Brave Heart
26 Bônus: Dias na Prisão

Quarto dia na prisão! Após acordarem, como de costume, era hora do banho. Todos os prisioneiros se reuniam comunitariamente e, é claro, isso inclui Law, Doflamingo, Rosinante, Dellinger e Vergo. Já estavam reunidos, tirando suas roupas e entrando debaixo d'água fria.
– Cora-san! – Exclama Law, chamando o companheiro para perto de si. O loiro logo respondeu, indo em direção a ele e o jogando contra a parede do boxe. Seus corpos nus estavam juntos em um abraço e, além disso, também em um beijo.
– Eu sou mesmo obrigado a ver isso? – Comenta Dellinger, observando o moreno e seu tio trocando carícias debaixo do chuveiro. Não chegava a ser muito, eles apenas deixavam seus membros roçarem um no outro enquanto se beijavam.
– Ei, Vergo. – Doflamingo também chama o companheiro, mas não o beija pelo outro gostar de privacidade. Apenas ficam um ao lado do outro.
– Diga, Doffy.
– Nós precisamos pensar. Eu não estou afim de viver como um mendigo aqui, então eu preciso que você descubra o esquema dessa prisão e me conte tudo detalhadamente.
– Entendido.
– Ótimo, agora... – O loiro puxa Vergo, abraça sua cintura e o beija, deixando seus membros tocarem-se. – Para com esse papo de "discrição" na prisão, fufufu.
– D-Doffy, por favor. Seu filho e seu irmão estão aqui...
– Fufufu, acho que o Rosinante não liga muito. – Doflamingo olha para o irmão mais novo, que continuava aos beijos e toques com Law.
– Han? – Ele só para de beijar o garoto, mas continua com as mãos o tocando. – Alguém me chamou?
– Deve ter sido só a sua imaginação. – Porém Law pouco se importa, continua beijando o amado.
(...)
Depois de um longo tempo no banho, já era hora do trabalho. Como sempre, foram divididos em duplas com seus parceiros de quarto então, neste exato momento, Rosinante e Doflamingo estavam quebrando pedras como de costume.
– Eu me recuso a fazer trabalho de pobre. – Doflamingo joga seu martelo no chão.
– Eu não sei exatamente pra que serve isso. Quer dizer, qual é a utilidade de pedras quebradas?
– Rosinante, foda-se as pedras. Me diz só uma coisa, onde você conseguiu aquele baseado de antes?
– P-P-Pra que você quer saber? A-Aquele negócio não serve pra nada, Doffy, aquilo claramente tava batizado!
– Melhor ainda! Só me diz com quem foi, eu estou planejando coisas.
– Você vai começar a fumar? Ah não, não faz isso, você vai ficar pior do que já é!
– Hã? Primeiro, eu sou maravilhoso. Segundo, eu não vou usar, eu vou vender. E tsc, se você não vai me dizer, eu descubro sozinho.
– Eu não sei quem foi, na verdade, foi um maluco no pátio. Ele tinha dreads.
– Um maluco de dreads, é?
Do outro lado, Law e Delinger também trabalhavam...
– Ain, isso é horrível pra minha autoestima! – O loiro larga o martelo, batendo seus pés no chão.
– Ninguém merece. Além de ser acusado sem motivos e de ter que ficar martelando pedra, eu ainda preciso ouvir você reclamar.
– Olha, eu poderia dizer várias coisas, mas estresse dá rugas e eu já não estou podendo com esse clima totalmente seco de prisão.
– Ei. – Porém, logo Smoker, um dos guardas da prisão, aparece.
– SMOKER! – Dellinger tem um ataque de felicidade. Abre os braços e o sorriso imenso, saltitando e pulando no colo do guarda, que o segura imediatamente. – Veio me tirar daqui? Kyaah!
– É, eu ando meio estressado e preciso descontar em alguém. Vamos. – E assim, o homem de cabelos grisalhos sai junto com o loiro em seu colo, indo para sua sala particular. Law só vira o rosto, resmungando internamente por precisar continuar trabalhando.
(…)
Smoker P.O.V
Arrastei esse garoto até a sala dos carcereiros, onde não podem ficar os presos, mas eu estou sozinho agora então tá ótimo. Além disso, eu preciso me distrair. Chutei a porta para entrar, fechando-a com a ajuda de minhas costas, já que minhas mãos estavam segurando suas pernas e o carregando até onde eu quisesse.
E assim estávamos. Ele com os braços finos pelo meu pescoço e eu, em pé, segurando suas coxas, o beijando enquanto dirigia-me pela sala. O bom de ter esses presidiários, é que eu simplesmente posso fazer o que quiser com eles, em especial esse loirinho, que tem um bom corpo e ainda tem o fogo de adolescente. Perfeito pra mim.
Coloquei-o sentado na minha mesa e comecei a despir minhas vestes superiores, beijando-o violentamente. Chegava a morder seus lábios inferiores com força e ele retribuía, com um rosto avermelhado e gemidos inconscientes. Não demorei muito para tirar minha farda e já comecei a despir suas roupas de prisioneiro, até deixá-lo só de cueca.
Desviei meus beijos até seu pescoço, deixando marcas realmente roxas de chupões e mordidas, ao mesmo tempo em que minhas mãos marcavam de vermelho seu corpo. Segurei em sua cintura o mais forte que conseguia, sentindo sua pele macia em meus dedos. Ele apenas retribuiu, tirando o cinto de minha calça e abaixando meu zíper.
Dellinger saiu da mesa e se ajoelhou no chão, terminando de tirar minhas calças completamente e se apoiando com as mãos nas minhas pernas. Segurei seus cabelos loiros, direcionando seu rostinho angelical até meu membro já rígido, obrigando seus lábios doces e avermelhados a se abrirem e me chupar de vez.
Ele logo o fez, usando toda sua saliva em meu membro, lambendo minha glande e descendo até o prepúcio; para enfim terminar de enfiar tudo em sua boca de veludo, permitindo que eu chegasse a encostar até em sua garganta. Seu rosto ficara corado facilmente e ele direcionou seu olhos azuis até mim, encarando-me. Fiquei mais excitado ainda e, mais uma vez, puxei seus cabelos loiros, o obrigando a se levantar.
Virei-o de costas, tirando finalmente sua cueca, e deitei seu tronco na mesa, deixando que ficasse empinado para mim. Dei somente uma cuspida, não querendo demorar muito para acabar sendo pego em flagrante e, assim que vi já estar bem lubrificado, adentrei meu membro em seu corpo.
– AAAhhhnn..!!
Sua voz fina gritou, mas logo enfiei três dedos em sua boca, calando-o de vez enquanto iniciava as estocadas. Seu corpo, por ser bem pequeno e frágil, era ótimo de penetrar e bem apertado. Assim que seus gritos acalmaram-se, segurei os braços dele, levando-os até a altura de minha cintura, para que as estocadas ficassem ainda mais fortes e fáceis de entrar, o que deu certo. E assim ficamos, até ele finalmente gozar e eu ir junto, dentro dele.
Smoker P.O.V off
Depois que ambas respirações ofegantes foram cessando, os dois rapazes limparam-se e começaram a se vestir, pois já estava bem tarde. Contudo, antes que acabassem de colocar suas roupas, um outro guarda de prisão surgiu na sala.
– Smoker, eu preciso que vo.... QUE ISSO?!
– Coby!
Coby, um guarda de cabelos rosados e personalidade calma, entrou bem na hora, pegando os dois terminando de se vestir. Smoker se surpreendeu e ficou com raiva automaticamente, ao mesmo tempo que Dellinger não gostava de ser pego em flagrante, mas ficou preocupado, principalmente, em ser possivelmente punido.
– E-Eu s-só estava perdido e... o Smoker me ajudou... – Disse o loiro, arrumando desculpas.
– É claro que é mentira! – Exclama Coby. – Smoker, isso foi totalmente fora de conduta!
– Foda-se essa conduta, eu faço o que eu quiser. E eu só estava com tédio, precisava de alguém pra foder e ele apareceu, só isso.
– Hã, então é só pra isso que eu sirvo pra você? – Dellinger direciona seus olhos azuis com raiva para Smoker.
– Sim.
– Isso é um absurdo, eu sou muito superior do que só alguém pra passar uma noite! Você deveria se curvar e agradecer a todos os deuses existentes por ficar comigo.
– E-Então vocês admitem que tem um caso! – Exclama Coby.
– Argh, se já não basta esse rosinha pegando no meu pé, agora o loirinho também vai ficar reclamando. Pra mim já deu, fora daqui, os dois!
(…)
Ao mesmo tempo em que Dellinger terminava com Smoker, ou o oposto, todos os prisioneiros se reuniram no pátio, já que era a hora de sua folga. Rosinante e Law ficaram em um canto, aos beijos e amassos, enquanto Vergo e Doflamingo planejavam algo.
– Procura um cara estranho usando dreads, é ele quem cuida dos negócios aqui. – Fala Doflamingo.
– Vai fazer o quê, exatamente, virar traficante?
– Existe outra maneira de conseguir dinheiro na prisão?
– Não, acho que não...
– Então é isso que faremos. Agora procura!
Foram procurar e, não muito tardiamente, encontraram um sujeito fazendo miçangas e com longos dreads no cabelo. Doflamingo começou a falar com ele, o mais simpático que conseguia, enquanto Vergo apenas observava ao lado do companheiro loiro.
– Olá!
– Oi, oi, oi! – Responde o sujeito. – Como vão? Querem miçangas? Podem pegar!
– Não obrigado, nós estamos atrás de outras coisas, e eu acho que você pode me ajudar. A propósito, meu nome é Doflamingo e este aqui é o Vergo.
– Oi, Doflamingo! Oi, Vergo! O que o coraçãozinho de vocês está querendo? Acho que vocês estão precisando de colares e pingentes para enfeitá-los, hein. Podem me chamar de Brad Pittyson, aliás.
– Oh, você é o famoso Brad Pittyson? Eu tenho um filho que fala muito bem de você, só não sabia que o Dellinger era amigo de maconheiro.
– Doffy, acho que não são as mesmas pessoas... – Murmura Vergo.
– Sério? Ah, isso não importa. Eu vou ser bem direto, Brad, qual é o esquema?
– O esquema é você aplaudir o por do sol e agradecer aos Orixás que sejamos sempre pessoas maravilhosas, no caminho certo e de espíritos alegres. Okê arô!
– O que arou, quem? Ei, não foi isso que eu perguntei! – Doflamingo já fica com raiva.
– Haha, fica sussa, irmão! Você parece meio estressado, permita que eu transmita minhas energias até tu em forma de abraço. – Brad Pittyson abre os braços e se prepara para compartilhar seu calor, quando é impedido.
– ESCUTA AQUI. – O loiro segura em seu uniforme laranja, olhando bem fundo nos seus olhos. – Eu só vou perguntar uma vez e exijo respostas. Como eu arrumo dinheiro nessa prisão?
– Por que vocês querem favorecer o mercado capitalista, que é responsável por nos oprimir todos os dias? Por favor, irmãos, não vamos fazer uma coisa dessas... vamos repartir! Vocês querem dar um dois?
– Hã, quem quer dar alguma coisa? Responde a minha pergunta!
– O-Olha, se vocês querem tanto louvar o Deus Mercado, eu sugiro que vocês falem com o pessoal do Capone Bege...
(…)
Ao mesmo tempo em que Doflamingo e seu parceiro conversavam com o pessoal que era responsável pelo comércio e tráfego na prisão, Rosinante e Law estavam juntos como nunca. Já haviam achado um lugar reservado e estavam se amando, apesar do local ser bem apertado.
Rosinante P.O.V
Nós dois estávamos nos beijando no chão, sendo que ele estava encostado em uma parede qualquer comigo entre as pernas. Seus braços apoiavam-se no meu pescoço e minhas mãos iam despindo seu uniforme laranja, calmamente, sem pressa alguma. Já estava percorrendo todo seu peito, por debaixo dos panos, subindo-os até tirá-los.
Dava beijos em seu pescoço e, assim que tirei a parte superior do uniforme, tirei a minha também. Nossos peitos estavam desnudos e eu continuei, desviando meus beijos até a altura de seu peito. O rosto dele olhava para cima, com olhos fechados e uma voz doce, saindo em formato de gemido.
Fui abaixando suas calças, juntamente com a cueca e, finalmente ele estava completamente despido. Fiquei admirando seu corpo, dando mais beijos e usando minhas mãos para apertar seus mamilos e sentir suas curvas, deslizando-as por todo perímetro de Law.
– Eu amo você. – Disse, dando mais beijos em seu pescoço e puxando seus quadris para mais perto de mim.
– Cora-san... – Ele me respondeu, soltando alguns gemidos e com o rosto corado, me abraçando.
Tirei minhas próprias calças junto com a cueca, sentando-me no chão. Puis ele em meu colo, de frente para mim, apoiando-me em seus quadris mais uma vez e segurando-os bem firmemente, deixando marcas vermelhas em sua pele dourada.
Meu desejo era passar o dia inteiro com ele, porém precisávamos ser rápidos, infelizmente. Afastei suas nádegas, fazendo-o sentar no meu membro já rígido. Nós dois gritamos juntos, por ter nossos corpos ligados tão provocantemente, embora doesse um pouco. O prazer é bem maior.
– Aaaahh! L-Law... aahh!
– AAAhhh...! Cora... san..!
Quando a dor cessou, sua cintura iniciou os movimentos para frente e para trás, para cima e para baixo, deixando que meu membro ficasse cada vez mais dentro de seu corpo. O beijei, fazendo carícias em seu peito com uma das mãos, masturbando-o com a outra.
Desviei meus beijos, mais uma vez, até seu pescoço, deixando nossas bocas livres para que saiam os gemidos. Voltei a movimentá-lo pela cintura, mexendo-o para todos os lados, deixando que nossos corpos se unissem mais e mais. Senti ele gozando e o líquido batendo em seu peito; não demorou muito, logo fui também, dentro dele.
(...)
Law e Rosinante ficaram trocando carícias por um bom tempo, até que o sinal da prisão bateu finalmente. Todos retornaram para seus quartos e, no momento, o loiro estava com seu irmão mais velho. Doflamingo estava deitado na beliche superior, rindo e conversando com o outro, que estava embaixo.
– Ai, ai, o dia foi ótimo! – Exclama o mais velho.
– Nem me fale... – Responde, lembrando dos momentos com Law.
– Conheci os caras que tomam conta da prisão e nós acabamos ficando amigos, mas eu não pretendo continuar subornado a eles.
– Vai fazer o quê, dar um golpe de Estado na prisão?
– Talvez...
– Ai, ai, nem aqui você toma jeito, mas que coisa. Dói ser uma pessoa normal e ficar quieto em um canto?
– Rosinante, eu tenho cara de quem vai continuar a fazer trabalho de pobre? Eu quero é luxo! Luxo e dinheiro, fufufu.
– Bom, faça o que quiser, eu já desisti de tentar te dar sermão.
Enquanto isso, no quarto de Dellinger e Law...
– Buáá! – Dellinger estava chorando em sua cama debaixo, sendo que Law estava em cima.
– Argh... – Ele tentava ignorar, mas o choro é forte demais. – O que houve?
– Eel demido gumigu...
– Para de chorar e fala direito, coisa!
– Ain, você é muito gótico! Eu já tô sofrendo aqui e você piora as coisas, mas que porre.
– Dellinger, tudo o que eu quero é dormir e você está me atrapalhando. Vai me contar o que aconteceu ou eu já posso parar de fingir que me importo?
– Eu não preciso do seu fingimento, mas se você quer saber, eu e o Smoker tivemos uma briga e terminamos.
– Oh, ele finalmente descobriu que você é insuportável?
– Olha aqui, eu tô mal demais pra perder meu tempo brigando contigo. Eu só quero ficar sozinho...
Dellinger parou de falar e um silêncio se criou por alguns segundos, mas logo foi ouvido um minúsculo choro tentando ser abafado. Aquele ínfimo som irritava Law então ele suspirou fundo e desceu de sua cama, indo encontrar o loiro lá embaixo. Ele estava com as costas nas paredes e limpando as lágrimas.
– Ei, não é você quem não chora por homem? – Disse, no tom mais reconfortante que conseguia.
– Não é isso, é que... agora eu tô sozinho e...
– E você tem medo dos caras da prisão, isso eu já entendi, não precisa ficar chorando.
– E além disso, é injusto! Por que um emo como você tem alguém e eu preciso ficar correndo atrás de guarda-costas?
– Tsc, eu desci da minha cama pra tentar te consolar, então deixa seu egocentrismo de lado por um segundo.
– Mas vamos combinar que você também é péssimo nisso...
Law soltou mais um longo suspiro, antes de tomar uma decisão. Deixou o rancor para trás, sentando-se ao lado de Dellinger na cama. O loiro não entendeu muito bem aquela atitude, mas deixou-se levar. Ficou mais estranho ainda quando, depois de muito esforço, o moreno acabou colocando seu braço em torno do ombro dele, como um abraço.
– Assim ficou melhor? – Perguntou, emburrado.
– Mais falso que amizade entre Iggy e Azealia.
– Não reclama, vai...
– Tá bom. – Dellinger se acalma, deitando seu rosto no peito de Law e segurando a mão que estava abraçada a seu pescoço. – Por que a vida é tão difícil?
– Porque estamos numa prisão.
– Eu tô falando sério, poxa. Eu não acredito que perdi o único homem que presta nesse lugar em tão pouco tempo...
– É, talvez o seu destino seja mesmo casar com uma mulher...
– Ai, você é muito chato! É assim que você consola alguém?
– Tá, foi mal, mas não precisa ficar triste. Eu não vou deixar os caras maus da prisão te tocarem, tá?
– Ótimo, porque eu estou te declarando meu marido da prisão de novo.
– Ah, não...
– Não reclama! A minha pele é linda demais e eu já sofro com esse clima seco, então eu preciso que cuidem de mim.
– Tá bom, "princesa".
– Princesa, é? Agora você está começando a me tratar direito.
– Eu preciso te tratar direito, o Cora-san se preocupa contigo. Então não fica triste, tá?
– Você só tá me abraçando por causa do seu "príncipe"? Você é muito sem coração.
– Não é só por ele...
– É pelo quê, então?
– Porque é chato ver a princesinha do pop triste.
– Own...
– E também porque as suas lágrimas atrapalham o meu sono.
– Ai, credo, antipático.
– Só estou sendo realista. – Ele dá um pequeno beijo entre os cabelos loiros do menor. – Já está melhor?
– Já...
– Ótimo, então eu vou nessa. – Law se levanta, deixando o garoto sentado na cama de baixo, mas antes de subir até a sua, ele bagunça o cabelo de Dellinger. – Boa noite, princesa.
– B-Boa noite.
(…)
No dia seguinte, correu tudo como de costume. Depois do banho, foram almoçar e é exatamente o que estão fazendo agora. Em uma mesa, Dellinger, Law e Rosinante sentavam-se em frente aos outros, conversando amigavelmente como de costume.
– VAI SE FODER!
– Fufufu, tá atacadinho hoje?
– Doffy, também não precisa provocar. – Murmura Rosinante.
– O que foi que eu fiz?!
– Será que dá pra vocês pararem de brigar? – Fala Dellinger. – Nós já estamos num lugar terrível, não precisa de tudo isso.
– Tsc, isso é perseguição contra mim. – Afirma Doflamingo.
E, durante a briga, uma pessoa se aproximou, trazendo consigo uma bandeja de bolo.
– Donquixote Doflamingo? – Quando a pessoa com o bolo chegou, todos olharam perplexos.
– Eu mesmo! Fufufu. – Disse, com o maior sorriso do mundo.
– Um presente de sócios, pode ficar. – E a pessoa se retirou, deixando o bolo com eles.
– I-I-Isso é bolo... de c-chocolate? – Pergunta Rosinante, quase babando.
– Até que enfim, uma comida de verdade. – Diz Vergo.
– Kyaaaaa! Isso é real? – Dellinger estava hipnotizado.
– Todo mundo pode comer! – Exclama o loiro. – Menos o Law.
– Eu não quero... – Responde. – Eu não gosto de chocolate.
– E-E-Eu também não quero. – Fala Rosinante. – S-Se o Law não pode comer, e-então eu também não vou.
– Dá pra ver claramente que ele quer o bolo... – Murmuram todos ali.
– Fufufu, o garoto pode comer, desde que ele faça por merecer...
– Eu não vou fazer porra nenhuma! – Law fica com raiva. – Eu vou embora, tchau. – E se retira.
– E-Eu vou com ele! – Rosinante fala enquanto encara o bolo, tomando coragem para desviar seu olhar.
– Não precisa ficar assim, irmãozinho, pode pegar o quanto você quiser.
– Posso pegar pro Law então?
– Não sei, ele não tá merecendo...
– Doffy...
– Tsc, tá bom, mas só um pouco.
– Brigado! – Rosinante pega um pouco de bolo, levando para seu amado.
(...)
Depois do almoço, como sempre, era hora do trabalho e lá estavam eles. Law reclamava, jogando toda sua raiva nas pedras.
– Foda-se Doflamingo, espero que ele morra! – Ficava repetindo a frase, quebrando tudo a sua frente.
– Não fala assim do meu pai... – Dellinger nem se atrevia a segurar o martelo pesado.
– Ele é insuportável! Como você consegue aturá-lo?
– Bom, ele não me trata que nem você, e também me dava vários presentes e mesada... e CD do Maroom Five...
– Ele é nojento, escroto, filho da mãe, tudo! – Law fica com mais raiva ainda e bate o martelo na pedra tão forte que acaba quebrando a unha e sai sangue de seu dedo. – Tsc, que saco.
– C-Calma, v-você tá bem?! – Dellinger se aproxima e segura a mão dele, analisando a textura. Estava toda machucada graças ao trabalho e falta de cuidados. – Credo, você precisa urgentemente de uma manicure.
– Eu preciso é de distância daquele cara.
– Não fica assim, só ignora ele.
– Que seja... – Law desvia o rosto, lambendo o sangue e voltando a martelar, mais tranquilo. Eis que, Smoker surge.
– Oi.
– Smoker! – Afirma Dellinger, com uma sobrancelha arqueada. – Que foi, veio implorar a minha volta?
– O Coby se mandou. Você vai vir ou não?
– Claro que não! Eu já te disse, eu sou valioso demais pra ser usado só por uma noite.
– Você é um prisioneiro, eu sou carcereiro. Queria o quê? Um relacionamento?
– Quero alguém que me trate da mesma maneira que a Rihanna trata o baseado dela. Agora sai daqui! Tá fazendo sombra na minha beleza.
– Tsc, que seja, odeio garotinho que se faz de difícil. – E ele se retira.
– Você fez bem de ter dado um fora nele, princesa. – Afirma Law. – Não quero te ver chorando de novo.
– Eu já disse, sou mais intocável que Avril Lavigne!
Enquanto isso, do outro lado, Rosinante e Doflamingo...
– Gostou do bolo? Fufufu. – Disse o mais velho, ignorando o trabalho.
– Onde você arrumou aquilo?
– Arrumei uns contatos. Eu já te disse, vida de pobre não dura muito pra mim.
– Você é inacreditável...
– E não vai me agradecer pelo bolo?
Antes que Rosinante pudesse fazer algo, Doflamingo o obriga a largar o martelo e vira o rosto dele em sua direção, lambendo seus lábios e pedindo passagem para um beijo que é cedido inconscientemente, e vai se aflorando. O mais novo tentava afastar o irmão com as mãos, mas sem êxito. Só se afastam pela falta de ar.
– P-Para de fazer isso... – Rosinante vira o rosto e limpa os lábios com as mãos.
– Você sabe que eu não resisto a você.
(...)
Mais tarde, na hora do intervalo, Doflamingo e Vergo estavam juntos, em uma sala particular que haviam encontrado. O loiro estava sentado em uma mesa, sendo beijado pelo moreno.
– Você fez tudo o que eu mandei? – Perguntou, sentindo as mãos do moreno segurando o cós de sua calça abaixando ela lentamente, junto com a cueca.
– Já, não se preocupa. – Responde, dando mais beijos no companheiro, que levantava sua camisa e despia seu peito. – Em breve será tudo nosso.
– Acha que amanhã já tá pronto? – Finalmente conseguiu despir a camisa de Vergo, que começou a o masturbar ao mesmo tempo em que dava mais beijos, descendo pelo pescoço e indo até o peito.
– Com certeza.
Vergo P.O.V
Desci meu rosto, dando beijos em seu peito e segurando suas coxas definidas, indo até mais embaixo, onde abaixei meu corpo e pude chegar até a altura de seus quadris. Estava a frente com o membro já duro dele, então segurei-o, masturbando-o antes de finalmente colocá-lo na boca.
Com minhas mãos, me masturbei ao mesmo tempo que o chupava, apesar de só seus gemidos me deixarem excitado. Girei minha língua sob sua glande, descendo até o corpo de seu membro e colocando o máximo que conseguia dentro de minha boca, deixando que a saliva fizesse o trabalho de excitá-lo.
Assim que senti estar bom, subi novamente, o beijando e deixando que sentisse seu gosto salgado enquanto nossas línguas brigavam por espaço. Tirei minha calça, ficando despido junto a ele e trocamos de lugar. Sentei na mesa e ele se ajoelhou, a minha frente.
Senti seus lábios molhados me tocando, deixando que meu membro se desfizesse em sua boca. Ele lambeu da glande até o corpo, descendo lentamente para me provocar, até chegar a área dos testículos, onde colocou-os na boca e fez movimentos em formato de infinito com a língua, deixando-me terrivelmente excitado, ao mesmo tempo que também se masturbava.
Ele sentou mais uma vez na mesa, me abraçando pela cintura com suas pernas para nos aproximar. Só cuspi em meus dedos, levando-os até sua entrada para lubrificá-lo e, assim que estava bem relaxado, posicionei meu membro e o adentrei finalmente.
Ouvi um grito saindo de seus lábios então logo o beijei, apoiando minhas mãos em seus quadris, antes de iniciar os movimentos de estocada. Seus gemidos saiam automaticamente junto aos meus e fui aumentando a velocidade e os ritmos gradativamente, o masturbando e dando chupões em seu pescoço, até finalmente gozarmos juntos.
(…)
Ao mesmo tempo em que Vergo e Doflamingo estavam juntos, Rosinante e Law também estavam no pátio, trocando carícias, beijos e palavras de afeto, sendo que o moreno estava no colo do loiro, com as mãos em seu pescoço. Não demorou muito, logo Brad Pittyson chegou com uma caixa escondida.
– Oi, oi, oi, irmãos!
– V-Você é aquele cara de antes! – Exclama Rosinante.
– Ah não, você de novo. Que é que tu quer? – Fala Law.
– Eu vim distribuir paz, amor e coisas que a natureza dá pra gente! Hahaha, e um presente também.
– Não queremos a sua maconha.
– Não, não é isso! O irmão Flamingo mandou um presentinho especial a vocês. São brownies. – Ele abre a caixa cheia de bolo. – Só não espalhem por aí, essas vitimas-do-sistema são esfomeadas!
– M-Mais bolo?! – Rosinante fica surpreso. – Eita, o Doffy conseguiu refazer uma fábrica de doces em menos de uma semana! Incrível!
– Não sei se é seguro aceitar brownies de um maconheiro...
– Hum? – Rosinante nem prestou atenção, já estava comendo. – Disse alguma coisa, Law?
– ... agora já era...
(...)
Mais tarde, depois de terem acabado de comer os doces, retornaram para seus devidos quartos. Rosinante estava com o rosto estranho, avermelhado e um pouco tonto, porém mais sorridente que o normal. No momento, estava jogando seu corpo em cima do irmão mais velho, apoiando seus braços no pescoço do mesmo.
– Fufufu, veio agradecer pelo meu presentinho?
– Aham... – Ele começa a dar pequenos beijos no rosto do irmão, inclusive no canto dos lábios. – Obrigado, Doffy...
– Não é com palavras que eu quero que você me agradeça...
Doflamingo P.O.V
É meio chato ter que usar esse truque contra ele, mas no momento isso não me importa muito. Segurei seu rosto, trazendo bem para perto de mim e o beijei, lambendo seus lábios e indo ao encontro de sua língua macia. Ele logo retribuiu, me abraçando pela cintura.
Andei com ele até a cama, deitando por cima dele e admirando seus olhos azuis bem de perto, afastando sua franja loira para beijá-lo ainda mais. Seu rosto estava corado e bem quente como de costume, e suas mãos abraçavam meu torso, segurando e puxando minha camisa laranja.
Desci meus beijos até seu pescoço, sem pressa alguma, indo com minha mão em sua barriga para tirar-lhe o tecido que o cobria. Ele logo ficou arrepiado, soltando ínfimos barulhos com a boca sempre que eu tocava seu corpo sensível.
– Rosinante...
Disse, na altura de seus ouvidos, beijando mais ainda seu pescoço e dando algumas pequenas mordidas e chupões. Não tardiamente, retirei seu camisa, deixando seu peito despido e descendo com meus lábios até ele, olhando sempre para cima afim de ver sua face corada.
Fui até um de seus mamilos e o peguei com a boca, chupando-o e arrancando pequenos gemidos de seus lábios. Com uma de minhas mãos abaixei, percorrendo seu corpo lentamente em direção à parte inferior de suas calças laranjas, sentindo seu volume formando-se. Apertei, desfazendo-o todo em meus dedos e sentindo-o enrijecer.
– Aaah, Doffy...
Ele corou em resposta, então dei um último beijo debaixo de sua orelha e fui descendo com meu rosto, passando novamente por seu peito e indo em direção a barriga. Sem pressa, como antes. Fui mais abaixo, dando minúsculos chupões por sua cintura e abaixando o cós de sua calça junto com a cueca, revelando sua ereção.
Já com o tecido despido, puis seu membro rijo em meus lábios, pressionando com eles para que Rosinante sentisse-me completamente, sem sobrar nenhum espaço. Dei voltas pela sua glande usando a língua, indo até o prepúcio e percorrendo o corpo por completo, até que ele esteja por completo em minha boca.
Senti seu gosto salgado e continuei, fazendo movimentos de masturbação com meu rosto, indo para cima e para baixo, e deixando seus gemidos saírem automaticamente. O toquei pelas pernas, chegando a subir com as mãos pelo seu peito ao mesmo tempo em que o chupava mais e mais. Suas mãos macias, também tocavam meu cabelo, desviando meu rosto para os lados.
Subi meu corpo mais uma vez, um pouco mais veloz, e encontrei seus lábios. Pressionei contra eles, obrigando sua língua a sentir o gosto salgado da minha enquanto minhas mãos abraçavam sua cintura. Ele apoiou-se no meu pescoço novamente e eu desci até seus ouvidos, sussurrando para ele.
– Vira pra mim, irmãozinho...
Ele logo arrepiou-se e me obedeceu, virando de costas. Dei mais beijos em sua nuca, tirando seus cabelos loiros do caminho e desci, percorrendo suas costas com meus lábios até chegar a seus quadris volumosos. De lá, usei minhas mãos para apertá-los, com intenções de deixar marcas vermelhas bem visíveis. Prossegui, indo com minha língua em direção a sua entrada.
Adentrei seu corpo com a língua e ele arrepiou-se, até eu voltar a chupá-lo e Rosinante ir se acalmando e se acostumando aos poucos. Assim que já estava bem molhado e lubrificado voltei a subir, dando mais beijos e mordidas em sua nuca e deixando-o mais excitado ainda.
Enquanto mordia e dava lambidas em sua orelha, posicionei meu membro rijo nele, roçando em sua entrada antes de penetrá-lo de vez. Ajeitei-me com as mãos, finalmente adentrando-o e logo senti meu corpo arrepiando-se. Um gemido logo escapou de minhas bocas junto a ele que, graças a dor, soltou um maior que o meu.
– Aaahhnn...! D-Doffy...!
– Aaaahn... Rosinante...
Assim que ele se acostumara, iniciei as estocadas bem devagar, atingindo propositalmente as áreas que lhe causavam arrepios e que eu já conhecera tão bem. Seus gemidos saiam automaticamente e os meus, graças a aproximação, saiam na altura de seus ouvidos, para que ele ficasse mais excitado ainda.
Fui aumentando o ritmo gradativamente, entrando em seu corpo totalmente, cada vez mais fundo e rápido. Puis também dois dedos em sua boca, para que seus gritos não acordassem os guardas e nos atrapalhasse e ele respondeu, lambendo-os e chupando-os, o que deu-me mais forças para continuar.
Fizemos mais e mais, até que por fim, gozei dentro dele e logo depois, ele gozou em sua própria cama. Caí em cima de seu corpo, sentindo meu coração batendo em ritmos acelerados e, tanto a minha respiração como a dele, estavam ofegantes. Acabamos dormindo ali mesmo, bem juntos, um do lado do outro.
(...)
Law havia acabado de chegar em seu quarto e deparou-se com Dellinger, que estava em pé, por ter acabado de chegar também.
– Ah, você chegou.
– Dellinger...
– Você não vai acreditar, sério! Hoje, enquanto você estava ocupado com o tio dos outros, eu–
A história do outro foi interrompida quando o moreno, que estava andando em direção a ele, segurou seu rosto junto a seus cabelos e arrancou-lhe um beijo, o mais rápido que conseguia. No começo o loiro hesitou, estranhando o ato, mas quando percebeu que o outro não o deixaria em paz, Dellinger retribuiu o beijo, fechando os olhos e apoiando-se em seu troco.
Trafalgar P.O.V
Com nossos lábios colados, fui obrigando-o a andar para trás, até finalmente ele cair na cama debaixo da beliche, comigo em cima. Só separávamos do beijo em busca de ar, mas logo voltávamos, enquanto eu tocava sua cintura, pressionando-o mais ainda na cama.
Desviei, beijando o canto de seus lábios macios, indo até sua bochecha e, posteriormente, até sua orelha, lugar que lhe era mais sensível. Ele segurou-me pelas costas, puxando meu uniforme laranja em retribuição. Comecei, dando pequenas mordidas em seu lóbulo e soltando alguns suspiros propositais em seu ouvido e, em troca, recebi um rosto quente e corado.
– E-Espera, p-por que v-você tá fazendo isso?!
– Cala boca...
Calei seus lábios, voltando a beijá-lo para que não me incomodasse com palavras. E assim continuei, enquanto minhas mãos tratavam de subir sua camisa laranja até despi-lo totalmente. Suas mãos seguravam minha nuca e eu finalmente desci, percorrendo seu pescoço com mais beijos.
Fui até o inicio de seu peito e retirei minha camisa, ficando de torso nu junto a ele. Mordi e dei chupões em seus mamilos rosados, arrancando pequenos gemidos de seus lábios. Ele já estava ficando levemente excitado e eu notei isso, apalpando o volume de suas calças e apertando seu membro por cima dos panos.
Voltei a beijá-lo, sentindo tanto a maciez de sua língua como seus lábios aveludados e o virei na cama, deixando-o que ficasse por cima de mim. Ele já estava mais calmo e entendeu, fazendo o mesmo caminho que eu fizera anteriormente, descendo minha calça junto com a cueca assim que seus lábios chegaram à minha cintura.
Ele me despiu, alojando meu membro em sua boca e o lambendo por entre a glande, dando chupadas com os lábios e soltando barulinhos propositais para me excitar ainda mais, o que deu imediatamente certo. Usei minhas mãos para guiá-lo, puxando levemente seus fios loiros e deixando sua língua fazer todo o trabalho.
Seus lábios desceram, indo até meus testículos para chupá-los, dando lambidas tanto neles como em meu membro que já estava bem rígido. Ele logo os pôs na boca, girando com a língua em formato de infinito, arrancando-me gemidos e deixando-me completamente arrepiado.
Segurei mais forte seus cabelos e o obriguei a subir seu rosto até voltar a me beijar, onde pude sentir todo o gosto salgado de seus lábios. Virei-o na cama novamente, porém dessa vez de costas, ficando por cima dele e tirei suas calças, o mais rápido que pude, juntamente com sua cueca.
Puis dois de meus dedos na boca e, em seguida, fui em sua entrada, penetrando-os de uma vez só. Ele segurou nos lençóis da cama, soltando um grito bem abafado, então continuei. Abri meus dedos em formato de tesoura, tirando-os e colocando novamente, até ele ir se acostumando. Depois, o virei mais uma vez, deixando-o de frente para mim.
O beijei, segurando suas coxas e as afastando, colocando meu corpo por entre elas. Ele retribuiu, abraçando minhas costas com suas pernas e permitindo-me penetrá-lo. Ajeitei-me com minhas mãos, posicionando meu membro em sua entrada e, por fim, enfiando de uma vez só.
– AAhh..!
Gritamos juntos, em uníssono, assim que nossos corpos estavam interligados. Juntei nossos lábios novamente para abafar seus gemidos e, em resposta, tive seus braços puxando meu cabelo e arranhando minhas costas. Percebi que ele já havia se acostumado com a dor e tomei aquela ação como um pedido, então iniciei os movimentos de estocada.
Quanto mais movimentos eu fazia em seu interior, mais excitado ele ficava e mais gemidos eram soltos de seus lábios por entre meus beijos. Logo troquei a posição, deitando seu corpo mais de lado e segurando uma de suas pernas, elevando-a até meu ombro, para posicionar-me melhor.
Seu corpo pequeno e apertado desfazia-se em mim, sempre que eu dava mais estocadas, aumentando o ritmo e a velocidade gradativamente. Os gemidos de ambos saíam rapidamente e sem muito esforço, visto todos movimentos que fazíamos juntos, sem nos importar com quem estivesse ou não ouvindo. Logo, senti ele gozando em sua própria barriga e fui junto, dentro de seu corpo, deitando-me com ele na cama e deixando que dormisse em meu peito.
(…)
No dia seguinte, Rosinante acordou com Doflamingo o abraçando.
– NÃO! – E logo levou um susto. – POR QUÊ?!
– Bom dia pra você também... – Acordou despreocupado.
– Por quê, Doffy? Por quê?!
– Tsc, virou filósofo agora? Para de ficar perguntando as coisas óbvias...
– Eu só quero entender COMO "ISSO" FOI ACONTECER! Que saco, eu tinha te pedido pra parar de fazer coisas estranhas comigo! Isso deixa o Law chateado, sabia? E eu também fico!
– Você comeu um dos brownies que eu te dei e me agradeceu, só isso. Não tem mistério nenhum.
– V-Você colocou coisas no brownie pra me fazer transar contigo?
– Ah, você não tinha percebido?
– ISSO É ESTUPRO! Que saco, nunca te ensinaram que isso é errado, não? Para de fazer isso, você nunca foi de me obrigar a nada!
– Não é estupro se a pessoa gostar, fufufu. E nós já ficamos diversas vezes, então não precisa ficar reclamando.
– Como você pode ser tão nojento? Nunca mais encosta em mim!
(...)
Do outro lado, Dellinger acordou deitado no peito de Law, com ele fazendo cafune em seus cabelos inconscientemente.
– Ahn... quê? – Assim que o loiro despertou, percebeu sua posição e logo levou um susto. – T-T-T-Tira as mãos de mim, agora! – E se afastou.
– Argh, que saco... – Law acabou acordando com o grito do loiro e percebeu o que havia feito, dando pequenos tapas em seu rosto e coçando os olhos.
– Não acredito que você fez isso comigo de novo! Acho que eu já sinto todo o meu glamour escorrendo pelos seus germes contagiosos de emo.
– Você grita muito alto, eu tô com dor de cabeça...
– P-Por que você fez isso de novo? Seu estranho!
– Porque eu tava com raiva do seu pai escroto.
– E o que a minha pessoa maravilhosa tem a ver com isso?!
– Tsc, para de reclamar, eu aposto que você gostou mais do que eu. Só esquece isso.
(…)
Depois de um longo dia, no pátio, Doflamingo e Vergo se encontraram com Capone Bege e seus homens. Detalhe, seu plano já havia funcionado perfeitamente.
– O que significa isso, Doflamingo?! – Capone perguntou, com muita raiva, vendo todos os seus subornados ao lado do loiro de Vergo.
– Fufufu, de agora em diante, você trabalha pra mim.
– De que merda você tá falando? Quer morrer?
– Ele disse que nos pagaria o dobro e nós faríamos menos trabalho. – Explica um dos subordinados. – Então, agora, estamos com ele.
E assim, Doflamingo virou o líder da prisão.
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