Boys And Girls
31 02x13 - Atração
Notas iniciais
OLÁAAAA
SINTO QUE VCS IRÃO GOSTAR DESSE CAPITULO!!
SUASAUHSAUSHAUSH
tipo gostar muito
ok
olhem o nome
e se preparem
obrigada pelos reviews
Rachel–Mais três. — Puck grita para o garçom que traz mais três copos e Puck pega os copos e a garrafa do garçom.
Eu, Finn, Sam e Puck estávamos no bar bebendo algo e Puck estava arrasado.–Puck, isso é licor. — Finn fala. — Tem 2% de álcool. Grávidas podem beber isso.–Não importa o quanto beba, Santana ainda estará noiva. — Sam fala para ele.–Santana? — Puck fala fingindo. — Não estou chateado.–Sei que está chateado. — Sam discorda.–Sam, há muitos motivos para estar chateado, e Santana não é um deles. — Puck fala e pega a garrafa a virando.–Parece um rato de laboratório. — Eu falo.–Tenho que ir, daqui a pouco começa o meu turno. — Finn fala, ele havia começado a ser barman no bar que eu costumava trabalhar.Já que a direção do bar havia sido trocada e Finn vivia no bar, ele conseguiu o emprego. Estava feliz por ele, já que eu havia conseguido um emprego de secretária em uma empresa pequena.–Você vai nos dar um bebida de graça? — Sam pergunta pra Finn. — Senta aqui, não tem problema você atrasar;–Demonstrem um pouco de respeito. — Finn fala. — É o meu trabalho.–Você já urinou no caixa. — Sam fala se lembrando disso e eu dou risada.–Só uma vez. — Finn fala. — Acha que eu estava sóbrio? É o único trabalho que tenho e estou tentando ser bom.Certo? Já é hora de criar um pouco de responsabilidade.–Responsabilidade? — Eu pergunto rindo.–Pensei em uma nova promoção. — Ele me ignora. — É como Noite das Mulheres, só que o oposto: é Noite dos Homens. — Ele começa a falar e eu o encaro, ele estava tão lindo, eu mordo o lábio. — A nova gerência adorou a ideia, e se der certo... — Ele percebe que eu estou o encarando e me encara franzindo a testa. — O que foi?–X-–Eu o quero. — Eu falo assim que abro a porta e Santana entra no meu apartamento. Ela me encara franzindo a testa. — Eu o quero muito.Santana–O que é isso? — Rachel me pergunta andando de um lado para o outro em seu quarto enquanto eu a observava sentada na cama. — Acho que a ambição e motivação do Finn no bar está me fazendo desejá-lo mais. É um fetiche?–Não. — Eu falo ironicamente. — Nunca uma mulher se sentiu atraída por poder e sucesso.–É que achei que fosse só um beijo e pronto. — Ela fala parando e me encarando.Finn passa pelo corredor segurando uma cesta de roupa suja e para ao nos ver e entra no quarto sorrindo. Rachel arregala os olhos e o encara engolindo seco.–Oi, estou colocando a roupa para lavar, tenho que ir trabalhar. — Finn fala sorrindo para nós. — Sabiam que há um compartimento separado para colocar o sabão? — Finn fala rindo e Rachel ri com ele boba e eu franzo a testa pra ela, Finn fica sem graça também. — Eu não sabia. A casinha do sabão. Enfim, vou colocar para lavar. Preciso dizer, é muito bom. Sabem onde está o ferro?Ele encara Rachel que arregala os olhos.–Saia! — Ela grita.–Quero passar minha camisa. — Ele franze a testa confuso.–Saia, Finn! — Rachel grita.–O que aconteceu? — Ele me pergunta confuso e eu encolho os ombros.–Saia! — Rachel grita. — Saia!–Por que está tão chata comigo? O que você tem? — Finn grita de volta saindo e Rachel fecha a porta e eu começo a rir dela e ela ri também corando.Finn–A gerência é nova. — Eu falo no bar para Puck e Sam, eu estava atrás do balcão servido eles. — Por isso estou cobrando vocês.–E você se importa com o que ele pensa? — Sam pergunta.–Oi, Shane. — Eu falo ao ver ela se aproximar trazendo uma caixa.–Oi. — Ela fala sorrindo para mim, vindo para trás do balcão guardando a caixa.–Está é a Shane. — Eu falo para Puck e Sam e eles sorriem. — Minha nova gerente.–Entendi. — Puck fala rindo.–É muito bom tê-la por aqui. — Eu começo a falar. — Estamos arrumando este bar. Nós...Então Shane me puxa para ela me beijando.–Agora faz mais sentido. — Puck fala rindo.–Não consigo parar de pensar naquela noite. — Shane fala quando se afasta de mim. — Espero que tenha limpado o balcão direito. — Vejo Puck desencostando do balcão rapidamente com nojo. — Você é o oposto de todos meus colegas de Administração. Digo, olhe, você é tão real.–Sou. — Eu falo sorrindo.–É. — Sam fala rindo.–Ele é incrivelmente real. — Puck fala.–Mais real impossível. — Sam fala.–O mais real. — Puck começa a rir também.–Calem-se. — Eu falo.–Você é uma bagunça. — Shane fala para mim e eu concordo. — Ficou sujeira em meu rosto depois que nos pegamos. Eu adorei. Volte ao trabalho.–Claro. — Eu falo rindo e me viro para Puck e Sam enquanto ela se afasta. — Sei que isso não vai terminar bem, mas o durante vai ser incrível.–Bom para você. — Puck fala pegando uma das garrafas de licor do balcão e eu reviro os olhos.RachelEstou assistindo TV quando Finn entra segurando um saco e uma caixa de ferramentas, ele bufa e os coloca no chão, eu me levanto pronta para sair da sala mas ele me chama e eu me viro para ele sorrindo.
–Ei, Rachel. — Ele fala sorrindo.–É meu nome. — Eu falo rindo boba e balançando as mãos. — Qual o seu? Brincadeira. Eu sei. É Finn.–Está bem? — Ele pergunta confuso.–Sim. — Eu falo.–Não parou de se mexer, desde que começamos a conversar. — Ele fala e eu paro de mexer os braços. — É um belo vestido. Fica bem em você.Eu o encaro mordendo o lábio com força me segurando.–Deus! — Eu falo rindo e me afastando indo para meu quarto. — Tudo bem.Mas ele me segue.–Rachel! Rachel, espera! — Ele fala entrando no meu quarto ficando na minha frente. — Poderia me dar uma carona até a loja de ferragens? Quero um saco de pancadas no bar para a "Noite dos Homens", mas meu carro está ruim. Pode ser?–Não. — Eu falo sorrindo.–Uma carona, por favor? — Ele pede e ele está tão lindo. — Espere. Não se mexa. — Ele se aproxima de mim e eu arregalo os olhos, ele toca abaixo do meu olho e se afasta. Meu coração iria sair pela boca. — Tinha um cílio.–Por que está cheirando tão bem? — Eu pergunto.–Porque lavei roupa. — Ele fala animado. — Estou com cheirinho de bebê no campo. Veja. Minha cueca. — Eu franzo a testa e ele desabotoa a calça a abaixando. — Está azul. Acho que foi porque misturei com as coloridas. — Eu arregalo os olhos sorrindo enquanto ele falo e tenTo não olhar para baixo. — Estou aprendendo ainda, mas estou animado.–Que bom. — Eu falo.–Como põe para dentro de novo? — Ele pergunta me encarando enquanto tenta fechar a calça e eu mordo o lábio com força. — Parece grande demais para pôr de volta. É complicado.–Tudo bem! — Eu falo desistindo.–Obrigado. — Ele fala sorrindo. — Importa-se em parar no caminho? Quero comprar salada.–Deus! — Eu falo irritada. — Finn!–Estou a fim de tomar vitamina. — Ele fala franzindo a testa.–Cala a boca! — Eu grito.–X-Finn estava puxando uma corrente de ferro a enrolando e eu o observava, ele definitivamente estava muito gostoso dessa maneira, sendo tão forte. Eu mordo o meu lábio com força. Meu Deus o que está acontecendo comigo?–Certo, Finn. — Eu falo desviando o olhar. — Temos que ir.–Acabamos de chegar. — Ele fala. — Ainda temos que comprar muitas coisas.–Deixe-me ver o que falta. — Eu falo pegando a lista da mão dele.–Um monte de coisas. — Ele fala.–Furadeira de haste longa? — Eu pergunto lendo e minha voz começa a falhar. -Nova chave de boca?–A antiga está ruim. — Ele explica.–Pasta de endurecimento rápido? — Eu pergunto mordendo meu lábio que já estava dolorido.–Essas coisas tem que endurecer rápido. — Ele fala e eu suspiro.–Lubrificante para furadeira. — Eu falo. Ele estava me zoando não estava?–Vamos comprar tubarões de jujuba? — Ele pergunta e eu bufo me afastando e indo para frente de um ventilador que havia na loja.–Lembre-se: pegou ele se satisfazendo com um catálogo de carnes. — Eu falo para mim mesma.–Rachel. preciso de um carrinho. — Finn fala se aproximando segurando um cano gigante. — Veja o que encontrei! Que cano enorme.Eu me viro tentando me afastar dele mas dou de cara com um pedaço de madeira e caio no chão. Tudo fica preto.Finn–Olá, Rachel. — Eu falo entrando no quarto de Rachel, o médico deu vários remédios a ela, e ela estava drogada. — Trouxe sopa.–Estou legal. — Ela fala e enquanto eu coloco a sopa na mesinha ao lado da cama dela, e me sento na cama. — Rachel está bem. Gosto de falar palavras com minha boca.–Seu rosto está bem machucado, sorte que não está feio. — Eu falo. — Precisa descansar. Você tomou um remédio bem divertido, não foi?–Gosto de você. — Ela fala rindo tocando no meu nariz.–Também gosto de você, Rachel. — Eu falo sorrindo de volta.–E gosto da sua barrigona. — Ela fala cutucando minha barriga.–Obrigado. — Eu falo franzindo a testa.–Explode como uma bolha. — Ela fala rindo.–É, assim mesmo. — Eu falo divertido ao ver ela assim.–Quero transar com você! — Ela grita tirando o cobertor e eu franzo a testa. — Quero transar com você!–Sabe o que está falando, Rachel? — Eu pergunto confuso.–Sei. — Ela fala sorrindo e se aproximando de mim.–Tem certeza? — Eu pergunto confuso–Quero transar com você. — Ela sussurra e eu sinto arrepio ao ouvir isso. — Vai esquentar para você, estou dizendo... Você é um belo homem branco, Finn Hudson.–Tudo bem. — Eu falo rindo.–Li sobre isso. — Ela fala.–É o comprimido. — Eu falo. — Não faz sentido. — Ela me puxa e eu caio em cima dela. — Rachel! Não, não. — Ela tenta me puxar para beijar ela mas eu tento me afastar. — Não faça isso agora. Vamos colocá-la na cama, boneca. Você está muito drogada para isso.Ela coloca a mão no meu membro e eu paro ficando paralisado sentindo um arrepio pelo meu corpo. Oh Droga. –Esse porquinho foi ao mercado. — Ela fala rindo divertida. –O porquinho não pode ser tocado agora. — Eu falo tentando tirar a mão dela.–Esse porquinho foi ao mercado. — Ele repete e quando o aperta eu pulo e caio no chão e acabo batendo na mesinha ao lado da cama e a sopa quente cai na minha mão.–Está quente! -Eu grito deitando no chão.–Finn! — Rachel grita. — Pode fazer a gentileza de me trazer mostarda?–X-Eu entro na sala e vejo Puck e Sam conversando, vou até ele.–Olha essa mão enfaixada! — Sam fala.–Nada legal. — Puck fala irritado. — Mexeu com meu garoto, mexeu comigo. Vamos fazer isso? Então vamos. — Eu e Sam o encaramos franzindo a testa. — Não vamos? Não parece que vocês querem.–Digamos que, hipoteticamente, uma garota te diz algo sob efeito de analgésicos. — Eu começo a falar. — Ela diz que talvez queira ter relações sexuais com você.–Por favor, diga que não é Rachel. — Sam fala.–E você não sabia que ela sentia isso. — Eu falo confuso. — Não sabia mesmo. Achou que a porta estava fechada. Pensou que estava tão fechada, que entrou por outra porta, mas se soubesse que aquela estava aberta, escolheria ela. Eu entraria por aquela porta. Viu minha situação?–Pode parar com o papo de porta? — Puck pergunta confuso. — É mais "deslizar pela cortina".–Se uma garota sob efeito de analgésicos diz querer fazer sexo com você, é o remédio ou é real? — Eu pergunto. — Se for real, como termino com Shane antes que a Rachel descubra? Digo, a porta.–Finn, a Rachel. — Puck fala e eu me viro e vejo Rachel se aproximando.–Certo, foi um prazer. — Eu falo para eles e me viro para Rachel.–Oi, pessoal. — Rachel fala sorrindo. — O que aconteceu com a sua mão?–Você me bateu, lembra? — Eu pergunto.–Muito engraçado. — Ela fala rindo. — Sério, o que aconteceu?–Está doendo? — Puck pergunta.–Quer saber? — Ela fala. — Eu nem sinto mais. O médico me passou tantos analgésicos, que até parece que nunca aconteceu.–Parece que nunca aconteceu. — Eu sussurro magoado.–Vejo vocês à noite. — Ela fala se virando.–Não, não... — Eu falo.–Acho que deveria descansar. — Puck fala.–Cuidar desse rosto. — Sam concorda.–Sério, deveria ficar e descansar, Rachel. — Eu falo.–Que gentil. — Ela fala sorrindo. — Obrigada, rapazes.Eu a encaro triste enquanto ela se afasta.–X-Estou trabalhando no bar na Noite dos Homens e eu servia uma dose atrás da outra, Shane me ajudava a atender os homens.–Noite dos homens. — Ela fala sorrindo. — Genial.–Não é? — Eu concordo e ela se aproxima para me beijar mas eu seguro me afastando.–Olha, eu te acho demais. — Eu começo a falar. — Mas não posso... — Eu olho para porta e vejo Rachel acenar. — Não posso pegar queijo sempre que pedirem nachos.–Amo o quão animado fica com queijo. — Shane fala se afastando.–Vai lá. — Eu falo. — Corre.–Quem eu tenho que beijar para ganhar um balde de nachos? — Rachel pergunta se sentando no balcão.–Aqui. — Um homem fala se aproximando dela. — Como vai?–Não falei sério. — Ela fala franzindo a testa. — Está uma loucura aqui.–O que faz aqui? — Eu pergunto. — Disse que não viria, Rachel.–Não lembro de nada dessa manhã. — Ela fala rindo. — Mas eu nunca perderia isso. Estou tão orgulhosa.–Nosso homem das ideias. — Shane fala se aproximando e batendo na minha bunda. — Tão cheio de ideias.Ela se afasta e Rachel franze a testa.–Ela bateu na sua bunda? — Rachel pergunta.–Claro. — Eu falo. — Ela é minha chefa e treinadora. Somos um time aqui. Batemos na bunda dos outros o tempo todo.–Vou arrancar um pedaço. — Shane fala se aproximando novamente pegando na minha bunda e quando eu me viro ela me beija, eu tento afastar ela, mas não consigo.
–Espere... — Rachel começa a perguntar e eu afasto Shane. — Ela é...–Não. — Eu afirmo.–Claro. — Shane sorri para Rachel que me encarava triste.–Vocês... — Rachel começa a perguntar.–Sim, sim. — Shane fala. — Estamos dormindo juntos, e daí?–Estamos todos dormindo juntos. — Eu falo tentando encobrir a mentira e ela continua a me encarar. — Desculpe, Rachel.–Por quê? — Ela pergunta. — Por que se desculpar? Você é um homem livre. Está só... passando o rodo.–Você disse isso para mim no meu próprio bar? — Shane pergunta para Rachel irritada. — Finn, quem é essa?–Sim, Finn. — Rachel pergunta me encarando. — Quem sou eu?–Shane, essa é a Rachel. — Eu falo a encarando. — Ela é...–É? — Shane pergunta.–Sim. — Eu confirmo e Rachel franze a testa. — Minha colega... amiga.–Sou sua "colega amiga", Finn? — Ela me pergunta irritada.–Rachel, não... — Eu falo sem graça e um dos outros barman se aproxima de mim e beija minha bochecha.–Também estou dormindo com o Finn. — Ele fala tentando ajudar.–Não precisa fazer isso, Bob. — Rachel fala triste e se vira se afastando. — Preciso ir.–Big Bob, foi muito gentil. — Eu falo quando ele me solta e me viro para ir atrás de Rachel. — Obrigado, Bob. Rachel, espere.–X-Eu entro no apartamento procurando por Rachel e a vejo na cozinha tomando sorvete.–Oi. — Ela fala ao me ver.–Tenho que explicar umas coisas. — Eu começo a falar.–Cala a boca. — Ela fala rindo ironicamente. — Estou feliz que o nome dela é Shane. Quem é a próxima? Cody? Tex?Ela se levanta e sai andando e eu vou atrás dela.–Rachel. — Eu falo e ela para e se vira. — Ontem à noite, quando tomou os medicamentos, disse que me queria.–Sai fora. — Ela fala rindo.–Colocou sua mão em meu... — Eu começo a falar e ela arregala os olhos corando. — e disse "Esse porquinho quer ir ao mercado." Foi da boca para fora? — Ela franze a testa. — Sem problemas, vamos deixar de lado e encerrar o assunto, mas é algo que não sai da minha cabeça. Mas você nunca foi clara, então havia opções. E esse porquinho foi a outros mercados, mas ele não sabia.–Do que está falando? — Ela grita confusa.–Você quer transar comigo sim ou não? — Eu grito irritado.–Sim! — Ela grita e eu a encaro surpreso. Ela cora. — Não! Sim! Quero dizer, eu queria. Mas isso foi antes de saber que fez tudo aquilo para aquela vadia, para dormir com ela.–Esqueça a chefe. — Eu falo.–Achei legal ver você, de fato, se esforçando em algo. — Ela fala corando mais ainda, ela estava completamente linda dessa maneira.–Por isso estava atraída por mim? — Eu pergunto confuso. — Espere um pouco.–Achei atraente você se esforçando. — Ela fala.–Você é uma interesseira, Rachel. — Eu falo e ela arregala os olhos.–O quê? — Ela grita.–Você acabou de dizer. — Eu falo.–Se eu fosse interesseira, acha que estaria interessada em você? — Ela pergunta. — Seria a pior interesseira do mundo.–Você é uma interesseira. — Eu falo rindo.–Não, não sou, Finn. — Ela fala irritada.–Estou tão decepcionado. — Eu falo ficando sério.–Calado! — Ela fala. — Não sou interesseira.–Então prove. — Eu falo e ela me encara mordendo o lábio.Ela se aproxima lentamente e coloca a mão no meu ombro ela fica na ponta dos pés e eu me abaixo. E então ela me beija delicadamente e eu a puxo colando nossos corpos, mas isso foi apenas por dois segundos. Após nós lábios se tocarem o beijo é mais intenso, ela passava as mãos no meu cabelo, enquanto eu a prensava contra a parece que estava perto de nós. E então ela me afasta procurando por ar.–Ai! -Ela exclama. — Meu rosto.–O quê? — Eu pergunto respirando pesadamente e continua a segurando contra a parede. — Então mova sua cabeça.–Então me beije como um homem! — Ela fala e eu a beijo desesperadamente, a pego no colo a fazendo enroscar as pernas na minha cintura, mas sem querer bato mão machucada na parede e gemo de dor me afastando do beijo dela. — O que há com sua mão?–Queimei na sua maldita sopa. — Eu falo gemendo de dor a soltando.–Quem queima a mão em sopa? — Ela pergunta irritada.–Eu queimo! — Eu falo e me aproximo dela a beijando novamente e ela puxava minha blusa querendo a tirar.–Você tem problemas! — Ela fala se separando do beijo.–Seus shortinhos são irritantes. — Eu falo mas a puxo para outro beijo.–Por que está irritado o tempo todo? — Ela pergunta entre o beijo.–Já disse: cale a boca. — Eu falo colocando minha mão entre os cabelos dela. — Cale-se e tire as roupas agora. Sério, tire suas roupas.Eu falo me separando dela e vou até a mesa da cozinha jogando tudo no chão–Você é uma bagunça em todos os lugares. — Rachel fala tirando a jaqueta e eu me viro para ela.–Pare de falar! — Eu grito me aproximando dela novamente. — Essa não é a hora de falar. É a coisa mais... — Então há um barulho e eu percebo que eu havia quebrado um vaso de flores com água sem querer. — Vou pegar papel toalha.–Um vaso cheio de água com flores quebrou, e vai pegar papel toalha? — Ela me pergunta irritada.–Sim, vou pegar papel toalha. — Eu falo.–Como assim? — Ela grita.–Sabe de uma coisa? — Eu falo irritado me afastando. — Estou fora.–Papel toalha não adianta! — Ela grita me seguindo. — Você não quer limpar.–Não, não é isso. — Eu falo me virando para ela.–Se você não limpar... — Ela começa a falar gritando.–Não me diga o que fazer! — Eu grito de volta.–Eu não vou limpar. — Ela fala.–Chega. — Eu grito. — Cansei!Eu a puxo para mim a beijando desesperadamente mais uma vez e quando me separo vejo o quão vermelha a boca dela estava de todos os nossos beijos.–Você me irrita! — Eu falo.–Essa é uma péssima ideia. — Ela grita e eu me viro indo para o meu quarto batendo a porta com força, alguns segundos depois escuto a porta do quarto dela bater com força.
Notas finais
QUEREM O PROXIMO?
EU TBM
QUE FODAAAAAAAAAA *-*
suahsuahsuahaushaushausha
e agora gente???
o que será desses dois??
suahsuhas
estão curiosos?
domingo que vem tem mais :D
Não esqueçam de favoritar, acompanhar e deixar seu review :D
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