Born to Die

18 Inseguranças e declarações


Notas iniciais
Hello people! Tudo bem? Estou mais calma, mais ainda muito chateada com a Shonda. Pray for Calzona! Enjoy!

Drew: Clarinha, você é fogo menina! Pegou a menina na frente do namorado! — Rafael, Carlos e Fernando riram com a história narrada por Clara, sobre a primeira vez que ficou com uma menina.

Fernando: Quantos anos você tinha Clara?

Clara: 15. E sim, peguei na frente do namorado mesmo. Mais cedo, ela estava louquinha para ficar comigo e ficamos, aí perto do namorado ficava parecendo uma cadelinha abanando o rabo.

Carlos: Você é das minhas, gata. — Cumprimentou Clara com um hi five.

Drew: Já a minha diva,... foi tudo tão romântico. — Suspirou lembrando de Marina falando sobre a primeira vez que ficou com Cecília.

Marina: Eu gosto dessas surpresas românticas.

Carlos: Aí ô Clarinha! Já é uma dica de como prender a gata.

Marina: Ah! Ela não precisa se preocupar com isso. Eu já sou totalmente dela! — Elas trocaram um selinho.

Fernando: Então, um brinde ao amor da duas! — Levantou a taça de champanhe e todos imitaram o gesto.

O jantar seguiu agradável, eles riram bastantes, falaram sobre o evento da academia e outros futuros planos. Mas, algo incomodava Clara, mas esta esperou chegar em casa, para conversar com Marina.

Marina: Você esta séria desde que entramos em casa. Aconteceu alguma coisa? Esta se sentindo mal, amor?

Clara: Eu não sou romântica. — Suspirou e sentou na cama.

Marina: Não entendi.

Clara: Você disse que adora surpresas românticas, só que eu não sou romântica. Eu não sei como ser e isso me apavora. — Marina sentou do lado da namora e segurou a mão dela. — Quando você falou da Cecília, … Ah Marina! Eu sentir tanto ciúmes. Ficou claro para mim que ela mexe como você. E como é que eu posso competir com uma mulher dessas? Uma mulher que não tem medo de mostrar para ninguém que te quer, o que sente por você e que é romântica. … Eu tenho tanto medo de te perder.

Marina: Olha para mim. — Limpou uma lágrima que começou a cair do rosto da morena. — Quando eu lá, naquela casa horrível, toda amarrada, assustada, longe de você, eu só pensava em uma coisa: eu tinha que sair dali para voltar para você. Eu já não ligava se eu era a grande artista Marina Meirelles, se eu era a filha de um homem extremamente rico e poderoso. Eu só me importava em sair dali e ser a mulher de Clara Fernandes. — Ela respirou. — Eu não cobro que você seja romântica. Eu quero você como você é. E não tentando ser algo diferente para me agradar. Ter o seu amor já o suficiente. — Ela deu um selinho em Clara.

Clara: É que eu nunca tive um relacionamento antes e eu fico com medo de fazer algo errado e te perder. Eu me sinto insegura.

Marina: Não precisa ter medo. Estamos começando uma vida juntas e conhecendo um modo novo. O importante é estarmos do lado uma da outra. — Clara juntou os lábios aos de Marina e se beijaram longamente.

Clara: Vamos tomar um banho na banheira? Quero ficar abraçadinha com você.

Marina: Esta é uma proposta que eu não recuso nunca! — Trocaram mais um selinho e foram para o banheiro.

DIA SEGUINTE – ACADEMIA

Como era de costume, toda terça, quinta e sexta pela manhã as meninas tinham treino de Muay Thai com Tuca. Era sexta-feira, tinham passado a semana treinando em equipamentos, Tuca resolveu dividi-las em duplas. Flavinha treinava lutando contra Gisele, Marina contra Vanessa e Clara como já praticava o esporte a mais tempo, treinava contra Tuca.

Por mais que tivesse anos de experiência com lutas, estava sendo difícil para Tuca conter Clara. A morena estava uma verdadeira fera:

Tuca: Você esta demais hoje presidenta? O que esta pegando?

Clara: Já faz um tempo que eu estava querendo bater em alguém e como você esta treinando comigo, você serve.

Tuca: Muitos problemas?

Clara: Teve o sequestro da Marina, que me fez perder o chão. Eu queria arrancar a cabeça do Jorginho, mas... se eu fizesse alguma besteira, aí é que eu perderia a Marina mesmo. — Tuca deixou um riso escapar.

Tuca: Seria quase uma versão real do Orange Is The New Black, com você como progonista. — Acabou levando um soco e cuspiu um pouco de sangue no tatame.

Clara: Ficar longe da Marina me apavora. — Tuca levantava as mãos para se proteger dos socos seguidos. — E tem as exs delas que estão para chegar, principalmente a tal de Cecília, que foi a primeira namorada dela, ainda mexe com ela.

Tuca: Complicado. Primeiros amores são para sempre. — Dessa vez o soco foi no estomâgo.

Clara: Você não esta ajudando falando isso.

Tuca: Calma presidenta! Você esta quase uma máquina de matar hoje.

Clara: Pode ser. Mas, pode ser que você é que esta frouxo. Anda dando muito é?

Tuca: Pegou pesado presidenta.

Clara: Vem! — Chamou ele com as luvas e retornar para a luta.

O treino continuava. Flavinha e Gisele tinham um ritmo equilibrado para luta. Já Marina tentava em vão, Vanessa estava sempre um passo a frente dela. A fotógrafa poderia se dar bem na dança e nos outros setores da academia, mas não tinha o menor jeito para luta. Ela tentou dá um soco em Vanessa, mas ruiva não só conseguiu evitar, como devolveu o soco de Marina. Porém, ele tinha um pouco demais e a fotógrafa para no chão com a boca sangrando. Ao ver Marina indo para o chão, Clara acertou Tuca com a perna, que caiu no chão. A morena sai correndo em direção namorada, enquanto tirava as lucas:

Clara: Amor, você esta bem? — Disse assustada, enquanto a boca de Marina sangrava.

Marina: Estou bem, mas a minha boca esta doendo muito.

Vanessa: Desculpa Marina, acho que eu perdi a mão.

Clara: Se você não fosse minha amiga, perderia a mão de verdade.

Tuca: Vem primeira dama. — Disse estendendo a mão para ajudar a Marina levantar.

Clara: Vocês podem continuar treinando. Eu vou levar a Marina para meu escritório.

Sentada na mesa de Clara, Marina gemeu enquanto a namorava tentava limpar o ferimento que estava em sua boca:

Marina: Não dá mais. Eu juro que tentei. Mas eu não levo o menor jeito para luta.

Clara: Precisou você quebrar a boca para perceber isso.

Marina: É que você pratica Muay Thai. A Vanessa, Flavinha e Gisele também estão bem. Nas primeiras aulas eu pensei em desistir, vi que não levava o menor jeito, mas não queria ser a frouxa do grupo.

Clara: Ontem você me falou que eu não tinha que mudar meu jeito de ser para agradar você e nem a ninguém. Esqueceu do seu próprio conselho foi?

Marina: É que é vergonhoso. Eu me sinto excluída.

Clara: Ô meu amor, você não tem que se sentir excluída. E sabe por quê? Porque você é amada. É amada por milhares de fãs que amam Marina Meirelles, uma fotógrafa extremamente talentosa. Amada por seu pai, é a filha única dele e a princesa que ele ama mimar. Amada por suas amigas, sendo que você é como um sol para elas. Amada por mim, que não sei viver sem você, que preciso ter você sempre assim, nós meus braços. — Disse enquanto abraçava Marina, dando um beijo no canto da boca, onde Marina tinha se machucado, que reclamou baixinho com dor. — Minha dengosa! — Dessa fez Clara puxou para um beijo mais longo e Marina tentou suportar a dor.

Clara se encaixou entre as pernas de Marina, levando as mãos até a barra da blusa de Marina e puxando até sair do corpo da fotógrafa.

Marina: Estamos em seus escritório. — Advertiu.

Clara: A porta esta trancada e a luz do corredor que dá acesso até aqui esta apagada.

Marina: Presumo que você já fez isso antes.

Clara: Não na misa mesa. No antigo sofá cama no quarto privado que eu tenho aqui, sim. Mas, eu já até troquei o sofá cama.

Marina: Você é uma safada de primeira linha. — Clara sorriu e voltou a beijar Marina.

A mesa de Clara não tinha muitos objetos em cima. Apenas um iMac, o que dava a Marina espaço o suficiente para se acomoda sobre a mesa, enquanto as mãos da morena passeavam pelo seu corpo. A professora de dança puxou o micro short que Marina usava, deu uma mordida na coxa da fotógrafa. O sutiã da mais nova voou até encontrar a parede e cair no chão, enquanto a dona gemia com o contato da boca da namorada nos seus seios. Clara puxou a fotógrafa, colocando-a sentada mais uma vez, após tirar a calcinha da namorada, ela beijou-a com paixão, enquanto os seus dedos entravam e saiam de Marina. A fotógrafa mordeu o lábio inferior de Clara, que aumentou o ritmo dentro de Marina, fazendo-a gritar de prazer. A morena desceu o beijos pelo corpo da fotógrafa, chegando ao sexo da mesma e chupando com desejo. Ao atingir o orgasmo o corpo de Marina tombou com tudo na mesa, ambas sorriam uma para outra.

NÓS PRÓXIMOS EPISÓDIOS:

Marina olhava o público, enquanto se preparava para entrar no palco. Observou Clara do outro lado do palco, sorriram uma para outra. Vou focar na entrada, a luz que dava sinal para ela entrar, acendeu, a fotógrafa respirou fundo e pisou no palco aos primeiros acordes da música.

[…]

Marina: Nicky?! O que você esta fazendo aqui? — Marina não acreditava que sua ex estava deitada na cama de seu quarto.

Notas finais
Agora já dá para entender o final do capítulo anterior? HAHAHAHAAH! Beijos! Deixem reviews!