Born To Die

9 Please bitch, I'm Eleanor Holmes.


Notas iniciais
Ihaaaaaaaaa! Achei um nome pra louca, Kamille! 2/3 do post tripo de hoje. S2

Kamille POV

Fala sério, eu sou directioner de carteirinha. Mas fiquei muito puta quando Louis e aquela namoradinha dele ligaram.

Depois de muita xingação e melação de cueca, fiquei cansada e resolvi ir tomar um banho.

Mas antes, me previni, tranquei todas as portas e tirei todas as chaves reservas que Harry e a vadiazinha Moore — leia-se Jennifer — (totalmente sem criatividade) escondiam debaixo dos duendes que em breve pretendo arrancar daquele jardim tosco.

Subi e relaxei na banheira do meu novo quarto.

POV Eleanor

Quando finalmente cheguei a casa de Harry bati na porta, xinguei, gritei, tentei entrar por trás e nada.

Por sorte eu trazia na minha bolsa uma chave reserva (musiquinha de aleluia, por favor) e consegui entrar.

Silêncio. Era isso que descrevia o lugar. Muito estranho, porque conhecendo o retardado que o Harry era, ele sempre dava um jeito de fazer barulho. .-.

Subi as escadas, e pude ouvir o barulho da banheira. Alguém dentro brincando nela. Hm...

Fiquei sentada na cama até que ouvi passos na escada. Peguei minha bolsa, e fui andando pé ante pé até lá. Afinal, se o Harry estava no banho, quem subia as escadas?

Peguei o vaso horrível que Jen tinha comprado numa feirinha Hippie de Los Angeles e me preparei para atacar.

Os passos estavam mais perto, e mais perto. Até que pude ver a sombra da pessoa. Não me segurei, pulei já gritando:

-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

Harry POV

O que a louca da Eleanor fazia ali? Ela não estava brava comigo?

Eu subia as escadas pois encontrei a porta aberta. Hm, suspeito, seria outra fã maluca?

Fui subindo vagarosamente, até que encontro a El, fora de si com um vaso na mão gritando.

Não pude resistir, e tenho que admitir, fiquei com medo e gritei também:

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Ficamos exatamente um minuto gritando, um olhando pra cara do outro.

E só paramos quando vimos que aquilo era idiotice.

-El, você precisa me ajudar — falei logo de cara — Tem uma louca aqui.

Eu falava muito baixo, para não correr nenhum risco de flagra.

-Uma o que? — Eleanor perguntou confusa.

-Louca.

-An? Fala mais alto — falou aborrecida e logo completou — assim ó: AHHHHHHHHH

Deu um grito, que foi interrompido por minha mão, tapando sua boca:

-Ficou louca, você tá querendo me...

-O que tá acontecendo aqui?!?!? — A louca estava na porta do meu quarto, com uma arma na mão.

Ferrou.