Borboleta

3 Capítulo II - Insight


Notas iniciais
Here I am, depois de ANOS, literalmente! Tô tentando dar um melhor rumo pra essa história... Ahh uma coisa: toda vez que aparecer "Sinal de continência", "sinal de respeito", "mão direita sobre os olhos", imaginem aquela saudação militar xD É por que eu não sei direito a linguagem militar, portanto provavelmente cometerei gafes aqui... Quem identificá-las, por favor me avise! O próximo capítulo vai ser meio pesado hehe... Enjoy!

“Butterfly faz mais uma vítima: Assassino esquarteja dono de mercearia de madrugada.”

As letras garrafais saltavam na primeira página do jornal do dia seguinte. General Howard franzia o semblante enquanto apoiava sua cabeça com uma das mãos; o jornal, largado em cima da mesa escura de carvalho parecia ressaltar a inutilidade da equipe frente a mais um crime.

“Não é possível que tenha escapado sem deixar nenhuma pista!” – cerrou o punho em cima do papel – “Não adianta ficar aqui.”. O general se levantou e saiu de sua sala com determinação. Andou pelos corredores até a sala do tenente.

- Tenente Laurent – Cumprimentou e olhou firmemente em seus verdes olhos – Preciso que arranje as fichas de todas as vítimas do caso Butterfly.

- Claro, general. – A morena agilmente abriu uma gaveta do armário de aço atrás de sua mesa. – Aqui estão. Deixei separadas caso precisasse.

- Obrigado, tenente. – Afastou-se a dois passos e fez o sinal da continência militar. – Daqui a pouco te devolvo.

“Butterfly. Você não me escapa.”

Já em sua sala, com a porta fechada, Howard analisou cada uma das 7 fichas que estavam dentro do envelope preto. “A única coisa que há em comum...” Espremeu um pouco os olhos. “Processado por assédio moral, tentativa de estupro, corrupção de menores, estelionato...” Parecia que todas as vítimas eram homens que violavam de alguma maneira a ética e a moral. “Espera. Será que é algum louco que acha ser justiceiro cometendo mais crimes?” Passou os olhos nos nomes, idades e... Datas?

“Não é possível.” Agrupou todas as fichas, colocou-as dentro do envelope e caminhou até a porta, pousando sua mão na maçaneta.

“Como não percebi?” Baixou a cabeça e cerrou os olhos por um minuto, repassando tudo o que imaginara. Girou a maçaneta e puxou a porta, se deparando surpreso com alguém cuja intenção era bater na porta.

- General! – A ruiva fez sinal de respeito – Desculpe se o incomodei. Vim aqui para lhe entregar alguns dados sobre o homicídio de ontem.

- Psyche. – Howard pestanejou – Desculpe, não a vi. Deixe-os na minha mesa, por favor. Estou de saída.

- Claro. – Respondeu confusa enquanto o rapaz se distanciava rapidamente.

- Ah, Psyche! – Chamou-a como se tivesse esquecido algo – Entregue este envelope para a tenente Laurent. É importante, certo? Por favor, faça-o imediatamente. Obrigado.

- Sim senhor. – Luna respondeu firmemente enquanto o moreno retomava seu caminho.

A moça parou em frente à sala dele.

“Essa é a sala do general? Quão bem organizada. Se eu der uma olhadinha ninguém vai saber.”

Luna entrou rapidamente segurando o envelope branco enquanto olhava a mesa do chefe. Apesar de ser grande, tinha apenas um retrato – o de um cão da raça husky cinza e branco, com os olhos azuis claros e ao seu lado uma mulher – colocado à esquerda e algumas canetas antigas, chamadas “penas” dentro de um suporte dourado à direita da mesa.

A ruiva admirou rapidamente os artigos da mesa e deixou o envelope alinhado à poltrona de couro do militar. Afastou-se rapidamente e fechou a porta da sala do general, voltando aos seus afazeres de assistente da equipe de investigação.

Notas finais
Alguém leu isso? hahaha
Tô matando saudades de escrever :DD
Até a próxima!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.