Brave Heart

25 Bônus: Como roubar o tio do seu irmão adotivo


Notas iniciais
Nossa tava mt chapador qnd escrevi isso desculpa mundo

– Olá, meus amores! Tudo bom? Aqui quem vos escreve é o maravilhoso autor-senpai dando o ar de sua graça na própria fanfic. Já viram coisa mais egocêntrica que isso? Que um autor invadindo sua obra? Claro que não, porque eu sou único! Então me amem! Hahahaha!

– Mas que merda é essa? Você não pode aparecer na sua própria fanfic, como se fosse um personagem, seu bosta!

– C-Como? Q-Quem disse um absurdo desses?!

– Sua voz da razão, também conhecida como Catharina! Eu estou aqui para representar todas as fujoshis, então de agora em diante, quem irá escrever essa fanfic SEREI EU!

– Oi? Querida, olha só, o autor aqui é outro, ok? Vaza daqui!

– Meu amor, se toca, você não pode escrever uma fanfic yaoi, você é homem!

– E o que é que tem?!

– Homens devem FAZER yaoi e não ESCREVER. Enquanto você está aqui, perdendo seu tempo, você deveria estar pegando o seu amigo, filmando o pornô de vocês e me mandando o vídeo via sedex!

– Quê? Isso não tem nada a ver, eu escrevi 24 capítulos dessa fanfic e ninguém reclamou. Eu também vou escrever este capítulo!

– Não vai não, você vai fazer o que eu disse e ficar com o seu amigo porque eu shippo vocês.

– C-Claro que não...

– Você é uke ou seme?

– Hã? I-Isso não tem nada a ver com a fanfic!

– Então vamos parar de papo furado porque os leitores querem ler PORNÔ e não blábláblá de autor.

– Ahn, ok... eu vou fazer cosplay de Caesar e me reprimir no meu cantinho...

– Beleza! A partir de agora, quem irá escrever essa fanfic será eu e meu melhor amigo, Dellin. Aproveitem!

(...)

– Dellin, Dellin, nós precisamos fazer essa fanfic A-GO-RA!!

– M-Mas Cath, não sei, isso parece errado. Estamos falando do meu tio e do meu pseudo-irmão-gótico...

– Eu shippo eles, então fazer uma fanfic é obrigatório! O nome pode ser "Pegando o titio por trás das câmeras." Que tal?

– Acho que "Roubando o tio do seu irmão adotivo" é um pouco mais... realista.

– Tá bom. Precisamos começar do começo, quando o seu pai adotou o Law.

Capítulo 1 — Como roubar o tio do seu irmão adotivo. — Prólogo.

Em uma bela tarde ensolarada, os pássaros cantavam, porém Doflamingo, um homem alto, extremamente rico, loiro, forte e bonito; estava trancado no escritório de seu trabalho, pensando na vida de solteiro e analisando as papeladas, quando um pequeno garoto invade a sala.

– O-Oi... – Ele parecia bem pequeno e tímido, com o rosto um tanto corado e olhos cinzas. Entrou no escritório, com uma carta nas mãos.

– Olá, o que fazes aqui? – Doflamingo abriu um gentil sorriso, mas sua mente estava nas alturas. Jamais havia visto um jovem tão bonito, apesar da pouca idade.

– E-Eu... e-eu... toma! – O jovem não conseguia dizer nada graças a timidez. Suas bochechas cada vez mais ficaram coradas, porém ele deixou isso de lado e entregou ao homem a sua frente, a carta que carregava.

"Oie, eu sou o pai desse garoto!

Eu estava meio bêbado e acabei confundindo uma mulher com o homem, então foi assim que ele foi feito. Mas Doffy, eu quero que você saiba, só tem espaço pra você em meu coração.
Eu me suicidei pois sabia que você jamais me perdoaria pela traição, mas por favor, cuide do meu filho!

Beijocas, seu amante da vida passada."

Doflamingo tremia as mãos enquanto lia a carta de seu amado. Em tempos de faculdade, os dois eram namorados, porém a vida os separou tragicamente. O pai do garoto jamais havia esquecido o loiro, que também mantinha sentimentos por ele, então Doflamingo viu em Law, uma oportunidade de ter seu amado consigo.

– Garoto, eu vou te adotar.

– Eba!!

Fim do primeiro capítulo.

– O MEU PAI NÃO É AMANTE DO PAI DO LAW!

– Eu sei, mas isso deixa as coisas mais interessantes! Olha só, Dellin, imagina. Você é apaixonado por alguém mas precisou se separar dele, então anos depois, você encontra o filho do seu amado. Não é lindo?

– Não...

– Mas vai continuar assim! Vai, agora é a vez da sua aparição!

Capítulo 2 — Conhecendo a casa nova.

Depois de ser adotado, o jovem Law pode finalmente conhecer sua casa nova. Era uma Mansão super luxuosa, que tinha uma empregada chamada Baby Five e também, seu irmão adotivo, o herdeiro da família, Dellinger.

– Oie! – Diz o pequeno que, mesmo só tendo sete anos, já era a Rainha da escola e também dona do mundo. Seus cabelos loiros e olhos azuis justificavam sua riqueza e divosidade. Ele, por ser uma criatura generosa, se apresentou para Law.

– O-Oi... – Porém, Law, como era um gótico, apenas segurou na calça de seu novo pai e se escondeu atrás de sua perna. Dellinger, mesmo assim, não desistiu de tentar conquistar o pequeno irmão.

– Você é meu novo irmão, certo? Vamos brincar!

O jovem herdeiro levou seu pequeno irmão inocente até o quarto onde dividiriam o resto de suas vidas. Sim, a partir de agora, eles dormiriam bem juntinhos na mesma cama, já que a Inglaterra é fria e eles precisam se aquecer com seus corpos infantis.

Chegando no quarto, Dellinger pois Law em sua cama e os dois ficaram se encarando. O mais novo estava mais corado ainda, graças ao brilho que o mais velho emanava.

– D-Dellin... c-certo?

– Sim! Hey, Law, não precisa ser tímido, eu não mordo, hihihi.

– É-É que o meu pai morreu... e eu nunca tive amigos...

– Oh não, você é sozinho? – Dellinger ficou com pena do pobre garoto.

– S-Sim...

– Não se preocupa, eu vou te proteger. – O loiro então, dá um abraço em Law bem confortável. – Meu irmãozinho querido...

– D-Dellin... – Law segura na camisa do mais velho, soltando algumas lágrimas.

Fim do segundo capítulo.

– P-Pera, vai ter um shipp comigo e com o Law?!

– Óbvio! Vocês não são irmãos de verdade, então não é incesto.

– M-Mas, mas, mas...

– Para de reclamar, quanto mais shipps, melhor. Agora é a aparição do titio!

Capítulo 3 — Meu amado coração.

Passando-se um tempo na Mansão, Law já havia se acostumado com a vida de rico e estava ostentando, comprando vários lápis de olho pra fazer olheiras e pintando as unhas de preto. Eis que a campainha é tocada e a empregada vai atender.

– Oie, família! – Chegou um loiro muito bonito. Era alto, forte, sedutor, com muitos músculos que fariam qualquer pessoa delirar.

– Oh, Rosinante! – Doflamingo vai até o loiro, que era seu irmão mais novo. – O que fazes aqui?

– Eu soube que você tá dando uma de Angelina Jolie, hein, irmão. Cadê o garotão?

Foi só o loiro acabar de falar, que Law surge em passos pequenos e tímidos. Ao chegar na sala, olhou para Rosinante e seu olhos, pela primeira vez, brilharam. Seu pequeno coração batia forte, como se fosse pular de seu peito, tão grande era a beleza do homem à sua frente. Só em pensar naquele jeito maduro de adulto, colocando as mãos em seu corpo púbere de adolescente, ficou louco. Acabou tendo uma ereção.

– O-O-Oi... – Disse, com o rosto mais vermelho do que nunca, escondendo o volume em suas calças.

– Oi... – É claro, ele nunca havia visto um jovem tão bonito, mas não podia fazer nada devido a diferença gritante entre as idades. Mesmo assim, o rostinho corado, e as pequenas mãos elevando suas roupas até suas calças, com intuito de esconder a ereção, o deixou apaixonado.

– Q-Quem é você? V-Você... é meu titio?

– E-Eu... e-eu...

– Q-Qual é o seu nome?

– E-Eu... – Ele não conseguiu responder, estava hipnotizado.

– V-Você não tem nome? Então... eu vou te chamar de Cora-san!

– Por quê?

– Porque você faz o meu coração explodir!

Fim do terceiro capítulo.

– Quantos anos o Law tinha aí?!

– Isso importa? Sei lá, uns seis.

– Crianças de seis anos não agem assim...

– Quem liga? É uma fanfic! Além disso, as crianças de hoje em dia estão horríveis.

– Mesmo assim, isso não faz sentido!

– Você já viu Boku no Pico?

– Han...

– Próximo capítulo!

Capítulo 4 — Meu amado irmão.

Doflamingo não pode deixar de notar que seu irmão e Law estavam agindo diferentes um com o outro e não gostou nada disso. Primeiro que, Law era filho de seu amante, então, logicamente, um dia seria dele; Segundo que, Rosinante era seu irmãozinho perfeito.

Desde sempre, o herdeiro loiro tinha uma queda pelo seu irmão mais novo. Quando crianças, Doflamingo gostava de tirar fotos de Rosinante, principalmente em trajes pequenos, durante o banho ou até mesmo dormindo. Só os pequenos olhos azuis do loiro o encantavam.

– Ei, Rosinante, não gosto de você passando tanto tempo com o Law.

– Por quê, Doffy?

– P-Porquê... – Ele queria dizer. Mas como? Foram mais de vinte anos escondendo, não poderia assumir algo tão errado em tão pouco tempo. E se Rosinante não se sentisse assim? E se ele começasse a odiá-lo?

– Doffy? Aconteceu alguma coisa? Me diz, por favor! – Rosinante, inocentemente, segurou o rosto de seu irmão e percebeu a temperatura elevada. Olhou bem diretamente em seus olhos, buscando respostas. Seus narizes chegaram a se tocar.

– É que na verdade... eu... eu... – Ele quer dizer, mas não consegue. – D-Deixa pra lá...

– Me fala! Eu não gosto de ver o Doffy tão mal, então, se você estiver querendo dizer algo, diga! Eu vou ficar com você e vou te apoiar, não importa o que os outros digam.

– V-Você jura?

– Eu juro.

Aproveitando a oportunidade única, Doflamingo segurou o rosto gentil do caçula e o beijou. Hesitou no começo, por não saber o que fazer, mas logo depois tomou coragem. Adentrou os lábios do irmão com a língua, forçadamente, até conseguir arrancar um beijo de verdade.

– D-Doffy... – Assim que se separaram, Rosinante ficou corado. – E-Eu não sabia desse seu lado...

– V-Você está chateado comigo, né? Eu sabia...

– Chateado? Com você? – Rosinante dá um sorriso safado e beija o irmão mais uma vez. – Eu estaria chateado se você não passasse a noite comigo agora.

– R-Rosinante?!

– Na verdade eu sempre te amei também, Doffy.

E eles assim, transaram a noite inteira!

Fim do quarto capítulo.

– MEU PAI E MEU TIO NÃO TEM UM CASO!

– Hahaha, eu sei, eu sei!

– Por que você escreveu essa merda?

– Triângulo amoroso dá ibope! Além disso, o Law é muito jovem pra transar, então eu preciso enfiar Lemon em outros shipps.

– Cara, eles são irmãos! Você é doente!

– Nossa, não sabia que você era tão preconceituoso. Toda forma de amor é válida!

– E-Estamos falando do meu pai e do meu tio!

– Ficou com inveja? Tá bom, deixa que eu resolvo.

Capítulo 5 — Troca-Troca.

Enquanto Rosinante e Doflamingo transavam no outro quarto, o clima erógeno invadiu o local onde os dois garotos dormiam. Dellinger estava deitado, com Law em seus braços, sendo que o moreno encostava seu rosto no peito do loiro, ouvindo as batidas de seu coração enquanto recebia um cafune.

– Ei, Law...

– Sim?

– Você sabe o que é beijo?

– B-Beijo? – Ele fica corado, olhando diretamente nos olhos de Dellinger. – S-Sei, por quê?

– Você já beijou alguém?

– Não...

Sabendo disso, o jovem herdeiro olha nos olhos acinzentados de seu irmão adotivo e encosta seus lábios no dele. Foi só um pequeno selinho, logo se distanciaram, mas não por muito tempo. Vendo o rosto corado do mais novo, Dellinger só ficou com mais vontade de tocá-lo e assim o fez.

Beijou Law, lambendo seus lábios e abrindo a boca do menor. Suas línguas logo se encontraram e brigaram por espaço, fazendo carícias internamente. O loiro não resistiu ao saber o gentil gosto adocicado dos lábios do menor. Suas mãos, então, tocaram a cueca que ele usava. Sim, ambos dormiam só de cueca.

– O-O que você tá fazendo? – Law se afastou ao sentir o toque.

– Você vai ver...

Dellinger calou a boca dele com um beijo, tocando o volume de suas calças mais precisamente. O membro do garoto logo ficou duro, já que tudo era novo para ele. O loiro, conhecendo sua timidez, decide então, levar as mãos de Law até sua própria cueca, copiando seus movimentos.

Os dois começaram a se masturbar por cima dos panos ao mesmo tempo em que se beijavam, deixando que gemidos saíssem de suas bocas automaticamente. Logo, suas mãos não resistiram, e um abaixou a cueca do outro. Ficaram se tocando, descobrindo seus corpos juntos, até finalmente gozarem em dupla.

Fim do quinto capítulo.

– NÃO, NÃO, NÃO, NÃO E NÃO!

– Por quê?

– Apaga isso agora!

– Por quê?!

– Enfia na sua cabeça duas coisas. Primeiro, o meu pai e o meu tio não tem um caso. Segundo, eu e o Law nunca vamos ficar!

– Dellin, deixa de choro, é uma fanfic! Geralmente os irmãos ou primos fazem essas coisas juntos por curiosidade.

– Curiosidade inexistente, eu não fico com góticos!

– Tá, tá, é agora que o bixo pega!!

Capítulo 6 — Meu amado retornou.

Doflamingo já não aguentava mais essa tortura. Sempre que olhava para Law, lembrava-se de seu amor no passado. Sua aparência física, seu jeito de ser, tudo. Era impossível não olhar para o garoto, que já tinha doze anos, e não lembrar de seu amante. A angústia o matava tanto, que não resistiu mais.

– Ei, Law. – O loiro havia chamado o garoto até seu quarto, trancando a porta assim que este adentrou.

– Sim? – Seus olhos cinzas brilhavam, assim como os de seu antigo amor. Era impossível olhar para esse garoto e não se lembrar dos bons tempos que passaram juntos.

– Eu quero que você coloque isto. – Doflamingo entrega-lhe uma roupa de empregada, cheia de babados e saia.

– Por quê? – Ele arqueia a sobrancelha, estranhando. Aquela não era uma roupa gótica, ele não estava acostumado.

– Só coloque, por favor, eu comprei com carinho.

– T-Tá bom, eu vou me trocar.

– Não! Eu quero que você coloque aqui. Na minha frente.

Já que não podia desobedecer as ordens de seu pai, se não ficaria sem mesada e sem Demi Lovato e BvB, Law obedeceu. Começou a se despir, na frente de Doflamingo, que analisava seu pequeno corpo em silêncio. Logo depois, lentamente, foi colocando a roupa de empregada, com a saia esvoaçante e sexy, uma meia arrastão e até acessórios no cabelo. Ficou extremamente fofo e delicado, fazendo o homem adulto delirar.

Fim do sexto capítulo.

– Hahaha, desse eu gostei!

– Até que enfim, hein.

– Pelo menos você censurou as coisas ruins que o papai fez.

– É! Eu prefiro coisas delicadas. Próximo!

Capítulo 7 — Presente de Aniversário.

Era aniversário de treze anos de Law, quando seu amado titio entrou pelas portas com um saco inteiro de presentes. Já que o garoto era gótico, não tinha amigos e só comemorava com a família mesmo.

– Feliz aniversário, Law! – Exclama Rosinante. – Eu trouxe aqui um presentão pra você!

– P-Presente? – Ele fica corado. Amava o tio, já sabia disso, mas não podia admitir, então qualquer gesto de carinho era muito apreciado.

– Sim! É um ursinho chamado Bepo e quando você aperta a barriga dele, ele fala!

"Eu amo você, meu bebê."

Porém, só de ouvir as gentis palavras de Bepo, seu coração disparou. É claro, ele achou que aquilo fosse uma indireta super direta e criou-se esperanças de um relacionamento.

– T-Tio, posso te pedir uma coisa?

– Sim, claro, é o seu aniversário!

– Dorme comigo hoje?

Só em dizer isso, Dellinger, que ouvia a conversa aos fundos, ficou zangado. Hoje ele não iria poder dormir com o irmãozinho, mas seria por um bom motivo. Rosinante ficou corado, maliciando aquele pedido e, ao mesmo tempo, tendo noção de que estava lidando com um menor de idade.

– Claro que durmo, meu bebê.

Fim do sétimo capítulo.

– Aí a gente termina o capítulo assim, pra dar mais gosto pros leitores.

– Eu absolutamente não acredito que você me fez ficar com ciúmes...

– Dellin, se você reclamar mais uma vez, eu vou fazer você dar pro seu pai!

– E-Eu não tô reclamando, minha Deusa, rainha, gata suprema, s-sua fanfic é maravilhosa!

– Ótimo.

Capítulo 8 — Debaixo das cobertas.

Law e Rosinante estavam na cama, já preparados para dormir, cada um com seu pijama. O garoto aniversariante estava com as bochechas coradas como de costume, deitado com seu rosto no peito do mais velho, que estava usando suas grandiosas mãos para abraçá-lo.

– C-Cora-san... e-eu preciso te falar uma coisa... – Ele já não aguentava mais esconder seu amor infantil e mal compreendido.

– E o que seria?

– N-Na verdade, eu te amo e... quero fazer coisas... com você...

– Oh, Law, isso é tão repentino! – Ele fica corado também. – Não sei se podemos, você é menor de idade...

– P-Por isso mesmo! Eu quero aprender e quero que você me ensine.

Visto que não podia negar aquele pedido, por seu membro já estar duro, Rosinante se cobriu e ambos ficaram debaixo das cobertas, admirando o rosto um do outro. Os dedos do loiro foram deslizando, calmamente, pelas bochechas coradas do garoto, que respondeu fechando os olhos e esperando um beijo, que foi logo dado.

Como a boca de Law era bem pequena, Rosinante conseguiu senti-la por completo, principalmente sua língua, que era doce e suave. O jovem moreno também soltava leves gemidos entre os beijos, devido o tamanho do adulto a sua frente e também pelo fato de estar excitado. Não tardiamente, resolveram esquentar o clima.

As mãos de Rosinante desceram pelo corpo do garoto, subindo suas vestes e o despindo. Law ficou mais corado ainda, mas não fez nada para impedir, pois estava adorando estar junto com o amado. Finalmente, teve sua virgindade tomada pelo homem que admirava.

Fim do oitavo capítulo.

– Own...

– Agora que o amorzinho foi feito, vamos destruir o coração alheio!!

Capítulo 9 — Ciúmes.

Enquanto Rosinante e Law selavam seu amor, Doflamingo estava encostado na porta, do outro lado, pensando em tudo. De uma vez só, ele perdeu o irmão que amava e o garotinho, que lembrava seu amante dos tempos antigos. Seu coração estava despedaçado e ele só conseguia pensar "Por quê?"

Esperou a noite passar, mas na manhã seguinte, reuniu os dois rapazes em seu quarto. Estava chorando, vendo o irmão e Law a sua frente, balbuciando a mesma pergunta que fizera em sua mente.

– Por quê?

– Porque o quê? – Indagam os dois rapazes.

– Rosinante, eu te amei! Por que você me traiu dessa forma?

– D-Doffy... então você sabe...

– E eu preciso confessar uma coisa. E-Eu... eu... AMO O LAW!

– O quê?! – Law fica bege. – S-Sério?

– Sério, você é igual ao seu pai, eu não aguento! Por favor, fica comigo...

– Doffy, lamento, mas não posso te entregar o Law. – O bravo herói Rosinante segura o garoto em seus braços.

– Então... se eu não posso ficar com vocês dois... VOCÊS DOIS TAMBÉM NÃO PODEM FICAR JUNTOS!

Tomado pelo ciúmes, Doflamingo dá aloka e sai gritando por aí, arrancando seus próprios cabelos e chorando como um condenado, para acabar dando um chute e um soco no pobre irmão.

– D-Doffy, tenha piedade!

– Rosinante, eu te amo! – Eles se beijam.

– N-Não faz isso! – Law interfere. – Não beija ele, só eu posso beijá-lo! – E ele beija o tio.

– Então saiam daqui!! Eu não posso matá-los, eu amo os dois, então simplesmente saiam!

Agora, mais do que nunca, ambos estavam felizes. É claro, Rosinante ficou meio triste pelo irmão, mas seu amor por Law só aumentou ainda mais. Eles, então, finalmente puderam fugir daquela Mansão infernal e irem morar juntos... PARA SEMPRE!

Fim do nono capítulo.

– Eba, acabou!!

– Não, ainda não acabou! O Doflamingo não pode ficar sozinho.

– Por favor, não bota ele comigo...

– Relaxa, confia em mim!

Capítulo 10 — Epílogo.

Chorando igual a um condenado por ter perdido as duas pessoas que amava, Doflamingo decide ligar para Vergo, seu melhor amigo. Este, é claro, vai ao encontro do loiro o mais rápido possível, pois sempre teve uma queda pelo tal, secretamente.

– V-Vergo..! – Doflamingo agarra a camisa do moreno. – Buáááá!

– O que houve, Doffy?

– Eu perdi os amores da minha vida! O-O que eu faço?!

"Essa é minha chance..." – Pensou.

– D-Doffy, eu preciso te dizer uma coisa. Na verdade, eu te amo!

– S-Sério?

– Sim, mas eu sei que você sempre gostou do seu irmão e do pai do Law, então eu nunca tive coragem pra assumir.

– Vergo...

Doflamingo começa a se lembrar dos bons momentos que passou com o amigo e dá uma chance a ele. Acabam dormindo juntos, depois de passarem a noite inteira transando e, quando o loiro acordou, sentia-se totalmente renovado, apesar de ainda triste. Foi colocar a culpa da sua tristeza em quem? No filho!

– Ei, Dellinger.

– Oi...

– Se eu não posso ter ninguém, você também não pode. Você vai se casar com uma mulher!

– O QUÊ?!

Final feliz pra todos, menos pro loirinho! Hahaha. Brincadeira, miga.

Fim do capítulo dez.

– Nossa, como você é malvada comigo.

– Olha só, que coisa rara! Você não reclamou de eu fazer o seu pai dar uns pegas no Vergo.

– …

– Espera aí...

– Q-Que foi..?

– Eles são CANNON?! E-Eles se pegaram mesmo?

– E-Eu não disse isso...

– Meu Deus, seu pai é gay? Eu não sabia! Bom, é o que dizem por aí, quanto mais hétero a pessoa parece, menos ela é.

– Dá pra parar de falar do meu pai assim? É meio desconfortável.

– Seu pai é uke ou seme?

– P-Para com isso!

– Kyaa, eu sabia, eu sabia, eu sabia, eu sabia! Seu pai é passiva, né? Awwwn, shippei!

– E-Eu não disse isso! Para de falar assim do meu pai!

– Tal pai, tal filho! HAHAHA!

– Para!!

Ér... gente...

– Quem diabos disse isso?

– S-Sou eu...

– Ah não, aquele autor de bosta voltou...

– Só pra avisar que, agora que a sua fanfic terminou, eu vou finalizar, ok?

– Ah não, nem pensar! Minha forma de escrita é muito superior a sua.

– Querida, eu não preciso da sua permissão, eu é que escrevo essa coisa.

(...)

Em um dia fatídico de primavera, Doflamingo estava repousando em seu quarto, sentado na cama e lendo um livro qualquer, como uma pessoa normal faria, quando de repente, ouve seu celular tocar. Ele vai atender e percebe que é a diretora do colégio de seu filho ligando.

– Alô?

"Sr. Donquixote, aqui é a diretora do colégio do Dellinger, eu preciso contar-lhe algo."

– O que houve? Ele fez alguma coisa?

"Diversos alunos estão comentando acerca de um conto erógeno envolvendo o senhor, seu irmão e seu filho adotivo, Law."

– COMO?

"Mandarei os contos por e-mail, pois parece que o senhor não tomou ciência. Ademais, por favor, tome atitudes acerca do ocorrido."

O homem então, pulou do conforto de sua calma, completamente estarrecido e foi checar seu e-mail. Assim que abriu, encontrou a fanfic que fora escrita por Dellinger e Catharina e leu. Faltou ter um ataque cardíaco tão grande era seu desespero com tudo aquilo.

– DELLINGER, VEM AQUI, AGORA!

– Q-Que foi, pai?! – O loiro não sabia o motivo da raiva, mas foi ao seu encontro mesmo assim.

– Que merda foi essa que eu li?

– D-Do que você tá falando?

– Amante do pai do Law? Rosinante pegando o garoto? Eu agindo como uma adolescente apaixonada? PORRA, DELLINGER! Nem o Vergo foi perdoado, mas que desgraça é essa?!

– V-Você leu a fanfic? O-Olha, pai, foi a Cath quem escreveu, eu não tive nada a ver com isso!

– Ok, a parte do Law vestido de empregada foi até considerável, fufufu. E como caralhos você sabe de mim e do meu irmão?

– Hein?

– Foi o Vergo quem te contou?

– P-Pera, v-vo.. v-você... m-meu tio...

– Ah, você não sabia?

– VOCÊS SÃO CANNON? Porra, pai! Eu tinha te defendido!

– Se você não sabia, por que diabos você inventou isso? Você queria que isso acontecesse?

– Não fui eu, foi a Cath! E porra, sério?!

– Só não foi desse jeito... EI, NÃO MUDA DE ASSUNTO!

– Eu não queria ter escrito isso, eu juro!

– Foda-se, até que parte disso é verdade? Que lance é esse de Law e Rosinante? Isso é sério? Você não é inteligente o suficiente pra ficar criando coisas.

– N-Não, nada disso é verdade, foi tudo coisa da Catharina.

– Essa Catharina é problemática, você vai parar de vê-la pra sempre. E eu quero que você vá lá na escola e diga pra todo mundo que isso é mentira! Entendeu?

Notas finais
Agora que vocês conhecem o meu eu-chapado, vocês acreditam que eu estava sóbrio no Dias da Prisão? ♥ PS: A Cath mandou perguntar se vocês gostaram dela e se ela é melhor do que eu :3 Ah, e o capítulo preferido de vocês!! ♥