Brincando Com o Inimigo

40 Capítulo Quarenta


Notas iniciais
Para começar, desculpa mesmo, gente. Sei que demorei milênios, mas tentem entender, eu tinha começado a escrever o cap no dia que postei o trinta e nove, mas na mesma semana comecei a ter uma prova seguida da outra e quase não consegui escrever. Mas, graças a Semana Santa, tive um tempo pra escrever e o capítulo estava quase pronto. Eu ia termina-lo na segunda passada, mas começou a chover e eu tive que desligar o computador. Pra vocês terem uma ideia, postei a história nova na biblioteca em menos de meia hora. Tive cinco provas semana passada e me enrolei toda. Ia finalizar o cap ontem, mas tive que fazer um trabalho de português enorme. Mas, fiquei tão encucada com o trabalho que misteriosamente fiquei om dor de barriga hoje e não fui para aula... ~assovia~. Enfim, meu irmão entregou meu trabalho e eu passei a manhã escrevendo. Beijos... Vou sentir tanto a falta de vocês e da fic!

Capítulo Quarenta

Atena não o encontrava e isso a estava deixando maluca.

Talvez ela devesse subir ao palco e chamar por ele, mas então ela pareceria desesperada, não é mesmo? Mas, horas, ela estava desesperada.

– Ownt! A cerimonia foi tão linda! – Atena se virou, não podendo sorrir mais. Era Isabelle quem falava, e Syde estava logo ao seu lado.

– Obrigada!

Ela abraçou os dois, contente por eles estarem ali. Afinal, o que a névoa não fazia?

– Amiga, só tem deus grego aqui! – disse Syde, fazendo Atena sorrir com a ambiguidade de suas palavras.

Isabelle deu um tapa no braço dele, o que o fez olha-la, debochado.

– Sua vaca! Louca escandalosa! – disse ele, dramático, fazendo Atena revirar os olhos e rir.

– Não seja xexelento. Mas, realmente Atena, a sua família tem algum problema com nomes de deuses gregos, não tem?

Atena sorriu. Realmente, a sua família não era muito discreta.

– É tradição.

Uma musica dos Backstreet Boys começou a tocar, Drowning se Atena não se enganava, e isso deu uma ideia a ela.

– Gente, eu quero dançar com Poseidon, mas eu não o acho. Vocês podem resolver esse problema? Sei que vocês adoram fazer as pessoas dançar.

Isabelle e Syde trocaram um olhar cumplice e sorriram.

– Pode deixar – eles disseram em uníssono e saíram rapidamente.

Ela os seguiu com o olhar, até que os viu acima do palco, Isabelle já com o microfone em mãos.

– Há não muito tempo – começou ela – eu tive o prazer de fazer Poseidon e Atena dançarem. Naquela ocasião, entretanto, eu o fiz em “favor” a Poseidon, se assim posso chamar.

– Um favor pago, não é Belle? – disse Syde, fazendo todos rirem. Ela deu um tapa nele antes de voltar sua atenção ao “público” novamente.

– Enfim. Hoje, eu estou aqui fazendo um favor-não-pago à Atena.

– Ou seja – prosseguiu Syde – Poseidon, se você não aparecer agora, vai ter que me pagar uma caixa de Wisky.

Todos caíram na gargalhada e Syde e Isabelle devolveram os microfones, a musica voltando logo depois. Atena conseguiu ver Apolo e Ártemis os ajudando a descer do palco. Uma amizade peculiar, mas que pode dar certo, pensou ela.

Sentiu braços a rodeando por trás, fazendo-a se eriçar. Seu cabelo foi jogado para um lado só, deixando um lado de seu pescoço completamente exposto.

Poseidon beijou seu pescoço e roçava a ponta de seu nariz por ali.

– Acho que vou ficar devendo a caixa de Wisky a Syde, porque eu não saio daqui nem morto.

– U-hum.

– Esqueceu como se fala, Atena?

Ele mordiscou o pescoço dela, a fazendo estremecer e se escorar mais ainda contra o corpo do deus.

– Pescoço...

– Gosta?

– Até de mais.

Ela mais sussurrava do que falava, e isso fazia o deus enlouquecer.

Ele mordeu logo abaixo da orelha dela, logo depois a beijando no mesmo lugar. Quando Poseidon a sentiu estremecer contra si, a virou, deu um selinho rápido nela e depois se separou dela, apenas segurando sua mão e a puxando para a pista de dança.

– Desse jeito você me deixa louca.

Ele sorriu, sussurrando com uma voz rouca ao seu ouvido:

– É essa a intenção.

Ele se afastou um pouco e piscou para ela.

Uma melodia suave de valsa começou a soar, e Poseidon a puxou para mais perto.

Ele segurou sua mão e enlaçou sua cintura. Atena segurou seu ombro com uma das mãos e encostou a cabeça em seu peito.

– Você está linda.

– Obrigada.

– Afrodite teve pouco trabalho, afinal.

Atena revirou os olhos, abismada.

– Bobo. Você também está lindo.

– Eu sou lindo.

– E convencido.

– Mas eu nunca neguei isso.

– Sabia que eu sempre fui apaixonada pelos seus olhos? Quando eu ia discutir com você, eu nunca podia olhar para eles porque, se eu olhasse, eu não ia continuar discutindo – admiti.

– Já eu sempre tive a sorte de você não sorrir quando discutimos, porque do contrário eu estaria perdido.

– O que me lembra: falar “te buscarei amanhã pela manhã. Esteja pronta.” Não é nada objetivo.

– Não sou uma pessoa objetiva – respondeu ele, dando de ombros. – Se lembra do dia em que nós saímos para você comprar as suas roupas? Pois é... eu quase tive um infarto quando você desceu as escadas.

Atena sorriu.

– Isso é uma coisa boa?

– Em parte sim. Você estava linda. Em parte não, porque eu queria te beijar e não podia e estava morrendo de ciúmes de você na rua.

Atena revirou os olhos, embora um sorriso bobo brincasse em seus lábios.

– Naquele dia eu estava meio estressada porque percebi que talvez estivesse gostando de você. Naquela época, isso era uma catástrofe na minha cabeça.

– Por causa do seu plano maluco?

– É.

– Sabe o que é mais maluco do que o seu plano?

– O que?

– Sair jogando sapatos nas outras pessoas inocentes no meio da cidade de Nova Iorque.

Atena riu uma gargalhada sonora, fazendo o deus sorrir também.

– Me desculpe. Acho que eu fui meio bipolar naquele dia. Eu jogava sapatos em você, te beijava e depois brigava.

– Eu te provoquei. Passei a mão na sua perna de proposito, só para te provocar. Pensei que você discutiria comigo, e discutir é melhor do que você não falar nada.

– Eu sabia disso. Pulei do carro porque queria ver sua reação. Eu queria que fosse atrás de mim, e você foi.

– Sério?

– Sim. Mas isso não significava que você podia estacionar na frente de um hidrante. Quando eu vi aquilo fique com vontade de te matar com um garfo.

Poseidon riu.

– Com um garfo?

– Sim.

– Por que um garfo?

– Para você sofrer mais.

– Claro. Por que eu não pensei nisso?

Atena riu.

– Você se lembra, no apartamento, quando eu perguntei se tinha comida e você falou “não, mas eu posso matar a sua fome de outro jeito, se você quiser”?

– Sim. Lembro, inclusive, que você não entendeu.

– Pois é... Eu entendi só me fiz de desentendida.

– Atena! Por que fez isso?!

– Não ia te dar corda. E mais, tinha de preservar a minha imagem de garota inocente.

– Então você não é uma garota inocente?

– Por que você não me responde isso mais tarde?

– É um desafio?

– Considere como quiser.

Atena levantou a cabeça, encontrando os olhos do deus. Ele franziu o cenho, a encarando.

– Você acha que vão notar se nós sumirmos? – perguntou ele.

– Pensei que fosse normal os noivos sumirem no meio da festa de casamento. – ela respondeu, lhe lançando um olhar insinuante, com uma sobrancelha arqueada, e Poseidon sorriu para ela, encabulado.

– Eu te amo cada vez mais, sabia? – perguntou ele.

– É reciproco.

(...)

(N/A: Atenção amorezinhos da minha vida!

As cenas a seguir são inadequadas para menores de dezoito anos, ou seja, não contem para os papais que vocês vão ler isso, ok?)

As costas de Atena estavam escoradas contra a parede do corredor, ao lado da porta do quarto, agora, dela e de Poseidon.

Ele a prensava contra a parede, seus lábios se explorando com ferocidade. Suas línguas se moviam de uma forma sexy uma contra a outra. Atena mordeu o lábio inferior de Poseidon e ele apertou ainda mais a sua cintura.

Ela encaixou o seu quadril no dele, sentindo a ereção dele se insinuando contra a calça. Ela separou seus lábios.

– Mas já? – ela perguntou, sorrindo. – Ainda nem começamos.

Poseidon abaixou a cabeça, mordendo o ponto onde o pescoço dela acabava e começava o ombro. Suas mãos apertavam as cochas dela, e Atena estava segurando nos ombros dele e se apoiando na parede para não cair.

– E quando começamos? – perguntou ele.

– Acho que depois de entrar no quarto.

Ela esticou a mão e girou a maçaneta, a porta do quarto se abrindo.

Atena se esquivou dele, embora a contra gosto, e entrou.

– Vou no banheiro e já volto.

– Mas...

– Tranque a porta.

Atena entrou no banheiro e se trancou, para não correr o risco de ele entrar. Ela abriu o armário de baixo da pia e pegou a sacola com as coisas que havia deixado ali.

***

Poseidon trancou a porta do quarto, tirou a gravata, o palito e o sapato, ficando apenas com a blusa sócia e a calça do smoking.

Ele se dirigiu até a cama, onde encontrou, por cima da colcha, um desenho que ele havia feito de Atena nua.

Ele arregalou os olhos. Ela havia entrado no quarto, afinal.

– Esse ficou muito bom, mas o que acha de fazer outro depois dessa noite?

Poseidon engoliu em seco e se virou, encontrando uma Atena seminua a sua frente. Ela estava apenas com um fio dental e um sutiã meia taça vermelho.

– Atena você...

Poseidon tinha começado a ir na direção dela, mas Atena colocara uma mão em seu peito, o fazendo parar.

– Não. Você não acha injusto, Poseidon, as mulheres gastarem tanto dinheiro em lingeries para ficarem sem elas tão rápido? – perguntou, com uma voz inocente, o provocando.

– Eu...

–Pois me deixe ver.

Atena colou seu quadril ao dele, suas intimidades separadas apenas pelos tecidos das roupas. Poseidon colocou as mãos nas costas de Atena, as descendo até chegar perigosamente perto de sua bunda.

Ele esperou que ela o empurrasse ou fosse contra, mas ao contrário. Ela se empinou, ficando na ponta dos pés, e o beijou, empinando sua bunda e o incentivando.

O beijo era lento, sexy e perturbante. Atena explorava a boca de Poseidon sem deixar que ele explorasse a dela, o levando a loucura. Ela passava a língua por entre os dentes dele e fugia de sua língua, o provocando.

Ele escorregou suas mãos para baixou, a apertando e a ouvindo suspirar. Ela passou as pernas ao redor da cintura dele e, quando Atena sentiu que ele ia começar a tirar seu sutiã, se afastou, pulando de seu colo.

– Não, não, não, não, não. Vamos brincar direito. Você pode tocar e fazer o que quiser, mas não pode tirar.

Ela avançou para ele novamente, colocando suas mãos nos ombros dele e o levando lentamente para trás.

– O que me lembra, que eu estou em desvantagem.

Atena o empurrou na cama e passou suas pernas ao redor dele, sentando em cima de seu quadril.

Ela se debruçou sobre ele para desabotoar os botões de sua camisa, dando a ele, propositalmente, uma visão privilegiada de seus seios.

– Sabe – disse ela, já na metade da camisa – eu espero que o que você disse para o Syde, na gráfica, que dependendo da pessoa você não se importa em ficar por baixo, esteja valendo para mim.

Poseidon sorriu.

– Mas é claro que está valendo – disse ele, forçando seus olhos a se desviarem dos seios de Atena ate seus olhos. – Mas eu também quero brincar.

Ele aproveitou que ela havia desabotoado sua camisa, lhe dando mais mobilidade, e inverteu as posições, ficando por cima.

Poseidon começou com os lábios, aproveitando que os dela estavam entreabertos e logo a beijando com a língua. Ele sentiu quando ela passou as mãos devagar por seus braços, levando o que restara de sua camisa.

Suas línguas se enlaçavam com fervor e luxúria, mas, quando Poseidon sentiu que Atena apertava seus ombros, pedindo por mais, ele os separou, indo até seu pescoço. Ele queria vê-la pedir por mais.

Ele começou com o ponto logo abaixo da mandíbula, beijando ali e descendo mais por seu pescoço. Ele fez uma sequência de beijos e mordidas até chegar ao ponto onde se iniciava o ombro, desviando o caminho por ali e indo ate seus seios.

– O que vai acontecer se eu tirar? – ele perguntou ao ouvido da deusa, com voz rouca.

– Eu...

– Sim? – ele roçou sua ereção na calcinha dela, a provocando.

Atena fez algo que o surpreendeu. Ela desabotoou a calça do deus e abaixou o zíper, colocando a mão por dentro de sua cueca e apertando levemente seu pênis. Poseidon gemeu.

– Você não quer descobrir. Não ainda.

Poseidon sorriu.

– Tem certeza?

Atena abriu um pequeno sorriso, o empurrando e ficando por cima novamente.

Ela passou as pernas ao redor do quadril dele, o prendendo. Atena se deitou sobre ele, esfregando seus seios contra seu peitoral, o provocando. Ela sentiu as mãos dele passearem por suas pernas e apertarem lhe as cochas. Ela ronronou de prazer.

– Sabe – disse ela, ao ouvido dele, sua língua tocando levemente a orelha dele – nós podemos fazer um acordo.

Ela voltou a se sentar, o encarando. Ela passeava com as mãos sobre o abdômen dele, e ele lhe apertava a bunda, provocando.

– Um acordo? – perguntou ele.

– Exatamente.

Ela se virou um pouco para trás e se abaixou, tirando a calça dele e o deixando apenas com a cueca boxe.

– Agora vamos ser justos – disse Atena.

Ela levou a mão até as costas, desabotoando o sutiã e o tirando devagar, para logo depois joga-lo de lado.

– Foi uma ótima troca – disse Poseidon, sorrindo.

Atena se debruçou sobre ele novamente, os bicos de seus seios arranhando o peitoral de Poseidon, o levando a loucura.

Atena disse, com os lábios roçando nos dele:

– Por que não me prova isso?

Ela o beijou, seu corpo se mexendo eroticamente contra o dele. Suas intimidades se roçavam, separadas apenas por finas camadas de pano.

Poseidon inverteu as posições novamente, ficando por cima, mas sem interromper o beijo.

Ele colocou as mãos nos seios dela, os sentindo firmes. Poseidon os acariciava enquanto a beijava, e ela arfou sob ele.

Ele separou seus lábios, os descendo até seu colo.

Ele beijou e mordiscou toda a extensão de pele dali, adorando ouvir os gemidos que escapavam dos lábios dela.

Poseidon lambeu os lábios e sorriu, divertido, ao chegar aos seios. Ele apertou o seio direito, o massageando, enquanto, com a boca, brincava com o esquerdo.

Ele rodeou o mamilo esquerdo com a língua, andes de mordisca-lo, adorando sentir as mãos de Atena puxando seus cabelos.

Poseidon levantou o olhar, vendo Atena com os olhos semicerrados e mordendo o lábio. Ela podia ser fogosa e atrevida o quanto quisesse, mas ainda era virgem. Intocada. Ele adorava isso.

Ele trocou de lado, mordiscando um lado do direito. Poseidon lambeu toda a extensão do seio, logo depois afastando um pouco a cabeça e o soprando, sorrindo ao senti-la se arquear.

– Gosta, é? – perguntou ele.

– Foi a melhor troca que já fiz na vida.

Ele riu, divertido.

Continuou no seio direito, o estimulando. Ele mordiscou seu mamilo, durinho, e ela se arqueou tanto quanto possível.

Atena deslizava as mãos pelo peitoral dele, sentindo os músculos rígidos e definidos sob suas mãos. Ela arranhou as costas do deus, deixando a sua marca ali.

Poseidon desceu para seu umbigo, o rodeando com a língua.

Ele passou as mãos nas cochas internas da deusa, perigosamente perto de sua intimidade, e logo depois passando as mãos por seus quadris, sentindo a fina alça da calcinha dela.

– O quão errado seria se eu tirasse? – perguntou ele, o tom malicioso.

Atena nem precisava abrir os olhos para ver o que ele queria fazer.

– Você vai sofrer as consequências.

Poseidon sorriu, embora ela não pudesse ver. Ele colocou as mãos nos quadris dela, os apertando.

– Não vai olhar para mim? – perguntou ele.

Ela abriu os olhos, o encarando.

Poseidon enroscou um dedo em um lado da calcinha, e do outro lado ele prendeu os dentes.

– Vai mesmo fazer isso?

Poseidon sorriu e puxou a liga da calcinha, a rasgando.

– Já fiz.

– Eu avisei.

Atena se arqueou e o beijou. Ela aproveitou que ele estava distraído e tirou a ultima peça infame que o separava dela.

Atena o empurrou, o vendo ficar por baixo de si.

– O que vai fazer? – perguntou ele.

– Cumprir com a sua punição.

Ela se levantou da cama, para total desaponto dele.

Atena parou, completamente nua, diante do deus.

– Olhe para mim, Poseidon. O que você vê?

Poseidon a olhou. Ela estava com os cabelos bagunçados e desgrenhados, a maquiagem levemente borrada, o belo corpo todo marcado com as marcas avermelhadas de chupões e mordidas que ele deixara. Atena estava linda. Linda e incrivelmente sexy.

Ele sorriu e a olhou, não precisando falar nada. Atena corou, embora mantasse a postura.

Não importa o quão atrevida seja. Sempre é Atena. Sempre vai coroar com as minhas provocações.

– Exatamente, Poseidon – disse ela, ainda que ele não tenha respondido. – Estou acabada. Preciso tomar um banho.

– Um banho? – perguntou ele, surpreso, embora começasse a gostar da ideia.

– Mas é claro. Um banho.

Ela foi até a cama, a mão dele, e o puxou. Poseidon se levantou, ficando atrás dela.

Atena colocou as mãos dele em sua bunda e começou a andar, rebolando, em direção ao banheiro.

Atena entrou no boxe e ligou o chuveiro. Ela mal começara a se virar na direção do deus quando ele a virou e prensou contra parede fria do banheiro, a água gelada caindo sobre os dois.

Poseidon tomou os lábios dela nos seus, a beijando. O beijo começou mais calmo, e quando ele viu que não conseguiria aguentar as preliminares se continuasse naquele ritmo, separou seus lábios e começou a beijar o pescoço dela.

Atena estremecia contra ele, suspirando.

– A punição era pra ser sua – ela falou, em um fio de voz.

Ela o empurrou, o escorou na parede e se ajoelhou.

– Atena, você vai mesm...?

Ela colocou a mão sobre o pau dele, o massageando. Poseidon esqueceu como se pensava naquele mesmo momento.

– Shi. – disse ela. Atena acariciava a glande dele com o polegar e depois descia a mão até a base do pênis dele, o levando a loucura. – Vamos acabar logo com isso, não é mesmo?

Atena colocou a cabeça do pênis dele na boca, tocando sua glande com a língua, enquanto masturbava o resto do membro com a mão.

Ela abocanhou o membro todo, e começou a fazer com a boca os mesmos movimentos que a mão outrora fizera.

Atena arranhava o pau dele com os dentes, massageava a cabeça com a língua e, quando Poseidon pensou que não iria mais aguentar, ela apertou seus testículos, o fazendo gozar.

Atena engoliu tudo e se levantou, satisfeita.

Ela mal levantara e Poseidon puxou sua nuca, a beijando. Ele a levou até o quarto, seus lábios não se separando por sequer um segundo.

Poseidon a deitou na cama, delicadamente, e ela ficou meio sentada meio deitada, escorada na cabeceira da cama.

– Tem certeza? – perguntou ele, com calma, olhando em seus olhos.

– É claro que tenho.

Ele a beijou delicadamente, com calma. Era um beijo lento e doce, com a calma de quem tinha todo o tempo do mundo. E eles tinham, não é mesmo?

Poseidon se posicionou na entrada dela e separou seus lábios.

– Vai doer.

– Eu sei.

Poseidon sorriu, a beijando de novo e a penetrando.

Ela sentiu uma dor enorme, e apertou as costas dele, as unhas se fincando na pele dos ombros dele.

Atena separou seus ombros, mordendo o ombro dele com força. Ele começou a se movimentar dentro dela, e a dor logo foi substituída por prazer.

Ela jogou a cabeça para trás, sentindo aquela nova sensação a preencher.

Poseidon começou a morder o pescoço dela, seu ponto fraco, e ela não aguentou, vindo junto com ele.

Poseidon saiu de dentro dela, se deitando ao seu lado.

– Topa um segundo round? – perguntou ele.

– Só segundo? Temos a noite toda.

Poseidon sorriu, a beijando novamente.

– Temos a eternidade toda.

Notas finais
Meu Deus... Eu acabei a fic. Eu quero chorar. Não vou estender lenços a vocês, porque vou usar a caixa toda sozinha. Sei que não ficou muito bom, mas... Bem, um desconto, vai? Nunca escrevi nada do tipo... Ownt! Estou tão triste e feliz de ter acabado! Agora, os agradecimentos: * À Becky Cahill Hirts, por ser tão fofa, recomendar a fic, e escrever histórias divásticas que me inspiraram e me encorajaram a finalizar o cap e postar. Você é uma linda, e espero que nunca me abandone. * À Bookworm, por recomendar, sempre comentar, me motiva SEMPRE, conversar comigo por reviews nas madrugadas e ser uma fofolete do meu coração. * À anna clara ♥ essa fofa. Recomendou e foi uma das poucas que me apressaram. Obrigada linda, se não fosse você, a quem eu prometi terminar o cap por volta do fim de semana (vamos fingir que hoje é domingo) o cap não teria saído hoje. * À Lyannes... nem preciso dizer nada, neh? Sua linda! Você estava falando comigo enquanto eu terminava o cap! Enquanto eu escrevia quase todos, para falar a verdade... você adora conversar comigo no face e no watts, né? Reciproco.. * À poseiten4ever... Meu Deus, garota! Vem cá! Me abraça! Receber um comentário seu é o mesmo que comer uma caixa inteira de Ferrero Rocher! * À Lady Susan S2! Querida, linda, fofa que sempre comentou, mesmo quando ninguém comentava! Se não fosse por você e pelo Gustavo Binow, a fic provavelmente não teria passado do capítulo dez. * À Bia Beckett... Tenho que falar alguma coisa, flor? Você é muito diva! Tenho vontade de te abraçar a cada vez que leio um comentário seu. * À Brenda, que recomendou a fic e vive comentando, além de adorar inflar o meu ego... (pode continuar. Eu deixo). * À Rebeca Woset, por adorar a minha Afrodite interior sem perceber e ter palpites tão bons em relação ao enredo que já me fez mudar a história umas três vezes para surpreende-la... * À Miss Potter Valdez Di Angelo, porque "Elogiou a minha escrita tem um lugar especial reservado no camarote do meu coração." Aushaushaush. Brinks. Mas é sério, linda. Lugar especial reservado no meu core. Tenho muitos outros a agradecer, como miss jackson, Filha de Apolo (fala mana!), Nath Jackson Salvatore, Nebulosa (você me lembra muito uma grande amiga...), Filha do Pescador e muitos outros... a fic não existiria sem vocês. Muito obrigada, mesmo. Vou sentir tanto a falta de vocês... Bem, vou postar o cap da outra fic. (Não me crucifiquem. Os primeiros caps daquela fic estão prontos desde o ano passado). Deem uma passadinha lá. Acho que vão gostar. http://fanfiction.com.br/historia/607437/Talvez_Seja_Mais_do_Que_Isso/ E, meninas que eu leio as fics, eu não abandonei vocês! Só estou com a vida muito corrida... Vou voltar e comentar em cada cap. Já li todos, só não comentei. Aushaushaush. Volto lá hoje mesmo. Isso também se adequa a MPs, okay Becky? E Erica/Bookworm! Que último capítulo foi aquele, amiga?!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!