Notas iniciais
Passei o dia no sítio, quando cheguei, meu primo tava colado em mim, não dava para escrever com ele junto. Mas, aí esta o capítulo. Se não tiver amanhã é porque estarei escrevendo LOVE Passem no @MarinaArtista.

Marina e Clara acordaram com Renatinho dormindo tranquila entre as duas, elas se olham carinhosamente. Sim, era verdade que se conheciam a pouco tempo, mas a ligação que possuíam ficava mais forte a cada dia. Não existia dúvida, foram feitas uma para outra e um filho era como a extensão física do amor que sentiam, assim, as duas passaram a desejar uma criança. delas.

O casamento de Flavinha e Vanessa se aproximava. Vitória chegou ao Rio, faltando duas semanas par o casamento, era irmã mais velha de Vanessa, médica, casada com outro médico, Marcio, os dois tinham um filho de quatro anos, Mathias, que entraria com Bia. Leandro, o padrinho de Flavinha que entraria com ela também não demorou a chegar. Só faltava agora o irmão mais novo de Vanessa.

A ruiva tinha saído para fazer a unha no salão e aproveitou para levar os óculos escuros que Clara tinha esquecido em casa, passou na academia só para isso. Encontrou Mateus por lá e a muito custo aceitou tomar um suco na cantina com o rapaz:

Vanessa: Eu não tenho muito tempo.

Mateus: Eu vou ser rápido. Eu fui um idiota com você quando te conheci.

Vanessa: Que bom que você admite.

Mateus: E te achei linda e você não pode me culpar por isso. Mas, eu quero que saiba que eu desejo tudo de bom para você e Flavinha. — Ele bebeu um gole do suco.

Vanessa: Obrigada!

Mateus: Sério! Até separei um terno lindo para ir prestigiar vocês. — Ele pediu para ela esperar um pouco, foi ao carro e logo voltou com um embrulho. — Eu ia entregar a Clara para passar para vocês. Mas, como você esta aqui. — Passou o pacote para ela.

Vanessa: Bonito embrulho, eu sei que deveria abrir com a Flavinha, mas... — Se adiantou e puxou apenas uma pontinha do papel. — OPA! — Disse quando viu o que era. — Acertou em cheio.

Mateus: Bem, eu pedi uma dica a Gisele e ela me disse que vocês amavam café.

Vanessa: Não posso ficar sem. — Sorriu para ele. — Brigada pela cafeteira, só não te abraço...

Mateus: Relaxa, estou todo suado do treino. Mas, que bom que gostou. A gente se ver no casamento. — Brindaram com suco mais uma vez e saíram.

Marina olhava o prédio branco.

Marina: Amor, isso é uma clínica.

Clara: Você vai gostar.

Entraram no prédio e não demoram a serem chamadas. Foram atendidas por uma médica, morena, cabelos negros curtos, tinha uma voz imponente, se vestia de forma impecável. Aquela mulher sem dúvidas tinha um ar de rainha:

Clara: Como vai Regina?

Regina: Clarinha, quanto tempo?

Marina: Você se conhecem ? — Perguntou quando elas se cumprimentaram.

Clara e Regina se conheciam. Regina tinha sido colega de Filipe, quando o rapaz fez um intercâmbio para os Estados Unidos. Clara ainda era nova, mas Regina era um exemplo a ser seguido. Sua mãe era brasileiro e o pai era norte americano. Regina era lésbica, mas sempre sonhou em ser mãe, era ótimo com crianças, por conta disso se especializou em inseminação artificial. Pessoas do mundo inteiro se consultava com ela. A médica não passava dois anos em um mesmo país. Era casada, sua esposa trabalhava com turismo e se chamava Emma Swan, elas tinha um filho de cinco anos, Henry.

Clara levará Marina até Regina para que a médica explicasse mais sobre o processo de gravidez. A medida que Regina falava, as duas se encantava. Estavam decidas a terem um bebê e Regina esta feliz em poder ajudá-las.

NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS

Julian: Ceci, esqueci a Marina. Ela esta feliz.

Ceci: Eu quero e vou ter a Marina. Você conseguiu o que eu pedir?

Julian: Aqui os números. Pensa bem no que vai fazer.

Ceci: Pensar não é meu forte.

Notas finais
Na minha fic, SwanQueen tem que ser canon! Já basta que vacilei com Faberry e perdi a oportunidade do casal ser canon aqui. Quem sabe em uma próxima. Beijos!