Brincando Com o Inimigo

21 Capítulo Vinte e Um.


Notas iniciais
Hey Peeople! O concurso continua, lembrando que o próximo capítulo é o ultimo em que vocês poderão votar. Os títulos: 1 - "Game Times" (Jogo das épocas). 2 - "Painting of Destiny" ( A Pintura do Destino). 3 - "Line of Love" (Linha do Amor). 4 - "The Secret of Love" (O segredo de Amar). 5 - "Playing for Love" (Jogar Para Amar). 6 - "Chance of Love" (Oportunidade Do Amor). 7 - " O Jogo do Amor". 8 - "Brincando com o inimigo". E não vale votar duas vezes. Nem tentem me enganar, porque eu tenho tudo anotado.

POV: Narradora.

Poseidon prensou contra a parede o corpo da morena a sua frente, morena esta que não tardou em passar as cochas ao redor da cintura do deus.

Ele nem mesmo se lembrava do nome dela, o que importava é que ela tinha seios fartos, cochas grossas e uma bunda grande.

As mãos do deus subiram pelo corpo da mulher, passando por suas coxas lentamente, provocando-a. Poseidon apertou sua bunda, fazendo-a arfar, o que só serviu para que ele ficasse ainda mais excitado.

Ele colocou as mãos em seus quadris, para depois morder o pescoço dela lentamente. A morena tombou o pescoço para o lado, dando ao deus mais acessibilidade a sua pele. Ele mordeu o lóbulo da orelha dela, parando ali apenas para sussurrar em sua orelha:

– Você sempre será minha e sabe disso

Aquela frase.

Aquela simples frase que ele sempre dissera a todas, mas nunca com sinceridade.

A imagem de Atena passou por sua cabeça, como vinha acontecendo com bastante frequência nos dois últimos dias. Mas o deus não queria pensar nela, afinal, estava com aquela morena para esquecer da existência da deusa da sabedoria.

Poseidon tirou o vestido da mulher a sua frente, sorrindo ao se deparar com a surpresa de ela estar sem sutiã.

Os seios da mulher eram bonitos. O deus já vira mais belos, mas não podia desmerecer os da mulher.

Como devem ser os de Atena...? Poseidon se pegou pensando, para logo depois desviar o rumo de seus pensamentos de volta à morena.

O deus massageou o seio direito da mulher com o polegar da mão direita, e usou a mão esquerda para tirar a sua calcinha.

Ele tomou seus lábios novamente, enquanto segurava seu quadril e a levava para a cama do hotel.

Poseidon passou as mãos na coxa interna da mulher, perto de sua intimidade, fazendo-a arfar novamente.

– Den... dentro de mim... Por favor! – Ela pediu.

O deus sorriu e rapidamente tirou sua calça. Era incrível como a maioria das mortais eram facilmente excitadas.

Embora isso, normalmente, o entediasse.

POV: Atena.

O resto da reunião com Afrodite fora um tedio.

A minha vontade era de pegar um travesseiro, colocá-lo sobre a mesa, deitar minha cabeça ali e, assim, adormecer.

Minha permanência ali era irrelevante. Marrie e Afrodite é que planejaram tudo, como se eu nem estivesse ali. Não que eu quisesse estar ali, claro.

Embora o fato de as duas conversarem tão animadamente e com tanta intimidade fosse algo suspeito. É claro que Afrodite é o ser mais espontâneo do mundo e Marrie não é tímida, tanto que quando cheguei ela não hesitou em falar comigo.

Mas era mais do que isso. As duas conversavam como se se conhecessem a anos!

Com o demorado passar de duas horas, Afrodite foi embora e Marrie me disse que iria a casa de um tal de Lucas.

Aproveitei que não havia ninguém para me atrapalhar e fui atrás de Poseidon.

(...)

Um bom tempo já havia se passado e eu não encontrara Poseidon.

Eu olhara em cada canto do palácio, mas eu não o encontrara.

Decidi que iria para a biblioteca, se ele não estivesse lá, teria saído e, se ele é ao menos um pouco parecido comigo, provavelmente passaria na biblioteca antes de ir a qualquer outro cômodo do palácio.

Ele não estava lá, mas eu logo me distraí com os livros.

Comecei a ler A Menina Que Roubava Livros, mas volta e meia meus pensamentos se desviavam para Poseidon.

Sacudi a cabeça. Depois do que ele me dissera, tudo o que eu mais queria era esquece-lo.

Levantei e me dirigi à prateleira de discos. Tudo ali me lembrava dele.

Ao chegar lá, vi que um disco estava ao lado do toca discos e, por curiosidade, o coloquei. Queria saber o que Poseidon estava ouvindo quando eu não estava presente.

Logo, uma bela sinfonia no piano começou a soar.

(https://www.youtube.com/watch?v=pkqwRC23HN8)

Smile an everlasting smile (Sorria um sorriso eterno)

A smile can bring you near to me (Um sorriso pode trazer-te para perto de mim)

Don't ever let me find you gone (Jamais me deixe descobrir que você se foi)

Because that could bring a tear to me (Porque isso poderia me fazer chorar)

This world has lost it's glory (Este mundo perdeu sua glória)

Let's start a brand new story, now my love (Vamos começar uma nova história, agora, meu amor)

Right now there'll be no other time (Imediatamente, não haverá outra hora)

And I can show you all my love (E eu posso te mostrar todo o meu amor)

Talk in everlasting words (Fale em palavras eternas)

And dedicate them all to me (E dedique todas elas pra mim)

And I will give you all my life (E eu te darei toda a minha vida)

I'm here if you should call to me (Eu estou aqui se você por acaso me chamar)

You think that I don't even mean (Você pensa que eu não falo sério)

A single word I say (Uma única palavra que eu digo)

It's only words and words are all I have (São apenas palavras e palavras são tudo que eu tenho)

To take your heart away (Pra levar seu coração embora)

You think that I don't even mean (Você pensa que eu não falo sério)

A single word I say (Uma única palavra que eu digo)

It's only words and words are all I have (São apenas palavras e palavras são tudo que eu tenho)

To take your heart away (Pra levar seu coração embora)

It's only words and words are all I have (São apenas palavras e palavras são tudo que eu tenho)

To take your heart away (Pra levar seu coração embora)

It's only words and words (São apenas palavras )

Eu nunca ouvira aquela musica, mas ela me tocara. A letra e a melodia eram belíssimas.

Vasculhei minha mente a procura de algum cantor ou compositor a quem a musica pudesse pertencer, mas não encontrei nada.

Esperei para ouvir a próxima musica do disco, mas nenhum som chegou aos meus ouvidos.

Olhei na bancada da lareira a procura da capa do disco, provavelmente estaria escrito a quem a musica pertencia.

Nada, não havia nenhuma capa.

Olhei para o disco, ele também não tinha nenhuma escritura.

– Estranho...

Deixei isso de lado e fui ler mais alguns livros.

(...)

Ao final da tarde, eu já havia lido "Eu Sou O Mensageiro", "Belo Desastre", "Desastre Eminente" e os três livros de "Os Homens Que Não Amavam as Mulheres".

Fui para o meu quarto, precisava dormir.

Quando passei em frente ao quarto de Poseidon, notei que ele ainda não estava lá.

Mordi o lábio antes de entrar em meu quarto e fechar a porta.

No banho, os meus pensamentos não conseguiam se distanciar de Poseidon.

Talvez seja porque você está na água.

Sorri, eu sabia que não era isso, mas era legal pensar que pudesse ser algo diferente.

Eu tinha plena certeza que estava pensando nele porque estava curiosa para saber onde ele tinha se metido.

Não tente enganar a si mesma. Admita que está preocupada.

Chacoalhei a cabeça. Estava decidida. Iri procurar por Poseidon mais uma vez antes de dormir.

(...)

Quatro horas se passaram. Eu olhara duas vezes em cada canto milimetricamente possível do palácio e não encontrara nem um sinal dele.

Eu o havia procurado em seu quarto, na biblioteca, nos estábulos, nos jardins, na cozinha, na sala de jantar, nos salões de festa, na sala do seu trono, na piscina (embora eu não entendesse porque ter uma piscina dentro do oceano), nas masmorras, nos gabinete e escritórios, em todos os quartos, em todos os banheiros, atrás das cortinas, no telhado e... Nada!

– Eu desisto! — bufei para o nada, me virando e indo para o meu quarto.

Logo que cheguei coloquei a minha camisola, a mesma do dia em que eu viera para cá.

***

POV: Narradora.

Poseidon chegou ao castelo por volta da meia noite, uma hora depois de Atena ter ido dormir.

De manhã, depois de sair da mesa do café, ele passara meia hora na biblioteca ouvindo seu novo disco e tentando, em vão, ler.

Quando percebeu que não iria conseguir se concentrar, o deus não pensou duas vezes antes de ir ao mundo mortal, para... Bem, tentar esquecer Atena de outro jeito.

E, assim, ele passou o seu dia.

Ele entrou em seu quarto e foi tomar um banho.

Ao terminar, colocou sua calça verde do pijama e uma blusa branca.

POV: Narradora.

Tudo estava escuro.

As vozes sussurravam coisas desconexas mais uma vez.

– Ele não vai voltar. — Uma sussurrou.

– Ele morrerá. — Outra falou, um pouco mais alto.

– Não! Ele não pode! É imortal! — Atena praticamente gritou.

– Ele se foi por sua causa.

– Ele corre perigo.

– NÃO! — Atena gritou.

A deusa gritava e se remexia na cama, não suportando os pesadelos que dominavam sua mente novamente.

A porta foi entreaberta, uma cabeça com cabelos morenos e com olhos verdes espiando dentro do quarto.

– Atena, você está bem? — Poseidon perguntou.

– Não! Não! Vão embora! Me deixem em paz!

A deusa se remexia cada vez mais em sua cama, as gotas de suor escorrendo por sua testa.

– Atena, acorde. — Poseidon foi até a deusa, passando a mão em seu ombro seminu, coberto apenas pela fina alça de sua camisola, sentindo a pele macia contra o toque de sua mão.

E foi naquele momento que Poseidon notou que não importaria com quantas ele dormisse, Atena sempre estaria vagando, de alguma forma, na mente dele. Que nenhuma mulher jamais chegaria aos pés da deusa.

– Atena, está tudo bem. Acorde, por favor. — Poseidon sussurrou em seu ouvido, balançando o ombro dela de forma delicada.

Atena se virou de vagar. Sua expressão estava assustada e quando ela abriu os olhos chorosos o coração de Poseidon se apertou.

– Atena, você estava tendo um pesadelo.

A deusa assentiu, a primeira lágrima rolando por seu rosto.

– Não chore. — O deus limpou a gota salgada que caia de seu olho. — Você quer me contar o que aconteceu?

Atena negou com a cabeça, se acalmando com toque dele, sabendo que ele era real, que realmente estava ali.

– Está bem. Eu vou para o meu quarto, se precisar me chame.

O deus se levantou. Ele ia começar a andar, quando uma mão segurou timidamente a sua.

– Poseidon, fique. — Atena pediu.

– Mas Atena eu...

– Por favor.

Atena intensificou o aperto em sua mão. O deus olhou nos olhos da deusa, tão tristes e assustados, implorando para que ele ficasse.

O deus assentiu.

– Está bem.

Ele se sentou ao lado de Atena, esta que abraçou a cintura dele, se aninando em sua barriga.

– Obrigada. — Um fio de voz, quase suspirado, saiu dos lábios da deusa. Essa simples palavra fez o deus estremecer.

– De nada. — Ele sussurrou, afagando os cabelos de Atena.

Notas finais
Eu não sou de pedir reviews, mas esse capítulo é especial. Hipóteses?