Brincando com sentimentos
20 Capítulo 20
Notas iniciais
Pov Finn
Havia começado a chover e eu e Rachel entramos na barraca deixando um pequeno lampião aceso. Ela estava comendo um biscoito e eu apenas pensando, ambos deitados.
– E se não encontrarem a gente? E se a gente morrer por aqui? –ela enfim perguntou, me acordando de meus devaneios
– Sério que esta pessoa ao meu lado é a Rachel Berry?
– Porque? –ela gargalhou
– É porque eu pensei que você não tinha medo de nada.
– E não tenho.
– Não foi o que pareceu quando eu falei da cobra –gargalhei e ela me fuzilou com o olhar
– Mas eu to falando sério, Finn. E se aparecer algum bicho selvagem, tipo uma onça?
– É capaz dela se apaixonar por você, pensando que você é um leão –Rachel pulou em cima de mim e começou a me estapear
– Ta dizendo eu meu cabelo é uma juba? Eu sei que meu cabelo ta bagunçado ma não é pra tanto–tapas e mais tapas, segurei em suas mãos e me virei por cima dela.
– Para de me bater sua louca, foi só uma brincadeira –eu ria
– Sou algum brinquedo por acaso? Hoje você está insuportável Finn Hudson –ela bufou de raiva– E me solta porra.
Eu a soltei e voltei a deitar quieto. Alguns minutos depois eu ouvi alguns soluços, algo como se Rachel tivesse chorando.
– Hei, você está chorando?
– Não. Me deixa –ela disse chorosa
– Me desculpa eu estava brincando neném –eu virei ela encontrando nossos olhares
– Não é por causa daquilo, eu sei que você é um idiota –ela sorriu amarelo– Mas eu to com medo.. e nada de ironias, ok?
– Eu estou aqui com você.. não vou deixar nada lhe acontecer. Vem cá –a puxei para mais perto e ela enterrou seu rosto em meu peitoral
– Eu descobri tantas coisas com você Finn.. até como ficar perdida em uma floresta –ela disse mais descontraída
– Ah é? Qual a primeira coisa que descobriu comigo? –arqueei uma de minhas sobrancelhas e ela me olhou sorrindo
– Que menina tem vagina e menino tem pênis –ela gargalhou e eu inconsequentemente também.
Flashback mode on
Rachel e Finn com sete anos de idade brincavam na piscina na casa do pai de Finn, tomando banho pelados.
– Finn, porque o seu é diferente do meu? –ela perguntou olhando o sexo do menino
– Não sei –ele olhava curiosamente o dela também.
– É engraçado o seu –ela puxou e ele gritou
– AAAAI. Isso dói Rachel.
– Desculpa. Parece uma minhoca –ela gargalhou– Porque ele ficou em pé?
– Não sei –ele disse inocente– O seu nem tem como puxar –ele pareceu frustrado em não poder descontar.
– Será que é isso que diferencia menina de menino?
– Acho que sim. O meu pai tem um igual ao meu, e é grandão.
– Eu já vi a minha mãe pelada, e era igual o meu só que cheio de pêlos.
– Cheio de pêlos?
– Sim, como uma aranha.
Flashback mode of
– Eu lembro –ele disse quase chorando de tanto ri
– Como a gente era inocente, né?
– Você ainda é –ela me olhou– um pouco.
– Porque fala isso?
– Você ainda é virgem, tipo, acho super legal esta sua escolha de não perder a virgindade com qualquer um. De esperar o cara certo.
– Não existe cara certo.. existe o menos errado.
– Se você diz, quem sou eu para discordar.
Ficamos em silêncio por alguns minutos.
–Finn?
– Oi?
– Que tal você ser o garoto menos errado?
Pov Rachel
Finn me olhou, seus olhos esbugalhado devido a minha proposta.
– Co-co-como? Tipo, eu tirar a sua virgindade?
– É. Meu BV foi você que tirou mesmo.
– Mas era algo menos intenso né..
– A gente já se pegou algumas vezes.. e foi intenso.
– Eu sei.. mais é que..
– Hei, se não quiser, tudo bem –sorri– Só acho que a gente descobriu muitas coisas juntos, e eu gostaria de descobrir isso com você. Somos amigos, nada vai mudar depois disso.
– Realmente, nada mudara.
– Então? –eu me sentei e ele também
– Então eu vou lhe ajudar com esta descoberta, senhorita Berry.
Finn se aproximou de mim e me beijou com calma, eu acho que ele queria fazer ser especial e tava conseguindo em uma clima muito bom, estava meio frio, a chuva caia sobre a barraca, o lampião aceso, seu beijo doce e carinhoso, sua mão segurando meu queixo delicadamente. Lentamente tirei sua camiseta, e ele em seguida tirou a minha blusa. Arranhei de leve seu abdômen que se encolheu sentindo cócegas. Ele apertou minha cintura e me puxou ainda mais para perto, me fazendo sentar em seu colo. Prensei meu corpo ao seu o máximo que conseguia, pude sentir seu membro começar a dar sinais de vida. Ele me apertou em um abraço e eu lhe beijei mais intensamente. Em alguns minutos apartei o beijo por falta de ar e ele começou a distribuir beijos pelo meu pescoço e toda região da minha clavícula enquanto abria com serenidade o fecho do meu sutiã, assim que o fez deslizou as alças sobre meu ombro e novamente voltamos a nos beijar, agora com volúpia, ele acariciava meus seios e eu afagava seu cabelo. Mais uma vez separamos nossos lábios e ele abocanhou meus seios chupando-os com desejo, aquilo era muito bom, arqueei um pouco a cabeça para trás me deliciando com aquela carícia. Finn se ergueu um pouco e começou a me deitar sobre o finíssimo colchonete, se encaixando idealmente sobre minhas pernas. Ele tirou minha bermuda, com minha ajuda obviamente, e eu lhe ajudei a retirar a sua, deixando-o apenas com uma cueca boxe preta. Sorrimos com malícia e então ele voltou a se encaixar em cima de mim, forçando seu corpo contra o meu me excitando ainda mais. Arfei e mordi meu lábio inferior.
– Está bom? –ele perguntou e eu apenas consenti– Vai ficar ainda melhor.
Ele sorriu de lado e arredou minha calcinha penetrando um dedo em minha vagina, soltei um gritinho afobado e cerrei os olhos.
– Isso, isso Finn..
Ele continuou com os movimentos, ás vezes lentos, ás vezes rápidos e me fez sentir aquela sensação prazerosa, meu corpo se estremeceu sobre sua mão e eu derreti.
– Aguenta mais? –ele sussurrou em meu ouvido e eu apenas consenti, então ele me beijou e logo após foi descendo sua língua passando por meus seios, minha barriga e então retirou minha calcinha se mostrando deslumbrado com a visão de todo meu corpo despido – Ual, como você.. como você é linda –eu sorri meio sem graça e ele agachou aproximando sua respiração de minha intimidade, senti minha respiração descontrolada encher e esvaziar meus pulmões com tanta rapidez e quando ele me lambeu, puxa, eu cheguei a um lugar desconhecido, a sensação era maravilhosa, sua língua quente me chupando com vigor, eu acariciava sua cabeça e gemia.
– Oh Finn, mais fundo.. droga –arqueei a cabeça para trás– Isso, isso, não para, não paaaa.. –senti mais uma vez meu corpo estremecer e gozei em seus lábios, que fizeram questão de sugar todo o gozo como se fosse um néctar saboroso.
Após retomar o ar me virei por cima dele, precisava fazer alguma coisa também, retirei sua cueca desvendando seu membro super bem dotado que pulsava de tesão. Me perdi um pouco admirada a seu corpo, que era definido e depilado, Finn era extremamente gostoso. Com muita cautela levei minha boca até a cabeça de seu pênis e lhe dei uma mordiscadinha, fazendo-o encolher a barriga, abri a minha boca e a desci sobre seu pênis engolindo-o como um pirulito, ele gemeu rouco e me olhou em súplica, como se eu tivesse o torturando.
– Isso Rachel, sua safada. Me chupa –ele dizia rouco
Tentei fazer um movimento mais rápido, mas não conseguia acobertá-lo todo em minha boca, talvez falta de prática ou talvez o tamanho realmente não se encaixava. Parei então com os movimentos e passei apenas a chupar sua cabecinha, enquanto acariciava suas bolas.
– Você quer mais, Finn? –pergunteu sedutora
– Eu quero entrar em você..
– Eu estou aqui, o que está esperando?
Finn me deitou novamente se encaixando mais uma vez e minhas pernas. Ele ficou passando a cabeçinha rosada de seu membro sobre minha intimidade.
– Relaxa viu? –eu consenti e ele então penetrou devagar, me dando a desconfortável sensação de invasão separando as laterais apertadas de minha vagina.
– Oh, merda!
Ele começou lentamente os movimentos, analisando constantemente o meu rosto. Sem contar que ele me beijava, tentando me desviar daquela aflição.
– Você é fodidamente.. apertada –ele engoliu seco
– Isso que ferra tudo.
– Quer parar? –ele perguntou atencioso
– Não. Continua, e bota botando que passa –eu disse com hesito, mas eu queria mesmo era acabar com aquela sensação de ardência.
– Por tudo que é mais sagrado, se eu te machucar avisa, me manda parar.
Eu consenti mais uma vez. Finn segurou em minha cintura e começou a se movimentar mais rápido, fazendo então seu membro deslizar com mais facilidade. Aos poucos aquela sensação de desconforto foi passando e a sensação de prazer só aumentando, comecei a gemer e Finn se envergou mais sobre mim e eu meio que o abracei arranhando de leve as suas costas.
– Isso Finn, não para.. ta ficando bom –eu disse ofegante e enfim ele sorriu parecendo relaxar um pouco com o meu bem estar.
Ele procurou meus lábios e os chocamos com volúpia, enquanto ele ainda fazia seus investidos movimentos de vai e vem, rápidos e lentos, porém sempre profundos. Estávamos suados e nossas bocas se devoravam com desejo. A sensação de prazer cada vez maior, o barulho de nossos intimidades se chocando eram audíveis, nossos corpos febris e nosso gemidos desesperados.
– Oh god –cerrei meus olhos e senti uma onda de prazer invadindo meu corpo, fazendo com que minha intimidade prensassem ainda mais o membro de Finn, fazendo-o também sentir uma prazer exorbitante sobre aquilo. Foram mais três estocadas fortes e rápidas que me trouxeram o tão esperado gozo me fazendo estremecer e girar os olhos. Finn continuou com mais alguns movimentos até retirar seu pênis e terminar o serviço com suas mãos. Eu pude vê seu membro vibrar sobre sua mão e jorrar o líquido esbranquiçado para fora, seu gemido alto e rouco cortavam meus ouvidos me dando total tesão com a cena. Me sentei me aproximando dele.
– Posso sentir seu gosto? –eu disse já segurando sua mão molhada com seu líquido, ele consentiu e então eu chupei todo o gozo de sua mão nos beijamos mais uma vez, agora com ternura.
– Obrigado –ele disse após separarmos nossos lábios
– Pelo que?
– Por querer descobrir este momento comigo também.
– Eu que agradeço –sorri– Você é muito bom de cama, só não vai se achar –eu gargalhei e ele arqueou uma de suas sobrancelhas
– Sério?
– Muito sério.
– Que bom, sempre que precisar de ajuda –ele piscou para mim e gargalhou divertido
– Bobo.
– Você é muito linda, gostosa, e sabe chupar divinamente. Aliás aonde aprendeu isso?
– Acho que eu chupo muito pirulito –eu ri e ele também
– Sua boba –ele tirou uma mecha de cabelo do meu rosto suado
– Vamos dormir? –eu perguntei meio sem jeito ao perceber que estávamos nos encarando como casaisinhos apaixonados fariam.
– Claro, você sugou minhas energias.
– Posso vesti sua camisa?
– Pode. Eu já te disse que adoro quando as meninas usam minhas camisas depois do sexo?
– Não –eu sorri
– Agora sabe.
Ele vestiu a cueca e eu vesti minha a calcinha e sua camisa. Nos deitamos e nos cobrimos, adormecemos abraçadinhos. Como bons amigos, lógico.
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