Notas iniciais
Essa ideia surgiu de repente. Comecei a escrever pelo celular e não faço ideia até onde irá. Quando souber aviso, tudo bem?!

Era para ser apenas mais um dia comum na vida de uma adolescente comum. Ledo engano, nenhum dia é simplesmente comum na vida de uma adolescente. Meus pais haviam saído em uma segunda lua de mel pela Europa. Já tinha alguns dias desde sua viagem, eles me ligavam todos os dias. E foi por isso que quando ficaram três dias sem ligar senti que algo estava errado.

Já era noite quando liguei para o meu padrinho, Carlisle Cullen, e pedi desesperada que encontrasse meus pais. Ele o fez. Passou a noite em claro, mas pela manhã tivemos a confirmação, eles estavam mortos. Ninguém sabia explicar ao certo o que havia acontecido. Mas o carro alugado no qual eles estavam foi encontrado no fundo de um penhasco na Itália. A hipótese mais aceita era de terem perdido o controle do carro por causa da neve acumulada na pista.

Fiquei todo o tempo presente ao lado dos caixões e só os deixei horas depois do sepultamento.

Fui morar com os Cullens. Esme, minha madrinha e esposa de Carlisle estava sempre ao meu lado e me amparou nos meus momentos de desespero. Alice e Emmett, irmãos, e meus amigos desde pequenos também me amparada. Eu já não chorava. Não tinha mais o que chorar. Voltei a escola e consegui recuperar as matérias perdidas. Todos me olhavam com pena. E isso me incomodava um pouco, mas resolvi ignorar. Sentei em minha carteira, a última da sala e abri meu caderno. Fiquei rabiscando nada específico nele. Até que um barulho na cadeira ao lado me chamou atenção. Olhei e vi o garoto mais bonito do mundo ao meu lado. Pele clara, quase traslucida. Cabelos cor de cobre totalmente baguncados, lábios finos e muito rosados e os olhos cor de esmeralda mais lindos e profundos que já vi.

_ Você é novo aqui? — perguntei para o estranho. Ele me olhou visivelmente assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.

_ Você pode me ver?

_ Claro que sim, por que, não deveria? — ele se aproximou de mim.

_ Não. Por que eu estou morto. — ele disse de forma natural, senti uma pequena vertigem e depois apenas o chão junto a escuridão.

Notas finais
E aí? Logo posto mais, ainda estou pelo celular, e é meio complicado.