Bree Tanner - looking eternity

8 A historia por traz da espera.


Notas iniciais
Oie gente... que saudade de vocês... Espero que estejam tão ansiosas pra ler o capitulo quanto eu estou pra postar e pra ler os Reviews de vocês... gente eu fico tão feliz quando vocês comentam... bom mas vamos parar de rasgação de seda e vamos ao capitulo. este eu quero dedicara todos os leitores mas de forma especial a Thais que favoritou essa semana obrigada flor sz... amigas que favoritaram obrigada... as que ainda não fizeram, se acharem que a fic merece favoritem/indiquem/recomendem PFV... se ela não merece , me digam o que devo fazer pra merecer... a fic é nossa... nos vemos nas notas finais... boa leitura... bjus sabor Cullen.

Pera ai, eles estavam com os olhos amarelos?

Eles estavam parados na minha frente, me olhando, como se não entendessem meu olhos também, da mesma forma que os deles me deixaram confusa.

Di – Bree – o tom de voz dele não correspondia ao sorriso que ele estava – não há tempo pra conversar, você precisa fugir – ele puxou meu braço, mas ele não era mais forte que eu – sabemos que você esta prisioneira – ele me puxou mais forte e notou minha cara de confusa – Bree, o que você tem? Síndrome de Estocolmo? Quer ficar aqui com esses...

Fr – Diego, pare de puxar a Bree, ela não quer ir embora... você não ve? Que tipo de prisão é essa onde ela esta sozinha, ou quase sozinha, por que sinto o cheiro de pelo menos mais uns 8 vampiros e um de uma espécie que eu não conheço, em uma varanda???Diego deixa de ser irracional... Bree esta aqui por que quer.

Eu ainda estava muda, depois do discurso do Fred, Diego finalmente me olhou, não digo de modo normal, mas ele prestou atenção em mim...

Di – Bree, isso não faz sentido, fomos alertados que teríamos que matar muito pra te resgatar – estava ai o dedo frio que Alice sentia – como assim você esta aqui por que quer? Bree, fala comigo...

Br – assim que você me deixar falar – nos três rimos, e pudemos ouvir risos baixos dentro de casa também – se você prometer não atacar minha família — os olhos deles se esbugalharam os ouvir a palavra família, eles estavam preparados pra tudo, menos para isso — me ouvir com calma e me explicar algumas coisas, eu ate convido vocês para entrarem na nossa casa.

Diego estava perplexo, ele não conseguia falar, acho que ele ainda estava assimilando as palavras “família e casa” na mesma frase.

Fr – claro Bree... deixa esse idiota pra lá... ele é meio lento, vai levar uns minutos pra perceber, que gente sequestrada não se veste com D&G – ele riu – vem cá, me da uma abraço – eu hesitei, me lembrei do dom dele, não queria aquela sensação – calma, você não vai querer vomitar um alce, eu aprendi a controlar meu dom...

E eu o abracei, era muito bom ter meu amigo de volta. Diego ainda me olhava.

Br- pessoal, pode baixar o escudo, eles vão nos ouvir.

Senti uma movimentação dentro da casa e os convidei para entrar, estavam todos de pé na sala, eu os apresentei.

Br – Pessoal, esses são Fred e Diego – Emmett fez um “humm” que me deixou meio tímida – meninos, o grandão ali é Emmett e a loira é Rosalie, a baixinha é Alice e o loiro é Jasper, esses são Edward e Bella, e a bebe ali é a Nessie, filha deles. E esses são Carlisle e Esme.

Diego não os olhou nem por um segundo, ele me olhava incrédulo, me olhava como quem pergunta se esta sonhando, ou como quem ganha um presente e não acredita que é real.

Fr – Prazer, eu sou Freank fred e este é Diego. Não se preocupe, ele não é idiota assim sempre..

Ca – Muito prazer meus jovens – Carlisle ofereceu a mão pra fred que apertou com vontade, quando ofereceu a Diego, ele apertou a mão dele sem nunca tirar os olhos de mim – sejam bem vindos a nossa casa. Sentem-se.

Finalmente Diego sorriu pra mim, aquele sorriso lindo que eu conhecia bem, aquele sorriso que significava que ele havia entendido tudo.

Di –me desculpem, realmente eu não sou idiota sempre — todos riram – mas é que eu passei 10 meses achando que a Bree estava morta, e desejando estar também, depois que reencontrei o Fred e soubemos que ela estava viva, eu imaginei esse momento um milhão de vezes... então quando percebi que ela não precisa ser resgatada e que esta feliz, deu um curto aqui – ele apontou pra própria cabeça – eu imaginei mil maneiras de te resgatar, e quando apareço aqui, so falta você me oferecer chá – com essa todos rimos alto – levei uns segundos pra me recuperar do maravilhoso susto que tomei.

Então de súbito ele me abraçou, não um abraço normal, um abraço daqueles que se vê em filmes antigos, quando o casal que fora separado pela guerra se reencontra na estação de trem. Levou apenas alguns segundos, mas pra mim era como se tudo que importa no mundo estivesse ali, nos meus braços, eu nunca o deixaria partir.

Fr — é um prazer imenso conhecer vocês... obrigada por nos receber.

Ed — me desculpem por ser indiscreto, mas é que as mentes aqui estão uma loucura...

Di – como assim as mentes???

Br – é, ele é o que ouve pensamentos, lembra que Rilei nos falou sobre ele? E aquela ali no canto – Alice acenou, com cara de tedio, pra ela nada ali era novidade, ela passara tanto tempo observando esse futuro especifico, que já o conhecia de cor – é a que vê o futuro.

Fr – então pelo menos isso era verdade né... então vocês sabiam que nos iriamos vir?

Al — sim, e deixamos a Bree lá fora de proposito, pois sabíamos que se nos vissem primeiro tentariam nos matar sem nos dar a chance de explicar. — Eles dois fizeram uma cara de quem pede desculpas. – não se preocupe, apesar de eu não saber por quem, nos sabemos que vocês foram “incentivados” agir assim...

Ed – então como eu dizia, vocês podem nos contar a historia?

Fr – bom, meu ultimo ano não tem nada de extraordinário, eu havia combinado de esperar a Bree por 1 dia, eu esperei por dois, como ela não apareceu, eu imaginei que ela havia morrido como todos os outros, então eu fugi. Fiquei andando por ai por dez meses, um mês depois da batalha, eu decidi que caçar humanos era estupidez, me lembrei do que a Bree havia me dito sobre a “policia dos vampiros” e decidi que se eu não quisesse problemas com eles eu tinha que evitar me expor, então decidi que caçar animais era a melhor opção para ficar invisível, um dia estava caçando em uma floresta perto da florida e cruzei com Diego praticando o mesmo esporte. Desde então nos estamos andando juntos por ai.

Di – fred, me deixe contar a minha parte e depois explicamos como as viemos parar aqui pode ser? – Fred assentiu, Diego contava pra todos mas olhava so pra mim- bom , naquele dia que fui contar para o Rilei sobre o sol, ele me disse que se eu a quisesse viva, eu deveria guardar esse segredo, então ele me pediu que acompanhasse a victoria para os ultimo preparativos para o grande dia, onde destruiríamos os olhos amarelos e teríamos todo o território para nos, ele me disse que te orientaria a me encontrar antes da batalha, e que eu deveria fugir com você para bem longe... quando todos começaram a chegar próximo ao local onde o cheiro da humana estava, Raoul me viu, eu estava escondido pra te esperar, e começou uma briga, ele estava diferente, acho que o treinamento que Rilei deu a ele foi muito bom, pois tomei uma surra enorme – ele deu um riso sem graça, como se ele se envergonha-se de ter apanhado — perdi uma perna,- eu fiquei chocada — mas no momento que ele ia queima-la um lobo enorme com um pelo meio avermelhado o pegou e eu consegui pegar minha perna e me esconder... bom, depois disso, eu coloquei minha perna no lugar, eu já ia atraz de você, quando vi a fumaça negra e os volturi chegando, então como o covarde que sou eu fugi... nunca vou me perdoar por não ir atraz de você – eu já chorava sem lagrimas e ele também, pra falar a verdade acho quase todos na sala choravam – eu sei, fui um covarde, mas eu achei sinceramente que a Bree estava morta, então fui tentar morrer também. Tentei a fome, após quase dois meses sem uma única gota de sangue – eu estava horrorizada – eu estava deitado em uma floresta e um puma se aproximou, minha sede me dominou, foi a primeira vez que bebi sangue de animal, não era gostoso – ele riu sem humor – mas me fazia sentir menos monstro... então decidi ficar assim ate encontrar um vampiro ou um lobo como o que eu vi na matar Raol para me matar já que eu obviamente era incapaz de fazer isso sozinho- ele parou, respirou fundo, eu percebi que ele estava editando a historia, seja lá o que for que havia naquele pedaço ele teria que me contar depois – então a 2 meses eu encontrei o Fred, e como por pura ironia nos tínhamos os mesmos “hábitos alimentares”, ele definitivamente não estava disposto a me matar, então estamos andando por ai desde então...

Eu olhei nos olhos dele, incentivando a continuar... mas percebi, que ele não queria ter que contar o resto, foi então que olhei pra Fred, pedindo com o olhar que ele continuasse.

Fr- bom – Fred decidiu continuar – a cerca de um mês e meio, fomos encontrados pelos volturi – houve um grande suspiro de espanto da maioria – depois de um pouco de tortura, chegou o ancião deles – só podia ser aro – ele disse que a um ano aguardava nossa visita (gente lembra que quando a Bree vou ate Voltera, aro quase a expulsou de lá? Então ta ai a explicação), explicou algo sobre uma nova adição na sua “corja” a Lennya, um vampira que podia ver o futuro como a Alice, só que ela por ironia do destino só podia ver o dele, ela o havia falado sobre nós, então ele nos disse ser um velho conhecido de vocês, ele disse que sabia que você estava viva, e que estava em mãos de vampiros sádicos, que estavam te mantendo presa e sob tortura na mansão em Forks. É claro que decidimos na mesma hora te resgatar, mas ele nos disse que vocês estariam em maior numero, mas que com meu dom seria muito fácil vence-los, ele ficou particularmente interessado em mim, me disse ate que depois de aniquilar vocês e recuperar você eu teria um lugar a minha espera – ele deu de ombros – mas o que ele mais repetiu foi que, não deveríamos dar chance para explicações, que vocês tinham um vampiro com um dom persuasivo, que nos faria acreditar em qualquer coisa...

Fred já ia continuar a historia, quando Diego o interrompeu .

Di – Fred, me deixe continuar, preciso que eles entendam que você nunca botou muita fé nessa historia deles, eu é que fiquei cego e logo armei o plano... – ele pela milésima vez hoje me implorou perdão com o olhar – a 2 dias chegamos a mansão em forks, uma linda casa diga-se de passagem, e a casa estava vazia, mas havia um bilhete para o jardineiro e nele estava o endereço de vocês aqui, foi quando mudamos de rumo e suponho que foi nesse momento que Alice nos viu... nos desculpem se os deixamos apreensivos, mas quando aro disse que vocês haviam saídos ilesos do ataque de Riley, ficou fácil acreditar que Bree estava prisioneira... se soubéssemos sobre vocês do jeito certo, teríamos vindo pra conhece-los não para destruí-los.

Ca – não acredito que aro tenha sido capaz de tamanha maldade

Ele não falava como quem duvida da historia, ele falava com um tom de indignação.

Ed – pai, sei que lá no fundo você espera atitudes melhores de todas as criaturas do mundo, por mais repulsivas que elas sejam – isso é verdade, Carlisle com certeza é a pessoa mais bondosa e condescendente do mundo, o único problema é que ele espera que todos de algum modo sejam assim – mas quando se trata de aro, não existe bondade, compaixão ou respeito, mesmo quando ele age de maneira bondosa, como quando você foi pedir clemencia pela Bree, ele já tinha todo um plano por traz. Ele é capa de qualquer coisa quando quer algo.

Dai pra frente começou um longo debate sobre os volturi e sua nova adição na guarda, Fred ouvia tudo atentamente, já eu ouvia os “es” e os “s” e pelo jeito como Diego me olhava, ele também não estava prestando atenção. Diego segurava minha mão desde o momento que havia me abraçado.

Di – Bree, o que você acha de irmos pra outro lugar, preciso conversar com você

Ele deu um sorriso lindo, de realmente parar o transito.

Br –claro – eu pensei “Edward, posso leva-lo até o meu quarto?” ele fez cara feia e respondeu que não so com os lábios, “Porão??” com essa ele fingiu que nem me ouviu... “ok, ok sr ciumento... jardim, pode ser?” ele sorriu grande, o que significava que sim, Diego nos olhava tentando entender – vamos ate o jardim.

Eu o guiei pela casa, havia cômodos que nem eu havia visitado, mas como era uma replica da casa de forks, não havia muita novidade, mas ele estava boquiaberto... ok a casa era incrível, passamos pela copa, sala do piano/lareira e cozinha, para finalmente chegarmos ate o jardim. Sentei em um dos bancos que havia ali e o convidei a fazer o mesmo, ele se sentou ao meu lado e segurou minha mão novamente, se eu ainda fosse capaz de corar, com certeza eu teria feito.

Di – Nossa Bree, que casa incrível.

Br – Obrigada – eu não estava me entendendo, eu havia imaginado e desejado fervorosamente esse momento milhões de vezes, e agora que estava acontecendo eu estava sem palavras, parabéns Bree, sua idiota – Diego eu...

Ele colocou o dedo sobre meus lábios, como quem pede silencio, rapidamente entendi que ele queria falar primeiro.

Di – Bree, sabe quantas vezes eu imaginei esse momento? Milhões – ele falava euforicamente – eu te devo milhões de desculpas, eu nunca deveria ter te deixado voltar sozinha pro esconderijo, eu sou um idiota, não mais que isso, eu sou muito pior que um idiota, Bree, diga que pode me perdoar...

Br — é claro que te perdoo Diego, vai que não era a hora de estarmos juntos a um ano atraz...

Di – Bree, senti tanto sua falta – ele me abraçou e começou a falar no meu ouvido – toda vez que eu via uma garota, eu pensava em como não importava o quanto ela fosse linda... eu ainda sempre ia preferir você.... sempre... – eu chorava no seu ombro- Bree preciso te fazer a pergunta que vai mudar as nossas vidas... você promete me responder com toda a sinceridade que existe em você?

Br- é claro – eu soluçava –qualquer coisa...

Di – Bree – ele sussurrava em meu ouvido – você me ama?

Br- mais do que a minha própria vida... – por estarmos abraçados eu não consegui olhar seu rosto, mas podia senti-lo soluçar também.

Di – então isso é o que realmente importa...

Br – e você Diego, me ama?

Ele me afastou do abraço, respirou fundo, e olhou pros meus olhos.

Di – o suficiente pra nunca mais sair de perto de você....

E então ele me beijou, não como no passado, ele me beijou com fervor, com emoção e me fez ter a certeza que ele nunca mais ia partir.

Notas finais
e ai, flores lindas o que acharam??? espero que tenham curtido.... comentem, recomendem e favoritem se acharem que a fic merece... aguardo as opiniões, criticas, elogios e sugestões nos reviews... ate a proxima semana com o proximo capitulo... bjus lindas, amo vocês....