Born to Die
20 Tropical Dance
Notas iniciais
Na boate existiam dois escritórios principais, um era de Carlos, o dono e o outro, ficava livre para quando fosse fazer eventos, pudesse utilizar. Naquela noite o escritório número 02, pertencia a Clara. Foi para lá que ela levou Marina após saíram do palco. Assim que entraram na sala, a professora jogou a namorada contra a parede, beijando com extremo desejo. Suas mãos passeavam pelo corpo de Marina. A professora tinha presa e não fez cerimônia em descer a calcinha da amada e penetrá-la com os dedos. As pernas da fotógrafa foram ficando bambas, ela se apoiava em Clara, mas logo teve que apoio em uma mesinha com jarro de flores em cima. Clara tinha descido, apoiado uma das pernas de Marina em seus ombros, enquanto a chupava de forma faminta, até a fotógrafa atingir o orgasmo.
Clara: Melhor a gente voltar para a festa agora.
Marina: Ainda não. — Marina empurrou Clara no sofá. — Também quero me divertir.
Sem cerimônia a fotógrafa introduziu dois dedos no sexo de Clara, buscou a boca da professora com paixão. Marina intensificou os movimentos e Clara mordeu os lábios dela. Marina apertou a coxa exposta da morena, enquanto mordia e beijava o pescoço da mesma. A boca da fotógrafa chegou ao sexo da namorada, que não demorou até alcançar o prazer.
De volta a salão, elas encontraram os amigos:
Nicky: Docinho, você simplesmente arrasou! E essas suas coxas de fora, estão demais. — Disse olhando descaradamente para Marina. — Você também minha sereia. Você é uma perdição. E esse visto, só valorizou essa bunda espetacular que você tem. — Ela deu um tapa na bunda de Clara, que ficou surpresa.
Marina: NICOLE! Essa bunda é espetacular. — Colocou a mão na bunda de Clara. — E é só minha! — Nicky apenas riu, enquanto bebia uma caneca com chop.
Nicky: Ô Lu, me apresenta aquela sua amiga ali. — Apontou para Pat.
Luiza: Nicky, eu te apresento. Mas, você vai perder seu tempo, ela é hetero.
Nicky: Quem disse?
Luiza: Acho que nem precisa dizer. Ela é.
Nicky: Sereia, sua sobrinha precisa melhorar o gaydar dela.
Clara: Eu concordo com você. — Disse enquanto, Luiza e Nicky iam em direção a Patrícia.
Marina: Clarinha, olha o Laerte ali. — Apontou para o primo de Clara.
Clara: Vamos lá falar com ele. — Foram em direção a Laerte e Shirley.
Laerte e Shirley estavam sentados em uma mesa, conversavam próximo um do outro. O flautista tomou o gole de whisky, não notou a prima chegando:
Shirley: Clarinha! — Shirley foi a primeira a levantar para cumprimentar Clara.
Clara: E aí Shirley? Oi primo! — Deu um sorriso para Laerte, que a abraçou.
Laerte: Oi! Isso aqui esta demais. Parabéns pelo evento. — Olhou para Marina. — Marina, cada dia mais linda. — Foi cumprimentá-la.
Shirley: Eu fiquei em choque quando notei que era Marina Meirelles no palco com você. — Olhou para fotógrafa. — Sempre fui fã do seu trabalho. — Elas se cumprimentaram.
Marina: Obrigada, Shirley.
Laerte: Amor, você bem que poderia fazer um ensaio com a Marina. Eu sou suspeito para falar do trabalho dela, porque sou tipo, muito fã. Mas, tenho certeza que ficaria um ensaio maravilhoso.
Marina: Eu acho uma ótima ideia.
Clara: Nós vamos viajar a trabalho essa semana, mas assim que a gente voltar, eu te ligo falando para você ir no estúdio.
Shirley: Você esta trabalhando com a Marina? E a academia?
Clara: Eu fico indo e voltando da academia para o estúdio, do estúdio para academia. É cansativo, mas eu amo fotografia, tanto que vou para de dar aulas de dança, para estudar fotografia. Sem falar que é uma delícia trabalhar com o meu amor. — Deu um beijo no rosto de Marina.
Laerte: Então aquele beijo no palco, não foi só pegação. Vocês estão namorando mesmo?
Marina: Já moramos até juntas.
Shirley: Laerte é muito desligado das coisas. Eu lembro que li uma reportagem não tem muito tempo, dizendo que a Marina estava grávida.
Marina: Fofoca. Você sabe como é, eles pegam um fato e aumentam. Eu e a Clara estávamos falando sobre termos filhos futuramente...
Clara: E eles noticiaram como que a Marina já estava grávida. — Todos caíram na risada e ficaram conversando por mais tempo.
Já era quatro da madrugada, o local ainda estava cheio de gente e Luiza chegou desesperada na mesa, onde a maior parte do pessoal se encontrava:
Luiza: Gente, eu preciso de ajuda.
Clara: O que foi Lu? — Clara levantou nervosa.
Luiza: A Nicky, esta fazendo um strip tease sobre uma das mesas.
Luana: Droga! Estava demorando para ela aprontar.
Rafael: Onde esta a Nicky Luiza?
Luiza: Na área perto do píer.
Marina: Vamos, antes que aquela maluca resolva entrar na água.
Ao chegar na área da boate que ficava perto de um píer que dava acesso ao mar, eles viram Nicky, a baixinha estava só de lingerie em cima de uma mesa. Ao redor estavam Patrícia, Tony, Roberto, Fernanda e outros já completamente embriagados.
Luana: Nicky, desce daí.
Nicky: Não corta minha onda Little Lamb.
Marina: Você esta dando vexame.
Nicky: Vocês acham que eu estou dando vexame? — Perguntou para o pessoal ao redor, que apoiaram ela. — Viram, todos estão gostando. Sereia, sobe aqui, tira a roupa também.
Marina: Pirou?
Nicky: Eu acho, que todos deveríamos tirar a roupa. Eu, a Sereia, a Docinho, a Little Lamb, Anjo, até você Erva Venenosa.
Vanessa: Me erra Nicole!
Tony: Eu apoio! Vou tira também. — Começou a abrir os botões da blusa.
Nicky: Você não! Ninguém aqui que ver piroca. Eu tenho nojo nisso!
Rafael: Amor, vai lá e veste nela, vamos levá-la para casa. — Disse dando a jaqueta para Luana, que subiu na mesa também.
Nicky: AÍ! Tira tudo Little Lamb!
Luana: Vou tirar nada Nicole. Veste isso. — Disse colando a jaqueta sobre Nicky, enquanto o pessoal reclamava. — Você é uma agente da CIA. Não pode fazer, essas coisas. Esta querendo ser expulsa?
Nicky: Até que seria uma boa. Quase morri na última operação. — Luana foi tirando ela da mesa com a ajuda do marido. E os dois levaram Nickey dali.
Clara: Gente, voltem a se divertir, mas sem vexame, viu?
DIAS DEPOIS
Passado alguns dias do evento, todas estavam no avião, apenas esperando a decolagem para Ibiza. Luana e Rafael não foram por causa do bebê, Marina bem que insistiu, pois adorava ter o afilhado por perto. Como não teve jeito, ela deixou certo que assim que o casamento de Vanessa e Flavinha passasse, queria eles fariam uma viajem para o menino poder ir junto. A fotógrafa também implorou que Nicky se comportasse e Luana disse que ficaria de olho.
Todos estavam na primeira classe do avião, sentados em dupla. Clara estava do lado de Marina. Gisele e Murilo, Flavinha e Vanessa, Fernanda e Drica, Fred e Luiz, Tony e Patrícia e Luiza com Roberto. Na hora decolagem, Clara apertou a mão da namorada:
Marina: Amor, esta doendo um pouquinho. — A morena afrouxo o aperto.
Clara: Desculpa, eu nunca vou me acostumar a andar nisso. — Marina sorriu.
Marina: É o método mais seguro de viajar.
Clara: O cacete Marina. Se isso cai, não sobra ninguém.
Marina: Clarinha, você é uma graça, tão valente para umas coisas e tão medrosa para outra. Pensa positivo. Ou brinque com a situação, pensa assim: se o avião cair, que seja na ilha de Lost.
Clara: Aquela ilha maluca? Morrer é melhor.
Marina: Você não queria ficar comigo na ilha não é?
Clara: Tá bom! Mas, eu prefiro ficar com você na ilha da Lagoa Azul. — Elas deram risada e Clara levantou e estendeu a mão para namorada.
Marina: Que foi?
Clara: Vem, eu quero conhecer o banheiro. — Sorriu maliciosamente.
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