Notas iniciais
Heyyy, sei que vcs querem me matar mas estou aqui agora e sorry :( Vou ficar mais um tempo sem postar mas não ta dando MESMO! obrigada pelos comentarios de: Paty Zampier, Angela Lanza, Raquel Lovato Esposito, Senhorita Vick e Chery Melo... amo vcs e espero que gostem ps: tem hentai

Pov Finn

Depois de almoçarmos nos sentamos na sala e Lerpy pela milésima vez começou a falar da infância de Rachel, deixando-a irritada.

– ..e ela falou que iria morar na rua com o cachorro –nós rimos mesmo sabendo daquela história de "cór", era sempre engraçado o jeito que Leroy nos contava.

– Ta pai, eles já sabem disso –Rachel revirou os olhos

– Rachel o meu Ipod ficou aqui na sua casa? Não consegui encontrar lá em casa.

– Não sei Finn, se quiser subir pra procurar.

– Ah obrigada amiga –disse sarcástico e me levantei encaminhando em seu quarto

Olhei na cabeceira da cama, no armário dela e o encontrei na mesinha do notebook, minha mania de esquecer as minhas coisas em qualquer lugar que eu vou. Me sentei na cama, absorto em pensamentos.

– Achou? –ela disse aparecendo no quarto

– Sim –eu disse sem olhá-la

– Aconteceu algo?

– Estou preocupado com aquilo..

– Aquilo o que? –ela franziu o cenho não entendendo do que eu falava

– Da Sugar estar grávida, Rachel–revirei os olhos e suspirei– Ela não atende aos meus telefonemas.

– Já tentou ir na casa dela? –ela se sentou ao meu lado

– Não, mas amanhã tem aula, vou vê se falo com ela.

– Boa sorte –ela tocou meu ombro

– Obrigado minha Rach linda –a puxei abraçando-a, deitamos na cama

– Ta que você ta carente, mas nada de Rach.

Eu ri e ela também. Ficamos alguns minutos ali, em silêncio e logo descemos.

– Vamos embora meninos?

– Ah já? Vamos ficar a tarde toda sem fazer nada? –Rachel disse

– Cês podiam ir lá pra casa depois –Brody sugeriu

– Vocês chamam aquilo de casa? –Britt se pronunciou gargalhando do comentário com as amigas.

­– Ah engraçadinha, nossa casa é bonita.. só mal arrumada –eu defendi o nosso lar, que realmente mais parecia um lixão, o que esperar de uma casa aonde mora quatro jovens lambões?

É, não se podia esperar muito.

– Um chiqueiro aquilo lá, Finn. Vocês tem preguiça até de limparem a casa de vocês –Santana disse

­– Como se vocês tivessem o quarto de vocês limpinhos e arrumadinhos né? –Sam falou– Pagava pra vê.


– O meu, da Sant e da Britt é bem organizado. Agora.. o da Rach é igual ou até pior a casa de vocês –ela riu e Rachel sem se importar com o comentário deu de ombros

– Concordo plenamente –disse Leroy divertido– E não, ela não puxou esta preguiça de mim –nós rimos.

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Ouvi a campainha tocar e fui atender, já que Sam e Brody estavam ocupados demais disputando o arroto mais alto.

E sim, eles faziam isso com freqüência.

Puck estava no banho. E eu.. bom.. estava desocupado, como sempre.

– Que demora ­–Rachel reclamou me empurrando e entrou.

­– Acho que deram o nome errado para esta menina –ela olhou para mim sorrindo– Você deveria se chamar educação– eu disse irônico.

– Awn, ainda não se acostumou meu bem? –ela me mandou um beijinho no ar.

Aonde eu fui encontrar amigas tão loucas? Fechei a porta assim que todas entraram. O engraçado foi elas encontrarem Brody e Sam naquela disputa idiota, só sabiam ri e eu também, porque convenhamos, aquilo era mais que nojento. Puck apareceu na sala já vestido.

– E então o que vamos fazer? –Puck disse prontamente.

– Você diz além de beber, né? –Britt fez uma dançinha tanto que bizarra.

– Claro né, maluca.

– Eu tenho uma idéia. Que tal a gente jogar baralho? –Sam sugeriu.

– Nossa cara, você não consegue ser mais gay que isso? –eu disse franzindo o cenho.

– Espera eu terminar mané, a cada partida a pessoa que ficar com mais cartas, tira uma peça de roupa.

– Nossa, que estúpido isso –Santana engoliu seco, provavelmente teria vergonha de se despir na frente dos amigos.

– Ah eu gostei da idéia –Britt concordou

­– Eu também gostei –Puck entrou no embalo.

– Eu bebendo o resto é com vocês –Rachel deu de ombros

– Então ta certo, todos concordam? –perguntei

– Sim –disseram em uníssono.

Pov Rachel

Já estávamos todos tontos, foi quando começamos a jogar, decidimos beber um pouco primeiro para perder a vergonha. Se é que tínhamos vergonha.

Brody foi o primeiro a perder, tirando sua camisa. Quinn foi a segunda tirando a sua blusa, Finn o terceiro tirando sua camiseta.

E fomos jogando, perdendo, ficando bêbados e semi nus, até aquele momento já tinha até visto a bunda branca de Puck, o que era muito hilário, depois fizemos ele colocar a boxer de novo, senão morreríamos de tanto ri, não que ele fosse feio de corpo, mas era constrangedor, afinal éramos todos amigos. Sam colocou um som alto e nós começamos a dançar freneticamente e a bebida? Bom a gente não dispensava.

Estava dançando quando reparei um casal se pegando no sofá, fiquei abismada, meu Deus meus amigos estavam quase se comendo bêbados. Mas logo comecei a ri, Britt e Puck se amassavam fervorosamente. Isso ia dar o que falar no dia seguinte.. Isso se eles lembrassem.

Bizarro.

Continuei a dançar bebendo red label direto do litro. Finn dançava comigo, bebendo algo que eu nem fiz questão de identificar. Quinn e Sam começaram a se pegar na cozinha, como eu descobri? Simples, as vasilhas começaram a cair e eu ouvi gemidos vindos de lá. Santana e Brody ainda dançavam, senti a mão de Finn me envolver colando nossos corpos, eu estava tão alterada pelo álcool que nem me importei, e ele.. ele me beijou.

Isso mesmo. Me beijou.

Ficamos um tempo dançando ali, roçando nossos corpos, decidimos subir as escadas e ir para o quarto dele, a trancos e barrancos conseguimos. Ele tentou abrir a porta comigo enroscada em seu corpo, o que não deu muito certo pois a porta estava fechada, soltei um gemido só não sei se era de tesão ou de dor. Quando entramos ele me espremeu na parede roçando seu membro já excitado em minha intimidade, arfei de prazer e acariciei sua nuca enquanto ele beijava e chupava meu pescoço. Eu entrelacei minhas pernas em seu corpo mais uma vez e ele foi comigo andando até sua cama, aonde me depositou ficando por cima de mim. Beijávamos freneticamente, mal sabíamos o que estávamos fazendo, senti nossos dentes baterem e nós dois rimos como dois idiotas, depois voltamos a nos beijar, meu corpo estava quente, minha respiração? Bem eu acho que nem respirava naquele momento.

– Finn..melhor.. parar –eu disse com dificuldade e ele voltou a me beijar, eu cedi por mais alguns minutos, depois voltando a ficar um pouco –quase nada– racional –Namoral, vamos parar.

– Sério, Rachel? –ele forçou as vistas me encarando.

– Arran –a carne falou mais alto então eu o puxei novamente para mim e continuamos a nos amassar.

Mais uma vez ele me fez sentir seu pênis ereto me fazendo soltar um gemido afobado.

– Finn, sem delongas –eu disse ofegante

Nós ficamos ficamos de pé novamente e terminamos de nos despir rapidamente, quando nada mais nos impedia ele buscou meus lábios com desejo, enquanto acariciava meus seios. Eu levei minha mão em seus bolas massageando-as. Finn desceu sua língua quente para meus peitos e levei minhas mãos agora para os seus cabelos afagando-os. Mais uma vez Finn subiu, só ao invés de procurar meus lábios ele se apossou de meu pescoço distribuindo alguns chupões. Nossos corpos febris pareciam pegar fogo.

– Eu preciso de você, agora –ele disse desesperado sobre meu ouvido. Nos deitamos na cama novamente, ainda entre beijos– Fica de quatro? –ele pediu e eu sem pestanejar fiquei, ele foi até a cabeceira de sua cama, abriu a gaveta e pegou uma camisinha, ele mesmo abriu e colocou em seu membro.

Depois segurou minha cintura e me invadiu me arrancando um gritinho desesperado. Ele entrava e saia com muita calma, me torturando.

– Finn. Tortura. Não –eu disse entrecortando

– Porque não? Você quer que eu te foda rápido?

– Isso, rápido e forte Finn.

Ele segurou em meus cabelos como uma crina de cavalo e começou a meter rápido e forte me levando a loucura, dava-se para ouvir os estalos de nossas intimidades se chocando misturados aos nossos gemidos altos. Às vezes Finn me dava um tapa na bunda e por incrível que pareça aquilo também era excitante.

– Geme pra mim Rachel –sua voz rouca me fazia estremecer e como uma cachorrinha obediente gemi alto– Isso, delícia –ele estocava forte e fundo

Olhei para baixo tendo a visão panorâmica de meus seios, minha barriga e por fim seu sexo estacando o meu, senti o primeiro espasmo quando avistei aquela cena me fazendo cerrar os olhos e gritar de prazer.

– ISSO FINN, NÃO PARA, NÃO PARA.

Senti meu corpo tomado pelo tesão e meu sexo prendendo o dele que pulsava na mesma excitação. Recuperei meu ar e Finn não parou nenhum segundo com suas investidas, agora intercaladas em lentas profundas, e rápidas fortes.

– Oh delícia, to quase lá –ele me deu um tapa na bunda.

– Isso Finn, me fode todinha.

Acho que isso deu ainda mais motivação fazendo-o penetrar forte tocando meu fundo ás vezes, isso me causava tremores de tão gostoso que era sentir seu pau explorar minha vagina daquela forma. Senti mais uma vez o espasmo se aproximar e mais uma vez eu gozei, agora junto a ele, com gemidos altos e tapas fortes em minha bunda. Chegamos ao ápice e nos jogamos na cama, cansados.

Notas finais
E ai? Gostaram? É, não teve aquele romance mas pelo menos eles foram pros finalmente hehehehe beijos e até a proxima! ps: deixem mts comentarios, favoritem, recomendem, acompanhem p qnd eu entrar de novo ficar feliz e se der postar mts caps