Notas iniciais
Olá, olá pessoinhas. Demorei eu sei, porque estava sem criatividade! Bom achei que ficou meio meloso ou sei lá. Os vampiros narraram hoje. Vou viajar semana que vem. E as aulas também já iram começar, vai ser um pouco difícil de postar. Mas não vou largar a fic! Boa leitura. ~~Pandatman.

[Autora narra]

Assim que chegaram no colégio. Como sempre Yoshino, Akiko e Evanecer ficaram no primeiro andar. O restante seguia pela extensa escada.

No 2 andar permaneceram, Mieko, Yukia, Katherine, Akira, Many e Saburu. E os outros continuaram o percurso.

E já no 3 andar, permaneceram, Ayato, Laito, Kanato, Shu, Reiji, Kotori, Kou, Ruki e Yuma.

~~Sala: 1 ano B~~

As garotas, chegaram e se sentaram em seus respectivos lugares.

– Educação física! – Falou Akiko erguendo seus braços para cima, como se fosse a coisa mais divertida de sua vida.

– Pelo menos, está uma noite fresca hoje.- Falou Evanecer.

– Calor é muito ruim.- Falou Yoshino olhando para a janela.- Hoje tem lua cheia.

Assim uma professora baixinha, de cabelos pretos, os mesmos estavam prendidos.

– Vamos, pessoal!- Falou ela.

Quando todos estavam na quadra, já com a roupa apropriada. Um calção não muito curto preto, uma camiseta azul-marinho com o símbolo da escola para as meninas. E para os meninos, Blusa preta com o emblema do colégio, e um calção cinza.

– Aqueles não são os meninos e a Kotori?- Perguntou Yoshino.

–São, sim- Falou Evanecer.- Nem nós, falaram que teriam a mesma aula que a gente.

Logo viram que Kotori, vinha em direção a elas. Seu cabelo estava preso em um alto rabo-de-cavalo.

–Yooo. – Falou a mesma.

– Vocês nem falaram que iam ter a mesma aula.- Falou Yoshino.

– Eu me esqueci.- Falou Kotori- Pelo menos me livrei desses vampiros.

– Eles não são tão ruins, eu acho- Falou Akiko- O lado bom é que, Laito, não fica mais se achando. Como se eu fosse sua escrava.

– Mas você deu uma boa lição nele.- Falou Evanecer.

Logo a professora fez um gesto para que viessem jogar.

Futebol contra a sala de Kotori.

~~ Sala 2 º ano A~~

Mieko, Yukia, Katherine, Akira e Many, conversavam, enquanto Subaru observava tudo com a cabeça deitada na carteira.

– O que ele tanto olha?- Perguntou Mieko com o rosto um pouco corado, ao perceber que ele a observava.

– Ele olha você, é um tanto estranho um vampiro se apaixonar, não?- Falou Akira agora olhando Mieko com um sorriso sapeca.

– Bom, realmente já faz uns 5 minutos que ele a olha.- Disse Many.

– Subaru-kun, não esperava isso. – Disse Yukia dando uma risadinha.

Mieko olhava bem mais corada que antes.

– Dariam um ótimo par.- Disse Katherine.

– Sim.- concordou Akira ainda com o sorriso.

Mieko disfarçava olhando em sua mochila.

– Aulo do que?- Perguntou Yukia.

– Matemática.- Falou Many.

– Vamos sentar, pessoal!- Disse o professor entrando.

[Subaru narra]

Assim que o sinal bateu para descermos para o intervalo. Fui atrás de Mieko, que me recebeu com um sorriso, mesmo que anjos sejam gentis, eles geralmente não gostam de vampiros.

Acho que realmente ela me conquistou.

– Olá, Subaru. Algum problema?- Perguntou. Ela deve estar estranhando minhas ações. Bom, com motivo. Não deve ser uma coisa legal eu ter a olhado três aulas seguidas. Mas não pude me conter.

– Não, nada.- Falei.

A sala já estava vazia, voltei meus olhos a janela., havia começado a chover.

– O que quer então? – Perguntou ela, um tanto constrangida por estarmos a sós.

Então realizei um ato um tanto apressado.

– Você realmente quer saber... então tá.- Dei uma pausa.- Eu quero você

– Nani?!- Disse ela um tanto rubra.. mas fofa, retomou.- Está com fome? Quer meu sangue?

– Você nunca entende nada.

Aproximei-me dela, segurei seu queixo a obrigando a olhar-me.

– Subaru-kun. – Ela sussurrou.

– Olhei-a atentamente.

Soltei seu queixo e pus meus braços ao redor de sua cintura.

Quando ia beijá-la, um trovão soou alto. Ela se agarrou em mim, por causa do susto ela se agarrou em mim. Pude sentir sua respiração em meu peitoral. Ela não era baixa, tinha estatura media.

Ela levantou seu rosto, me encarando, após isso ela enrosca seus braços me dando um sorriso carinhoso. O que me surpreendeu.

A puxei para mim. Seus lábios eram macis e doces, mas ela não parecia ter muita experiência. Será que era seu primeiro beijo?

Ela ficou meio sem saber o que fazer quando aprofundei o beijo, mas logo retribuiu.

Cessamos o beijo por falta de ar. Maldito oxigênio!

– É errado, você sabe.- Falou ela.- Os anjos não aceitariam isso.

– E quem disse que eles precisam sabe?- Falei, beijando sua testa.

– Não podia fazer isso mas... eu te amo.- Falou ela corada.

[Ayato narra]

Sai da sala, passando por corredores tumultuados, esses humanos adoram fazer bagunça.

Avistei Akira-chan no final do corredor, fui desviando de um monte de gente para chegar até ela.

A morena me olhou como se já soubesse o que eu faria... perturbá-la.

– Então “cabeça-de-vento”, o que está fazendo? – Perguntei.

– Tsc... como você é chato, ruivinho.

– Me deu um apelido, que bonitinha.- Sorri de canto, enquanto ela bufava. Saiu pelo corredor e eu fui junto.

– Está irritada mais do que o normal, o que houve?- Perguntei, mesmo que não admitisse ela me preocupava.

– Não aconteceu nada.- Disse ela, estava na cara que era mentira. Decidi não tocar no assunto então.

Então apareceu um garoto, da minha altura, cabelos pretos. Olhos vermelhos. Era um vampiro, dava para sentir seu cheiro de morte escondido com um perfume barato. Ele usava o uniforme igualmente bagunçado como o meu.

– Akira, o que faz aqui....- ela não pareceu gostar da presença dele.- com esse cara?- completou.

– Esse cara não, Akira é minha namorada. – Falei a puxando para mim, mesmo sabendo que depois ela iria me estraçalhar.

– Sou John Smith intercambio dos E.U.A. – Falou com sorriso falso. – Akira, você não me contou que tinha um namorado...

– E eu não tenho.- Falou ela saindo de perto de mim, estava vermelha... de raiva.

– Mas agora tem! – A puxei para longe o mais rápido o possível.

– Quem lhe deu permissão para fazer isso.- Disse ainda brava.

–Não preciso de permissão, você me pertence!- Falei agora também bravo.

– Vá para o tártaro. – Ela saiu batendo os pés. Eu a segui.

Agora estávamos andando no meio da chuva.

Agarrei a pelos pulsos.

– Me larga, Ayato.- Ela puxou e se soltou com facilidade.

Resolvi arriscar, a puxei com força. A fazendo colar em mim. A chuva só aumentava.

A beijei ali mesmo. Bom, não foi um beijo, foi mais pra selinho. Se eu não tivesse recebido uma joelhada nas partes baixas....

Enquanto eu gemia de dor, só pude a ouvir me xingando de algo e logo após a vi saindo correndo na chuva.

[Reiji narra]

Katherine estava estonteante hoje. Ela estava toda sorridente me contando que havia tirado a nota mais alta entre todos os alunos da sala.

– Vamos comer algo?- Perguntou ela.

–É claro, senhorita.- falei.

– Reiji-san, não é necessário me chamar de senhorita, me chame de Katherine.

– Ah sim.- falei.- Queira me acompanhar, Katherine.

Fomos até a cantina. Nossa, cantina mais parecia uma praça de alimentação de um shopping.

Ela comprou um sanduíche natural acompanhado de um suco. Eu apenas comprei um café.

Sentamos em uma mesa afastada da bagunça.

Estávamos em silencio, até que ela terminou seu lanche.

– Confirmei hoje.- Felei sério como sempre. – Você é mesmo uma bruxa.

Ela ficou boquiaberta e não disse nada.

– Você foi adotada, provavelmente você herdou esses poderes de seus pais. – Falei e ela ainda tentava entender tudo.

– C-como você sabe que eu fui adotada. – Perguntou.

– Sei mais coisas do que você pensa. – Olhei para ela por um momento queria confortá-la. Mas não vou demonstrar este sentimento que quero ignorar.

[Kou narra]

Assim que bateu o sinal, sai correndo até a sala da Yukia-chan.

Finalmente os alunos da sala começaram a sair. Yukia saiu, sem ela perceber a puxei.

–Ah, me solta. – Falou ela vermelha quando perceber que era eu.

– Yukia-chan, não deixarei você fugir de novo.- a puxei para a sala de artes, que agora se encontrava vazia.

Abracei-a.

Minhas mãos agora estavam em sua nuca, ela apenas retribuiu também.

Senti suas mãos em minhas costas. Ficamos assim por alguns instantes, depois a soltei.

Ela segurou meu rosto com delicadeza, suas mãos estavam em minhas bochechas.

– Deixe-me ver seus olhos.- Falou ela levantando minha franja do meu olho. O que me arrancou um sorriso.

Mas para minha tristeza, mais de seis meninas entraram na sala. Parecia que elas matariam Yukia só com o olhar

– Kou-senpai! – Falou uma garota entre elas.

Logo um círculo de garotas se formou a minha volta, o que fez Yukia recuar e ir embora.

[Ruki narra]

Como estava chovendo, fui a biblioteca, sentei-me na primeira mesa. Estava lendo um livro de meu pai, minha única lembrança..

Ouvi o som da cadeira se arrastar, alguém sentou do meu lado. Não olhei, apenas ignorei e me concentrei em ler.

Após a leitura de dois capítulos, olhei em meu relógio, faltava pouquíssimo tempo para acabar o intervalo.

– Esse livro deve ser bom, esta ai lendo. Até me ignorou.- Ouvi uma voz familiar, olhei ao meu lado era Evanecer.

– Certamente.- Falei, a observei, estava comendo um iogurte, provavelmente de morango. Olhei para seus lábios, por um momento senti vontade de beijá-la. Ela percebeu que eu a olhava.

– Perdeu alguma coisa?

– Não, só sua boca esta suja de iogurte.- Menti.

Ela acreditou e virou envergonhada, enquanto olhava para sua boca com um espelho pequeno que tirou de sua bolsa.

– Mentiroso.-Falou com raiva, ela só não me bateu porque estávamos na biblioteca.

Dei um risinho.

[Kanato narra]

Sai andando com o Teddy, fui até a cantina comprei alguns doces. Sentei em um canto de um corredor vazio. Vi Yoshino entrando no corredor, estava chorando. Quando ela me viu, venho até mim.

Sentou ao meu lado.

– O que houve Yoshino-chan? – Perguntei preocupado.

– Alguém machucou Yoshinon! – Falou ela mostrando a orelha rasgada.

– Vem vamos consertar.- Falei me levantando. Já com Teddy, estendi a mão e ela a agarrou, levantando.

Sem soltar a mão dela, a levei até a sala do clube de costura.

– Olá, Miku-chan. – Cumprimentei a menina de cabelos verdes azulados que estava na sala.

– Yoo, Kanato-kun.- a menina sorriu, olhou para Yoshino que estava ao meu lado. – É sua namorada.

Yoshino corou, igualmente a mim.

– O.k. O.k. Já entendi. – Falou Miku.

Soltei a mão de Yoshino.

– Miku-chan, você podia consertar isso. – Falei e Yoshino, mostrou a orelha rasgada de Yoshinon, que agora choramingava.

– Peraí esse bicho, tá resmungando. – Falou Miku assustada.

– Não, não é só um truque.- Falou Yoshino, os humanos não podiam saber que esse tipo de coisa existia.

– Ah, é claro. – Falou miku.

– Bom, pode consertar?- Perguntei.

– Claro que sim!- Falou miku.- Venham buscar depois que acabar as aulas.

– O.k- Falou Yoshino ainda um pouco triste.

Peguei a mão de Yoshino e saímos da sala.

– Vou ficar sem o Yoshinon.- Falou ela triste.

– Fique com o Teddy, até pegar Yoshinon- Falei o entregando a ela.- Não vai demorar muito pra acabar as aulas.

– Arigato. – Falou ela pulando em mim, quase cai. Mas consegui me equilibrar. A soltei no chão.

– De nada.- Falei fazendo carinho em sua cabeça.

[Laito narra]

A chuva só aumentava. Olhei pela janela ainda em minha sala. Estava sozinho. Fiquei lá um tempo. Até que Akiko apareceu, estava animada.

– Yooo, Laito-kun.-Falou.

Ela pega uma cadeira e coloca ao meu lado.

– Yo,. – Falei.- O que faz aqui? Achei que não gostasse da minha companhia.

– Não seja bobo! E só que você me irrita as vezes.

Ela sorriu, apenas fiquei quieto.

– Nossa que chuva, não é?

Assenti, ela me olhou.

– Que desanimo é esse?

– Não é nada.- Falei.

– Sei.

Voltei a observar a janela.

Quando virei para falar algo, Akiko havia me beijado.

Estranho... mas correspondi, é claro.

Ela estava com as mãos em minha nuca, em quanto eu coloquei minhas mãos em sua cintura.

Paramos o beijo por falta de folego.

– Não me diga que se apaixonou.- falei a olhando com um sorriso de canto.

– Baka. – Falou ela, vermelha, não sabia se era de vergonha ou de raiva.

[Shu narra]

Estava com Kotori na sala de música. Logo após ela cantar uma música tocando piano. Devo admitir que a voz dela é linda. Ela sorriu depois de terminar a música.

– O que achou?- Ela me perguntou.

– foi ótimo, mas ainda tem que melhorar.- Menti, ela tinha cantado perfeitamente.

–...- Ela ficou emburrada.

– Kotori, quer ir lá comprar doces?

– Eu quero!- Falou ela animada, mudava de humor rápido, era só falar em comida. – Vamos!

Ela pegou minha mão e saiu me arrastando pelo corredor.

Assim que ela escolheu os doces, paguei. Sentamos em uma mesa.

– Ariagatou.- Falou ela apertando minhas bochechas. – Tão fofinho!

Observava-a comer os doces atentamente. Sorri.

– Por que está sorrindo? – Perguntou ela enquanto comia um bombom.

– Não estou sorrindo.- Respondi.

– Está sim!- ela rebateu.

– tsc.. talvez eu possa sorrir.

– Já admitiu!

– Baka.

Assim que ela terminou de comer os doces. Voltamos a sala.

– Não consigo tocar essa música.- Falou ela irritada, tentando tocar no piano.

– Deixa que eu te ensino. – Falei coloquei minhas mãos em cima das dela, Meu rosto estava próximo de seu pescoço, o cheiro de seu sangue me impregnava. Não resisti. A mordi.

– Solte, Shu!- Ela me conseguiu fazer eu a soltar.

Peguei um curativo e coloquei em seu pescoço.

– Pensei que ia me ajudar, não me morder! – Falou ela irritada.

– Desculpe.- Falei, estava pedindo desculpas!?

– Tá.- Ela fez um biquinho fofo.

– Ei, pare com isso!-

– Isso o que?

– Deixe para lá.

Sentei-me novamente, fechando os olhos. Senti um peso sobre minhas pernas.

Abri os olhos, Kotori sentada em meu colo.

– Baka.- Falou ela me dando um selinho.

[Yuma narra]

Não pude sair por causa da chuva. Então fui até uma sala vazia. Quando entrei vi que Manny.

– Yo.- falei entrando, estava com meu lanche preferido, cubos de açúcar!

– Yoo.- Falou ela, sem desgrudar os olhos de seu livro.

Sentei em uma das carteiras encostadas na porta. Comia e ao mesmo tempo a observava. A ruiva nem se quer me olhou. Levantei e sentei ao lado dela.

– O que foi?- Perguntou ela.

– Nada.-Tentei ver o livro que ela lia, mas sem sucesso.

– Estou lendo A culpa é das estrelas.- Falou ela.

– Ah, não sabia que gosta de romance.- Falei.

– Você poderia pelo menos olhar pra mim.? falei puxando seu rosto para que me olhasse.

– Estou lendo.

– Eu sei, mas deveria dar mais atenção as pessoas.

– Se incomoda tanto assim?

– Sim!

Continua...

Notas finais
Está bom? Está ruim? Comentem. Obrigada por ler.