Borboletas do Arco-Íris
27 Applejack - Fácil como Plumas ao Vento
Notas iniciais
Quase não consigo entrar na casa de Rarity, tamanho era o desespero dela para atacar-me. Aos tropeços, seguimos escada a cima para seu quarto, sem desgrudar um segundo sequer. Eu já estava meio bêbada, ainda tinha uma Rarity no meu cangote, não dava nada certo.
A sorte era que Rarity já morava sozinha, então não tínhamos que nos preocupar com alguém nos ouvir. Sendo assim, não me acanhei ao empurra-la para a cama e atacar seus lábios ferozmente. A solto em seguida, olhando-a safada. Vou até sua cômoda, onde sei exatamente onde ela guarda o que quero, fuçando em suas gavetas.
– Na segunda à esquerda, querida. — diz Rarity de prontidão.
Olho na segunda gaveta à esquerda e acho tudo o que preciso: uma algema, um chicote, vendas e... Plumas?
– Rarity, o que...?
– Mamãe veio me visitar, Apple. Precisei ser rápida para esconder e joguei um monte de coisas em cima. As plumas acabaram ficando... — diz ela sem graça.
Mas o fato é que as plumas me deram uma ideia do que fazer. E eu conhecia Rarity bem o suficiente para saber que ela gostaria. E seria bem divertido. Retiro a algema e a venda, mas mantenho a gaveta aberta. Caminho lentamente até Rarity.
– A senhorita foi muito sapeca hoje — digo num tom muito calmo — Uma garota má. Acha isso bonito?
Ela assente a cabeça lentamente, me olhando safada. Puta.
– Então acho que merece um castigo. Você não acha?
Ela assente novamente, sem um pingo de vergonha na cara.
Tiro sua roupa lentamente, com Rarity me ajudando vez ou outra. Deixo-a completamente nua e a algemo, vendando-a logo em seguida.
– Sabe, senhorita Rarity. Acho que a senhorita não entendeu ainda que me pertence — digo caminhando ao redor da cama — Porque hoje a senhorita se comportou muito mal, sabia? Dançando para outros.
Ela solta um gemidinho em resposta e fico no maior silêncio possível. Com muita calma e silêncio, vou até a cômoda e pego uma pluma cor púrpura. Em seguida, continuo em silêncio contando os minutos. 2 ao todo.
– Apple...? Está aí querida?
Caminho devagar e em silêncio até ela e passo a pluma lentamente por onde sei que terá majs efeito: sua cintura. Ela solta um gemidinho junto de uma risadinha e se estica toda como uma gatinha, tentando desvencilhar-se da pena.
– Pare... — diz rindo — Chega...
Paro por um instante.
– Oh, mas a senhorita foi muito má.
Mudo sua posição, fazendo-a ficar de quatro com a bunda virada para mim e os pulsos ainda presos. Passo a pluma lentamente por sua bunda.
– Apple... Pare com isso... É tortura — ela continua rindo.
Então, sem qualquer aviso prévio, dou uma palmada generosa em sua nádega direita, fazendo um estalo maravilhoso ecoar até o andar de baixo. Rarity geme engasgada, surpresa com o ataque.
– Acho que não entendeu ainda — digo acariciando sua entrada — Você não pode dar bola a outros — ela geme em resposta — Porque você é minha puta particular, então só pode gemer para mim.
Deslizo um dedo para dentro de si com facilidade, tamanha era a excitação de Rarity. Ela geme em resposta e dou mais um tapa estalado em sua bunda.
– Agora diga para mim, Rarity — digo penetrando mais um dedo — A quem você pertence?
Ela geme e rebola em minha mão, nem sequer se importando com a pergunta.
– Me responda! — digo dando outro tapa — A quem você pertence?
– A... A... — tenta ela, mas apenas palavras desconexas saem de sua boca.
Tiro minha mão de dentro de si e lhe dou mais um tapa.
– A quem, Rarity? A quem você pertence?
Ela geme reclamando, mas diz:
– A v-você, Applejack — diz ela.
Sem pensar duas vezes, estoco dois dedos nela com rapidez, fazendo-a gemer surpresa. Seus braços desabam e ela afunda seu rosto no travesseiro, deixando apenas sua magnífica bunda à minha disposição. Continuo estocando até ela gemer arrastada, anunciando seu orgasmo, e sua intimidade se aperta violentamente ao redor de meus dedos, fazendo Rarity desabar de cansaço.
– Oh, não, não. Ainda não acabou.
Tiro sua venda, mas deixo-a com as algemas, dessa vez a algemando na cabeceira da cama. Em seguida, fico em cima dela e tiro toda minha roupa. Então, dando a ela uma visão privilegiada, levo minha mão à minha intimidade e passo a me tocar, olhando-a intensamente.
Aperto meu clitóris, fazendo ondas de prazer percorrer meu corpo. Sem cerimônias, e porque ouvi-la gemer já havia me deixado muito molhada, penetro dois dedos em mim mesma, gemendo o nome de Rarity ainda a olhando. Rebolo em meus próprios dedos e estoco em mim mesma por um tempo, e me divirto assistindo a Rarity se debater para tentar me tocar também.
Em seguida, tiro meus dedos de dentro de mim e chupo-os com o maior prazer. Então beijo Rarity com voracidade, fazendo-a sentir o gostinho da minha excitação. Lentamente abro suas pernas e me encaixo nela, e começamos a rebolar em sincronia, uma gemendo o nome da outra.
Gozo primeiro, gemendo o nome de Rarity e sentindo espasmos fortíssimos, mas continuo rebolando até que Rarity goza pela segunda vez, também gemendo por mim. Desabamos lado a lado em sua cama, e carinhosamente tiro suas algemas, beijando seus pulsos em seguida.
Guardo seus pertences na gaveta e me deito ao seu lado, me ajeitando em seus braços. Quando estou quase adormecendo em seu abraço gostoso, ouço Rarity sussurrar:
– Eu te amo.
– Eu também te amo — digo como que automático.
É engraçado, eu e Rarity nunca estivemos em um relacionamento sério, mas agimos como se assim fosse. Não sei nem se precisaria de um pedido formal, afinal, tá muito bom desse jeito. Eu amo ela e não tenho medo de admitir isso. E parece que ela também não. Pelo menos posso dormir tranquila, pois estou protegida em seu abraço quentinho e gostoso.
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