Born to be a Demigod.

2 Capítulo 2 - Surprise.


Notas iniciais
Oi gente :3 Esse é o segundo capítulo, como eu prometi, com mais emoção. Espero que gostem :3

Fui andando até o ponto de ônibus, e de longe só vi uma garota loira. Poxa, a menina me fala pra encontrar ela no ponto de ônibus e ela nem estava lá?

Enquanto fui chegando mais perto fui vendo que a menina se parecia muito com Linda. Mas não, não podia ser ela. Não mesmo. Linda era desajeitada, vivia com cabelo bagunçado e usava roupas de péssimo gosto.

Quando cheguei mais perto não pude acreditar. Era realmente Linda! Ela estava maravilhosa. Ela pintou os cabelos de loiro, estava usando calças legging com um allstar preto e uma regata solta com estampa de caveira. E estava toda maquiada.

– LINDA? É VOCÊ? — perguntei ainda não acreditando no que via- VOCÊ FEZ JUS AO SEU NOME, VOCÊ ESTA LINDA!

– Obrigada amiga! Oh meus Deuses, eu estava com tanta saudade — ela veio e me deu um demorado abraço — a gente não se vê desde o último dia de aula!

Meus deuses? Ela só podia estar louca, mas não liguei. Estar com ela novamente era muito bom, não sabia que eu senti tanta falta assim.

– Poisé, senti muito a sua falta! Mas me diga, o que você tinha para me falar de tão importante? — nesse momento nosso ônibus chegou.Ela me olhou com um olhar de preocupação e disse: — Vamos, te conto lá dentro.

–----------------------------------------------*----------------------------------------

–Pronto, pode me contar agora- eu disse sentando ao lado dela.

– Bom, nem sei por onde começar... — ela olhava para seus pés que ela balançava — eu não ia mudar assim tão derrepente, voltar a ser quem eu era antes... Mas eu descobri uma coisa. Minha mãe não morreu. Eu tenho uma mãe, e ela ainda vive.

– Mas como assim Linda? — a mãe de Linda morrera quando ela era bebê, ela não podia estar viva.

– Um dia eu e meu pai estávamos brigando muito. Eu não aguentava mais minha vida sabe? Eu era tão popular e decaí. Virei uma nerd sem perspectivas de nada. Me sentia sendo observada o tempo todo e ouvia vozes me aconselhando. E de alguma forma não senti medo dessas vozes. Eu as obedecia inconscientemente. Nesse dia meu pai me contou : minha mãe ainda está viva. Fiquei desconsolada, e claro, logo perguntei aonde ela estava e ele disse que ela era muito diferente. Mas é claro que ela não poderia ser, mas descobri que ela era — ela me olhou, seus olhos estavam cheios de lágrimas que começaram a cair borrando sua maquiagem. — ela era... Oh meus Deuses você não vai acreditar...

– Mas é claro que vou! Eu sou sua melhor amiga, porque não acreditaria? — não podia ser alguem tão terrível assim ou tão diferente.

– Ela é... Ela é.... Ela é Afrodite! — quando ela disse isso, colocou as mãos no rosto e se virou. Não podia ser, tive que segurar o riso. Não sabia o que dizer.

– Afrodite? Como assim? Você está bem? Quer ir no médico? Você é linda, mas é impossível sua mãe ser Afrodite.

– Ela é. Acredite em mim, por favor. Eu sou uma semideusa. Por favor acredite em mim. — era impossível de acreditar, uma pessoa normal nunca iria acreditar, mas havia algo na voz dela que me fez acreditar. E cá entre nós, eu não era uma pessoa normal.

– Sim, eu acredito em você. Eu acredito.

Notas finais
E aí gente, gostaram? O próximo capítulo será melhor ainda ;3 Xoxo, PV