Brincando com sentimentos
30 Capítulo 30
Notas iniciais
Pov Finn
Rachel entrou em desespero sem saber o que fazer, a esta hora seu pai deveria chamado o exército ao invés da polícia.
– Liga logo pra ele, Rachel–eu disse suave tentando acalma — lá
– Ele vai me matar –ela me olhou com os olhos arregalados.
– Então me dê seu telefone, deixa que eu falo com ele.
– Toma –ela me entregou seu celular e eu disquei para o pai dela.
Ligação mode on
– Rachel? Rachel? Aonde vocês está? –ele atendeu ao telefone em surto
– Olá senhor Leroy, aqui é o Finn, então..
– O que aconteceu com a minha filha, Finn?
– Nada, ela está aqui em casa. Nós alugamos um filme ontem e assistimos com a turma, ela acabou dormindo e eu decidi não acordá-la, eu sei que o senhor está assustado e provavelmente querendo me matar, mas é que eu fiquei com dó de acordá-la e me esqueci completamente de lhe avisar.
– Realmente rapaz, se você me fala isso pessoalmente seria um cara morto.
– Leroy me desculpe, minha intenção não era assustá-lo, Rachel não tem nada haver com isso.
– E as meninas dormiram aí também?
– Sim, sim, elas dormiram aqui e estão todas bem, então caso a mãe da Quinn esteja preocupada avise a ela.
– Sim, ela está tendo um surto aqui em casa, avisarei.
– E senhor Leroy, a culpa foi TODA minha, ela não teve nada haver com isso, por isso não desconte minha irresponsabilidade nela.
– Tudo bem Finn, só peça para ela e Quinn voltarem para casa agora.
– Sim eu avisarei senhor, realmente me desculpe.
– Está tudo certo, tchau.
– Tchau!
Ligação mode of
Todos estavam olhando para mim boquiabertos.
– Jura que você assumiu toda a culpa? –Puck estava com os olhos arregalados.
– Sim, livrei Rachel e Quinn, agora você Puck dá um jeito de livrar a Britt e a Sant.
– Tá louco? O pai delas vai me matar.
– Claro que não, eles lhe conhecem há muito tempo.
– E ele conhece elas desde o nascimento.. então é preferível elas contarem.
– Você é um merda, Puck –lhe dei um tapa na cabeça– Eu ligo, ma passa o número?
– Não precisa Finn, meu pai está viajando e minha mãe nem se importa com isso –Britt disse sorrindo e veio até mim me abraçar– Mesmo assim muito obrigada meu herói –ela beijou meu rosto e eu sorri
– Mas agora vamos Britt? –Sant chamou e ela consentiu e as duas foram embora
– To com fome, café da manhã ou almoço? –Puck perguntou
– Almoço –eu e Sam dissemos em uníssono
– Bora lá comigo Brody?
– Vamos! –os dois foram comprar nossos almoços.
Enquanto Sam e Quinn foram se despedir lá fora, ficou eu e Rachel sozinhos na sala.
– Obrigado por me salvar –ela fez uma carinha fofa e me abraçou
– Só espero que seu pai não arranque meu pênis fora.
– Seria bom.
– O QUÊ? –arregalei meus olhos e ela riu divertida
– Aí você não ia mais abusar da minha inocência.
– Ah que bonito Rachel Berry.
– É o que dizem –ela deu de ombros e fez uma carinha convencida
– Você realmente é um filhote de cobra.
– Com certeza, meu pai tem uma cobra.
– É, verdade –entortei a boca e ela riu mais ainda– Não sei porque eu ainda tento lhe intimidar com as palavras.
– Nunca da certo.
– É, você sabe dominar qualquer situação.
– Qualquer uma –ela sorriu e eu fiquei preso ao seu sorriso, lhe encarando– É melhor eu ir –ela desmanchou o sorriso rapidamente e saiu as pressas
– Espera eu vou levar vocês..
– Tem certeza que quer ficar sem seu pênis –ela gargalhou
– Eu não.. só vou te deixar na porta e sair a mil de lá antes que ele venha com alguma faca –eu ri e coloquei meu braço sobre seu ombro– Vamos Quinn? –eu a chamei enquanto passamos por ela e Sam que se beijavam apaixonadamente.
– Você vai levar a gente? –eu consenti e ela olhou para Sam com uma cara pidona– Vamos com a gente Sam? Daí a gente vai agarradinhos no carro.
– Acha que eu vou recusar um pedido da minha princesa? Ainda mais este pedido? –ele a beijou novamente e eu e Rachel nos olhamos com cara de nojo.
Que melação do caralho.
–--------------------------------------------
Depois da tarde toda ontem de ressaca, hoje era dia de aula, dormi nas duas primeiras e quanto tocou o sinal do intervalo eu acordei e fui atrás de Sugar.
– Sugar, Sugar–eu chamei por seu nome ela nem virou para me olhar– Hei espera –segurei em seu braço
– O que foi merda?
– Preciso falar com você.
– Mas eu não tenho nada pra falar com você.
– Preciso te perguntar uma coisa e vem logo –sai a puxando até a quadra onde algumas meninas jogavam vôlei. Nos sentamos na última arquibancada para que ninguém nos ouvisse.
– Fala logo, não tenho todo tempo do mundo pra você –ela me fuzilou com o olhar.
– Primeiramente porque diabos você está tão nervosa comigo?
– Porque você acha que é só me comer e pronto. Não sou dessas Finn Hudson.
– Eu sei, você é daquelas –dei uma risadinha para descontraí-la mas pelo contrário ela me olhou tão brava que pensei que fosse me matar, me cortar aos pedaços e me jogar para leões famintos– To brincando.
– Não teve graça nenhuma –ela ficou emburrada
– Não faz este bico Su–alisei seu rosto e ela pareceu relaxar, fechando os olhos.
– O que.. o que.. você quer comigo Finn? –ela perguntou enrolando a língua, depois despertou do transe e se afastou de mim. – Eu preciso saber se você está grávida.
– Hã? Como? Porque eu estaria? –ela me olhou confusa
– Porque se você não lembra a gente transou sem camisinha.
– HAHAHAHAHAHA, e você acha que eu sou idiota? Por favor Finn, me faça um favor.
– Como assim? –franzi o cenho
– Eu tomo anticoncepcional.
– Oh, jura? –suspirei aliviado
– Mas e se eu tivesse? Você assumiria?
– É claro né –disse e depois engoli seco– Mas que bom que você não esta.
– Seria tão ruim assim ter um filho comigo?
– Não distorça as coisas, seria ruim ter um filho nesta idade.
– Hum. E só me procurou pra isso? –ela se aproximou e eu percebendo sua intenção a puxei para um beijo sem nada lhe responder. Sugar era linda, gostosa e eu a conhecia há muito tempo, seu único mal era ficar me cobrando um relacionamento sério. Era sufocante.
Fale com o autor