Brilhante Victória- Festival De Sangue
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Naquela mesma noite, ainda na casa da Tori, ela estava em seu quarto, com a cabeça enterrada em seu traveseiro e mergulhada me pensamentos.
Tori(pensando):Como ele pode? Dizer que me ama mais do que uma amiga?Você não ama seus melhores amigos! Ele é o meu melhor amigo, eu amo o Beck, eu quero o Beck! Por que a minha vida tem que ser tão complicada? Eu o amei na primeira vez que o vi, quando derramei acidentalmente o café em sua camisa, eu pensei que ele me amasse de volta...Mas ele ainda ama Jade, parabens Jade, não sei como você consegue...Até o André já sentiu uma queda por você uma vez.
Por um breve momento, Tori fica incomodada ao lembrar daquilo.
Tori(pensando):Não, André é apenas meu amigo,meu melhor amigo...Eu não sei, depois dessa noite...
Na manhã seguinte, na casa do André, ele acorda deitado na cama de seu quarto, mas ele estranha...Ele não tinha dormido no sofá? Como ele parou na cama? Seus pais e irmã estavam viajando, ele olha para o relogio e vê que já estava na hora de ir, ele sai da cama, toma banho, faz a higiene bucal, e prepara o café rapidamente, mas assim que ele toma o café, ele sente um gosto horrivel.
André: Argh! Será que eu faço um café tão ruim assim?
André come a torrada, mas inesperadamente ele cospe para fora.
André: O que está acontecendo, hein? Não dá tempo, tenho que ir senão eu me atraso.
André sai de casa,entra no carro e vai embora, minutos depois, na sala de aula do Sikowitz, Robbie estava com uma vara de pesca e explicando o seu esquema para Cat, Jade estava lendo um livro e Beck entra na sala e vai até Jade.
Beck: Oi Jade.
Jade: E ai Beck?
Beck: O que você está lendo?
Jade: Um livro.
Beck revira os olhos.
Beck:Eu perguntei sobre o que você está lendo.
Jade:É sobre a historia de um conquistador chamado Vlad Dracul, ou conhecido como Vlad o empalador.
Beck: Não é o que serviu de inspiração para o Drácula?
Jade: Ele mesmo.
Beck se senta ao lado de Jade.
Beck: Mas para que está lendo a historia da vida dele? Vai fazer uma peça sobre ele?
Jade:Não, mas até que não é uma má ideia...
Nesse momento, Tori chega na sala e vê Beck e Jade juntos, ela vira o rosto e se senta, ao lado da Cat, ouvindo a sua conversa com Robbie no processo.
Robbie:Eu estava pensando em fazer uma versão maior daquele brinquedo , aquele que você pesca peixes de brinquedos com imã, eu já preparei a vara.
Cat: Mas Robbie, se os peixes são mecanicos, como vão funcionar dentro da agua?
Robbie:Mas eles não estarão dentro d'agua.
Cat: Mas como podem ser peixes? Se não estão dentro da agua?
Robbie: Não será exatamente agua onde os peixes estarão.
Cat: Pobres peixes, vão morrer sem agua.
Nesse momento, André entra na sala e senta um pouco longe deles, Tori olha para ele e ele olha para ela, depois de dois segundos, ele vira o rosto e ela tambem, Sikowitz aparece.
Sikowitz: Bom dia meus alunos com marcas de furos em seus braços.
Robbie: Marcas de furos nos braços?
Sikowitz: Acredito que todos vocês são vacinados, não é?
A turma toda afirma que sim.
Sikowitz: Então...Marcas de furos nos braços!
Depois da aula, intervalo, aula de novo, Tori e André ficavam se evitando, na verdade era André que evitava mais a Tori, que se sentia arrependida pelo que disse para André, na hora da saida, André estava no estacionamento, ele olha para o sol e por um momento sente seus olhos queimarem, ele rapidamente abaixa a cabeça.
André: O que foi isso? Desde quando os meus olhos ficaram tão sensiveis ao sol?
André entra no carro e apoia os braços no volante e apoia a cabeça neles, ele repensa no que a Tori disse a ele.
"Acho, por que é ele quem eu amo e não você!"
André:Falou Tori, se você prefere assim.
Inesperadamente, André volta a pensar na garota que tinha visto em seu pesadelo ontem, aquilo parecia surreal demais para ser de verdade, mas ele tinha sentido dor , ela tinha o mordido em seu pescoço e parecia ter sugado seu sangue, André olha no retrovisor e vê dois marcas de mordidas em seu pescoço, ele fica um pouco abismado, mas acha aquilo um absurdo.
André(pensando):Hunf! Vampiros.
Enquanto isso na casa da Tori e da Trina, Tori chega em casa enquanto Trina estava assistindo televisão.
Trina:Tori, o que leva uma pessoa ao começar o primeiro clipe da vida dela assim?
Tori: Assim como?
Trina: Vestindo uma camisa de seda, um bracelete da Mulher Maravilha, uma argola em uma das orelhas que é bem feia e com os braços ao redor da cabeça?
Tori:Eu não sei Trina, e não quero saber!
Trina: O que você têm hoje?
Tori: Nada.
Trina se levanta do sofá e vai até Tori antes que ela chegue as escadas.
Trina: Você nunca foi de ficar aborrecida a toa, me diga o que houve.
Tori: Eu não tenho nada para falar Trina!
Trina: Não têm? Ou não quer?
Tori: Não sei...Talvez os dois.
Trina: Se abre para mim, mana.
Tori: Me deixa um pouco sozinha, por favor.
Tori sobe as escadas e vai ao seu quarto, enquanto Trina volta ao sofá, preocupada com sua irmã, enquanto isso, André chega em casa e entrando na cozinha, ele encontra uma garrafa de suco em cima da mesa com uma taça e um bilhete ao lado, André pega o bilhete e estava escrito o seguinte.
Um presente daquela que te ama e te quer bem...Espero que goste.
André: Obrigado vovó.
André abre a garrafa e coloca o conteudo na taça, mas ele estranha, aquele suco parecia katchup, mas não tinha cheiro, isso o faz lembrar de quando Robbie tinha feito o Robarazzi e um dos boatos que sairam dele era que ele era viciado em katchup, o que obviamente não era verdade, mas que tipo de suco era aquele? Possivelmente de outro país.
André: Bem...Sempre dizem que é bom provar coisas novas.
André bebe o suco, e em um segundo sente o gosto do liquido e cospe para fora, liga a torneira levando a boca desesperadamente e seca com uma toalha, aquele suco não era suco, era sangue, quem mandaria sangue para ele beber?Obviamente não a avó dele, é fato que ela têm uns parafusos a menos, mas não ao ponto de mandar sangue para ele beber e onde que ela iria arrumar sangue? Aquilo era horrivel, mas ao mesmo tempo o gosto parecia tão...Doce e delicioso.
André: Quem foi que mandou isso?
De repente, André sente a presença de alguém, ele corre até a janela e a abre e não vê ninguém, ele fecha a janela, mas realmente tinha alguém o observando.
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