Brincando com sentimentos
48 Capítulo 48
Notas iniciais
Pov Finn
– .. e aí eu vejo Rachel de pijama e com a testa escrita “I ♥ FINN”, tipo pensei que tava sonhando –todos gargalharam
– Nem vem, foi uma prova de amor e tanto e quem incentivou? –Tina falou se gabando
– Vindo da Rachel foi realmente a maior prova de amor do MUNDO –eu ri e ela me estapeou
– Não espere que eu faça isso mas vezes senhor Hudson.
– Awn, que bunitinha –lhe dei um beijo e todos começaram a gritar.
– Até que enfim desencalhou hein Rachel –Mike falou zoando e ela lhe mostrou a língua.
– E cadê sua namorada hein? Ah, esqueci, você não tem uma.
– TOMA! Depois dessa eu cuspia no chão e saia nadando –Blaine falou enquanto gargalhava
– Amor, pega a Elena um pouquinho pra mim almoçar? –a esposa de Blaine falou
– Ih, vai lá paizão –Mike deu um peteleco nele
– Deixa que eu pego –Rachel se ofereceu, foi até a cunhada pegar a bebê e foi para a sala brincando com a pequena.
– Fico feliz que vocês enfim se acertaram –Leroy falou
– É, eu também estou muito feliz.
– Mas oh cara, vê se cuida direitinho da minha irmã, senão tu ta ferrado –Blaine falou me fuzilando com o olhar
– Pode deixar!
– Uai Blaine, dando um de irmão protetor? –Kitty zoou
– Ele também me disse quando comecei a namorar com você amor –o marido de Kitty falou
– Jura? –ela gargalhou– Que irmão mais macho que eu tenho!
– Tio Finn, pega um pouco de suco de laranja pra mim? –Guilherme pediu
– Claro.
– Coloca no copinho infantil Finn, senão ele faz bagunça –Kitty recomendou e eu fiz conforme ela pediu.
– Aqui está rapaz.
– Como é que se diz Gui?
– Obrigado! –ele sorriu e eu retribui o sorriso.
Deixei eles conversando na mesa e segui para a sala aonde Rachel estava sentada no sofá com a sobrinha no colo. Me sentei perto dela e lhe dei um selinho.
– Estão me zoando muito lá ainda? –ela riu
– Só um pouquinho assim –fiz gesto de muito
– Essa é a família Berry!
– E a família Hudson Berry? Como será?
– Pior ainda –ela gargalhou
– Será que um dia vamos ter filhos?
– Provavelmente sim.
– Eu vou querer que eles sejam muito parecidos com você –alisei o rosto dela
– Awn, eu já quero que sejam mini Finn’s.
– Prefere menino ou menina?
– Neste momento? Prefiro eu e você.
– Isso é covardia –fiz uma carinha fofa e lhe beijei. Quem não gostou muito disso foi Elena que começou a chorar.
– Oh titia, que pecado, ta namolando aí e esquexendo de mim –Rachel falou como um bebê
– Você fica tão fofa assim.
– Assim como?
– Com esta alma infantil, harmoniosa.
– É porque estou com a minha família e com o homem que eu amo.
– Vou te sequestrar desse jeito hein.
– Hm, seria uma boa –ela piscou para mim.
– Pode me entregar ela Rachel, vamos arrumar as coisas para darmos um passeio, vocês vão juntos?
– Não, vamos ficar né amor? –ela entregou a bebê a Blaine
– Amor? To adorando cada vez mais isso –mordi a bochecha dela de leve – E eu também prefiro ficar.
– Tudo bem então –ele se encaminhou para o quarto aonde estava hospedado.
– Vamos tomar um banho de piscina?
– Vamos.
Eu e Rachel subimos para vestir nossos trajes de banho, enquanto o pessoal se arrumava para sair.
Pov Rachel
– Nossa que água fria –Finn disse tocando a pontinha do pé na piscina
– Cai dentro! –empurrei ele que caiu na piscina
– Sua vaca, como pode fazer isso com o seu namorado?
– Do mesmo modo como você pôde chamar sua namorada de vaca –dei de ombros
– Deixa eu te pegar pra você vê.
– Ui, que medo –me sentei na borda e comecei a balançar os pés sobre a água
Finn nadou até a outra borda e voltou apoiando seus braços ao meu lado.
– Não vai entrar pra ficar agarradinha comigo?
– Não sei se você merece.
– E porque eu não mereço? –ele fez biquinho
– Não venha com chantagens –estava quase cedendo
– Isso não é chantagem.. é vingança –Finn me puxou pelo pé me fazendo cair na piscina.
– Seu viado, eu ia entrar –disse quando voltei a superfície
– Quando? No dia de são nunca?
– Eu ia entrar –fiz bico
– Promessa de gatinha? Porque pelo que eu saiba gata não gosta de água não.
– Ta dizendo que eu não gosto de tomar banho? –fiz cara de ofendida
– Não, to dizendo que você é uma gata e como diz a lenda, gatos não gostam de banho.
– Continua na mesma –revirei os olhos
– Cala boca sua insuportável.
– Vem calar seu gayzinho de merda –comecei a nadar a outra borda mas no meio da piscina senti ele me alcançar.
– Como você ousa chamar o seu namorado de gayzinho? Querida, que modos são esses? –ele se fingia ofendido
– Magoei o bebê, foi?
– Pois é, e é melhor você tomar alguma atitude antes que o bebê chore.
– Que bebê dengoso –eu alisei seu rosto e ri de sua carinha fofa.
– Bebê ama você.
– E eu amo o bebê.
– Então cadê meu beijinho? –ele me abraçou e eu contornei meus braços em seu pescoço.
– Quer beijinho, é?
– É, aqui oh –ele apontou para os próprios lábios e eu sorri, me aproximei e lhe dei um selinho.
– Só isso sua miserável?
– Só, só isso que você merece –desgrudei dele e me encaminhei até a borda.
– Eu sei que eu mereço mais, vem cá –ele me puxou pelo braço e me beijou, eu comecei a ri durante o beijo e logo meu corpo esta colado ao dele e minhas mãos afagavam seu cabelo molhado.
Ficamos nos beijando por longos minutos, até Finn descer seus lábios para o meu pescoço.
– Faz um tempinho que a gente não transa –ele sussurrou
– É faz um tempinho –disse ofegante.
– Quero você pra mim agora, deixa?
– Deixo, como que não deixo?
Nós nos olhamos rindo, com certeza nos lembramos de Puck ao mesmo tempo e logo mais de todos os nossos amigos, eles fazem falta.
Finn voltou ao seu foco, beijando o meu pescoço e meu ombro também, desamarrou a parte de cima do meu biquíni e coloco-o sobre a borda. Desceu seus lábios para meus seios gelados e rígidos, chupando-os e mordiscando-os de leve. Senti arrepios com sua língua quente tocando meu corpo frio. Queria provocá-lo também, então desci minha mão para seu membro, tirei-o de dentro da sunga e comecei a acariciá-lo, ás vezes massageando suas bolas. Finn também desceu suas mãos para minha intimidade e abaixou minha calcinha, massageando meu clitóris. Gemi baixinho e ele também.
Finn tirou sua cueca por completo e eu tirei minha calcinha, não podíamos enrolar tanto, afinal não sabíamos quanto tempo demoraria para eles voltarem. Ele me encostou na borda e ergueu minhas pernas que eu rodeei em sua cintura. Devagarzinho Finn entrou em mim, fazendo ambos gemerem manhosos. Mordi meu lábio inferior e ele mordeu meu ombro.
Ele começou com o vai e vem, que era meio apartado pela pressão da água, mas isso não minimizava o prazer, muito pelo contrário, era como se nos afobassem mais em busca dele.
Aos poucos ele foi pegando a manha e cada vez mais me estocava mais rápido, eu podia vê as ondas criadas pelo movimento de vai e vem que ele fazia. Eu arranhei as costas de Finn sentindo um espasmo maravilhoso, ele gemia rouco em meu ouvido e continuava estocando o mais forte e rápido que conseguia. Logo chegamos ao ápice juntos, sentindo nossos corpos febris em um choque térmico com a água fria. Finn buscou pelos meus lábios e nos beijamos apaixonadamente.
Ouvi alguns passos e olhei para a outra borda da piscina.
– Que nojo, vocês transaram na minha piscina? –Kitty nos olhava com uma cara enojada. Senti meu rosto corar e o de Finn, bom, ele parecia um pimentão.
– Kitty sai daqui.
– Fiquem sabendo que não é fácil trocar essa água toda não, viu?
– Depois a gente conversa sobre isso, você está nos constrangendo Kitty.
– Acho que vou vomitar, juro.
– SAI DAQUI KITTY.
– Ta, ta, só mais uma coisinha, você toma pílula né? Senão vai ficar nesse estado aqui –apontava para a barriga
– Kitty Berry, sai daqui agora ou você está ferrada..
– Ta, eu vou. Bundinha bonitinha em Finn.
– Para de olhar a bunda do MEU namorado sua safada!
– Eu to vendo dentro da água, fora só você pode né? –ela gargalhou– Se eu fosse vocês deixavam pra terminar essa funrunfada no quarto, porque né.. todo mundo chegou.
– Sai daqui pra gente se vestir sua peste!
– Ta, agora vou de verdade –ela se foi rindo.
Eu e Finn vestimos nossas roupas de banho rapidamente, ele se enrolou em uma toalha e eu coloquei um roupão. Olhei para ele que ainda estava vermelho de vergonha.
– Hei Finn, respira –gargalhei
– E se ela contar pro seu pai e seus irmãos? Eu to ferrado!
– Relaxa. Nossa sorte que foi a Kitty que flagrou, ela é brincalhona assim mesmo e sabe guardar segredo.
– Será?
– Arran, relaxa –segurei seu rosto e lhe dei um selinho.
Entramos na casa e encontramos todos sentados na sala, assim que chegamos todos os olhares se voltaram para nós enquanto Kitty gargalhava muito.
– Você não..
– Contei sim –ela se sentou colocando a mão sobre a barriga de melancia.
– Rachel você não tem vergonha não? –Blaine falou com uma cara desapontada
– É normal cara, a gente se ama.
Olhei para Finn que estava pálido, tadinho.
– Normal ficar peidando na frente do namorado? O coitado está até anêmico.
Todos gargalharam e eu fuzilei Kitty com o olhar, que só faltava rolar no chão, do jeito que tava uma bola rolaria facinho.
– Você é uma peste garota!
– Sou a melhor irmã do mundo, né?
Cheguei perto dela e sussurrei em seu ouvido.
– Eu quase botei um ovo aqui, você ta louca e se eu solto a verdade que você viu?
– Aí seria problema seu –ela deu de ombros e voltou a ri
– Você me paga irmãzinha querida.
Peguei na mão de Finn e subimos as escadas, foi só fechar a porta que ele caiu na gargalhada.
Filho da puta
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