Borboleta Azul
20 Borboleta Azul //Ultimo Capítulo//
–--Que surpresas? (Gustavo)
–--Eu sou filha da Helena, isso você já sabia, e você e a Thays também. (Nathalia)
–--Isso não é nenhuma novidade, eu só queria entender, eu sei , foi um plano, um plano seu e da Helena, mais você me enganou, sabia que tinha matado Deborah e não me avisou, por que tanta crueldade grátis? (Gustavo)
–--É difícil você compreender isso? Foi por causa do acidente. (Nathalia)
Gustavo se surpreende.
–--Que acidente? (Gustavo)
–---O Acidente que aconteceu a 6 anos atrás, estava eu e a Helena, a Deborah bateu de propósito o carro com tudo, o nosso caiu na ribanceira e o dela continuou intacto, até hoje eu me lembro desse acidente, EU ME LEMBRO DE TUDO (Nathalia)
Gustavo fica imóvel.
–--E durante a vida, eu fui alimentada com ódio. (Nathalia)
–--Por que? (Gustavo)
–--POR QUE A DEBORAH PROVOCOU O ACIDENTE. (Nathalia)
–--Ela não provocou nada, ela não iria ter a capacidade. (Gustavo)
–--Provocou sim, depois a gente passou por dificuldades, e a gente nunca se perdoou por isso. (Nathalia)
–--Não pode ter sido a Deborah, ela nem sabia desse acidente, a Deborah iria me contar, ela não provocou nenhum acidente. (Gustavo)
–---PARA DE MENTIR (Nathalia)
A Policial vai acalma-la.
–--É mentira, é mentira sua, eu sempre tive certeza que foi Deborah, sempre me falaram que foi Deborah. (Nathalia)
–--NÃO FOI ELA (Gustavo)
Nathalia fica sem reação.
–--Eu te considerei minha amiga, mais do que a Deborah até, mais você me traiu, acredite em mim, não foi Deborah. (Gustavo)
Nathalia fica sem reação, mais resolve falar.
–--Eu fui alimentada anos por esse ódio que Helena sentia por você, e ai a gente planejou que iria matar Deborah, matamos, só que ai seu ódio tomou conta,e eu precisava fazer algo, virei sua amiga, e eu pretendia tirar tudo de você também. (Nathalia)
–--Precisava ser Falsa?? Precisava matar Deborah? (Gustavo)
Nathalia da risada.
–--Ela quase me matou, eu só matei ela, rapidamente, sem nenhum sofrimento, isso foi uma troca justa. (Nathalia)
–--NÃO, não foi justo por que ela não provocou nenhum acidente.(Gustavo)
–--Que importância que tem isso agora? Me fala, a vingança já foi feita, por que você está falando isso agora? (Nathalia)
–--Seu filho, você jogou ele? (Gustavo)
–--Era a única maneira que eu tinha de separar o Thiago da Denise, depois ele não tinha importância, não precisava desse moleque. (Nathalia)
Gustavo fica sem saber o que dizer.
–--A Gente já esclareceu tudo, minha vontade é de te matar por isso, e eu nunca vou te perdoar por isso. (Gustavo)
Nathalia da risada.
–--Nunca vai me perdoar? (Nathalia)
–--Não, nossa amizade era uma coisa muito grande.. (Gustavo)
–--NÃO EXISTIU AMIZADE, SEU OTÁRIO, ERA UM PLANO IDIOTA (Nathalia)
Gustavo fica perplexo.
–--Que? (Gustavo)
–--EU NUNCA QUIS SER SUA AMIGA, NUNCA, EU TINHA VONTADE DE VOMITAR QUANDO VOCÊ ME CHAMAVA PARA DORMIR NA SUA CASA. (Nathalia)
–--Então tudo foi uma mentira? (Gustavo)
–--Eu tinha nojo de você. (Nathalia)
Gustavo se levanta da mesa.
–--Ta tudo acabado, essa visita. (Gustavo)
–--Vai com o diabo (Nathalia)
Ela se levanta também, e ele vai embora da sala de visita e do presídio.
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Todos estavam no julgamento da morte de Giovanna, Gustavo chega as pressas para poder ouvir o julgamento.
Estava prestes a começar.
Thays cochicha para ele.
–--falou com ela? (Thays)
–--Sim, mais depois te explico (Gustavo)
Assim, o Juiz começa a falar.
–--Meus caros, estamos aqui para resolver a morte de Giovanna Pitombo, quem é o responsável por isso, alguém sabe? (Juiz)
–--Bom, ela tinha uma richa com o Gustavo (Carolina)
Gustavo se surpreende.
–--Ele ameaçou matar ela, mais, seila. (Carolina)
O Juiz olha para Gustavo.
–--Gustavo se levante. (Juiz)
Gustavo se levanta.
–--Onde você estava quando aconteceu tudo isso? (Juiz)
–--Eu não matei ela, eu juro, por deus, Carolina, ela é uma mentirosa. (Gustavo)
–--Bom, ela que me contou tudo, que você tinha até ameaça o irmão dela. (Carolina)
Gustavo fica sem saber o que dizer.
–--Então senhor Gustavo, está Obvio que você matou Giovanna? (Juiz)
–--Eu não matei ninguém (Gustavo)
Ele começa a chorar.
–--Eu disse tudo isso, eu ameacei, mais eu não matei. (Gustavo)
–--Como você teve a coragem Gustavo? (Denise)
–--VOCÊ É COMPLETAMENTE LOUCO (Robert)
Thays interrompe.
–--CALMA, EU ACREDITO NO MEU IRMÃO, SE ELE DISSE QUE NÃO FOI ELE, NINGUEM TEM QUE DUVIDAR. (Thays)
Gustavo abraça ela.
–--SAI DA FRENTE THAYS, ESSE MALUCO VAI TER QUE OUVIR (Robert)
–--Para chegar no meu irmão, primeiramente, vai ter que passar por cima de mim. (Thays)
Todos ficam em silencio.
–--Isso é uma injustiça, o Gustavo nunca seria capaz de uma coisa dessas, se ele esta dizendo que não matou a Giovanna (Thays)
Robert interrompe.
–--VOCÊ ACREDITA NELE? (Robert)
–--VOCÊ PODE NÃO ACREDITAR, O MUNDO INTEIRO PODE NÃO ACREDITAR, MAIS ESSA É UMA ACUSAÇÃO SÉRIA DEMAIS ROBERT, E EU NÃO VOU DEIXAR MEU IRMÃO SOZINHO NESSA (Thays)
Todos ficam em silencio mais uma vez.
Quando uma voz assume.
–--Fui eu (Carolina)
Todos dizem “OOH”
–--Carolina? (Gustavo)
Carolina começa a chorar.
–--Ela disse que iria matar o Gustavo, ela iria destruir ele, mais eu sou completamente apaixonada por ele, e eu não deixaria isso acontecer, mais eu também não imaginava que ele iria ser o culpado (Carolina)
–--VOCÊ É DOENTE (Gustavo)
–--Então temos uma confissão? Então, está encerrada, Carolina Turcci esta indiciada como assasina. (Juiz)
Assim ele bate o martelo.
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O únicos que não estavam no julgamento, pois nem estavam no Brasil, eram Gabriel e Julia.
Gabriel assinava um documento, e Julia também.
Depois de terminar de assinar, Gabriel e Julia se beijam.
–--Casados meu amor. (Gabriel)
Julia abre um sorriso.
–--Finalmente. (Julia)
–--Estou muito contente com tudo. (Daniela *Mãe de Julia*)
Julia e Gabriel dão risada.
Julia se vira para Gabriel, ela pega a mão do marido.
–--Nossa vida esta completamente resolvida, vamos comprar nossa casa, vamos ser feliz. (Julia)
–--Vamos ser muito feliz, eu te amo. (Gabriel)
–--Eu também (Julia)
Assim eles dão outro beijo.
E todos os presentem, batem palma.
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O Julgamento havia acabado, só restava Gustavo, Thays e Carolina.
Carolina chorava no banco, iria ser presa em algumas horas.
–--Eu vou indo. (Thays)
Assim que thays vai, Gustavo pega suas coisas, e se prepara para ir.
Carolina impede.
–--Eu preciso falar com você (Carolina)
–--Não olha mais na minha cara, sua assasina. (Gustavo)
–--Eu só queria pedir a ultima coisa, perdão. (Carolina)
Gustavo da risada.
–--Perdão?? Desculpa mais nem isso eu quero ouvir de você Carolina. (Gustavo)
–--Gustavo eu não sabia que você iria ser incriminado, eu não sabia de nada. (Carolina)
Gustavo da mais uma risada.
–--Impressionante como você é sem noção, você achou que eu iria te perdoar? Eu que fiquei dando o toco em você a vida inteira? Carolina, você não tem e nunca teve a mínima importância para mim, agora se você quer pedir perdão a alguém, pede a você mesmo, por existir. (Gustavo)
Ela começa a chorar mais ainda, ele vira as costas para ela.
***
Depois de tudo, os policiais a algema, e ela vai diretamente para o presídio.
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Rubia voltava do aeroporto, indo direto para o bordel. Tinha esquecido seu passaporte e precisava dele se quisesse sair do pais. Pegou o primeiro taxi que encontrou e subornou o motorista, descendo suas mãos até a calça dele.
***
Denise voltava da casa de um cliente. Estava se sentindo suja e nojenta, mas precisava do dinheiro de seus programas se quisesse ter um casamento luxuoso com Robert. Estavam guardando dinheiro há um tempo e estava destinado ao seu futuro juntos.
A noite estava fria e Denise se encolhia na capa preta, única peça que estava vestindo, além de uma lingerie já gasta. As suas melhores lingeries eram destinadas a usar com Robert e ela não tratava seus clientes como tratava o amor de sua vida.
Para chegar no bordel, era preciso passar em algumas vielas e Denise sempre odiava ter que passar por esses lugares sujos e perigosos. O único som que ouvia era de seus saltos batendo no asfalto molhado de chuva.
Sem perceber, Denise é puxada por mãos cheias de calo. De primeira, achara que era algum pervertido que tentaria estupra-la. Como isso já acontecera, ela apenas se defendeu, dando tapas e pontapés.
– Sai fora! (Denise)
Um homem de capuz torceu seu braço e “farejou” seu ombro.
– Hmmm, até que ela é gostosinha Tobias. (Pietro)
– O chefe vai dar uma grande recompensa pra gente. (Tobias)
Denise entra em desespero e não consegue ver mais nada, pois o tal Pietro coloca um capuz preto em sua cabeça.
Uns 20 minutos passam, mas Denise acha que é uma eternidade. Eles a conduzem entre outras vielas e ela dá passos cegos. Suas lagrimas caem pelo rosto, mas ela não pode seca-las pois um dos dois ainda estava apertando seu braço.
Logo chegam ao local e Denise é jogada no chão. Recomeça a chorar, com a cabeça deitada nos joelhos ralados e ouve as risadinhas dos homens. E então, eles começam a discutir.
– O chefe disse que nós podíamos escolher qualquer forma de matar ela. (Tobias)
– Então, vamos asfixia-la (Pietro)
– Não, isso é muito chato. Vamos envenena-la (Tobias)
– Envenena-la? Moleque, nem veneno a gente tem! (Pietro)
– A gente pode dar veneno de rato pra ela, prostitutas e ratos não são muito diferentes (Tobias)
Ela ouve eles rindo de novo e abraça os joelhos, com mais força do que antes.
– Achei chato ainda. Podemos esquarteja-la e dar aos lobos. (Pietro)
– Lobos? Nem lobos tem aqui. Cê tá loco? (Tobias)
– Eu devo ter fumado umas e outras antes de vir pra cá. (Pietro)
Eles riem e Denise sente vontade de mata-los.
Pietro se aproxima dela e tira seu casaco preto.
– Hmmm... nada mal pra uma prostituta. Até que é gostosinha (Pietro)
Ele se aproxima dela e ela recua pra trás.
– O que foi? Acha que pode me privar de ter seu corpo? Vadia, se eu quiser eu posso foder você aqui mesmo. (Pietro)
– É, ele pode. (Tobias)
Eles riem e Pietro joga o casaco de Denise para Tobias, que o coloca. Denise começa a tremer.
– Tá com friozinho, tá? (Pietro)
Ela assente com a cabeça e ele da um sorriso malicioso.
– Então vem cá que eu te esquento (Pietro)
Pietro se aproxima de Denise, que guincha e recua pra trás. Ele dá um tapa no rosto dela e ela grita alto...
Rubia estava passando por algumas vielas e ouve um grito. Se assusta e logo reconhece a voz: É Denise!
Seguindo os gritos de socorro, ela logo chega ao local aonde a amiga estava e se surpreende ao reconhecer Pietro e Tobias, os capangas mais perigosos e nojentos de Roberto.
Um telefone toca.
– Vai atender, Tobias (Pietro)
– Vai você (Tobias)
Pietro bufa e se levanta. Denise sente um alivio imediato e se senta, cobrindo o corpo com as mãos.
Pietro desliga o telefone.
– Tobias, vem a aqui. (Pietro)
Tobias dá uma olhada nos seios fartos de Denise e vai até Pietro. Denise fica horrorizada.
– Que que foi? (Tobias)
– Chefinho cabou de ligar e disse que é pra gente matar ela logo. (Pietro)
Denise esbugalhou os olhos e começou a tremer. Estava com medo e agora sabia que aqueles homens não queriam estupra-la, e sim mata-la. Pensou em Robert e no casamento que eles tanto queriam. Voltou a chorar e se sentiu fraca.
– Faça o que tem de ser feito. E faça rápido. (Denise)
Denise diz, amarga. Pietro sorri.
– Como vamos matar ela? (Tobias)
– Com isso (Pietro)
Pietro mostrou uma arma. Rubia viu de longe e decidiu que não podia deixar Denise morrer, não por culpa dela. Pietro começa a carregar a arma e Rubia corre em disparada, em direção a Denise, que estava encolhida, esperando o tiro.
Pietro mira e atira.
Mas Rubia chega mais rápido... e leva um tiro na barriga.
Denise levanta a cabeça, confusa, e fica horrorizada ao ver Rubia cair de joelhos.
– Acho que o serviço já foi feito. (Pietro)
Tobias assente e os dois saem, deixando Rubia e Denise.
As mãos de Denise começam a tremer e ela havia parado de chorar. Estava em choque com tudo que estava acontecendo.
– Oh, Rubia (Denise)
Ela se aproxima da amiga, deitando a cabeça de Rubia em seu colo.
Rubia parece cada vez mais fraca, mas sorri quando vê o rosto de Denise.
– Eu... consegui? (Rubia)
– Me salvar e se ferrar no meu lugar? Sim, você conseguiu (Denise)
Denise se aproxima de Rubia e da um beijo em sua testa.
– Por que fez isso? Poderia ter se salvado e ligado pra policia. Eles
encontrariam meu corpo e pegariam os culpados! (Denise)
Rubia discorda com a cabeça e Denise se sente culpada. Rubia sente sua respiração ficar mais escassa e sabe que seu tempo esta pouco. Por fim, diz:
– Por algumas pessoas, vale a pena tomar um tiro. (Rubia)
Seu sorriso se fecha e seus olhos ficam vidrados. Denise constata que ela parou de respirar e fecha suas pálpebras com ambas as mãos, derramando lagrimas no rosto de Rubia, agora sem vida.
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Há uma passagem de tempo.
Nessa passagem de tempo, Gabriele e Gustavo tinham assumido o namoro, e todos haviam apoiado, Thays e Willian iriam se casar o mais rápido possível, O enterro de Rúbia havia sido emocionante, Denise estava com ódio de Roberto...
***
Gustavo estava terminando de se arrumar para o casamento de Thays, estava de terno.
Willian e Thays aparecem na porta.
–--Queremos falar com você (Thays)
Gustavo se surpreende.
–--Estou morrendo de curiosidade, o que você tem para falar comigo? (Gustavo)
Thays e Willian se olham.
–--Gustavo, antes da Thays dizer o que ela tem para dizer, eu quero que você saiba que a gente conversou a respeito, e eu concordei com tudo, e eu estou dando todo o apoio. (Willian)
Gustavo fica imóvel.
–--Estou mais ansioso ainda, fala. (Gustavo)
Thays se aproxima de Gustavo.
–--Você aprontou muito comigo Gustavo, você agiu como meu inimigo uma vida toda. (Thays)
–--Eu mudei né?? E não queria relembrar disso, quando eu fiz tudo isso, eu estava fora de mim, confesso, vocês me chamaram aqui para lavar roupa suja? (Gustavo)
–--Não, pelo contrário, apesar, de tudo que você me fez, você me apoia, você me apoiou em muitas coisas, como em deixar nathalia presa, você agiu como irmão, e isso mostrou, que apesar, de todos os sentimentos não resolvidos, nós ainda somos irmãos. (Thays)
Gustavo começa a se emocionar, Thays o mesmo.
–--Irmãos, tanto é que, quando a gente recebeu a noticia de que a Helena, minha mãe tinha morrido, eu te abracei, não foi? (Thays)
Gustavo concorda com a cabeça, emocionado.
–--Eu não pensei em nada, só abracei, e choramos juntos. (Thays)
Thays estava muito emocionada.
–--Naquele momento, eu senti uma aflição por você, mesmo contra todos os meus sentimentos, mesmo contra tudo que eu sentia, eu senti uma aflição, por você renascer. (Thays)
Gustavo engole o choro.
–--Confesso que eu fiquei, emocionado naquele momento. (Gustavo)
–--E eu acredito que você possa ter mudado de verdade, e por isso, eu te perdoo. (Thays)
Gustavo abre um sorriso, e assim abraça a irmã.
–--Eu te amo muito, irmã. (Gustavo)
–--Eu te amo muito mais. (Thays)
Assim eles ficam naquele momento.
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Algumas horas depois.
Todos da vila estavam no casamento de Thays e Willian.
Willian esperava a noiva.
–--Que bom que você veio Thiago. (Willian)
Ele da um sorriso.
E assim, vai em direção a uma menina gostosona.
–--Oi (Thiago)
Ela abre um sorriso.
***
Willian estava apreensivo.
Gustavo aparece.
–--A NOIVA VAI ENTRAR (Gustavo)
Todos se sentam na cadeira, o casamento estava acontecendo na casa de Gustavo e Thays, que era uma mansão grande.
Thays aparece entre as árvores, de braços cruzados com o pai.
Willian estava já emocionado, ele sorria muito.
Ao chegar no final, o Pai de thays solta seu braço, e Willain agarra o braço dela.
Eles se viram para o Padre.
–--Que deus ilumine os vossos caminhos, para que essa união seja prensada a uma rocha, que é o nosso senhor (Padre)
Thays se vira para Willian.
–--Essa benção é para mim, é a confirmação, de todo o amor que eu sinto por você. (Thays)
Thays abre um sorriso.
–--Para mim também, deus que nos colocou juntos, e eu quero ficar com você, para o resto da minha vida. (Willian)
Thays da risada.
–--Mais não tem só nós, tem mais alguém a caminho (Thays)
Willian se espanta.
–--Thays?? Você está grávida? (Willian)
Ela concorda com a cabeça.
–--Eu estou grávida meu amor. (Thays)
Willian começa a se emocionar.
–--Nosso filho vai nascer com muita saúde. (Willian)
Todos que estavam assistindo ao casamento estavam felizes.
–--Você me fez o homem mais feliz do mundo. (Willian)
Enquanto ele falava, os casais se abraçavam.
Gustavo e Gabriele estavam emocionados, e se abraçavam, Gabriel e Julia estavam brincando um com o outro,Thiago estava do lado de uma menina que ele havia conhecido.
–--E você me faz, a mulher mais feliz deste mundo. (Willian)
Ele começa a acariciar o cabelo dela.
Denise e Robert estavam se beijando, Anderson estava com uma prima de Willian.
Então, Willian e Thays se beijam romanticamente.
Fernanda e Henrique estavam quase chorando, ela acaricia a barriga, e ele da um sorriso.
Assim Willian e Thays se abraçam.
E todos começam a bater palmas.
E assim, a cena se distanciava, com as palmas de felicidade.
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Nathalia estava sentada em um banco de concreto, quando algumas presas se aproximam.
–--Me falaram que vocês estão com um plano de fuga. (Nathalia)
–--Sim,mais tem que rolar grana quando a gente sair. (Bandida)
–--Tem bastante grana sim (Nathalia)
Elas ficam em silencio.
–--Qual o plano? (Nathalia)
–--Sabe perto de um muro, onde de noite fica sem ninguém? Lá tem um bueiro, que está cavado, quando escurecer, a gente vai descer e vai entrar no bueiro, saindo da prisão. (Bandida)
–--Ok então, quando vai rolar? (Nathalia)
–--Daqui a alguns dias. (Bandida)
–--Ok então, eu espero. (Nathalia)
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–--Denise? Queria falar comigo? (Robert)
–--Queria, mais eu não estou conseguindo dizer. (Denise)
Ele fica sem saber o que dizer
–--Eu estou grávida. (Denise)
Robert fica surpreso.
–--Não ficou feliz? (Denise)
–--To querendo saber de quem é (Robert)
–--Ai Robert, não perturba, é seu. (Denise)
Robert fica mais surpreso ainda.
–--A Gente vai ter um filhinho ou uma filhinha (Denise)
Ele fica imóvel.
Ela começa a se emocionar.
Ele abraça ela.
–--Eu te amo, e já amo nosso filho. (Robert)
Ela corresponde.
–--Eu também meu amor, também amo você e nosso filho. (Denise)
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Alguns dias depois...
A Porta da Igreja abre, Fernanda entra com uma barrigona.
Henrique abre um sorriso.
Fernanda começa a sentir dores.
–--Henrique (Fernanda)
–--Fala meu amor. (Henrique)
–--Eu não sei, mais eu acho que vai nascer aqui (Fernanda)
Todos dizem “Ooh”
–--Tem certeza? Bem na hora do casamento? (Henrique)
–--Vai nascer, AAAAAAAAAAAAAI (Fernanda)
Todos ficam surpresos.
–--Pelo amor de deus, essa criança vai nascer no altar, padre, casa logo (Julia)
–--Segura minha querida, segura mais um pouco. (Padre)
Ela começa a gemer.
–--Fernanda e Henrique, já que é do desejo de vocês, unirem pelo matrimonio, para cumprir a ordenança do senhor, estão considerados casados. (Padre)
–--AAAAAAAAAAAAI (Fernanda)
Todos vão para socorrer ela.
–--Tem um líquido escorrendo nas minhas pernas. (Fernanda)
–--Estourou a bolsa, socorro (Henrique)
Assim uma equipe de enfermeiros, vai socorrer ela.
–--VAI NASCERRRR (Fernanda)
***
Ao Chegar no hospital, ela faz um Cesário.
Assim que eles tiram o bebe da barriga dela, eles a mostram.
–--É uma menina, linda igual você (Henrique)
Henrique e Fernanda estavam chorando emocionados.
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Estava de noite, Nathalia e as outras detentas estavam prontas.
–--Esta tudo certo para hoje, está pronta? (Bandida)
–--Estou pronta para fugir desde que entrei aqui (Nathalia)
Assim elas vão até o bueiro, e tira a tampa.
Era um buraco imenso.
–--Vamos (Bandida)
Uma luz invade o local, eram 3 policiais.
–--EI VOCÊS, PAREM (Policial)
–--VAI VAI (Bandida 2)
–--VAAAAI MERDA (Bandida 3)
Assim as 3 bandidas entram no bueiro e começam a correr, Nathalia vai logo atrás, sendo seguida pelos bandidos.
***
Ao chegar na rua, todas correm para um lado, e Nathalia foge para o outro.
–--ELA ESTA FUGINDO (Bandida)
–--DEIXA, VAMOS (Bandida 2)
Assim os policiais chegam na rua, e começam a perseguir Nathalia.
Ela sem olhar para trás, corre desesperadamente, até chegar em uma avenida.
Uma luz invade seu lado, ela olha par ao lado.
Um caminhão em alta velocidade se choca contra seu corpo, e seu corpo explode.
Tripas voavam para todos os lados.
Nathalia estava morta.
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A Bolsa de Thays Havia estourado, e eles vão para o Hospital.
Eles entram, correndo, para a emergência e Willian grita:
— Onde estão os médicos desse lugar? (Willian)
Rapidamente, enfermeiras vão até ele e nem precisaram questionar o problema; já eram treinadas e experientes no assunto. Bastou um olhar e já entenderam o que deveriam fazer.
Deitaram Thays numa maca e a levaram para dentro da U.T.I., sem dar nenhuma satisfação a Willian, Gabriele nem Gustavo.
Willian sentiu-se mais aliviado, ao ver a maca de Thays entrando nos corredores hospitalares e sentou-se em uma das cadeiras da sala de espera. Respirou fundo e conseguiu relaxar. Gabriele sentou-se ao seu lado e Gustavo apressou-se a sentar do lado dela, entrelaçando suas mãos com força. Sussurou besteirinhas no ouvido dela e Gabriele ficou grata por Willian não poder ouvir.
A paz de Willian durou pouco e ele logo deu um pulo de susto, quando a ficha caiu.
— A Thays... vai dar a luz... ao... meu... filho! (Willian)
Exclamou, ofegante e virou para Gabriele. Ela sorria com ternura e o abraçou.
— É querido, você vai enfrentar um novo desafio na sua vida... Mas eu sei que você não vai me decepcionar! Nem a sua querida esposa. (Gabriele)
Willian a abraçou e eles ficaram grudados.
Gustavo estava arranhando suas próprias mãos, desviou o olhar deles e fingiu que nada estava acontecendo. Ele está abraçando a minha esposa, pensou ele, todo amargo e rancoroso. Mas suavizou, quando eles se soltaram.
Willian deu um pulo de susto ao ouvir o grito de uma mulher.
— Aí Meu Deus! Será que é a Thays? (Willian)
—Eu não sei, ela não deve ser a única a dar a luz hoje. (Gabriele)
— Se liga né Willian, você esta numa área hospitalar de partos, é logico que ela não vai ser a única a dar a luz. (Gustavo)
Willian ignorou Gustavo e não ficou satisfeito, muito menos Gustavo, que se irritou rapidamente. Ele precisava achar uma forma de obter informações. Uma enfermeira estava passando ao lado de Gustavo e ele ajeitou seu topete e a cutucou, lhe dando o olhar mais sexy que conseguiu.
— Ei gatinha, será que você pode me ajudar? (Gustavo)
A enfermeira fitou-o, boquiaberta. Ele fingiu estar acanhado, coçando a cabeça.
— Po-pois não? (Enfermeira)
— A minha irmã acabou de ser levada lá pra dentro e ela vai ter um neném e eu preciso muito estar ao lado dela, somos próximos desde pequenos... (Gustavo)
A enfermeira só faltou babar, caindo no charme de Gustavo.
Gabriele ficou vermelha de raiva, ao ver seu namorado se assanhar para aquela enfermeira. Ela teve vontade de socar a cara dele e estapear o rosto gordo dela. Mas por fim, suspirou fundo e seguiu seu namorado e seu cunhado por entre os corredores do hospital.
Chegaram até uma sala de espera e a enfermeira guiou Willian até uma sala separada, deixando ele com outros futuros papais. Ele se sentou e olhou ao redor. Haviam homens tão diferentes uns dos outros, uns mais velhos, outros mais novos, mas todos pareciam apreensivos, tal como ele. Willian abaixou a cabeça e juntou as mãos, murmurando orações católicas, que aprendera quando era pequeno. Rezava por um parto sem complicações, por sua esposa de volta aos seus braços e claro, por um bebe saudável, lindo como ele julgara que seria. As horas passavam e Willian continuava apreensivo e nervoso, até que se permitiu pregar os olhos e cochilar um pouco, afinal, o parto não havia terminado em todas essas horas e não era do nada que iria acabar...
Na sala de parto, Thays estava deitada, rodeada por médicos, enfermeiras e ajudantes. Não conseguia prestar atenção neles por muito tempo, tinha de se manter acordada. Já estava ali há horas, disso ela tinha certeza. Todos pareciam tranquilos e ansiosos, certamente já tinham passado por aquilo tantas vezes, que já deveria ter perdido a graça. Mas era a primeira vez de Thays, e ela se sentia inquieta e ansiosa. Suas costas doíam, suas pernas doíam, seu ventre doía. Sentia dores imensas pelo corpo todo e nem se atrevia a tentar ficar sentada. De minutos em minutos, as enfermeiras vinham até ela e mediam sua dilatação. Lhe informavam, com frases cheias de palavras técnicas, que deixavam Thays confusa. Ela apenas assentia e voltava a continuar sentindo as contrações, desejando que o bebe se apressasse logo. “Você não queria nasce logo, neném? Pois agora ajude a mamãe e vá rápido”, ela pensava, enquanto se desdobrava de dor, sentindo mais uma contração forte. Deitou a cabeça pra trás e sentiu as mãos tremerem. Alguns minutos se passaram e uma enfermeira voltou a medir sua dilatação. Thays levantou a cabeça e fitou-a, confusa com a expressão da mulher.
– Tem algo de errado? (Thays)
A enfermeira sorriu para ela.
– Não, não há nada de errado. Só acabo de ver que sua cervix chegou a dilatação de 10 cm. (Enfermeira)
– E isso é bom? (Thays)
Thays não compreendia termos médicos e a enfermeira continuou sorrindo para ela.
– Significa que a segunda fase do parto acontece agora. Senhorita, seu bebe já esta a caminho. (Enfermeira)
Thays não soube como reagir a isso, então só fitou o corre-corre dos médicos. Colocaram uma “cortina” em sua frente, deitaram sua cama-maca e colocaram suas pernas em apoios. Thays sentia as contrações cada vez mais fortes e seu corpo correspondia, dando-lhe fortes dores. Ofegava, tentando tomar ar como se tivesse corrido uma maratona. Levava as mãos aos cabelos e os puxava. Uma enfermeira chegou até ela, tirando suas mãos dos cabelos.
– Não seria muito legal seu bebe vê-la descabelada (Enfermeira)
Thays a fitou, vendo que ela era sorridente e calma como as outras. Estava tão irritada que era capaz de soca-la por ter tirado suas mãos. Mas obedeceu, e começou a puxar os lençóis brancos e a capa dos travesseiros. As dores chegaram a um nível pior e ela começara a gritar. Gritava sem medo, gritava com os médicos, com as enfermeiras, com os ajudantes. Gritava ofensas a todos e não estava arrependida por isso, só estava tentando extravasar sua dor.
– Willian, seu grande filho da puta! Se não fosse por você, eu não estaria aqui, pagando meus pecados, sentindo essas dores do caralho! (Thays)
Algumas enfermeiras riram, outras começaram a perguntar quem era Willian e quando constataram que era o pai da criança, começaram a rir também.
Thays ficava cada vez mais irritada, xingando as enfermeiras que se aproximavam dela e diziam pra ela fazer mais força. Ela xingava as enfermeiras e curvava mais seu corpo, gritando e fazendo força para empurrar o bebe. Deu o maior grito que pode, sentindo até a garganta doer. Estava tão irritada, brava, cansada, suada, triste e ansiosa, que nem se ligou quando os médicos começaram a bater palmas.
– É um lindo menino! (Médico)
Thays se apoiara nos cotovelos. Uma enfermeira a ajudou a se deitar no travesseiro. Thays estava com os olhos fechados. Aos poucos, respiração voltava ao normal e ela se sentia mais relaxada. O corpo estava dolorido e ela nem se sentia mais irritada. Abriu os olhos e viu mais uma das enfermeiras sorridentes, só que esta segurava um embrulho na mão.
– Gostaria de segurar seu bebe? (Enfermeira)
Thays sorriu e assentiu, com a cabeça. A enfermeira entregou o embrulho em suas mãos e Thays sentiu as mãos tremerem. Era um garotinho, recém nascido e branquinho. Tinha olhos castanhos escuros, uma pequena massa de cabelos pretos e um corpinho rechonchudo. Era a copia exata de Willian, Thays o olhara, com tanta apreciação e amor. Sentia as lagrimas caírem por seu rosto mas nem se importou. Aquele era um momento único. Ela tinha seu filho, em seus braços pela primeira vez. E ele era perfeito, perfeito como seu marido era. Perfeito como ela sempre sonhara que seria. E era o suficiente para ela...
Na sala dos “papais”, Willian dormia e roncava. Estava totalmente estatelado na cadeira do hospital. Só acordou quando ouviu palmas. Ficou confuso por um momento, mas logo captou a imagem de um bebe recém-nascido na tela. Levou as mãos a frente da boca. Gabriele e Gustavo estavam em pé, aplaudindo ele. Pareciam que tinham passado a noite em claro, enquanto Willian dormia. Ele nem se preocupou em ficar arrependido por isso, apenas ficou vidrado na imagem de seu filho. Se perguntou quanto tempo teria de esperar para te-lo em seus braços.
Gabriele e Gustavo já estavam emocionados, abraçando uns aos outros e dando conselhos a Willian e exigindo que fossem os padrinhos da criança recém-nascida.
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Raquel e Mayara estavam namorando.
Raquel estava arrumando suas bolsas, iria voltar para ficar um pequeno período do Haiti.
Mayara aparece no quarto.
–--Eu tenho que ir. (Raquel)
Ela da um beijo no rosto de Mayara, que puxa seu braço.
–--Ah não, fica aqui no Brasil. (Mayara)
–--Eu vou voltar, e vou pensar todo dia em você no Haiti. (Raquel)
–--Ta, mais vê se só não pensa quando estiver limpando o lixo, pelo amor de deus. (Mayara)
Raquel da risada.
–--Precisava fazer piada de tudo? (Raquel)
–--Ah, eu sou assim (Mayara)
Elas ficam se olhando.
–--Acho que é único jeito de dizer que, você mudou a minha vida.. (Mayara)
Raquel começa a se emocionar.
Raquel apoia o braço no ombro de Mayara.
–--Mayara, eu não viveria sem você. (Raquel)
–--Eu, não viveria sem você Raquel. (Mayara)
Mayara se aproxima de Raquel, e elas começam a se beijar.
Assim que se beijam por um longo tempo, Raquel e Mayara se afastam.
–--Melhor você ir, vai perder o voo (Mayara)
Raquel abre um sorriso, e da um selinho em Mayara.
Raquel pega as malas, e assim se vai.
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Gabriele estava sentada no banco da praça, feliz com a vida que estava levando.
Anderson senta do seu lado, ela fica surpresa.
–--Vai me expulsar? (Anderson)
Ela nega com a cabeça.
–--Eu ainda estou esperando... (Anderson)
Ela interrompe.
–--Eu não quero mais brigar Anderson, eu acho, que a gente brigou muito, e quem vive de passado é museu, já se passou quase 2 anos daquilo, e eu quero esquecer, afogar as mágoas, e acho que depois de tudo que você fez, você merece o meu perdão. (Gabriele)
–--Você está falando sério? (Anderson)
–--Sim, mais nunca se esqueça, eu posso perdoar sim, mais eu nunca mais esqueço. (Gabriele)
Anderson abre um sorriso, e assim eles se abraçam.
***
–--Sabe Thiago, eu posso ter sido muito barraqueira, aquela imbecil, sim, aprontou muito com você, mais eu te perdoo, e agora que eu estou casada, eu nem me importo muito com isso. (Denise)
–--E eu também já estou namorando. (Thiago)
Denise abre um sorriso.
–--Me da um abraço? (Denise)
–-Claro (Thiago)
Assim eles se abraçam, como amigos.
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Roberto estava na casa de prostituição, vendo as meninas trabalhar.
A Policia federal invade o lugar, Roberto se espanta, Denise aparece seguida por mais policia.
–--Pois é Roberto, achou que iria escapar? (Denise)
A Policia o agarra, e prende-o com as algemas.
–--Adeus (Denise)
Denise abre um sorriso, e assim pula de felicidade.
–--VOCÊSSSSSS ESTÃO LIVRESS (Denise)
Denise chorava de emoção.
Assim todas as prostitutas do lugar, vão abraçar a garota.
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Há uma nova passagem de tempo.
Nessa passagem de tempo nada mudara, todos continuavam a mesma coisa, todos estavam felizes.
Estava ocorrendo uma festa na vila, uma das maiores festas.
Muitos dos filhos tinham crescidos, e estavam correndo de um lado para o outro.
Os Pais estavam reunidos, relembrando os velhos tempos.
Não havia mais inimigos, todos estavam amigos.
–--Finalmente, uma festa sem nenhum problema, e nenhuma confusão. (Willian)
Todos gritam de felicidade.
–--Outra felicidade, é a minha família unida, sem nenhum problema, nunca vi uma família com tantos problemas. (Thays)
–--Pois é, a gente passou por tanta coisa, muita coisa mesmo,parece até uma novela, e tudo que aconteceu, nos amadureceu, e agora, estamos aqui, para continuar nossas histórias, e seguir em frente. (Gustavo)
Todos gritam novamente.
Uma borboleta Azul pousa na mesa de comidas.
–--Gente, olha uma Borboleta Azul, ela simboliza a paz e a felicidade, e é uma das borboletas mais bonitas e raras. (Gabriele)
Todo mundo a admira.
–--Se ela é a da Felicidade, estamos com sorte, estamos rodeadas de paz, e felicidade. (Thays)
–--Acho que a gente deveria fazer um brinde a esse momento. (Robert)
–--Também acho. (Denise)
Assim todos pegam seus copos, e se levantam das cadeiras.
–--A Nossa felicidade. (Gustavo)
Todos dizem juntos.
–--A Nossa felicidade. (Todos)
A cena se afasta, e a única coisa que se via, eram pessoas felizes, crianças felizes, e uma borboleta Azul, voando pelos céus.
Fim.
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