Cap. 9 — Meus desejos...
Pdv Milly

Entrei em minha casa e subi rápido para meu quarto. Nessie queria falar comigo desde a primeira aula. Ah! Será que ela não vê que preciso de privacidade?! Tranquei a porta e joguei-me em minha cama. Oh, será que está dando tudo certo? Ah, espero que sim! Ouvi batidas na porta...

- Milly, abra essa porta! — Nessie mandou e bufei nervosa.

- O que quer Renesmee?! — perguntei impaciente.

- Quer realmente que eu fale bem alto?

Corri até a porta, abrindo-a e puxando Nessie para dentro.

- Fale-me o que houve!

- Nada, Renesmee! — revirei meus olhos.

- Qual é, Milly!? Eu te conheço! Está mentindo!

- Renesmee, só teve um beijo. Pronto! — sentei em minha cama e ela riu.

- Eu sabia!

- Sim, agora não vá espalhar para Deus e mundo, sim?
Pdv Damon

Essa garota é puro fogo! Nunca que ela tem seis anos! Se ela quer esse jogo, o que posso fazer? Sou frágil nesse ramo. É isso que ela quer...O que custa eu participar? Não há nada a perder...Cheguei na casa dos Cullens e encontrei Rose e Bella.

- Boa noite, Damon. — as duas falaram sorrindo.

- Boa noite. — respondi sorrindo.Comecei a conversar com elas e logo Stefan chegou. A conversa continuou. Mesmo que eu pareça um pouco anti-social, gosto de ter companias. Milly desceu as escadas divinamente. Usava um vestido cinza na altura dos joelhos, sandálias pretas e um casaco preto. Seus cabelos estavam soltos e sua maquiagem era forte.

- Milly, você está linda! — Stefan falou sorrindo.

- Está saindo, Milly? — Bella perguntou curiosa.

- Estou a fim, quem quer ir? — Milly perguntou sorrindo.

- Querida, prometi ficar com Gustavo e Mel. — Rose falou.

- E eu irei jantar com Edward e Nessie. — Bella falou.

- Sobrou vocês. — Milly falou a Stefan e a mim.

- Stefan prometeu sair comigo. — Elena falou entrando na sala — Não foi amor?

- Sim, foi. — Stefan falou — Desculpe, Milly.

- Nada não. — falou dando de ombros e olhou-me — Então sobrou você, tio Dam... Estará ocupado?

- Não, estou livre essa noite. — respondi dandode ombros — Para onde quer ir?

- Quero jantar fora. — ela falou.

- Então divirtam-se. — Rose falou sorrindo.

(...)

Abri a porta do carro e Milly saiu do mesmo. Entreguei as chaves para o manobrista, o mesmo olhava malicioso para Milly...

- Cuide bem da minha belezinha. — avisei e ele assentiu olhando para Milly — Somente do carro, entendeu? — ele assustou-se com meu aviso.

- Sim, senhor.

Milly e eu entramos no restaurante e sentamos numa mesa distante das outras. Logo veio uma mulher loira nos atender. Fizemos nossos pedidos e Milly olhou-me surpresa.

- O que foi? — perguntei confuso e ela riu revirando os olhos.

- Sabe, essa mulher acabara de dar em cima de você na maior cara dura e você nem percebeu. Sorri dando de ombros e a olhei calmo.

- DIficilmente olho para as mulheres a minha volta quando estou acompanhado de uma bela dama. — falei sorrindo e ela sorriu meiga.

- No máximo ela pensou que eu era sua sobrinha... Tio Damon. — desmanchei meu sorriso e ela riu mechendo nos cabelos.

- Pare de me chamar assim. — pedi sério — Não sou seu tio.

- Oras, pensei que fosse. — deu de ombros e olhou para o cardápio a sua frente — Por que aceitou o convite? — perguntou ainda sem desviar seu olhar do menú.

- Não recuso ótimos convites. — dei de ombros e encostei-me melhor na cadeira.

- Então é ótimo sair comigo? — olhou-me com uma sombrancelha erguida e ri.

- O convite é ótimo. — sorri de lado e ela respirou fundo, parecendo decepcionada — Mas não nego que a compania é melhor. — conclui e ela sorriu.

Permanecemos em silencio, apenas trocando olhares. E então nossos pedidos chegaram.

- Eu já tinha vindo aqui uma vez. — ela comentou após comer um pedaço de seu raviolle — Mas, hoje está melhor do que da ultima vez.

- Talvez seja porque da ultima vez você não veio com uma ótima compania. — falei dando de ombros e ela sorriu.

- Sim, vim sim. — sorriu e deu um gole no suco de morango — Com um homem muito especial. — deu-me uma piscadela.

Parei de comer e a olhei sério. Algo dentro de mim dizia que isso estava errado!

- Pode ter certeza de que sou melhor que ele! — argumentei e ela riu em deboche.

- Melhor em quê? Especifique.

- Quer provar os dois para saber? — desafiei.

- Não, obrigada. — negou incrédula — Não costumo pensar nessas coisas com meu pai. — deu de ombros e quase engasguei com o vinho.

Calei-me e comecei a comer. Milly sorriu convencida e voltou a comer. Por que ela teve que mencionar o pai dela? Agora sinto-me um pouco culpado. Se o que estamos fazendo for errado?...

- A culpa está batendo na porta? — cantarolou sorrindo e neguei.

- Talvez.. — murmurei e ela respirou fundo e riu.

- Vamos embora? — pediu revirando os olhos.

Notas finais
gente, por hj eh soh. Desculpe-me a demora.
Bjus e ateh dpois!