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14 Lights, Camera, Relationship


Notas iniciais
Hiiiii, miss you girls ♥ Posso continuar a história? Vocês lembram de onde parou? É dia de festa na fic e essa é a Pepper ficando linda pra festcheenha http://www.youtube.com/watch?v=jUq6L3CF2Ls

"Your love is bright as ever even in the shadows
Baby, kiss me before they turn the lights out

Your heart is glowing and I'm crashing into you
Baby, kiss me defore they turn the lights out
I love you like XO. You love me like XO
You kill me, boy, XO. You love me like XO
All that I see, give me everything. Baby, love me lights out"

XO — Beyoncé



♠♠♠

É o melhor começo de namoro que já tive. Posso falar com conhecimento de causa, tenho bagagem emocional pra isso, afinal, foram três começos de namoro. Só que todos com a mesma mulher. Não tínhamos combinado, mas pareceu ter sido assim, nós revezamos as noites entre as nossas casas, e hoje, sábado, ela acordou mais uma vez na minha. Pepper está mesmo dando uma nova chance pra nós, pra mim, o círculo mais desbotado em seu dedo anular esquerdo evidenciando a ausência de sua aliança com Colin, prova isso, desde terça à noite eu reparei que o anel não está mais em seu dedo, e isso me encheu de esperanças.

Ela usa uma camisa minha, lilás, seus cabelos estão presos numa trança desde ontem quando saímos para jantar, agora alguns fios estão soltos, mas não parecem bagunçados é só um penteado mais despojado que o de ontem. Pepper sentou na beirada da cama, suspirou e levou as mãos à barriga, depois se deixou cair de costas. Após alguns minutos ela saiu do banheiro, está com uma cara abatida, há dois dias ela vem passando muito mal.

—Ainda aquele mal estar?— perguntei ao beijar sua testa.

—Preciso de um antiácido e um calmante, ou essa gastrite acabará comigo até à noite.— ela murmurou. Pepper alegou estar sofrendo de gastrite nervosa, disse que sempre que está sob estresse os sintomas se desencadeiam, antes ela não tinha nada disso, talvez seja algo adquirido nos últimos anos. Pesquisei sobre as causas, sintomas e achei compreensível. Ela é editora-chefe da revista, e agora e estaria na capa de sua própria publicação, mas não pôde dar palpite algum, e não havia acompanhado o processo de edição. Ela julgava que sua noite seria um sucesso total ou um fracasso retumbante, para piorar as coisas, Elena não poderia estar em Londres essa noite. —Eu não sei por que aceitei isso, colocar uma mulher numa revista masculina é idiotice, não é?

—Existem publicações para o público masculino com mulheres na capa.— gracejei.

—Revista erótica não vale, Tony!

—Encare isso como quebra de tabu, você está sendo visionária, amor.— pairei sobre ela, nós estávamos em posições diferentes, nos olhávamos de ponta cabeça e então eu tentei beijá-la.

—Não.— ela levou as mãos à própria boca —Acabei de...você sabe, é nojento.

—Só sinto cheiro de enxaguante bucal, seu hálito está melhor do que o meu.— estava sendo sincero, ao contrário dela, eu não havia levantado da cama ainda. —Amor...— beijei sua testa, e fui dando pequenos beijinhos na linha em direção à sua boca e ela me concedeu acesso aos seus lábios. Minha língua varreu sua boca, embora a posição parecesse desconfortável a princípio, nos envolvemos num beijo quente —A sua festa será um sucesso.— garanti ao lhe dar um beijo suave agora.

—E você estará lá...— ela disse —...Comigo!

—Com certeza!— beijei sua testa. Sem dúvida é o melhor começo de namoro, nós estamos juntos há menos de uma semana e todos já estavam prestes a saber.

—Que horas são?

—Não faço ideia.— respondi —Jarvis?— deitei ao seu lado e nós ficamos cara a cara, ainda estávamos invertidos na cama.

São 8h25min, Srta.— Jarvis respondeu.

—Obrigada,...Jarvis.— Pepper agradeceu —Ainda acho esquisito conversar com ele.— ela sussurrou.

—Com o tempo você acostuma.— eu disse.

Assim como ela o esqueceu, fiz questão de que ele também a esquecesse, Jarvis quase me enlouqueceu ao falar nela todos os dias depois que Elena a levou embora anos atrás, então eu desinstalei seu drive de memórias relacionadas à Pepper, a diferença é que as memórias do Jarvis eram muito mais fáceis de serem recuperadas.

—Estou começando a ficar com fome, mas tô com receio de comer e passar mal de novo.— ela resmungou.

—Que horas você disse que precisa ir buscar o vestido mesmo?

—À 1h.— ela me respondeu.

—Então nós vamos ficar na cama bem quietos até às 10h e esquecer o evento desta noite, depois vamos sair pra tomar café fora. Topa?

—Hum-rum.— ela murmurou. Nós nos arrumamos na cama, eu deitei com a cabeça num travesseiro e ela deitou em meu peito e cochilou até pouco depois do horário combinado.



♣♣♣

É impressionante, Tony tem o dom de me tranquilizar, eu não acreditava que alguém que a primeira vista parece tão elétrico pudesse ser assim. De manhã quando ele propôs que ficássemos em sua cama por mais tempo, eu imaginei algo puramente sexual e surpreendentemente acabei relaxando em seus braços e dormindo melhor do que a noite passada inteira. Aos poucos eu entendo porque me apaixonei duas vezes pelo mesmo homem, ele é o tipo que toda mulher procura, amoroso e cafajeste, oferece tempestade e calmaria, e jamais a nossa vida será monótona.

Tony praticamente me obrigou a contratar um serviço de Day Spa, disse que era muito mais saudável do que eu me encher de calmantes. Só que conseguir um horário assim, em cima da hora, é caríssimo, mesmo assim ele fez questão de pagar pra que eu fosse atendida no conforto da minha própria casa. As horas passaram e sua tática surtiu efeito, enquanto eu fui massageada, fizeram as minhas unhas e hidrataram meus cabelos ele era tudo o que eu pensava.

Depois de horas relaxantes a noite caiu e, por volta das oito, eu comecei a me arrumar, meu cabelo já estava pronto, e eu sempre gostei de me maquiar sozinha. Optei por algo clean, cobrir algumas imperfeições, dar um pouco de cor às bochechas, um pouco de iluminador no canto internos dos olhos e próximo às sobrancelhas, lápis preto para esfumaçar o contorno dos olhos e muita máscara de cílios. Quando terminei a maquiagem meu telefone tocou.

—Mãe.— prontamente atendi.

Oi, vida, já está pronta?— ela me perguntou.

—Quase.— respondi.

Ai, vida, queria muito estar aí, mas alguém precisava representar a joalheria nesse evento, Henri não está na cidade, Raymond está convalescendo de uma gripe fortíssima...

—Eu sei dos seus motivos, mamãe, veja pelo lado positivo, ainda bem que a senhora tomou aquelas vacinas antes das nossas viagens, ou estaria de cama também.

É.— ela concordou —Mas amanhã eu vou almoçar com você, não precisa me mandar a revista eu mesma vou buscá-la esse mês.— a novidade dela me fez sorrir. —Chego amanhã por volta das duas da tarde, preciso ir agora, Pierre está me apressando. Aproveite a festa, será um sucesso como tudo o que você faz.— ela falou com seu tom amoroso.

—Obrigada, mãe, bom evento pra você também. Te amo.

Eu te amo mais, vida. Até amanhã.— assim ela encerrou a ligação.

Eu voltei a me arrumar, desfiz o laço do robe e deixei-o cair no chão. Meu vestido está sobre a cama, um modelo preto de ombro único, justo, terminando numa altura perfeita entre as coxas e os joelhos, nem mostrando, nem escondendo demais. Optei por scarpins pretos. Às 21h em ponto a campainha soou, eu olhei pela última vez no espelho, ajeitei os cabelos caindo sobre meu ombro nu e saí do quarto em direção à sala.

—Amor, você está incrível.— Tony disse assim que eu abri a porta.

—Se você disse eu acredito.— encolhi os ombros —Você está lindo também.— eu disse, ele agradeceu. Tony usava o terno que eu escolhi, preto, camisa cinza-grafite, gravata da mesma cor e tênis. —Acho engraçada essa sua aversão por sapatos.— eu disse ao livrá-lo da gravata, ela não era necessária, e abrir os botões de seu blazer.

—Se você não parar de me despir agora nós chegaremos atrasados.— ele me alertou.

—Não estou te despindo, apenas estou de deixando menos formal.

—Preferia chegar atrasado, mas tudo bem.— eu ri —Vamos?— ele me perguntou, eu assenti. Peguei minha bolsa de mão e saímos.



♠♠♠

No meio do caminho Pepper disse que devíamos ter vindo de táxi, assim eu podia beber à vontade sem me preocupar em ter que dirigir depois, mas meu plano essa noite é me manter sóbrio, para apoiá-la caso ela precise de mim. Chegamos em Camden Town e paramos a alguns metros do burburinho, a boate é um prédio pintado de roxo numa das esquinas mais movimentadas do bairro. Pepper me disse que assistiu dezenas de shows incríveis aqui, não perguntei muito, com certeza foram ao lado de Colin. A casa era um antigo teatro e aproveitando a referência teatral havia um cartaz imenso, como aqueles de cinema, na fachada. Na foto o modelo posava usando terno e chapéu, era impossível ver o rosto, uma das mãos estava enfiada no bolso da calça enquanto a outra segurava o chapéu.

—Com certeza é você.— afirmei ao reparar no corpo esguio e na mão delicada. Ao lado da imagem dela o nome da revista “Dirty” dessa vez sem o Man acompanhando estava escrito na vertical e logo abaixo do cartaz o nome da boate “Koko” escrito em neon, era a mesma tipografia, qualquer pessoa que olhasse para a fachada da boate leria “Dirty Koko” acredito que seja essa mesmo a intenção.

—Está fantástico.— ela sussurrou animada. Nós estávamos parados diante da boate enquanto alguns flashes disparavam em nossa direção, repórteres de veículos de entretenimento faziam perguntas pra ela. É tudo tão estranho. Ela é a celebridade aqui. Ela é o foco e não eu, mas eu não tenho do que reclamar. Pepper pegou minha mão e me puxou para mais perto. “Você não é Anthony Stark o Homem de Ferro?”— alguém perguntou, eu confirmei e então vieram outras perguntas —“Vocês estão juntos?”, “Há quanto tempo?”, “Como se conheceram?”, “Você foi capa da Dirty há alguns meses, a relação começou nessa época?” —Nós nos encontramos uma vez, há anos, nos desencontramos e agora nos reencontramos.— Pepper respondeu e nós adentramos a festa, com certeza deixando todos os repórteres muito confusos com a resposta dela.

Havia duas hostesses na recepção, uma delas abandonou seu posto assim que nos viu, cumprimentou Pepper e eu, e então ela nos guiou para o camarote. Toda a estrutura da casa ainda remete a um teatro. Um salão imenso, só que sem cadeiras, diante de um palco com cortinas vermelhas fechadas aguardando o início do espetáculo. Há um lustre de cristais enorme pairando sobre o centro do salão e outros menores espalhados. O dj está ao lado do palco, o som no momento é música eletrônica. Nós chegamos ao camarote central, temos visão de tudo e serviço de bar exclusivo, estamos rodeados de gente famosa. Pepper me apresentou a todas elas, algumas pessoas me reconheciam, outras não. A maior parte dos funcionários da Dirty está por aqui também, inclusive Alana que quando nos viu deixou o local arrastando o cara com quem ela está.

—Baby, você está linda.— uma mulher cumprimentou Pepper.

—Você também.— enquanto elas confraternizavam e trocavam elogios me lembrei da moça, era a mesma morena que estava com a Pepper no restaurante semanas atrás.

—Tony, essa é Carrie, Diretora de Marketing da Revista e Editora no meu lugar nos últimos dias, se eu estou nessa confusão e culpa é dela, literalmente. — dessa maneira Pepper nos apresentou.

—Muito prazer, Carrie... — estiquei minha mão para ela.

—Danes.— ela completou ao apertar minha mão, Carrie é muito bonita, pele clara, olhos claros, boca carnuda, cabelo escuro —Desculpe ter tirado a sua capa, mas nós precisávamos de algo original.

—Não entendi.— eu disse confuso.

—Eu não te contei, né?— Pepper perguntou —Você seria a capa. Nós sempre convidamos a capa da edição mais vendida para a edição de aniversário, mas a Carrie achou que está recente demais.

—Realmente.— concordei, e fiquei surpreso por ter sido um recorde de vendas —Que bom que vocês pensaram numa substituta à altura.

—Agora, olhando pra vocês, fico pensando que devia tê-los colocados juntos na capa. Seria o editorial mais sexy que já produzi na vida e ficaria excelente. Vamos fazer isso.— Carrie sorriu.

—Não vamos, não.— Pepper falou —Por falar em capa, a edição online não está no ar ainda.

—Eu sei, fiz de propósito.— Carrie disse pra ela —Se acalme, baby, eu sei como você pensa, você vai adorar.— ela beijou o rosto de Pepper —Tome, fique com o meu martini e relaxe. Aproveitem a festa.— Carrie disse antes de se afastar.

—Gostei dela.— eu disse.

—Ela é gay.— ela falou.

—Não gostei desse jeito que você está pensando, sua ciumenta.

—Carrie é ótima, nos conhecemos há seis anos, em Oxford, nós éramos duas perdidas buscando um novo rumo em suas carreiras, só que a diferença entre nós é que ela tinha uma, só queria dar uma guinada nela. Carrie foi a primeira pessoa pra quem eu contei sobre a ideia da Dirty, eu trabalhava na Vogue e ela na InStyle, empregos estáveis mesmo assim ela não pensou duas vezes e me disse “Vamos fazer isso”.

—Você e ela...?

—Não, eu tinha o Colin.— antes eu não tivesse perguntado —Nós começamos amadurecer a ideia, eu comprei o estúdio e algum tempo depois a revista nasceu. A minha ideia e a experiência dela transformaram a Dirty no que ela é hoje.

—Um sucesso.

—Isso é você quem está falando.— ela me disse ao dar um gole em seu martini —Acho que eu faria.— ela comentou ao morder o lábio inferior.

—O que você faria?— juntei as sobrancelhas em dúvida.

—O ensaio contigo, “The Dirty Couple”, já pensou? Sucesso de vendas.— ela riu, claro que Pepper estava brincando. Ou não? A antiga Pepper jamais faria, essa nova não tenho tanta certeza. —É serio, eu faria.— ela afirmou. Sim, ela faria. —Vem, vamos circular, dançar, beber, e se ficarmos muito bêbados vamos embora de táxi.



♣♣♣

A festa já dura quase três horas, Tony ficou surpreso quando Carrie apresentou Samantha, sua namorada para ele. Segundo ele era o segundo casal mais bonito da festa. A maneira leve como ele encara as coisas me faz amá-lo cada vez mais. Aos poucos a casa foi ficando lotada e quando nós voltamos ao camarote demos de cara com Stella e Paul McCartney.

—Eu posso usar aquele palco?— Paul perguntou pra mim.

—Tá brincando, você pode tudo.— eu disse entusiasmadíssima.

—Ótimo!— ele disse animado. Eu não estava crendo que nós assistiríamos mesmo a um show de Paul McCatney, já nem me preocupava mais com a capa da revista, a festa já era um sucesso.

—Eu achei que você usaria um modelo meu e não um Hugo Boss. Isso é traição.— Stella disse pra mim, afinal eu sempre usei muitos modelos dela.

—Vocês sabem quem fez o vestido só de olhar pra ele?— Tony perguntou.

—A maioria deles sim.— Stella respondeu —Mas não só os vestidos, você, por exemplo, está usando um Vivienne Westwood, o que revela muito bom gosto, Sr Stark, parabéns. Aliás, vocês formam um belo casal.— nós dois agradecemos. Casal. Em pensar que eu acreditei que fazer parte de um casal não era mais pra mim.

Enquanto conversávamos com os convidados eu vi Alana nos observar de longe, ela está acompanhada, mas não tira os olhos do meu acompanhante. Desde que ela me viu com Tony não desviou o olhar por nenhum momento, mas também não ousou se aproximar dele. Não sei se ele a notou, mas não mencionou o nome dela também.

—Está na hora. Pronta?— Carrie veio até nós e me perguntou.

—Curiosa.— respondi.

As cortinas do palco se abriram e no lugar da banda havia um telão de led, apenas com o logo da Dirty. O logo começou a piscar seguindo a batida da introdução de “Another One Bites The Dust” do Queen e nos poucos mais de três minutos de música todas as 47 capas da Dirty foram exibidas, até chegar a minha, a 48ª. Eu usava o mesmo chapéu e terno do cartaz da entrada só que agora meu rosto está aparente, eu estou com a cabeça levantada e desfaço o nó da gravata que usava. É uma linda foto em preto e branco e tem um ar andrógeno.

—Eu pegava aquele cara da capa.— Tony me abraçou por trás e gracejou sussurrando ao meu ouvido enquanto eu analisava a arte. No alto da capa, como sempre está o nome da revista, dispostos dos lados chamadas de algumas matérias e o título. “Veja a Dirty Man pelos olhos da Dirty Girl”.

—Gostou?— Carrie perguntou.

—Achei fantástica, tô doida pra ler.— respondi.

—Está na rede já, só que o restante você verá depois.— ela me disse —Vem, vamos dançar. Daqui a pouco devolvo a sua garota.— ela disse pro Tony. Claro que eu ainda estava curiosa com os resultados da edição, mas àquela altura já não me preocupava tanto, a capa estava linda e festa estava incrível.

Depois de algumas canções Tony e Samantha vieram, ao nosso encontro na pista, então cada uma começou a dançar com seu par. O dj fazia um set de R&B e nós nos deixamos levar pelas letras sensuais de black music, Tony está especialmente envolvente e nesse instante eu não vejo mais ninguém além dele, minha atenção está toda voltada para ele a para o som. Está tocando uma canção da Beyoncé, Drunk in love, esse é o meu estado. Eu o quero tanto que faço forças inimagináveis para conter a minha vontade de arrastá-lo até o banheiro e fazer sexo com ele.

—Me beija.— eu pedi pra tentar saciar a minha vontade dele. Tony me beijou e foi só o prelúdio da madrugada que ainda teremos.

Passava da 1h da madrugada quando Sir Paul McCartney subiu ao palco com alguns músicos. Guitarra, baixo e bateria. Paul não precisou de mais nada para fazer um show incrível.



♠♠♠

Nós deixamos a boate por volta das 3h, saímos à francesa como dizem por aí. Ao sair da garagem entramos pela cozinha, eu a puxei abruptamente e tomei-a num beijo avassalador. Levantei um pouco seu vestido ela entendeu perfeitamente o que precisava fazer. Pepper pulou em meus braços se enganchando em minha cintura, a segurei firme e sem parar de nos beijar chegamos ao seu quarto. Nos despimos muito rápido e minutos depois de entrarmos em casa eu estava dentro dela.

—Esperei a noite toda por esse momento.— ela ofegou. Sim. Nós queríamos a mesma coisa há horas.

Notas finais
Esse hiatus do Nyah serviu pra eu estudar por isso não pensem que há um monte de capítulos na gaveta pq não há. Sabe como é, né? Esse negócio de copa adiantou o calendário escolar =/ Eu senti mesmo muita saudade de vcs e de ler os comentários de vocês, espero que vocês tenham sentido a mesma saudade que eu. Veremos. Vocês lembram do esquema? Comentários geram novos capítulos. Sejam lindas, sejam fofas, comentem, favoritem, recomendem. Xoxo Ivy