Notas iniciais
tentei me matei para postar ontem to saindo de casa então não posso fala muito agora seguinte VCS VÃO AMAR ESSE CAP

Rachel

Eu e Santana estávamos sentadas no sofá vendo TV quando Puck e Sam entram na sala. Já era noite.
–Consegui um encontro com minha antiga namorada esta noite. — Puck fala sorrindo. — Lauren.
–Aquela gorda? — Sam pergunta.
–Cala boca cara! — Puck fala irritado e ele se senta junto com Sam no outro sofá.
–Eu também tenho um encontro essa noite. — Sam fala sorrindo.
Meu celular toca e eu o pego e fico surpresa ao ver a mensagem.
–Estou na cidade hoje, adoraria te ver, me encontra no bar de sempre daqui a pouco? — Eu leio alto e ergo o olhar olhando para Santana. — Teddy.
–Meu Deus, Teddy. — Santana fala rindo.
–Meu Deus. — Eu falo surpresa.
–Quem é Teddy? — Ouço a voz de Finn e ele se levanta de trás do balcão. Ele corre se aproximando de nós curioso.
–Cara. — Puck pergunta assustado. — Finn? Isso é estranho!
–Às vezes sento ali e escuto vocês. — Finn fala me encarando. — Quem é Teddy?
–O que acha que ele quer? — Eu pergunto pra Santana nervosa. — Acha que devo ir?
–Só eu estou curioso para saber quem é esse Teddy? — Finn fala ansioso e sorri nervoso. — Acho que falo por todos...
–Você e Rachel não deram certo. — Puck fala para Finn e ele suspira olhando para baixo. — Bola pra frente.
–Tudo bem, olha... — Eu começo a explicar. — Já me arrependo disso. Teddy... Teddy tirou minha flor.
–É, tirou. — Puck fala rindo e Sam começa a rir.
–A Flor? — Finn fala sem entender. — Como assim? Ele roubou flores de você? E quer sair com ele? — Eu franzo a testa pra ele e ele entende. — Do seu maravilhoso jardim secreto.
–Meu Deus. — Eu falo com nojo.
–Vocês têm que ouvir a história. — Santana fala rindo. — Ele é o cara mais fofo que já conheci.
–Minha história perdendo a virgindade é a pior. — Puck fala.
–Baile de formatura, eu tinha 18 anos. — Fui para o quarto com um cara, mas ele não tomava atitude então eu fugi do quarto.
–Pula pra parte do sexo! — Puck fala irritado.
–Calma! — Eu reviro os olhos. — Eu estava fugindo quando eu encontrei ele. E meu Deus! O que era aquele homem de smoking!
–Dizem que fico bem de smoking... — Finn fala.
–Nunca te vi de smoking. — Puck fala.
–Já vesti smoking. — Finn reclama. — Todo mundo tem smoking.
–Smoking é diferente de terno. — Puck explica.
–É? — Finn pergunta confuso.
–Ele não tinha um violão? — Santana pergunta e eu sorrio me lembrando.
–Sim tinha, foi a melhor parte! — Eu exclamo animada. — E eu e ele cantamos uma musica juntos.
–Cafona. — Finn revira os olhos.
–Ele reclamou comigo sobre os bailes serem idiotas. — Eu digo me lembrando. — Íamos nos beijar quando o idiota do meu acompanhante apareceu e estragou tudo, e ele foi embora.
–Está dizendo que não perdeu a virgindade na formatura? — Sam me pergunta.
–Tecnicamente, não. — Eu falo.
–Por que ouvimos história? — Puck reclama. — Não teve sexo.
–Tecnicamente ele é um saco. — Finn fala rindo. — Tocando violão para as garotas. Garotas não gostam disso.
–Tudo bem, cara. — Puck fala sorrindo para Finn.
–O que está bem? — Ele o encara confuso.
–Eu não acabei. — Eu falo. — Estava apenas no prólogo.
–Onde está o sexo? — Puck pergunta. — Santana, por favor. Conte como perdeu a virgindade.
–Na verdade, foi na mesma noite. — Santana fala divertida.
–Na formatura? — Puck pergunta rindo. — Sério? Com quem foi? O CDF da sala ou o Johnny do Carrão?
Santana e eu nos olhamos sorrindo.
–Não exatamente. — Santana fala rindo. — Nenhum deles.
–Ela perdeu a virgindade dela com o professor Stevens. — Eu falo sorrindo.
–O quê? — Puck grita surpreso. — Aquele ator da televisão?
–O quê? — Sam fala. — Mas estou confuso. Santana, essa não é uma história embaraçosa.
–Mas eu adoro contá-la. — Santana fala rindo.
–É. — Eu falo revirando os olhos.
–Era meu primeiro ano na faculdade. — Puck fala se lembrando. — Eu namorava a Lauren. Fomos para o quarto que eu dividia com Finn. Eu pedi para ele sair o idiota se esqueceu! Então eu estava dando uns pegas com ela, e vi Finn nos encarando. Tentei disfarçar e me afastar dela porque não queria fazer sexo com Finn nos olhando, mas ela começou a achar que era por causa do peso dela. Então tive que fazer sexo com Finn no quarto nos ouvindo. Eu nem conseguia ficar excitado só de imaginar ele lá!
–Foi a pior noite da minha vida. — Finn reclama.
–Eu sei que a minha foi perfeita. — Sam fala.
–Não, a sua história não foi linda. — Finn fala.
–O pai de Finn nos levou para uma viagem. — Sam começa a contar. — E disse que poderíamos fazer o que quiséssemos, e fizemos!
–Antes do meu pai chegar, ficamos em casa assistindo Titanic. — Finn fala revirando os olhos.
–Continuando. — Sam fala. — O pai de Finn chegou e brigou com a gente por estar sem fazer nada no hotel. E então ele nos trouxe uma surpresa. Eram duas lindas mulheres.
–Como é? — Eu pergunto surpresa. — Perderam a virgindade com prostitutas?
–Não, elas eram mulheres de negócio. — Sam explica. — Que sabiam dançar.
–Sam, elas eram prostitutas. — Finn fala.
–Não eram. — Sam fala. — Ela era enfermeira. O chapéu estava na bolsa dela.
–Você está ouvindo o que está falando? — Finn pergunta. — Foi nessa noite em que comecei a beber...
–Então eu fiz amor naquela noite. — Sam fala sorrindo e eu franzo a testa confusa. — E foi bom.
–Finn, não acredito que perdeu a virgindade com uma prostituta. — Eu falo estranhando e ele sorri sem graça.
–Eu não consegui fazer. — Ele fala.
–Pois ele não manjava. — Sam ri dele. — Não conseguia finalizar.
–Você não precisa manjar. — Finn fala. — Elas eram prostitutas. Meu pai me disse.
–Papai te falou? — Sam pergunta. — Quando?
–De noite ele veio até o meu quarto e ficou confuso ao me ver sozinho. — Finn explica. — Eu contei para ele que eu bebi, e ele sorriu e falou que ele também bebeu. Eu contei para ele que eu não consegui fazer. E ele me contou tudo.
–Ela era uma prostituta? — Pergunta Sam triste.
–Posso terminar a minha? — Eu pergunto. — Eu havia acabado de mudar para cá com Santana e fomos para o bar, onde eu trabalhei por bastante tempo. E eu vi um cara muito bonito e saímos dali, fomos até um lugar mais escuro e começamos a nos pegar, mas não deu muito certo, ele era gay.
–Teddy é gay? — Finn pergunta sorrindo. — Eu sabia!
–Aquele não era o Teddy. — Eu explico. — E então eu sai dali completamente depressiva. Eu estava indo embora quando passei em frente a um lugar cheio de bombeiros, eles haviam acabado de apagar o fogo de um prédio e as coisas estava desabando. Um grande pedaço de ferro iria cair em cima de mim, mas ele me salvou.
–Ele? — Finn me pergunta.
–O garoto que conheci na noite de formatura. — Eu falo sorrindo me lembrando do quão lindo ele é. — Esse é o Teddy. Ele me salvou e me convidou para sair. Ele foi o homem mais romântico que eu já conheci.
–Cansei dos bombeiros sempre vencerem. — Puck fala revoltado.
–Sabe, esperei tanto, e Teddy me pegou de surpresa. — Eu explico. — Foi no calor do momento. Não tive que pensar.
–Tenho que ir. — Santana fala.
–Eu também. — Puck se levanta. — Vou me encontrar com Lauren.
–Esperem por mim. — Sam fala e eu vou até a porta para sair com eles mas ouço a voz de Finn.
–Rachel, espere! — Finn fala e eu paro na porta me virando para ele. — Ele era o tipo de bombeiro
que salva cachorrinhos?
–Não, ele... combatia incêndios direto. — Eu falo.
–É péssimo de se ouvir. — Ele sorri sem graça.
–Sabe... — Eu fico curiosa. — Nunca contou como perdeu a sua.
–Alison Daniels. — Ele fala rindo. — Em uma toalha na mata. Eu chorei. Ela não tirou o sutiã. Foi legal.
Meu celular apita e vejo uma mensagem do Teddy pedindo para confirmar se eu iria.
–Tenho que encontrar o Teddy. — Eu falo e Finn volta a ficar sério. — Devo ir. — Eu paro e encaro Finn. — O que você acha?
Ele para e me encara sem dizer nada. Eu suspiro e sorrio saindo pela porta até o elevador.

Finn

Flashback on

–O que houve aqui? — Meu pai me pergunta se sentando ao meu lado na cama.
–Desculpe, pai. — Eu falo envergonhado. — Não consegui fazer amor com aquela mulher. Eu fiquei com medo.
–Você pensa demais. — Meu pai me fala. — Você pensa demais sobre tudo. Quando eu tinha a sua idade, meu pai pegou uma garota para mim, também. É como se fosse uma tradição da família Hudson. Escute, Finn, você não precisa fazer nada que não queira. Só quero ter certeza que não perderá coisas na vida que acontecem quando não está pensando. Pois, acredite em mim, essas são as melhores coisas da vida.

Flashback off

A porta do elevador está fechando e corro até ela e coloco a mão a impedindo de fechar. Rachel me encara surpresa.
–O que está fazendo? — Eu pergunto confusa.
Eu vou até ela a encostando na parede do elevador a beijando.
–Não vamos pensar sobre isso. — Eu falo me separando e a pego no colo nos levando até o apartamento.
Quando entramos no meu quarto eu a coloco sobre a cama tirando nossos sapatos e me deito em cima dela a beijando desesperadamente. Ela me segura pela nuca enquanto minhas mãos estão na cama me equilibrando.

–Você não sabe quanto tempo eu estou esperando por isso. — Eu falo quando nos separamos e ela me encara e passa a mão pelo meu rosto sorrindo.

E então eu volto a me aproximar dela devorando seus lábios, eu me separei rapidamente para tirar minha camisa mas logo volto e me deito sobre ela. Ela arranha minhas costas me fazendo ficar arrepiado. Nós giramos e agora ela que está sobre mim sorrindo maliciosamente ela tira o casaco lentamente me observando, depois a camisa ficando apenas de sutiã, eu a encaro com desejo, respirando pausadamente. Ela passa a mão pelo meu peito indo em direção a minha barriga e chega nas minhas calças. Ela abre o zíper lentamente e tira as minhas calças. Ela morde os lábios com malícia ao ver minha ereção e volta a me encarar.

–Você me deseja? — Ela me pergunta passando o dedo lentamente pelo meu membro e eu gemo.

–Rachel.... — Eu falo entre dentes, ela estava me provocando e estava adorando fazer isso. — Você não deveria ter feito isso.

Eu me sento e fico cara a cara com ela a beijando enquanto ela volta a arranhar minhas costas, eu a puxo para mais perto e ela, que estava de saia, se contorce para meu corpo passando seu sexo sobre o meu membro. Eu a desejava! Droga. Eu rasgo a sua saia a deixando surpresa e a deito ficando sobre ela novamente, ela me encara e percebo o quanto ela me deseja pelo modo que ela se contorce. Eu a beijo e vou descendo os beijos pelo seios, pela barriga, eu chego até a calcinha e a tiro lentamente. Volto para cima de Rachel e passo minha ereção sobre seu sexo a provocando.

–Finn... — Ela fala gemendo. — Por favor.

Eu adorava a ver implorando, mas meu desejo por ela nesse momento é maior. Eu preciso dela. Pego uma camisinha na gaveta da escrivaninha e tiro minha cueca, coloco a camisinha e volto a me aproximar de Rachel a beijando. Quando eu a penetrou sinto suas unhas se cravarem nas minhas costas, ela geme entre os beijos e espero alguns minutos, que foram torturantes até ela começar a mover para frente e começo a me movimentar lentamente. Vou descendo o beijo até sua nuca e começo a me movimentar mais rápido e ouço seus gemidos, sinto minhas costas arderem quando ela volta a arranhá-las. Sinto que vou chegar ao limite e volto para sua boca a beijando, quando chegamos ao ápice juntos. Eu paro apenas ouvindo a batida do meu coração que estava muito acelerado e sinto as mãos dela sairem das minhas costas. Eu saio de dentro dela caindo ao seu lado na cama, ouvindo nossas respirações que estavam descompensadas. Eu sorrio feliz e a encaro e a vejo sorrir também. Eu transei com a Rachel. Eu arregalo os olhos, eu transei com a Rachel! Eu a encaro e ela parece confusa também. E agora? Eu não pensei sobre as consequências que isso poderia trazer. Eu não pensei sobre nada. Mas talvez meu pai tivesse razão, por que essa foi a melhor noite da minha vida. Eu sorrio novamente encarando Rachel que morde o labio corando.

Notas finais
HUMMMMMMMMMMMMMMMMMMM SAFADOOOOOOOOOOOOOOOOOOOS HEHEHEHHE VCS QUERIAM SEXO?? ENTÃO TOMA O SEXO suhaushaus mereço reviews recomendação só acho u.u