem dó nem piedade, assim como Finn fazia comigo. As costas dela também estavam suadas, seu bumbum pressionado ao vidro como o meu, pelo espelho deles enxergava seu rosto avermelhado, ela era tão branquinha que o sangue fervia a menina, seus olhos estavam fechados e a mesma mordia seu lábio inferior. Fiinn buscou minha boca com volúpia me tirando a visão daquela cena, correspondi seu beijo com a mesma intensidade e me desgrudei ás vezes para gemer.
– Oh my god! –cerrei os olhos e senti meu corpo estremecer, uma onda de prazer dominou meu corpo, contraindo meus músculos, Finn gemeu alto ao sentir minha vagina pressionar o membro dele inúmeras vezes, e eu gozei pela segunda vez naquela transa. Ele movimentou lentamente, não havia chegado ao seu clímax e pelo visto nem queria.
– Vamos mudar de posição? –ele perguntou e eu apenas consenti.
Finn me colocou de costas para ele e pediu que eu apoiasse minhas mãos no vidro da janela e assim eu fiz, eu estava com o corpo curvo fazendo algo parecido com uma mesa, sendo minhas pernas e a vidraça como os pés da mesa, e minha costas e braços como seu topo. Agora minha visão para o outro lado era direta, o casal havia pegado uma cadeira e o garoto se sentou, com a menina sentada em seu colo de costas para ele, nossos olhares se encontravam agora frente a frente. Ela começou a cavalgar sobre o pênis dele e pelos lábios pude vê que gemia. Finn me deu dois tapas na bunda e entrou em mim novamente me arrancando mais um gemido afobado. Ele se movimentava lentamente.
– Você gostaria de ser aquela garota, Rachel? –eu ainda olhando para o casal permaneci em silencio– RESPONDE! –ele me deu uma estocada forte eu gritei de tesão.
– NÃO PORRA, EU NÃO QUERIA.
– E porque? –ele perguntou ainda se movimentando lentamente
– PORQUE VOCÊ ME FODE MELHOR.
Finn ao ouvir isso começou a meter forte e estapear minha bunda. O movimento era tão bruto que senti receio de quebrar a vidraça mas ao mesmo tempo, não queria sair dali, meus seios acompanhavam o ritmo e meu coque se desfez deixando meu cabelo cair sobre meu ombro. Olhei para o casal e a visão era a mesma, a menina quicando e gemendo e o garoto amassando os seios dela. Finn segurava minha cintura e aumentava cada vez mais o ritmo, um vai e vem gostoso, profundo, rápido. Ficamos longos minutos nessa sequência de movimentos, até eu ouvir os gemidos de Finn mais alto, juntos aos meus gritos desesperadores. Meu corpo se contraiu mais uma vez e minha intimidade prendeu a dele novamente, que pulsava me fazendo sentir seus pênis ejacular dentro de mim. Gozamos juntos. Ele dizendo coisas desconexas e eu perdendo os sentidos de minhas pernas, que tremiam como vara verde, Finn se separou de mim e me acolheu em seus braços antes que eu caísse no chão ou quebrasse o vidro com todo o peso de meu corpo. Respirávamos com dificuldade, aquela com certeza fora a minha melhor transa até agora.. Olhamos para o casal que ainda buscavam pelo clímax, mas logo o mesmo chegou e a menina amoleceu no colo do rapaz. Finn me virou para ele finalizando o joguinho perguntou:
– E ele? Te faz gozar três vezes como eu faço?
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