Breakfast

25 Capítulo 25


Notas iniciais
Bom, nesse capítulo tem sexo(só pra avisar q) e me desculpem se estiver uma grande merda, estou me aprimorando nisso. Boa leitura.

Zacky’s Pov

Abri meus olhos lentamente, uma vez que uma luz batia violentamente em meu rosto.

O lugar que eu estava era todo branco, logo percebi que estava num quarto de hospital

Meu corpo ainda doía, mas não tanto quanto doeu quando tomei o tiro.

Escutei um barulho e percebi que a TV estava ligada, virei meu rosto para o outro lado e vi que Brian estava sentado na poltrona, distraído. Sorri ao saber que finalmente ele estava ao meu lado.

–Brian? – o chamei baixo, mas o suficiente para ele me ouvir e vir até minha direção.

–Zacky... – ele me olhava, sorrindo. – Você está bem?

–Dói um pouco. – apontei na região onde eu havia sido atingido.

–Pensei que ficaria sem você seu puto. — Brian me abraçou forte. E eu resmunguei de dor.

–Vaso ruim não quebra. – ri, sentindo seus lábios se chocarem violentamente contra os meus. Foi um beijo lento e desesperado. — Eu senti tanto a falta de seus beijos e de você inteiro.

Ele mordiscou e puxou meus lábios enquanto suas mãos deslizavam sobre meu corpo.

–Você está me broxando com essa camisola de hospital. – ele disse contra o meu pescoço, rindo em seguida.

Ri junto, enquanto passava minha mão pelo seu braço.

–Mas eu não estou usando nada por baixo. – comentei inocentemente, enquanto ele voltava a me beijar.

–Hm, saber disso me deixa um tanto... Excitado. – ele riu, voltando a deslizar sua mão pelo meu corpo, pousando em minha coxa.

–Brian... Eu estou me recuperando ainda, estou sem forças... – disse resmungando.

–Zachary Baker arregando na hora do sexo?

–Não é isso, Brian. – não pude deixar de rir ao ver sua expressão indignada.

–Eu aqui, todo ansioso te esperando acordar. – ele fez um bico um tanto engraçado. — Eu tenho um fetiche sabe? Transar no hospital. – ele apertava minha coxa e senti sua mão subir mais um pouco e pousando em meu membro.

–Brian... – suspirei.

–Diga que não quer nada agora e eu paro. – ele disse sussurrando em meu ouvido, e agora ele apertava meu membro que já estava rígido.

–Bri... Eu... É arriscado. – eu tentava raciocinar, mas com Brian segurando e apertando firmemente meu membro estava difícil.

–Mas seu amigo aqui parece que quer. – ele riu baixo, mordiscando minha orelha e passou a tocar para mim.

–Isso... Isso é injusto. – um riso baixo saiu de meus lábios, enquanto jogava minha cabeça para trás.

Então ele subitamente parou com tudo o que estava fazendo e me encarava com um olhar extremamente malicioso, e pronto, eu já não estava mais pensando com a cabeça de cima e sim com a de baixo. Sentei-me na cama, ignorando a dor que me atingiu. Puxei Brian para que ele se encaixasse no meio de minhas pernas e voltamos a nos beijar. Ajudei Brian a tirar sua camiseta e deslizei minhas mãos pelo seu peitoral, até pousar em sua calça e abrir o zíper. Nossos lábios não se separavam.

Com um pouco de dificuldade tirei aquela camisola ridícula do hospital, logo revelando meu corpo nu. Ambos estávamos rígidos e sedentos por sexo.

Brian passou a beijar e a mordiscar meu pescoço e deslizar sua língua até meus mamilos.

Ele fez com que eu me deitasse com minhas pernas envolvidas em sua cintura e ele ainda “brincava” com meus mamilos quando senti seu membro roçar em minha entrada sem penetrar, então Brian passou a deslizar sua língua pelo meu corpo até parar em minha virilha. O senti abocanhar meu membro com vontade, fazendo um gemido escapar entre meus lábios. Agarrei seu cabelo, eu acariciava e por vezes bagunçava, fazendo movimentos para que ele chupasse mais, porém ele parou. Recebendo um gemido meu de desaprovação.

Senti sua língua penetrar dentro de mim. E céus, aquilo era... Bom. Deixei escapar um gemido alto de satisfação.

Ele lambia aquela área com muita vontade, que meus gemidos se tornaram mais intensos.

Brian então introduziu um dedo em mim com um pouco de calma fazendo que os sentimentos de medo e ansiedade se difundissem. Soltei um gemido de dor enquanto sentia metade de seu dedo dentro de mim, porém ele me ignorou forçando um pouco mais seu dedo. Então ele o retirou e introduziu novamente dois dedos, senti um gosto metálico na boca considerando o fato que eu mordia violentamente meus lábios. Movimentei meu quadril afim de auxilia-lo e ele então passou a girar seus dedos, mordi mais meus labios para tentar conter um gemido alto.

Acredito que se eu ficasse naquela situação mais alguns minutos eu enlouqueceria.

–Brian... – seu nome saiu como um gemido. –Me fode logo. – pedi baixo, eu estava tão vulnerável.

Ele me encarou e mordeu seus lábios. Brian posicionou seu membro na minha entrada, que era bem maior do que um simples dedo.

–Se doer demais eu paro. – disse rouco. Então fechei meus olhos, sentindo seu membro entrar em mim de leve, mas aquilo doía do mesmo jeito, a sensação era que eu seria rasgado ao meio, e essa dor se junto com a dor de meu ferimento que eu quase tive a sensação que iria desmaiar. Mordi meu lábio e apertei o lençol. A dor era alucinante. –Oh... Zacky... Tão... Apertado e quente... – ele dizia entre ofegos, apertando com força meu quadril, enquanto eu me contorcia.

Logo ele já estava todo dentro de mim, me completando por inteiro.

Ele iniciou um movimento de vai-e-vem lento e a dor foi se dissipando e no lugar dela, veio finalmente o prazer. Eu gemia mais alto e Brian também.

–Zacky... – ele saiu de dentro de mim. – Fica de quatro. — Eu me surpreendi e imaginar que eu teria que ficar naquela posição para ele me deixava completamente constrangido. Mas do jeito que ele me olhava, resolvi fazer o que ele pedia, porque a única coisa que eu queria no momento era senti-lo dentro de mim mais uma vez.

Fiquei naquela posição encarando a parede e então ele entrou em mim mais uma vez, só que dessa vez ele não foi nem um pouco cuidadoso, mas o pior de tudo, eu tinha gostado de seu jeito rude.

Mexi meu quadril contra ele e gemia e como eu gemia. Por mais que eu tentasse me conter, eu não conseguia.

O risco de nos pegarmos naquela situação era imenso, mas eu não trocaria isso por nada.

Ele colocou sua mão em meu membro que latejava e começou a bater uma de leve, porém segurando firmemente, da mesma forma que fez para me provocar.

Brian aumentou o ritmo das investidas e eu me empinava mais e mais para ele, era possível ouvir o som dos nossos corpos se chocarem.

Os movimentos de Brian se intensificavam, e nossos gemidos se uniam além de nosso suor se misturar.

Meu corpo tremia, anunciando que eu não agüentaria mais muito tempo.

–Zacky... Eu vou gozar. – disse baixo apertando forte meu quadril.

Eu acenti, e ele investiu mais umas quatro ou cinco vezes e gozou dentro de mim, pouco tempo depois, gozei em sua mão.

Um cansaço enorme me dominava e eu desabei naquela cama, nos encaramos e sorrimos, dei um espaço para que ele pudesse deitar ao meu lado. A cama do hospital era pequena, mas era boa para que ficássemos completamente agarrados no outro.

–Fetiche realizado? – perguntei baixo próximo ao seu ouvido.

–Sim... – ele riu. — Obrigado, eu não quero voltar tão cedo num hospital.

–Muito menos eu... Para ser abusado do jeito que fui agora. –ri

–Mas você gostou.

–Maluco.

Ficamos mais um tempo ali, nus numa cama de hospital, falando besteiras e rindo. Eu me sentia tão bem ao lado de Brian, tão mais jovem.

Assistiamos a um filme até que alguém bateu na porta, e já vestidos, nos entreolhamos.

–Entra.

E então a porta se abriu, revelando Jimmy, Johnny e Brian, o pai do meu Brian. Que confusão.

–E a bela adormecida acordou. – Jimmy foi o primeiro a se aproximar e me abraçou. – Ah, seu gordo, fiquei preocupado.

–Me solta porque tá doendo... E uma hora eu tinha que acordar, não? – rimos, enquanto ele me soltava.

Johnny foi o segundo a se aproximar de mim, e apenas me cumprimentou com um mero aperto de mão. Eu achava engraçado o jeito receoso dele.

–Bom te ter de volta. – ele sorriu. – Perder dois amigos numa tacada só seria difícil para mim. – eu sorri fraco de volta.

–Meu genro querido. – Brian pai foi o ultimo a se aproximar me entregando... Flores? – Até porque é meu único genro.

Ri, entregando as flores para o Brian filho para que ele deixasse em cima do criado mudo.

–Nem sei como te agradecer por ter salvado meu filho.

–Faça aquele brigadeiro e está tudo resolvido. – todos riram.

–Com licença? – então um homem que eu logo julguei ser o médico entrou no quarto. Ele ligeiramente lembrava Matt, o que fez lembranças ruins dos meus últimos dias viesse a tona. – Vejo que meu paciente se recuperou bem. – ele sorriu.

–Sim. Me sinto com 15 anos, ou até mais novo. – ri.

–Jura Zacky? – Jimmy perguntou.

–Não idiota.

Todos mais uma vez riram.

–Daqui alguns dias você receberá alta, mas terá que permanecer em repouso. – eu apenas assentia. – E algumas recomendações... Evite comidas muito pesadas, álcool e modere no doce.

–Zee vai definhar. – Jimmy comentou, recebendo um tapa na cabeça vindo de Johnny, que se esforçou para tal ato.

–Vai se foder. – fingi estar irritado, rindo em seguida.

–E por ultimo não menos importante, evite relacionamentos sexuais, pelo menos nos próximos dois meses.

Foi inevitável não trocar olhar com Brian e não cair na risada.

Jimmy, Johnny e Brian pai entenderam e riram também, só o médico que não entendeu muito e eu agradeci por isso.

–Pode deixar doutor, seguirei suas recomendações.

–Ok Zachary, boa recuperação. – ele sorriu, deu leves tapas no meu ombro e se retirou.

–Vocês transaram no hospital, eu não acredito. – Jimmy disse fingindo estar indignado.

–E eu não querendo saber como anda a vida sexual do meu filho. – Brian pai comentou em seguida.

–E eu achando que Zachary era hetero. – Johnny comentou, rindo e roubando uma bala do bolso de Jimmy.

–Vão se foder vocês. E se querem uma dica, é legal no hospital, ok? – ri, selando rapidamente meus lábios nos de Brian.

Conversamos sobre varias coisas, desde a prisão de Matt e tudo o que ele foi condenado, até a roupa da mulher que apresentava o telejornal.

Zacky’s Pov Off


Zachary olhava para todos os ali presentes, os dois caras que eram verdadeiramente seus melhores amigos, o homem em que ele havia se apaixonado, e para o pai dele, que o havia adotado como um filho também. Percebeu que para ser feliz não era necessário ser bem de vida e tomado de diversos amigos, que muitas vezes não são verdadeiros. Bastava ter poucos amigos, porém verdadeiros, um amor, para compartilhar alegria, tristeza, dor e prazer e levar uma vida simples e levar tudo numa boa. Zachary estava feliz e agora se sentia completo, se sentia verdadeiramente amado e retribuía com todas as suas forças esse amor.

A vida dele melhoraria. E disso ele tinha certeza.


Notas finais
O próximo capítulo será o último ):