Brincando com sentimentos
33 Capítulo 33
Notas iniciais
Pov Finn
Eu não sabia o porque tinha feito aquilo, mas não me arrependia. Deitado em minha cama me perdi em pensamentos. Será que todas as perguntas que fiz, a resposta fora positiva para mim? Me irritou o fato de Rachel sair com Artie, eu só precisei mostrar a ela que eu era melhor do que o “queridinho Art" não sei o porque e nem para quê, mas eu precisei. Ela pareceu gostar, fora uma experiência extremamente prazerosa, com certeza a melhor transa de toda a minha vida.
Sorri lembrando de nossa loucura, mas o mesmo sorriso desmanchou ao lembrar do nosso desentendimento depois, me fazendo levar a mão no rosto.
– E aí cara, tudo beleza? Tu chegou tão quieto em casa – Sam se aproximou de mim
– Estou bem cara, melhor impossível.
– E a aposta, como anda?
– Sobre controle, logo eu devo cumpri-la –menti
– Eu percebi, já que presenciei o clima na piscina aquele dia.
– Pois é, Rachel esta em minhas mãos.
– Mas e ela e o Artie cara? E se eles engatam em um namoro?
– Na-na-namoro? –eu não tinha pensando nessa possibilidade
– É né, o cara é todo certinho e com certeza logo pedirá Rachel em namoro.
– Isso não pode acontecer!!
– E porque não? Por causa da aposta.. ou porque você não quer?
– Como assim cara? Ta louco?
– Não to não. E você, está?
– E porque eu estaria? –franzi o cenho confuso
– Porque não esta enxergando as evidências.
– Que evidências?
– Você e Rachel nasceram um para o outro.
– HAHAHAHA –ri irônico– Muito engraçada a sua piada.
– Muito fingida a sua reação –ele disse antes de sair do quarto
Sam só podia ter bebido, eu hein.
Pov Rachel
Assim que eu estava de saída com as meninas da escola, Artie me chamou e eu as liberei para ir embora, eu iria sozinha depois.
– E aí, tudo bem? –ele perguntou
– Tudo e você parece estar ótimo, até se livrou dos óculos.
– Sim, agora estou usando lentes –ele sorriu– Senti sua falta, sabia? –ele envolveu meu corpo com seus braços
– Eu também senti a sua –selamos nossos lábios
– Oh, me desculpe –senti um esbarrão e reconheci de imediato a quem pertencia aquela voz, Finn! Meu sangue ferveu de raiva.
– Ah, não foi nada. Só olhe para onde você anda –disse irônica
– Me desculpe, talvez eu precise usar óculos para enxergá-la melhor.
– É né, talvez.
Artie apenas olhava nossa implicância, e não entendendo o motivo daquilo perguntou:
– Vocês brigaram?
– Não, claro que não. Somos melhores amigos, não é mesmo? –eu disse irônica
– Com toda certeza –ele respondeu também com ironia
Flashback on.
– A gente não deveria ter feito isso –ela vestia suas roupas
– E porque fizemos? –ele perguntou sarcástico
– Porque nossos hormônios falaram mais alto. Que droga Finn, somos apenas melhores amigos.
– Eu sei, por acaso te pedi em casamento? A gente só transou.
– É, pela quarta vez.
– Está contando? Que interessante –ele revirou os olhos
– Interessante? Isso é assustador, desde quando amigos transam?
– Desde que colorem a amizade?
– Prefiro que nossa amizade permaneça preto e branco.
– Se você quer assim –ele deu de ombros– Realmente espero que o idiota Artie dê conta, já que ontem ele fez o serviço incompleto.
– E porque ele teria feito um serviço incompleto?
– Porque se tivesse te satisfeito você não teria transado comigo e gritado tanto pelo meu nome, não teria gemido alto e feito loucuras em meus braços.
– Isso não tem nada haver, porque se fosse assim e você hein? Não tinha transado com a Sugar? Não era ela que era ótima de cama?
– E ela é, muito boa. Só que eu precisei testar se minha amiguinha estava sendo comida bem por outro cara –ele fez cara de deboche e acabou recebendo um tapa na cara de Rachel.
– NUNCA mais fale assim de mim, não sou uma das suas vadias Hudson. Vai embora da minha casa agora, antes que eu te mate e que o meu pai e a Shel cheguem. VAI EMBORA AGORA.
Flashback of.
– Hei lindo –Sugar chegou dando um selinho em Finn
– Hei Su –ele a segurou de lado pela cintura e continuou olhando para mim e Artie, eu vendo a cena fiz o mesmo com Artie e sorri falsamente para ele.
– Tava pensando aqui, poderíamos marcar um dia para sairmos os dois casais juntos, o que vocês acham? –Artie sugeriu
Quando eu ia discordar da ideia Finn tomou a frente.
– Super concordo.
– Seria ótimo –Sugar beijou o pescoço de Finn e voltou o olhar para gente, aquilo me deu tanta raiva.
– E pra você Rachel? Ta tudo bem?
– Arran, sábado estou livre, que tal?
– Pra mim está ótimo –Finn e Sugar disseram juntos e sorriram em seguida. Idiotas.
– Então ta marcado, sábado ás 20:30 no Le Petit, ok?
– Ok –respondemos
Pov Finn
Os dois últimos dias se moveram como lesmas. Eu estava ansioso para aquele jantar, apesar de não ter a mínima ideia do que achava sobre ele. E hoje enfim, era o grande dia!
Eu havia me arrumado como aqueles carinhas ricos, usava um blazer azul marinho com uma camisa gola V branca , uma calça jeans de cor clara, o cabelo um pouco bagunçado estilo bad boy. Havia abusado do perfume e bom, me encontrava pronto.
Saí de casa mais cedo e passei na casa de Sugar, ela usava um vestido amarelo e como não seria novidade muito ousado. Seguimos para o Le Petit e em questão de dez minutos chegamos lá. Estacionei o carro e adentramos o local que era extremamente requisitado. Avistamos Artie em uma mesa e seguimos até ela, Rachel ainda não havia chegado.
– Boa noite –cumprimentei-o apesar de que eu desejava mesmo que sua noite fosse péssima.
– Boa noite –ele respondeu. Sugar sentou na cadeira em frente a ele e eu me sentei ao seu lado.
– Já ligou para Rachel para saber se já está chegando? –perguntei, ele iria me responder quando voltou seu olhar para a entrada do restaurante
– Não será preciso –ele sorriu de orelha a orelha e eu me virei avistando Rachel entrar no estabelecimento com um vestido preto colado em seu corpo, e um decote extremamente ousado. Ela estava maravilhosa, involuntariamente meu queixo caiu enquanto a mesma vinha caminhando até nós, em minha visão ela vinha em câmera lenta com seus cabelos voando com o vento.
– Me desculpe o atraso –ela se sentou ao lado de Artie e lhe deu um selinho– Boa noite.
– Boa noite –eu e Sugar respondemos.
Fizemos nossos pedidos e engatamos em uma conversa sobre o que desejávamos ser na vida.
– Eu pretendo ser médico, acho que é uma profissão com retorno. É gratificante – Artie falou
– Eu já imagino algo mais surreal como a fama, gostaria de ser atriz ou modelo –Sugar disse empolgada.
– Eu quero ser proprietário de um cabaré –disse arrancando gargalhadas dos dois, o olhar de Rachel era desaprovador– E você, Rachel?
– Eu ainda não pensei sobre isso –simplesmente falou
Nosso assunto morreu ali, Rachel se virou para Artie o puxando para um beijo e eu fiz o mesmo com Sugar. Depois nos afastamos e eu fiquei reparando o decote de Rachel, seus seios fartos espremidos pelo vestido, mordi meu lábio inferior e ela reparando sorriu torto.
Levei meu pé até a sua canela e esfreguei meu sapato na mesma, parecia um gato pedindo atenção. Rachel me fuzilou com o olhar e eu parei. Um minuto depois senti ela colocar a ponta de sapato entre minhas pernas, levei um susto quando ela tocou meu membro e engoli seco. Ela soltou uma risadinha baixa. Desgraçada.
– Porque esta rindo? –Artie percebeu sua risada por mais baixa que ela tenha sido
– Não é nada, é que eu vi uma pessoa engraçada. Eu.. eu .. vou ao banheiro.
Rachel se levantou e saiu e depois de exatamente um minuto eu me levantei também seguindo para o banheiro. Olhei para um lado, olhei para o outro e adentrei o banheiro feminino. Rachel passava batom em seus lábios e eu olhei em volta não percebendo ninguém tranquei a porta.
– Devo dizer que eu não estou espantada com a sua presença? –ela disse me olhando pelo espelho
– E eu devo dizer que sua intenção foi me trazer para cá?
– Oh, porque eu faria isso? –ela se fez de ingênua
– Porque –me aproximei dela e segurei sua cintura– você está louquinha para praticar mais um de nossos joguinhos.
– Que joguinhos? Ta louco? –ela me empurrou e voltou a se olhar no espelho
– Para quê ficar olhando para este espelho? –eu encostei meu corpo ao dela e ajeitei meu rosto ao lado do seu, nós dois olhávamos o espelho– Você sabe que é gostosa –distribuí beijos pelo seu pescoço e ela fechou os olhos– Você sabe que me deixa assim –rocei meu membro já ereto em sua bunda e ela mordeu o lábio inferior– E você sabe que eu te quero agora todinha para mim.. – Finn.. –ela disse em voz baixa e suplicante– Precisamos voltar para a mesa.
– Eu sei, mas que tal antes jogarmos um pouquinho? Bem rapidinho? –eu perguntei com uma voz manhosa, queria fazer mais uma loucura com ela.
– Acho melhor nã.. –ela ia dizendo quando levei minha mão subindo o vestido dela na frente e passando minha mão por cima de sua calcinha, que já se encontrava úmida, ela gemeu manhosa quando apertei seu intimidade e jogou sua cabeça para trás apoiando-a em meu ombro.
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