Notas iniciais
Amores! Eu sei que havia prometido esse capitulo para ontem, mas aconteceu muita coisa e eu não consegui postar. Mas aqui vai! O passeio no shopping e...um pequeno barraco! rsrrs Espero que gostem!

No dia seguinte Felicity acordou animada! A idéia de vê-los novamente a deixava feliz, Sophia era um encanto e o pai era....bom, encantador não seria a palavra certa para descrever Oliver Queen.

Na verdade ela ainda não o tinha definido. Oliver era uma incógnita para ela. Sinceramente ela estava disposta a conhecê-lo melhor, sem segundas intenções. Com certeza valeria a pena...

Vestiu um jeans, uma regata e um sapato baixinho, tudo bem confortável. Prendeu o cabelo, maquiagem leve e pronto.

Oliver chegou um pouco atrasado, quando tocou o interfone:

– Oi! Chegamos! – ela ouvia os resmungos felizes de Sophia ao fundo.

– Oi!! Já estou descendo!

Os encontrou na porta do prédio, Oliver se aproximou:

– Bom dia!! – lhe deu um beijo no rosto e ela conteve um suspiro – desculpe a o atraso mas houve um imprevisto com as fraldas da senhorita aqui!

– Bom dia!! – ainda rindo ela fez cosquinhas na barriga da bebe – Oi, Sophia!!

Foi o necessário para a menina estender os bracinhos e se inclinar na direção de Felicity.

– Definitivamente ela gosta do teu colo!! – os dois sorriram e foram em direção ao carro.

No caminho conversaram sobre coisas banais e a conversa fluía como se já se conhecessem há anos.

– A Sophia está melhor? – a menina deu um gritinho quando ouviu seu nome.

Oliver olhou no retrovisor e viu a menina agitando os bracinhos, sorrindo respondeu:

– Sim, os remédios e a injeção já fizeram efeito.

No shopping a correria era grande. Crianças corriam para todo o lado seguidas por pais que já pareciam cansados.

Oliver escolheu um banco ao lado do parquinho para deixar as coisas e poder ficar de olho na filha.

Felicity olhava tudo fascinada, nunca tinha prestado muita atenção nessa área do shopping. Ali a energia e alegria das crianças eram contagiantes. Claro que havia resmungos, choro e reclamações...mas no geral era a alegria que reinava ali.

– Vou levá-la no carrossel, ela adora! Vem! – e pegou na mão dela.

– Ok! – o calor da mão dele se espalhou por todo o seu corpo.

A menina se divertia no brinquedo e nas duas primeiras tentativas de tirá-la dele ela reclamou ameaçando chorar.

– Vamos ter problemas na hora de tirá-la dali! – Felicity sorriu para ele.

– Com certeza!

Mas ela logo perdeu o interesse, quando Oliver a tirou do carrossel Felicity a levou para o balanço.

Sophia tinha uma expressão feliz e Oliver não tirava o olho das duas. Felicity parecia...a mãe da menina...o carinho que ela tinha por ela era visto por qualquer um.

Quando ela parecia cansada Felicity a levou para perto das peças de montar e ursinhos. Como era perto do banco onde tinham deixado as coisas, Oliver sentou no banco enquanto Felicity ficou no chão do lado da menina.

– Quantos anos ela tem, Oliver?

– Um ano e dois meses. È pequena para a idade, ela nasceu prematura e tivemos dificuldades com a alimentação dela nos primeiros meses...

– Mas agora...

– Agora está tudo certo. Minha única preocupação é que ela ainda não começou a falar...nessa idade ela deveria pelo menos pronunciar algumas palavras.

– Mas é normal, algumas crianças de moram um pouco mais...

– Foi o que o médico falou – ele a olhou e sorriu e ela retribuiu – Mas agora me conte: Quem é Felicity Smoak??

Ela gargalhou e Sophia compartilhou a gargalhada, fazendo com que Oliver e ela rissem juntos.

Sophia levantou-se apoiada nas pernas do pai e ele a pegou no colo, ela só os observou e mais uma vez admirou a beleza que era aqueles dois juntos!

– Não há muito que contar...

– Mas com certeza há algo!!

– Oh! Ok!! Eu conto...mas só na hora do café!!! – riram juntos.

Ela estava se divertindo de verdade, ele era muito diferente do estereótipo que as revistas de fofoca pregavam. Ele era um homem bom, que fazia com que ela quisesse conhecer mais dele a cada minuto.

Brincaram mais um pouco e logo Sophia começou a resmungar de fome.

– Segura ela pra mim? Vou pegar a mamadeira.

– Pode deixar, né meu amorzinho – ela deu um beijinho na cabeça da bebe que estava resmungando querendo comer.

– Hey, pronto, pronto! Aqui está sua mamadeira! – e a estendeu para Felicity.

Ela o olhou meio assustada.

– Vamos, não é tão difícil! – rindo ele disse o que fazer – deita-a no teu colo e oferece a comida...ela vai fazer o resto.

– Certo! – e ela o fez e quando a bebe colocou a mãozinha sobre a sua em cima da mamadeira ela se derreteu mais um pouco por ela.

Oliver percebeu e seu coração deu um salto! Como podia em tão pouco tempo Felicity ter se tornado tão especial para ele?

Nesse momento a paz foi quebrada por gritos:

– O que essa vagabunda está fazendo com minha sobrinha no colo?? – Laurel gritava a plenos pulmões não se importando onde estava.

Oliver se levantou e ficou na frente das duas para protegê-las da fúria da ex cunhada.

Felicity não estava entendendo nada e sentindo a tensão e a presença da tia Sophia começou a chorar.

– Felicity, por favor leve a Sophia para dar um volta. – Oliver pediu e ela pode sentir toda a tensão em sua voz.

– Certo. Vem meu amor...vamos passear um pouco...já passou...não chora... – ela tentava acalmar a pequena, o que só foi possível depois que elas se afastaram de Laurel.

– Laurel, você tá maluca?

– Não me chame assim! Você é que é louco expondo minha sobrinha ao convívio das tuas vagabundas! – ela ainda falava alto demais. Todos aos redor olhava para os dois.

– Nunca mais ouse chamar a Felicity de vagabunda e nunca, nunca mais grite perto da minha filha.

– Eu faço...

– Nem mais uma palavra, Laurel! Ou eu faço o que deveria ter feito há um ano quando descobri o que você fez com a Sophia!

– Você está me ameaçando? – a raiva dela atingia-o em cheio.

– Não! Só estou te avisando. E você sabe que se eu pedir uma medida protetiva e falar o porquê nenhum juiz vai deixar você se aproximar dela novamente!

A ameaça fez efeito e ela abaixou o tom:

– Você ainda vai pagar pelo que fez a minha irmã! – ela apontava o dedo em riste para ele!

– Eu não fiz nada para a tua irmã! — ele disse mesmo tendo em seu coração a culpa pelo que aconteceu – agora vá embora que eu preciso consolar minha filha!

Laurel saiu dali bufando e soltando ameaças.

Oliver sentou-se um pouco no bando para se acalmar antes de procurar Felicity e Sophia.

Laurel sempre conseguia tirá-lo do sério! Talvez fosse o momento de requerer a tal medida protetiva que o Dr. Palmer havia aconselhado.

Momentos depois Felicity volta com uma Sophia mais calma no colo.

– Hey... – ela o olhou e viu que ele estava transtornado com o que tinha acontecido. Ela já imaginava quem era a mulher, mas não o porquê dela agir daquela maneira.

– Hey! – ele se aproximou e pegou a filha no colo – papai está aqui meu docinho! A titia não vai mais fazer mal para ela!

Felicity o olhou com uma indagação no olhar. Ele sabia que uma hora ou outra teria que contar toda a história para ela, até porque ele a queria em sua vida e na da Sophia.

– Você está bem? – Ela passou a mão pelo braço dele numa caricia despretensiosa, mas que ele gostou e que terminou por acalmá-lo de vez.

– Sim, agora está! – ele a pegou pela mão e a puxou para um abraço.

Ela se permitiu ficar ali, era uma sensação maravilhosa estar nos braços dele e senti-lo tão perto. Ficaram ali por alguns minutos.

– Estou te devendo um café – ele sorriu para ela que percebeu um pedido de desculpas contido naquelas palavras.

– Está mesmo! – ela pegou a bolsa da bebe e ele lhe deu a mão e foram para o café.

Já tinham feito o pedido e Sophia estava no colo do pai quase dormindo. Ele olhou para a mulher na sua frente e prometeu que seria sincero com ela.

– Eu sei que você está confusa e tentando entender o que foi aquilo agora a pouco. – ele suspirou – mas eu preciso de tempo para te contar tudo...e coragem...não é algo fácil para mim.

Ela colocou sua mão na dele que estava em cima da mesa.

– Você não precisa me contar nada se não quiser. Eu sei a única coisa que preciso saber.

Ele levantou a sobrancelha num questionamento mudo e ela completou:

– Aquela mulher não deve ser uma pessoa boa...Sophia não gosta dela, então eu também não gosto!

Ele sorriu, ela era bem perceptiva.

– Você tem razão e prometo te contar o porquê um dia.

Ela concordou com a cabeça e logo seus cafés chegaram. Oliver tomou um gole do seu e a provocou:

– Você ainda não respondeu minha pergunta!

– Que pergunta? – ela sabia qual, mas se fez de desentendida para entrar na brincadeira.

– Quem é Felicity Smoak?

– Ah! Essa pergunta! – ela lhe deu um sorriso que fez seu coração bater mais rápido – Eu acredito que teremos outras oportunidades para que eu te conte sobre ela!

Ele não pode deixar de sentir-se feliz! Apesar do desastre que havia sido o passeio por conta do barraco de Laurel, ela não havia desistido dele.

– Eu espero que sim! – e retribuiu o sorriso e foi a vez dela perder o fôlego!

Notas finais
Para variar Laurel infernizando a vida do Oliver! Alguém mais acha que ela vai aprontar?? O que estão achando do nosso casal? Mais alguém acha que já está rolando um sentimento?? Me contem tudo, ok??