Borboletas do Arco-Íris
22 Rarity - Doce Maçã
Notas iniciais
Eu andava tão preocupada com a situação da Rainbow e da Fluttershy, que cometera um erro terrível, irreparável e imperdoável: deixara minha garota sem atenção. Como pude logo eu, deixa-la de lado?
Ficara tão absorta nos problemas dos outros, ficara tão triste com a separação das duas, que deixei Apple preocupada, a ponto da mesma ter de tomar uma atitude. Lógico, eu não estou reclamando. Afinal, ter uma Apple além de preocupada comigo, fazendo algo para me animar era simplesmente maravilhoso. Um milagre divino que não podia ser ignorado.
— Você vai passar no rancho hoje, né? — diz Apple ansiosa, no intervalo da sexta-feira.
— Eu não sei Apple querida — suspiro brincando com minha salada, sem vontade alguma de comê-la.
— Por favor — diz Apple em tom de súplica.
Só então eu olho para ela. Apple me olhava com seus grandes olhos verdes brilhando, fazendo um biquinho delicado, como se fosse chorar caso eu não fosse. Não aguento essa cena.
— Ownt! — exclamo apertando suas bochechas — Eu vou sim!
Ela sorri abertamente.
— Então te vejo no fim da aula — ela se levanta e sai do refeitório.
Dou uma risadinha. Essa Apple não tinha jeito. Apesar de ser orgulhosa, ela sabia me surpreender quando queria.
O sinal toca e volto para minha sala.
...DEPOIS DA AULA...
As surpresas definitivamente não se resumiram a apenas uma Apple implorando por atenção. Naquele começo de tarde, eu definitivamente não esperava o que viria a seguir.
Depois que sai da aula, fui direto com Apple até o Rancho Maçã Doce. Chegamos lá e, para minha surpresa, não tinha ninguém em casa.
— A Vovó Smith e o Big Mac foram resolver alguns assuntos de família em outra cidade, e a Apple Bloom saiu com as amigas dela.
Assinto lentamente.
— Vem comigo — diz Apple me puxando.
Ela me leva até seu quarto e me senta na cama.
— Espere aqui — e sai do quarto. Segundos depois volta — É pra esperar.
— Ok — eu digo simplesmente — Vou esperar.
Ela assente satisfeita e sai novamente do quarto. Depois de alguns minutos ela volta, e eu me esqueço de como se faz para respirar.
Apple estava vestida para matar. Vestia um top branco por baixo de uma jaqueta de couro marrom, shorts da mesma cor híper curto, meias 7/8 preta e cinta-liga da mesma cor. Usava um chapéu cowgirl marrom e botas de caça pretas.
Apple olhava para mim com um olhar repreendedor, mas um sorriso brincava em seus lábios. Percebo que minha boca estava aberta, então a fecho, ainda olhando-a maravilhada. Percebo que na cintura de Apple está preso um chicote de couro, e em sua mão direita, uma venda e algemas.
— Sabe, Rarity — diz ela sensualmente — Eu acho que você anda sendo uma garotinha muito malvada, me deixando assim sozinha...
Tudo que eu faço é olha-la maravilhada. Ela não fez nada demais, mas minha intimidade já estava ficando molhada. Ela se aproximou e tirou minha blusa sem dó. Quando me aproximei para beija-la, ela se afastou.
Ela me olha superior dessa vez, repreendendo-me com o olhar.
— Vire-se — ela diz autoritária. Viro-me sem cerimônias.
Ela puxa minhas mãos para trás de meu corpo, prendendo meus pulsos com a algema. Em seguida, ela coloca a venda em mim, deixando-me no escuro. Ela me guia andando até um canto do quarto, que eu não sei qual é.
Ela então tira meu short e minha calcinha. Apple guia meu corpo para que eu encoste a testa em uma parede, deixando-me com a bunda empinada para ela. Ela acaricia minha bunda gentilmente.
— Você precisa de uma punição, por ser essa garota má. Rarity, você se arrepende?
Sem pensar muito, balanço minha cabeça em negativa.
— Bem, se é assim...
Apple fica em silêncio por longos segundos, e espero pacientemente pelo que vem a seguir. Então, quando eu menos espero, um barulho corta o ar e uma ardência se estabelece em minha nádega direita. Ela acabara de me dar uma chicotada.
Sem querer, solto um gemido, com uma mistura de dor e prazer. Apple acaricia minha bunda novamente.
— Contando com esta, darei 5 chicotadas — diz Apple divertida — Conte para mim, Rarity.
Balanço a cabeça em afirmativa. Apple desfere mais uma chicotada.
— Du-duas... — digo em meio a um gemido.
Apple acaricia minha bunda novamente, dessa vez descendo a mão um pouco mais do que deveria. Em seguida, desfere mais uma.
— Tr-três...
Dessa vez, Apple acaricia meu clitóris, fazendo-me ficar ainda mais molhada. Então, mais um golpe.
— Q-quatro...
A partir daí, meu cérebro não estava funcionando muito bem. Tentava com todas as minhas forças permanecer contando, mas era difícil. Apple acaricia a região dolorida, em seguida dá seu golpe final: dessa vez ainda mais forte que os outros.
— Ci-cin... Co... — dou um gemido sofrido.
Ouço Apple rir divertida. Em seguida, ela levanta meu corpo — já dolorido pela posição —, e me guia até a cama. Apple solta as algemas apenas para prender-me na cabeceira da cama, ficando com os braços para cima. Dou um gemido antecipado pelo que viria a seguir.
Apple abre minhas pernas e fica entre elas. Em seguida, sinto sua respiração contra a minha, e por instintivo, procuro sua boca para se encaixar na minha. Ela se afasta e ri de minha indignação.
Em seguida, ela se aproxima novamente, dessa vez selando seus lábios nos meus de forma sensual e excitante, tirando-me o resto de oxigênio que eu tinha. Sem me conter, rebolo longamente meus quadris, procurando algum atrito.
Apple desce sua boca para meu ponto fraco, o pescoço, e ali permanece, chupando e mordendo a área.
— A-Apple... — digo sem fôlego — V-vai... Marcar...
— Ah... Que pena — ela diz manhosa e ri em seguida.
Ela segue seu caminho, dando leve beijinhos, até chegar em meus mamilos estupidamente enrijecidos, ao qual ela abocanha sem muita cerimônia. Solto um gemido longo, enquanto Apple se diverte, chupando e lambendo.
Depois de se cansar com um, Apple logo em seguida passa para o outro, dando o mesmo tratamento. Ela o chupa como se sua vida dependesse disso. Apple termina seu trabalho e em seguida dá um beijinho em meu vale, continuando seu trajeto até abaixo de meu umbigo. Apple morde a área, fazendo-me gemer. Então Apple se abaixa e dá um beijinho demorado em minha intimidade.
Sinto então Apple lamber toda minha área sensível, da minha entrada ao meu clitóris. Logo após, Apple passa a chupar meu clitóris deliciosamente, me fazendo gemer engasgada.
Apple desliza 2 dedos para dentro de mim, estocando-os curvados. Descontrolo-me a ponto de gemer em meu limite, os espasmos anunciando meu ápice.
— A-Apple... Eu... Eu vou...
Apple tira a boca de meu clitóris um segundo apenas para dizer:
— Vamos, goze para mim, minha putinha.
Então volta a estimular-me com mais velocidade, e eu gemo longamente seu nome, gozando logo em seguida.
Apple tira seus dedos de dentro de mim, ainda chupando-me. Então ela tira sua boca de mim, e posso ouvir um barulho de sucção vindo dela.
— Deliciosa... — ela comenta.
Sinto minhas bochechas esquentarem, enquanto eu ainda respiro com dificuldade. Apple se aproxima e me dá um beijinho calmo, e espera que eu me acalme.
Então Apple solta minhas algemas para novamente prender meus pulsos atrás de meu corpo. Fico de joelhos na cama, aguardando sua próxima ação.
Ouço Apple descer da cama, e então um barulho de tecidos. E botas sendo pousadas no chão. Sinto Apple se posicionar à minha frente, e então minha venda é tirada.
Abro os olhos e perco novamente o fôlego. Apple está deitada à minha frente com apenas as meias e a cinta-liga, de pernas abertas para mim.
Ela tira meus cabelos de meu rosto, prendendo-o em suas mãos como em um rabo-de-cavalo.
— Chupe-me — ela diz ainda autoritária.
Sorrio abertamente, como uma criança na manhã de natal ao abrir seu presente, e então caio de boca em sua bucetinha melada e deliciosa. Apple geme longamente, jogando a cabeça para trás.
Chupo seu clitóris como se chupa uma bala, e me delicio com seus gemidos melodiosos. Desço minha língua até sua entrada e a estoco ali, ouvindo Apple gemer longamente.
Ficamos nisso por alguns minutos, até Apple se cansar e empurrar minha cabeça, ficando de joelhos na cama. Ela então tira minhas algemas, beijando meus pulsos vermelhos pelo esforço de me soltar.
Instintivamente, puxo Apple para um beijo desesperado, fazendo-a provar de seu próprio sabor. Enquanto beijo Apple, desço minha mão direita até sua intimidade, acariciando ali. Nossas línguas batalham uma contra outra, provando o sabor de cada uma e dançando uma valsa única.
Apple então me empurra e nos posiciona. Seu clitóris delicioso fica diante do meu, e então nos esfregamos uma na outra incansavelmente. Nós gememos juntas, jogando as cabeças em lados opostos.
Eu me esfrego com força, sentindo seu clitóris apertar o meu deliciosamente, enviando ondas de prazer por todo o meu corpo.
— R-Rarity... Eu...
— Eu t-também... Apple...
Apple é tomada por espasmos e goza gemendo meu nome, e eu não fico atrás, gozando logo em seguida. Apple se desvencilha de mim e se deita, puxando-me para me deitar em seu peito.
Ficamos deitadas, ofegantes, esperando nossa respiração se normalizar. Então eu levanto minha cabeça e a beijo ternamente.
— Eu te amo, Apple querida.
— Eu também te amo, docinho.
Sei que nem sempre o céu será azul ou a maçã vermelha. Mas o mais importante é que eu sempre esteja com Apple, e meu tecido de desejo seja saciado por ela, e apenas por ela.
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