Notas iniciais
Oiiie! É isso mesmo, aos 48 do segundo tempo, porque a minha net é dessas que me deixa a mão... fazer o quê né?? Gente, eu já disse que vocês arrasam nos reviews né?! Cara, eu dou muita risada com vcs, sério! Um melhor que o outro. Muito obrigada por todos eles. Vamos ao que interessa... sei que ta todo mundo ansioso pelo jantar, mas vamos com calma... só semana que vem porque eu sou dessas kkkkk Quero todo mundo aqui segunda KKKKKKKKK Boa leitura!

Na terça feira tudo amanheceu nublado. O tempo e o meu humor. A viagem de Edward até Springfield na noite anterior foi tranquila e sem intercorrências, segundo ele me disse na mensagem que me mandou assim que desembarcou. Depois de eu ter respondido logo em seguida, ele me ligou e conversamos um pouco durante seu trajeto até o apart hotel. Conversamos sobre a viagem, sobre o Theo e sobre o jantar. Ele disse que já avisou a família que irá levar a namorada para jantar na casa dos pais.

Eu coloco meu corpo dentro do vestido verde musgo, mas meu pensamento vagueia. O fato de eu saber que hoje ele não vai aparecer do nada lá na firma me desestimula bastante. Eu simplesmente faço um rabo de cavalo simples e passo somente um lápis de olho e um batom.

— Bom dia! — Heidi me cumprimenta quando eu entro na cozinha com Theo no meu colo. Eu o coloco na sua cadeirinha.

— Bom dia Heidi. — Eu digo baixo e ela me encara.

— Vixe, o que aconteceu? — Heidi exclama e isso me tira do meu transe. Eu a olho confusa. — Você está tão desanimada hoje!

— Ah... não é nada. Acho que é porque está nublado. — Eu digo sentando na mesa para o meu café.

— Ou será porque um certo alguém está lá do outro lado do estado? — ela diz servindo meu café e eu a fito levemente corada. A quem eu quero enganar?

— Não exagere Heidi. — Eu respondo e ela sorri presunçosa sabendo que está certa.

Tomo meu café rápido e entro no Cobalt. Deus, o carro tem o cheiro dele! Eu coloco minha mochila no banco do carona e dou partida no carro. Quando chego na faculdade e estaciono sinto alguém me observando. Me recordo que senti esta mesma sensação na noite do meu aniversário. Olho para os lados, mas não vejo ninguém ou nada suspeito.

Eu suspiro, pego minha mochila e saio do carro, trancando-o em seguida.

— Mulher! De onde saiu este carro? — Leah exclama e eu levo um pequeno susto.

— Que susto, Lee! — Eu digo com a mão no peito. — Ah, é do Edward, ele me emprestou por causa de Theo.

— Por causa do Theo? — ela pergunta enquanto andamos pelo campus.

Eu então conto para ela sobre o domingo e explico que ele me emprestou até eu conseguir comprar o meu.

— Uau! Tô precisando de um homem desses urgente! Lindo, gostoso e rico! — Leah exclama e eu reviro os olhos — Você podia me dizer o feitiço que tu usou... aí eu poderia usar naquele teu chefe gostoso.

Eu gargalho e nós entramos na sala de aula. A manhã passa tranquila e eu sigo para a firma. Emmett conversa comigo sobre o processo e me mostra todo o desenho de defesa que ele está elaborando. Eu fico feliz com a confiança dele de que vamos ganhar. Minha alegria é tanta que acabo mandando uma mensagem para Edward. Ele me responde em cinco minutos, contente que o plano esteja dando certo e que logo tudo será resolvido. Ele me diz que está numa reunião muito chata e que minha mensagem o salvou do tédio. Eu sorrio, mas logo voltamos às nossas atividades.

A noite, nós nos falamos mais uma vez, agora por vídeochamada, onde até Theo participou com seu falatório de bebê arrancando risadas de mim e de Edward. Os dias seguintes passaram assim também, sempre nos falávamos a tarde e a noite. Porém, mesmo com ligações e mensagens, eu não me sentia satisfeita. A intensidade da presença dele me fazia falta. Edward é daqueles homens que preenche tudo ao redor, que quando está num ambiente nada consegue ser mais interessante que ele.

Se você me perguntar o tema das aulas de hoje, sexta feira, eu não saberei lhe responder. Até no trabalho eu estava muito aérea, ao ponto de Emmett fazer gozação comigo. O fato é que quando meu expediente acabou, eu praticamente corri para casa. Tomei um banho e escolhi uma roupa bonita. Um vestido creme com desenhos em vermelho, uma sapatilha vermelha e cabelo solto. Eu arrumo Theo com um conjunto moletom azul e um sapatinho. O coloco na cadeirinha instalada no carro e vou depressa para o aeroporto.

Sim, eu vou buscar Edward! Ontem a noite ele me informou que estaria chegando em Chicago às 20h15. E eu logo me ofereci para ir buscá-lo se ninguém fosse fazer isso. Ele disse que não precisava, que ele pegaria um táxi, mas eu insisti. Por fim ele cedeu e eu fiquei numa euforia que nunca senti na vida. Agora estou aqui, diante do portão de desembarque mostrando alguns desenhos para distrair meu menino enquanto espero o avião de Edward chegar.

Na verdade, Theo não é o único que precisa de distração, eu estou muito ansiosa. O vôo está cinco minutos atrasado e eu já estou querendo saber se houve alguma coisa o pouso. Quando olho pela onésima vez o portão de desembarque, eu vislumbro algumas pessoas saindo. A cada nova pessoa que passa pelo portão minhas mãos suam um pouco mais até que ele aparece, lindo num suéter bordô e calça jeans, como se ali fosse a sua passarela e ele desfila graciosamente por ela.

Nossos olhares se cruzam e ele sorri. Um lindo sorriso de felicidade. Eu não percebo, mas vou em sua direção, e nós nos encontramos no meio do caminho, como dois imãs que se atraem. Palavras podem ser ineficazes neste momento, então escolho os gestos. Nós nos abraçamos, os três, no meio do salão de desembarque do aeroporto mais movimentado de Chicago.

— Senti sua falta! — Eu digo sem consegui me conter. Ele me olha nos olhos daquele jeito único que eu senti tanta falta.

— Sim, eu também senti sua falta. Falta de vocês! — Ele diz e pega Theo em seus braços que solta uns gritinhos de alegria. Ele então se inclina e me beija de maneira doce que me deixa corada e contente.

— Vou te levar para casa, você deve estar cansado. — Eu digo enquanto começamos a andar para pegar a bagagem dele.

— Bella, eu queria matar um pouco a saudade de vocês. Eu estou descansado. Poderíamos jantar juntos? — Ele diz e eu não escondo o sorriso ao saber que ele realmente sentiu a minha falta.

— Claro que sim, Edward! — eu respondo.

Ele recebe sua bagagem e nós vamos para estacionamento. Eu dirijo para casa, a minha casa, pois Edward diz preferir jantar lá do que no restaurante. Nós pedimos comida mexicana durante o trajeto e Theo dorme no meio do caminho. Quando chegamos em casa, Edward me acompanha enquanto eu ajeito meu filho e o coloco no berço.

— Enfim sós! — Ele sussurra em meu ouvido quando chegamos ao corredor após sair do quarto do Theo. Ele está atrás de mim e me segura pela cintura com firmeza. Meu corpo inteiro se arrepia. — Ah como eu senti falta do seu cheiro, Bella!

— Eu também senti falta do seu... — eu digo fraca quando sua mão acaricia meus seios por cima do vestido. — De você...

— Ah Bella! — Ele diz e vai me conduzindo para o meu quarto, para a minha cama. Ele abre o zíper de meu vestido e praticamente o arranca de meu corpo. Estou apenas de lingerie de renda preta. Ele me olha fascinado. — Como eu senti falta deste tom corado de sua pele... desta maciez que só você tem... — ele diz tocando vários pedaços de minha pele e me beijando o pescoço e o colo.

Ele abre meu sutiã e liberta meus seios. Eu começo a tentar despi-lo, mas não tenho muito sucesso. Ele me joga na cama e tira o suéter e a camisa. Seus olhos faíscam.

— Bella, eu te quero tanto! Não sei se conseguirei ser gentil e calmo. — ele diz rouco de tesão.

— Não seja! — Eu o provoco e aquele sorriso safado perfeito surge em seus lábios. Ali eu sei que estou perdida.

Ele avança sobre minha e me beija inteira. Não, nada de beijinhos carinhosos não. Amanhã eu terei que usar uma boa dose de cremes e maquiagem porque estarei toda marcada. E eu acho que ele faz de propósito, como se quisesse me marcar como sua. Meus seios e pescoço estão ardendo devido aos chupões, mas eu não o faço parar, até porque sua mão alcança minha calcinha, tirando-a e começa a trabalhar no meu clitóris inchado. Depois a sua boca desce o meu corpo e sua língua quente me leva ao paraíso. E eu me desmancho para ele que sorri satisfeito.

Enquanto me recupero lentamente, ele retira suas últimas peças e veste um preservativo com uma rapidez invejável. Logo ele volta para cama com um olhar ardente sobre mim.

— Agora eu vou matar a saudade que eu tava de me enterrar todo em você... — Ele diz rouco e intenso colocando uma de minhas pernas sobre o seu ombro e escancarando a outra com uma de suas mãos.

Ele me invade num golpe duro e forte. Seu pênis bate no meu útero e eu grito de dor e prazer.

— Caralho! — Ele exclama e começa a meter num ritmo médio. Seu polegar livre alcança meu clitóris exposto e ondas de calor tomam meu corpo. Eu me sinto uma faca por saber que não vou durar nem cinco minutos.

Dito e feito. Logo estou gozando como uma vadia para ele que sorri satisfeito e descarado. Ainda metendo em mim sem parar ele me inclina para o lado e retira minha perna de seu ombro, fechando-as. Ele aumenta o ritmo das investidas. Logo ele goza, suando e gemendo o meu nome.

Ele cai às minhas costas e beija a pele do meu ombro.

— Não posso ficar longe de você. — Ele sussurra ao meu ouvido e eu fico na dúvida se ele disse isso pra que eu escutasse ou não.

Após nos recuperarmos, nós tomamos uma ducha e fomos, enfim, jantar.

— Conseguiu resolver tudo na viagem? — Eu pergunto

— Sim. São coisas que já estão encaminhadas, mas que precisam da minha presença física para serem efetivadas. Eu teria que estar indo toda semana lá, mas consigo acumular para precisar ir somente uma vez no mês. — Ele responde tranquilo. — Só que aí acabo precisando de uns dois dias para resolver tudo até o próximo mês.

— Entendo. E durante este tempo, quem fica lá tomando conta de tudo?

— Tenho um supervisor e uma assistente que monitoram tudo para mim por lá. Eles me mandam relatórios diários. — ele diz deixando seu prato vazio de lado – Tanto em Springfield, quanto em Joliet. — Ele me fita — Devo ir a Joliet semana que vem, mas será uma viagem mais rápida. Um dia apenas.

— Ah! Ainda bem! — Eu exclamo espontaneamente e coro com o olhar que ele me lança. — É que... eu me acostumei a ter você por perto. — Eu digo e desvio de seu olhar.

— Eu te entendo, eu também senti sua falta. — Ele diz e vem até mim. Ele me beija de forma doce e eu me entrego mais uma vez àquela sensação gostosa que não tem nada a ver com desejo sexual, mas que eu não sei explicar.

Nós ajeitamos a louça, trancamos a casa e subimos para o meu quarto. Lá nós transamos mais uma vez antes que o cansaço vencesse. Devo admitir que assumir este contrato não está sendo tão difícil quanto eu imaginei que seria, já que meu corpo parece ter uma inclinação a se entregar para ele sem resistências. Nós terminamos a noite abraçados, aproveitando do aconchego do corpo um do outro.

Notas finais
E aí, gostaram? Comentem, favoritem, acompanhem e compartilhem! Me façam feliz! Até segunda!