Boulevard Of Broken Dreams
4 Capítulo 4 - O Hierofante
O ano era 1763.
Arthur chegou em casa e se jogou na própria cama, respirando fundo. Seu uniforme estava rasgado e sujo de sangue e seu rosto estava cheio de fuligem e suor.
— “A-ah... droga...” – o loirinho tocou o lado esquerdo do seu abdome, reconhecendo um ferimento aberto. Levantando devagar, por vezes tendo que parar para respirar, ele pegou uma faca e rasgou a camisa que usava, revelando seu tronco recoberto de ferimentos. O mais recente sangrava muito. Arthur respirou fundo, pegando uma bacia com àgua e começando a limpar o local. Quando estava suficiente, ele conseguiu envolver o próprio tronco com algumas bandagens, desabando na cama de novo, torcendo o rosto em dor.
— “Monsieur Kirkland....?” – sussurrou uma vozinha infantil, muito trêmula por sinal. Arthur sentou-se na cama e olhou para a porta.
Lá estava um rapaz de cabelo meio caramelo dourado e olhos claros. Seus cabelos, no entanto, ondulavam no final e ele tinha um único fio rebelde e enrolado. Suas mãos tremiam e ele segurava um urso branco como se sua vida dependesse disso. Tirando a atitude, ele parecia muito com Alfred.
— Quem é você? – perguntou Arthur suavemente. – Você esta perdido? Ou... Aconteceu alguma coisa?
Mattheu se desesperou. Francis tinha deixado ele para trás e agora ele estava sob a responsabilidade daquele rapaz loiro à sua frente. Mas o pobre canadense não entendia uma palavra do que ele dizia. Seus olhos se encheram de água e ele segurou o urso com mais força.
— Ah... Pardon... – sussurrou o garoto, chorando em cima do ursinho, com medo. Ele estava diante de um país muito importante e não queria parecer como se o estivesse ignorando!
— Ahhh! Você só entende a língua daquele idiota, não é? – então, o loirinho trocou pro melhor francês que conseguia e nas poucas palavras que sabia. – Não precisa se desculpar... Você só entende a língua daquele idiota do Francis não é? – e o britânico sorriu e lhe estendeu a mão. – Bem, é a sua cultura e eu vou respeitar isso. Mas eu não falo francês, então seria bom se você aprendesse a minha língua também.
Mattheu parou de apertar seu ursinho, olhando surpreso para a mão que o britânico lhe estendia. Então, lentamente, ele se aproximou e deu um sorriso tímido, entrelaçando os dedos com os do loirinho.
Arthur se recuperava lentamente da guerra, financeiramente instável. Mas quem ligava? Ele havia ganhado da França! Ok, a Prússia, Portugal... também estiveram do mesmo lado que ele, mas a Inglaterra entrou muito mais pela disputa com a França. Houve dificuldades, mas no final, os britânicos venceram. E levaram novas províncias. Mattheu não dava muito problema e logo voltou ao Novo Mundo, conhecendo Alfred e se dando bem com ele. As coisas pareciam realmente estarem voltando a dar certo na vida do loirinho. Seu corpo ainda tinha alguns ferimentos cicatrizando, mas ele estava razoavelmente feliz.
— Que lua bonita.... – disse ele, olhando sonhadoramente pela janela.
Aquela luz pálida se deitou na cama junto com ele. E os lençóis brancos experimentaram aquele delicado tom de azul. Arthur se abraçou. O quarto pareceu, subitamente, mais frio. E a casa pareceu tão grande. O loirinho se sentiu sozinho. Mas então, ele olhou para a mesinha ao lado de sua cama, tocando levemente o envelope da última carta que Alfred lhe mandara. Ali estava uma magia que Arthur não sabia explicar. Porque, de repente, ele já não se sentia tão só. E seus ferimentos não ardiam tanto. E o sono lentamente se esgueirou pela porta e se deitou junto ao loirinho, que abraçou o travesseiro e finalmente adormeceu.
Alfred se debruçou sobre a madeira do cais, olhando para frente e ignorando completamente o rapaz ao seu lado.
— Alfred, o que foi? – perguntou Mattheu intrigado ao ver o outro rapaz calado, pensativo. Ele o conhecia o suficiente para saber que aquilo não era normal. Por alguns minutos, houve apenas o som das ondas batendo no porto. Mas então, houve um suspiro exasperado e um soco sobre a madeira.
— Por que o Arthur não volta? Desgraçado... – Alfred bateu a cabeça no apoio de madeira, repetindo o processo várias vezes, agora bagunçando os cabelos, nervoso.
— Ele é muito ocupado, Alfred. – tentou amenizar o outro, colocando a mão sobre o ombro do rapaz irritado — Ele é um dos países mais importantes do mundo e tem que cuidar de assuntos de outras potencias mundiais também.
— Ele não tem nada que cuidar de outros países. Ele devia ficar com a gente. — e fechou a cara, seu tom quieto e magoado
— Mas... — tentou amenizar Mattheu.
-Ei, Matt... – começou Alfred, incerto. Uma ideia acabara de lhe ocorrer. – Se eu fosse um grande país... você acha que ele olharia mais pra mim?
— Eu acho que sim, mas não do mesmo jeito, eu acho... — Mattheu ergueu uma sobrancelha, segurando seu ursinho com mais força, levemente apreensivo com o olhar que Alfred tinha.
— Entendo...
E se calou de novo. Mattheu não conseguiu tirar mais nada dele, desistindo e voltando para casa.
Alfred saiu do porto como um furacão, indo até seus políticos. Sim, ele estava interessado naquele complô. Ele iria entender a situação política e iria agir. Pelo seu povo, mas havia um interesse pessoal grande nisso. Ele não queria que Arthur o visse do mesmo jeito. Ele não ia aceitar ser como um irmãozinho para ele. Alfred ia provar que não era mais criança, ia provar que eles não eram uma família. Ele arranjaria a desculpa que fosse, se aliaria a quem lhe fosse favorável. Porque ele não era mais criança. Porque o loirinho precisava entender, ele precisava provar.
Mesmo que para isso ele tivesse que partir o coração de Arthur em um milhão de pedaços.
- O quê?! Alfred causando problemas?! – Arthur arregalou seus olhos claros, fitando o mensageiro.
-Alfred? Do que você esta falando? – perguntou o homem, franzindo a testa e olhando para seu superior como se ele tivesse perdido o juízo.
- Digo... – Arthur desviou o olhar, levemente embaraçado. – As nossas colônias na américa...
- Sim. Os colonos não gostam da presença de tropas britânicas no território deles.
- Mas elas sempre estiveram lá! Por que agora?! – gritou Arthur de volta, completamente perdido. Será que Alfred compartilhava aquela visão?
— Bem, eles dizem que é porque como cidadãos leais à coroa, é um insulto terem tropas vigiando-os o tempo todo. Mas é claro que isso não é verdade... – o homem deu um sorriso torto. – Alguns admitem isso alto. O fato é que eles dizem que não precisam mais da coroa britânica.
Arthur sentiu seu coração apertar. Alfred... ia dar as costas a ele assim? Só porque ele já não lhe era mais útil? Só porque ele não tinha mais dinheiro?
E foi assim que ele voltou ao Novo Mundo, seu coração ainda sustentando um fiozinho de esperança de que aquilo fosse só um mal entendido. Porque Alfred não faria isso. Não, ele não. Quantas vezes ele já não prometera que os dois iam ficar juntos para sempre? Arthur acreditava nele, de verdade.
Mas, ah, como ele fora ingênuo...
1974 – Sugar Act
— Alfred, o que está acontecendo? – perguntou o loirinho quando chegou à casa do garoto. O outro não queria nem olhar para ele.
— Não se faça de idiota! – gritou o garoto, batendo a mão na mesa. – Pra que diabos você taxou o nosso açúcar?!
— Alfred... – suspirou o britânico, sentando-se na cadeira à frente do garoto. Ele não esperava uma discussão dessas, mas resolveu explicar ao garoto. O loirinho não queria que ele pensasse mal dele. – O Império britânico precisou taxar alguns produtos para conseguir se recuperar da guerra dos sete anos. Além do mais, nós temos novos territórios, você conheceu Mattheu... Eu preciso de soldados para protegê-lo também. As taxas não são absurdas, eu só não tenho muito mais o que fazer quanto a isso...
— Eu não quero nem saber, eu não vou pagar isso, Arthur! E você vai se arrepender! – e saiu da sala, batendo a porta de seu quarto com um estrondo. O loirinho suspirou e apoiou a cabeça nas mãos. O que diabos estava acontecendo? Por que Alfred estava tão àcido com ele? Eles não tinham prometido? Que a relação deles não dependia de laços políticos? O britânico permaneceu ali por alguns longos minutos, emocionalmente exausto. Ele não podia acreditar. Alfred estava o ameaçando?
— Não... Ele não faria isso, só está nervoso hoje.. – mentiu o loirinho para si mesmo, indo se deitar sozinho.
1775 – Stamp Act
— Senhor... Senhor!
Arthur acordou assustado, com um dos empregados da coroa sacudindo-o pelo ombro.
— Os colonos, senhor. Estão queimando um boneco do Senhor Andrew Oliver, senhor.
— O que?!
O loirinho se vestiu às pressas, encontrando algumas pessoas na praça realmente queimando a figura do secretário da Companhia da Baía de Massachusetts, responsável pela administração do Stamp Act. Arthur correu até a confusão, mas estancou o passo quando viu quem mais estava ali.
Era Alfred.
Seus olhos verdes cruzaram com aqueles olhos muito azuis e o loirinho sentiu seu peito apertar. Alfred olhou para ele com desdém e desviou o olhar, voltando a chutar a figura do secretário. Por alguns minutos, Arthur pôde apenas olhar. A confusão se desfez, mas o loirinho não conseguia se mexer. O garoto foi embora sem nem olhar para ele e Arthur ainda não conseguira se mover. Porque aquilo não podia estar acontecendo...
E Alfred não parou por ali. Dias depois, ele queimou o prédio onde Andrew trabalhava. E depois, queimaram a casa dele. O secretário acabou se demitindo. E ainda assim, Alfred queimou a casa do cunhado do oficial, em uma maldade que Arthur não pensou que ele fosse capaz.
Algumas noites depois dos incêndios criminosos, Alfred finalmente voltou para casa, fechando a porta devagar atrás de si. Arthur estava sentado na mesa da cozinha, com a cabeça apoiada nas mãos entrelaçadas, como se ele rezasse.
O garoto passou reto pelo britânico, sendo impedido apenas pela voz cansada desse.
— Alfred...
— O que é? – respondeu-lhe ríspido, sem nem olhar-lhe nos olhos.
— Sente-se. – disse Arthur quietamente, ainda com a a cabeça apoiada nas mãos.
— E se eu não quiser...? – desafiou o rapaz.
— Por favor... – sussurrou o loirinho, finalmente olhando para cima. Alfred foi pego de surpresa por olhos muito verdes e muito tristes. E, de fato, eram tão tristes, mas uma tristeza tão delicada, que Alfred sentiu que nunca conhecera Arthur de verdade. Porque a dor dele era tão sincera, que o rapaz sentiu como se fosse jovem demais. Como se não tivesse visto nada do mundo como Arthur vira. Alfred se sentou e olhou para ele.
— Ah, Alfred... – suspirou o loirinho. – Por que você está fazendo isso?
— Eu já disse, nós somos contra o Stamp Act! – quase gritou o garoto, tentando não ver a decepção nos olhos do outro.
— “Nós”... – repetiu Arthur, seu olhar se perdendo. Antes, o “nós” significava ele e Alfred. “Nós” íamos tomar chá. “Nós” íamos passear pelo campo e ler histórias. Mas agora, Arthur não fazia mais parte do que Alfred considerava “Nós”. O loirinho deu um sorriso magoado, voltando a fitar o garoto. – Tudo bem, Alfred... Se significa tanto para você, eu vou revogar o Ato. Só chega desses incêndios e de toda essa confusão. – continuou ele, esfregando os olhos com o indicador e o polegar.
A verdade é que ele não queria perder Alfred.
O garoto olhou-o, sem acreditar. Ele estava desistindo daquilo por causa dele? Arthur estava abrindo mão porque Alfred era importante demais para ele. E o garoto sentiu seu peito queimar em remorso. Porque independente do quão duro Arthur tentasse, ele ia deixa-lo.
“Só não essa noite... Só não agora...” – implorou o garoto em pensamento, fitando longamente o loirinho. – Obrigado... – sussurrou Alfred, olhando para baixo. – Ei, Arthur... – chamou ele, timidamente. – Dorme comigo hoje? – pediu ele em um murmúrio tímido, ainda olhando para baixo. – Eu acho que tem um fantasma no meu armário...
Na verdade, tinha um fantasma na sua consciência.
Arthur arrumou caprichosamente a cama de Alfred, afofando os travesseiros e puxando as cobertas para que ele se deitasse. O garoto se aninhou entre as cobertas e o olhou, mais uma vez, como ele sempre olhava desde muitos anos atrás. Arthur suspirou e se deitou sobre as cobertas, sem se cobrir, não querendo que Alfred ficasse com frio. Mas, dessa vez, o garoto segurou-lhe pelo braço e o fez deitar-se com ele debaixo dos cobertores. O loirinho lhe fitou confuso, mas o garoto nada disse, apenas deitou ao seu lado numa cama que já não cabia os dois como antigamente. Assim, Alfred deitou-se de lado, voltado para dentro da cama e Arthur fez o mesmo.
O rapaz se aconchegou mais para perto do loirinho, fechando os olhos e fingindo dormir.
— Alfred...? – chamou Arthur baixinho após alguns minutos. Como sempre, verificando se ele dormia. O loirinho observou bem a respiração calma dele e pareceu convencido. O rapaz estava tão perto que conseguia ouvir os lábios de Arthur se abrindo em um sorriso amoroso. – Boa noite... – sussurrou o britânico, colocando uma mecha de cabelo loiro caramelado atrás da orelha de Alfred.
E em alguns minutos, o coração de Arthur passou a bater mais calmamente, assim como sua respiração se tornou mais suave e seu corpo relaxou.
Alfred abriu os olhos e se apoiou em um cotovelo, virando para ver melhor o loirinho. Ele dormia meio encolhido, seus olhos fechados e seus lábios levemente abertos. Os lábios dele estavam avermelhados também. E ele era tão bonito, naquele sono quieto dele, finalmente perdendo a eterna expressão preocupada que ele tinha. Pelo ritmo da respiração dele e pela expressão, o garoto sabia que ele dormia muito profundamente, provavelmente emocionalmente exausto. Alfred se aproximou e conseguiu sentir a respiração quente dele indo e vindo, acariciando seu rosto.
-Ah, Arthur... – murmurou ele tão baixo que nem ele mesmo ouvia. Ele acariciou a face macia do britânico com o polegar. – Eu não posso ser a sua criança pra sempre... Eu quero ser mais que sua família e, por isso, eu vou ter que jogar fora todos esses anos ao seu lado, que foram tão especiais pra mim... – sua garganta trancou enquanto ele dizia isso. – Mas eu vou me lembrar todos os dias de nós dois. E, um dia, nós vamos ser felizes juntos. Eu juro... – prometeu ele, se aproximando ainda mais, fitando muito longamente o rosto adormecido do loirinho. Finalmente seu rosto perdia os traços da adolescência, se moldando em algo mais maduro, ainda que ele continuasse com as bochechas meio carnudas demais, impossivelmente macias para um adulto. E seus lábios pareciam tão delicados, estavam tão avermelhados... Aquela pele cor de leite que ele tinha... Ah, o desejo percorreu cada gota do sangue de Alfred.
Porque era quase como estar em frente a um doce feito por anjos. Ele podia sentir o perfume que desprendia da pele macia de Arthur, como se consegue sentir o aroma de chocolate derretendo e de cerejas sendo adoçadas em calda de açúcar. Seus lábios se aproximaram e tocaram a bochecha do loirinho, em uma tortura a si mesmo. Era como encostar os lábios sobre o creme de chocolate e rum que ficaria sobre aquele doce. Ele podia sentir a textura muito macia, mas ele ainda queria mais. Então, lentamente, seus lábios se arrastaram sobre o rosto de Arthur até alcançar seus lábios.
E, fascinado, ele deu um beijo simples, sua respiração tremendo e seu coração disparando enquanto ele sentia a textura muito delicada dos lábios dele. Mas, ah, não era suficiente... Ele deu outro beijo, muito leve, antes de tocar a boca dele com a própria língua, muito levemente invadindo a boca do outro. E Alfred tremeu, se arrepiando inteiro quando sentiu a língua de Arthur. Ele apenas a tocou, brincando com ela por alguns segundos, sentindo o quão quente era a boca do britânico, amando como a língua dele deslizava entre a sua. O loirinho podia acordar a qualquer momento, mas ele não podia resistir. Era realmente como um doce do paraíso. Porque era suave e inebriante, macio e delicado, quente e adorável. Era muito mais do que ele merecia, mas ele não conseguia deixar de querer. Sua cabeça começou a rodar, e apenas quando ele não podia mais continuar, ele se afastou, ofegando baixinho. Deu um último beijo sobre os lábios do loirinho antes de se afastar, voltando a se aconchegar entre os braços de Arthur, se aninhando contra seu peito.
Alfred sentia o rosto muito, muito quente e ele com certeza estava muito vermelho. Seu coração ainda palpitava, batendo com tanta força que podia sair da boca a qualquer minuto. Mas, ainda assim, um sorriso muito, muito realizado adornou a face do rapaz. Ele tocou os próprios lábios e ainda podia sentir o gosto daquele beijo, o seu primeiro beijo. Mas o que o fazia sorrir não fora o ato em si. Era o fato de que seu primeiro beijo fora de Arthur. E não importava o que viesse a acontecer, não importava quanto tempo se passasse. Aquela era uma lembrança que ninguém podia roubar dele. Ele suspirou, fechando os olhos e abraçando o loirinho, o trazendo mais para perto.
— Eu juro... – sussurrou ele no silêncio da noite, apertando Arthur, de repente, morto de medo. Ele lhe beijou a testa, como se para atestar sua promessa, como se fosse um ritual que pudesse fazê-la se tornar verdade. Porque ele queria acreditar na jura que ele fazia. Mas não sabia se, para isso, aguentava perder o loirinho. Perder aquelas lembranças, aqueles anos que eles ainda podiam ter juntos e aqueles anos queridos que eles tiveram. Mas, ah, ele não podia ser a criança de Arthur para sempre. Alfred estava determinado e não ia voltar atrás. Mas, por Deus, ele estava com medo. O rapaz segurou o loirinho e o abraçou apertado, inspirando profundamente o perfume que ele tinha, seguro no calor dos braços dele.
E, por um instante, Alfred desejou que o amanhã nunca chegasse.
O arcano 5 – O Hierofante
SIGNIFICADO DIVINATÓRIO
Ritualismo. Cerimonial. Clemência. Atos de submissão. Bondade. Benevolência. Perdão. Inspiração. Aliança. Compaixão. Inatividade. Falta de convicção. Timidez. Reserva evidente. Escravidão às próprias idéias. Uma pessoa à qual se pode recorrer. Condescendência. Uma pessoa com um profundo senso de importância histórica e um apreço sincero pela herança do passado.
Notas finais
Então, gente, eu não sei o que está acontecendo. As pessoas abandonaram essa fic aqui, não é possível. Das pessoas que comentaram o primeiro capítulo só uma chegou no terceiro. Eu tentei diminuir o capitulo para ver se o pessoal acompanha melhor, mas talvez então eu desista de atualizar semanalmente. Não tem muito sentido se ninguém tá acompanhando, então talvez eu deva esperar as pessoas chegarem no último capítulo até postar. Talvez não todas, mas pelo menos alguns, ne? =( é muito triste quando todo mundo perde o interesse. =(
Enfim, agradecimentos a invisible Ju ( a única pessoa que ta aqui desde o primeiro capitulo xD Obrigada por não abandonar minha historinha '-'),valquiriaclara, Labi e Neeselvia por comentaram o último capítulo! :) Beijo e me digam o que vocês acham sobre a mudança nas atualizações!
Fale com o autor