Brasa
3 Quando se está em Desvantagem...
Notas iniciais
Neste meu novo capítulo
o Brasa terá de enfrentar
os três vilões finais do
último capítulo
POV Thiago
Pensa Thiago, o que posso fazer para o Homem-Espigo me soltar?
- Aaahh — ele está me apertando muito forte! E se ... eu esquentar a ramadura? Não é uma má idéia. — Ei o Homem-Espiga-de Milho, me solte ou sofra as consêquencias!
- Ora ora, oque vai acontecer comigo se eu não o soltar? — ele que pediu.
- Quem avisa amigo é — começei a esquentar a armadura o máximo que pude, ele não aguentou nem um pouco, me soltou rápidinho — Não diga que eu não avisei.
- Gárgula agora! — grita o palitão enquanto o Gárgula Viva pula em cima de mim.
- Você pode ser imune ao fogo, então que tal ir direto para a fumaça? — falei soltando fumaça da armadura. Enquanto nem um dos dois podia ver, eu bati no Gárgula e derrubei o Palitão, a fumaça sessou e algo me agarrou pelas costas nos fazendo cair, eu liguei os propulsores e o bati na parede, ele não me soltou, esquentei a armadura não deu nada, então voei o mais alto possível e ele me largou era o Gárgula.
- Ah não bixano volta aqui. — falei voando na direção dele, o segurei pelas asas e voei mirando no Palitão. Quando o Gárgula atingiu o Palitão uma cratera se abriu, é melhor eu começar a me cuidar mais. A polícia chegou, ela prendeu o Homem-Espigo e o Gárgula Viva, mas o outro fugiu, tenho que procurá-lo.
Sem POV
Quando o Brasa saiu, um outro aparece, e ataca os policiais livrando o Homem-Espigo e o Gárgula.
POV Thiago
Onde será que o espinhento se escondeu? São 02:00 am, ótimo procuro ele amanhã, que hoje tenho aula. É hoje, já passou da meia noite.
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Quando acordei, estava morto, 4 horas de sono não ajuda sabia? Mesmo o BRASA prescisa dormir, quando cheguei na escola Vivi e Lucas me olharam na cara.
- O que, outra espinha? — perguntei. Vivi me mostrou no espelho um corte grande. — Ou isso.
- O que aconteceu cara? — perguntou Lucas. Vivi me olhou com a cara de "conta tu", e parece que eu não tinha escolha.
- Olha Lucas prescisamos falar em particular. — falei.
- Ta bom. — ele disse me olhando estranho.
- Vivi, você também. — falei. Nós fomos até a sala do zelador. — Lucas eu sou o Brasa.
- Você? — ele me olhou e riu.
- Ele está falando a verdade. Eu vi com meus próprios olhos Lucas. — Vivi falou.
- Calma Vivi eu sei como provar para ele. — apertei o botão da minha armadura e ela ficou sobre mim. — Então provado ou não.- falei retirando a armadura. Lucas ficou boquiaberto.
- Acho que sim — disse Vivi.
- Mas não pode falar a ninguém. — conclui.
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No final da aula, eu Vivi e Lucas estavamos saindo quando ele aparece. Todo mundo começa a correr, até eu só que para algum lugar onde ninguém me veja, achei um e coloquei a armadura. Fui lá para frente.
- Ora, ora, se não é o espinho covarde. — falei.
- Ggrrrrrrrrrrrrrrrrrrr. — rosnou
- Não sabe falar fique mudo rapaz. — falei me esquivado dele. Ele se virou e me acertou na cara. — Ai posso deizer que isso doeu bastante, ohou — tenho que adimitir, ele sabe dar um soco. Mas eu sempre me levanto, já chega tenho que conseguir ficar de pé sem levar outro soco, e se eu não prescisar levantar, me virei na direção dele e liguei os foguetes, mas eu estava indo na direção da escola, virei no último minuto, estava indo reto, reto demais, quando vi uma árvore, parei de acelerar, e o bixano foi. Mas ele se levantou rapido. — Parece que esta tua Coraça é resistente, ei nome para tu, Coraça. — cheguei perto dele e dei um gancho de direita nele, e depois um direto na barriga, mas ele continuava de pé, como posso quebrar esta coraça? E se..
- Ei Coraça vem me pegar! — falei disparando para o deserto que fica a uns 3 quilometros da minha cidade, e o bixano vinha atrás. Quando cheguei, levei outro soco, já cansei de apanhar para esse bixano. então começa minha ideía, agora como posso soterrá-lo em areia? Jogando ele em uma duna! Você pode estar pensando, esse é o seu plano? Soterrá-lo em areia? Só uma parte.
- Grrrrrr — rosnou o Coraça.
- Ei bixano pare de rosnar! Falei o jogando em uma duna. — E agora vem a mágica! — Esquentei a areia até virar vidro e ta lá. Um bixano preso em um vidro gigante.
- Parabéns Brasa, se livrou do nosso amiguinho.
- Homem-Esguio, Gárgula Viva! Nossa cidade prescisa mesmo de uma polícia mais treinada! — enquanto desvio do Gárgula.
- Gárgula, segure-o, vou libertar o nosso amiguinho.
- O nome dele é Coraça! — falei
- Gárgula faça seu truque. — Gárgula Viva alça vôo e me joga no ar, voa para cima de mim e OhOu, ele desce em velocidade máxima comigo com escudo.
- Isso vai doe...
Notas finais
Bom acho que sim né
se vocês já estão aqui
é melhor eu me calar.
Abraço e fui!
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