Branco feito Neve

1 Prólogo - Era uma vez...


Notas iniciais
Vamos lá, este 'capítulo' está bem curto, porque é apenas uma espécie de apresentação. Comentem a respeito do que acham desa idéia de um "Branco de Neve", da minha escrita e do que se sentirem a vontade para comentar, enfim, comentem! Boa leitura! ♥

Era uma vez um nobre, dono de um enorme e lindo castelo, portador de uma das maiores reservas de ouro da cidade. Nunca foi desumilde; Partilhava do pão e da água com os menos favorecidos e foi isso que fez com que sua dama, Constance Clausleb, se apaixonasse pelo tal. Casaram-se e foram 3 noites de festa, onde todos os moradores da vila foram convidados e se igualaram. A felicidade era a palavra chave da cerimônia e da união do casal.

Ao passar dos anos, decidiram finalmente ter uma criança, algo que cogitavam a longo tempo. Fizeram amor como nunca haviam feito antes e passando-se alguns meses, uma fada mostrou a Constance que a mesma estava carregando uma criança em seu ventre.

Em uma noite de inverno, a criança dava índices de que iria nascer. Foi então convocado uma feiticeira, conhecida por fazer partos de bebês sadios, de moradores de toda a cidade.

Didacus, o pai, podia ouvir os gritos da mulher do outro lado da porta. Ele suava, tremia... O silêncio então se fez presente e a feiticeira saiu do quarto, carregando em seus braços a criança. Anunciou que Constance não sobrevivera ao parto. Uma lágrima nasceu nos olhos do homem e passeou por sua face. Consigo, carregava duas emoções.; Alegria e tristeza.

Na madrugada daquela noite, enquanto observava a neve que bailava enquanto caia do céu, ele jurou a si mesmo nunca abandonar o filho e o nomeou Caleb, em homenagem a seu eterno amor... ele era uma criança linda; Pele branca como a neve, lábios avermelhados quase como uma gota de sangue e cabelos mais negros que o ébano. As fadas que rondavam o castelo, o abençoou com coisas boas, também como uma forma de consolar Didacus.

Caleb cresceu saudável e ao completar sete anos de idade, seu pai anunciou a toda vila, que se casara com Ayla, a feiticeira. O menino sentia, como se a mesma escondia algo por trás de seu simpático sorriso...

Mais alguns anos depois, Didacus foi encontrado morto, deixando toda a sua herança para o filho... Porém tal fato foi escondido do garoto e Ayla assumiu a riqueza. A mulher finalmente mostrou quem realmente era, maligna, gananciosa e desumilde, ao contrário de seu falecido marido.

Após a morte do nobre, a vila mudou. Muitos procuraram lugares melhores pra morar. As pessoas agora, passavam fome e muitos dos servos que ali trabalhavam, foram mandados embora e substituídos por membros da família da feiticeira. A partir daquele momento, a vida de Caleb tornou-se um verdadeiro inferno; Estava vivendo em meio a desconhecidos, que o tratavam como lixo.

Ayla então, tentou abrir a sala secreta e pegar o ouro que ali repousava. Porém a mesma era fechada com magia e apenas o herdeiro seria capaz de abri-la. A feiticeira correu para seu espelho mágico e conselheiro, que sempre lhe dizia o que fazer para resolver seus problemas.

- Devo mata-lo? – Perguntou ao reflexo a sua frente.

- Não! – Adverteu – Você precisa seduzi-lo. Matar é arriscado, não se sabe o que acontece quando o último herdeiro é morto. Tente conquistar seu coração e então fazer com que ele abra.

Ayla sorriu com ganancia. Seu próximo alvo era Caleb. E a mesma faria de tudo para conquista-lo e finalmente poder pegar o que em seu conceito, a pertencia; As riquezas de Didacus.

Notas finais
Só lembrando, comentem! HAHAHA ;)