Book of mages - Interativa.
3 A cidade de Wolligan.
Notas iniciais
Mackenzie havia chegado, ela segurava um livro de magias com ela e carregava uma mochila.
– Aria?! — Mackenzie estava surpresa.
– Sim, eu descobri. Irei com vocês, era só ter me falado antes. — Aria respondeu, Mackenzie parecia desanimada.
– Mas, achei que era só eu e o Chris que iria... — Mackenzie disse, não sei se ela estava desanimada.
– Não é mais. Chris, irei passar na minha casa e pegar meu livro de magias, podemos passar lá? — Aria me perguntou, eu concordei.
– Sim, a viagem será longa. — Respondi e saímos de casa.
A casa de Aria era grande, parece que não tinha ninguém em casa, ela deixou um bilhete para seu pai que poderia pirar ao saber o que a filha estava fazendo, ou se sentir orgulhoso. O nosso Mundo é dividido em cidades, havia muitas cidades no nosso Mundo, mas todas eram grandes. Não havia cidades pequenas. As cidades, possuíam nome de magos que eram conhecidos entre nós. Mas sinceramente, eu não conhecia a história de todos. Lembro do mago Gilamon, mago que lutou pela humanidade unida de humanos e magos. Os magos nunca aceitaram isso e achavam Gilamon louco. No final, Gilamon foi executado, por tentar unir Universos que não podiam se cruzar, ou melhor, os humanos não podiam ver magos.
Nunca fui no Mundo dos humanos, apenas meus colegas. Eles dizem que humanos são desprezíveis a ponto de quererem o poder apenas para eles e por isso não podem saber que somos magos.
Eu tinha um pressentimento de onde os cavaleiros obscuros estariam. Existe outro mago, chamado Wolligan. Wolligan era defensor dos cavaleiros, acreditava que eles não podiam ser isolados por serem metade mago e metade humanos. Mas no final, ele também foi morto, por uma doença cardíaca, que surgiu do nada. O motivo sempre foi um mistério. Ele teve uma cidade em seu nome e lá, muitos magos já foram expulsos. A cidade era bem longe de onde morávamos, mas decidi ir para lá.
– Ei, Chris, iremos para onde? — Mackenzie me perguntou, mesmo comigo achando que ela já saberia.
– Para a cidade de Wolligan. O único mago, que para os cavaleiros, era um exemplo de vida. — Sorri. Aria e Mackenzie concordaram comigo.
– Mas a cidade é bem longe. — Aria comentou. — Será cansativo chegar até lá.
– Eu estava preparado para isso. — Retirei o livro da minha mochila, que carreguei comigo. Na verdade, a minha mochila apenas tinha livros, mas eu peguei o meu principal. — Irei usar uma magia de atalho. Se segurem em mim.
– Que tipo de magia é essa? — Aria perguntou, Mackenzie também não parecia confiante.
– Confiem em mim! — Retirei um fio de cabelo pequeno, que estava em um plástico, marcando uma página que abri. — Leve-me ao pecador.
E de repente, me vi dentro casa, a casa era grande, olhei ao meu redor, vi fotos de magos conhecidos, alguns tinham um X, feito de sangue. Os magos conhecidos, todos estavam mortos.
– Que magia foi essa? — Mackenzie perguntou.
– É uma magia de atalho, aonde você usa o fio de cabelo de alguém que você tem e o usa para ir até o seu alvo. Quem seqüestrou os pais de Chris, está aqui? — Aria perguntou.
– Não, devem ter saído. Vamos dar uma vasculhada por onde estamos. — Olhei pela janela e era um lugar diferente. Era realmente a cidade de Wolligan. — Wolligan... Foi mais fácil do que eu pensava. Só tem um problema. Se nos virem aqui, estamos mortos. Somos 3 magos no meio de cerca de 200 cavaleiros que assassinam magos. Vamos ter que nos disfarçar.
– Ei... Chris. — Mackenzie me chamou. — Eu posso ajudar. Mackenzie pegou seu livro. — Aprendi uma técnica de disfarce. Mas ela não dura muito, dura apenas um dia.
– Um dia é o suficiente para eu ter informações boa. — Eu disse para Mackenzie. Logo ela usou seu livro e transformou ela e Aria em cavaleiras, enquanto ela me transformou em um cavaleiro.
Era ridículo o fato de eu ser um cavaleiro. Não gostava, por saber como eles eram.
– Vamos nos separar e vamos combinar de em 10 horas, nos encontrarmos em frente a esta estátua de Wolligan. — Apontei para a janela, se encontrava uma estátua de Wolligan, que tinha uma barba longa e tinha cabelos longos.
– Certo. Mas tomem cuidado. — Aria reforçou, ela segurava uma espada, enquanto Mackenzie segurava uma picareta. Eu usava um machado.
Nós três nos abraçamos e saímos daquele quarto, como desconhecidos. Nos abraçamos como desejo de sorte.
Ao sair da casa em que estava, um cavaleiro me parou.
– Ei, você. Venha comigo, temos uma missão. Parece que um mago está aqui, mas quero reforço para matá-lo. — O cavaleiro disse, eu tive que concordar.
Ao chegar no lugar, vi um mago, que apesar de tudo estava calmo. Ele não aparentava ter dificuldades, o cavaleiro ao meu lado pegou uma espada e no momento que iria decapitar ele, peguei o meu livro de magias. Uma energia branca saiu de dentro do meu livro e acertou o cavaleiro que caiu no chão, imobilizado. Logo joguei outra energia branca nele. A energia branca explodiu e o cavaleiro foi morto.
– Obrigado, mago. — O mago que estava quase morrendo me respondeu.
– Você sabia? — Perguntei.
– Mas é claro. Vim aqui te dar uma dica. — O homem tinha cabelos negros que iam até a metade do pescoço e eram enrolados. — Eu sabia que sairia vivo, esse cavaleiro era fraco, eu iria matá-lo fácil, mas apenas assim eu iria vê-lo. Sei sobre os seus pais. Eles ainda estão vivos. Você terá que salvá-los.
– Espere! Quem é você?! — Perguntei.
– Eles não estão nessa cidade. Me chame de Mestre G. — O homem me disse, antes de desaparecer. — Não se esqueça, quando precisar, eu irei aparecer.
Eu tinha outros problemas. Vários cavaleiros apareceram. E perguntaram o que houve com o cavaleiro morto. E então, comecei a correr. Eram cerca de 15 cavaleiros contra apenas um, só podia correr, até pensar em algo. Se eu virasse neles, poderia parar 10, mas morria depois, não era uma troca boa. Será que Mackenzie e Aria estavam se dando bem? Era o que eu mais queria saber. Se eu estava em apuros, imagino elas.
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