Notas iniciais
Oie... bem na madruga aqui... Primeiro, quero AGRADECER! Vcs são incríveis sabe. Muito obrigada pela força e pelo carinho. Foi muito bom abrir os reviews e encontrar tanta gente se solidarizando com a nossa dor. Valeu mesmo, de coração! Segundo, quero pedir DESCULPAS! Quem me conhece sabe do meu comprometimento com minhas postagens e eu estou simplesmente puta da vida pq fiquei sem internet desde 13h até 00h. Mas fiquei acordada esperando pois meu compromisso de postar é sério e verdadeiro. Fora que este capítulo tá HOOOOOOOOT! As pervas se preparem, cena quente para vcs se deliciarem. Espero que gostem ! Boa leitura! ;)

Eu observava o Lago Michigan passar rápido pela minha janela. Uma música clássica e suave preenchia o silêncio no interior do automóvel. Apesar de estarmos numa velocidade alta o carro parecia flutuar na pista. Era o cenário perfeito da calmaria. Mas eu estava longe de estar calma.

Isso porque uma mão grossa e viril está repousada em minha coxa esquerda descoberta pela fenda do meu vestido, fazendo seus dedos roçarem na pele da parte interna de minha perna. Nem preciso dizer que isto está me enlouquecendo, né? Para completar o pacote, o mascarado me olha com puro desejo, sempre repousando no meu decote, e me sorri maliciosamente. Eu realmente acho possível eu ter um orgasmo aqui mesmo se ele me olhar assim mais uma vez.

Entramos na garagem de um prédio lindo e luxuoso. A rua estava completamente deserta, afinal eram 3 da manhã. Foi então que me bateu um pânico. Não há ninguém por perto, e se esse cara me fizer alguma coisa? Se ele for ‘pegada Mike’? Ah meu Deus o que eu tô fazendo?

Quando ele estacionou na garagem semi escura, ele apertou levemente a minha coxa. Isso acende um alerta total em mim e me afasto na hora, abro a porta e pulo para fora do carro. Levo dois segundos para pensar para onde correr quando o sinto ao meu lado.

— Ei, calma! — Ele sussurra ao meu ouvido. Percebo que estou presa entre seus braços contra o carro. — Eu não sou um maluco pervertido! — ele disse sério, mas ainda assim sedutor. Eu reviro os olhos e paro eles nos seus.

— Então não vai se importar se eu compartilhar a minha localização, né? — Eu falei tirando uma ousadia não sei de onde. Este era um truque que Leah tem quando sai com caras desconhecidos. Já cansei de receber localização nas madrugadas de sextas e sábados. Ele abriu um sorriso malicioso para mim que amoleceu minhas pernas.

— Claro... agora, e se for eu que estiver correndo perigo aqui? — Ele disse numa voz rouca bem perto do meu ouvido, arrepiando até a minha alma. Suas mãos pousaram em minha cintura e apertaram levemente. Eu mandei a localização sem nem mesmo olhar para Leah e Ang e me permitir gemer baixo quando sua boca se encontrou com a pele do meu pescoço. Quente e úmido, bem como ficou a minha calcinha.

— Hmm... — Eu gemi baixo mais uma vez e senti seu sorriso safado em minha pele.

— Bom, acho que podemos subir agora... ou não? — Ele disse me olhando. Concordei com a cabeça. Ele pegou minha mão e se encaminhou para o elevador ali perto. Eu olhei nossas mãos entrelaçadas e sorri. Aquilo parecia tão romântico e entrava em completo contraste com tudo que esta noite é. O que há de menos aqui é romance, mas me permiti usufruir daquele carinho.

O elevador é completamente espelhado e moderno. Ele acionou o botão da cobertura e eu revirei os olhos. Ah Deus, o cara mora numa cobertura? Eu ia ter muita coisa para contar para as minhas amigas amanhã! Eu arrisquei olhá-lo pelo espelho e ele me olhava com intensidade. Eu corei violentamente. Ele sorriu.

— Você não costuma fazer muito isso né? — Ele perguntou como os olhos nos olhos do meu reflexo. Eu devolvi um olhar confuso. — Sexo casual depois da balada com um desconhecido. — Eu corei ainda mais. Ele percebeu, merda! — Isso é difícil de se ver. — Ele se inclinou para o meu ouvido sem tirar os olhos dos meus pelo reflexo. — Prometo lhe dar uma grande noite. — E piscou. Num timing perfeito com o elevador que parou neste momento. Cara, que homem é esse?

Ele estendeu a mão para frente, me dando a prioridade na saída. O corredor não era muito longo. Havia uma porta muito elaborada próximo ao elevador e outra mais simples mais ao fundo, talvez de acesso à cozinha. Do lado do elevador tinha uma porta corta fogo de acesso à escada de emergência. Ele parou diante da porta mais elaborada e colocou uma chave nela. Logo a porta se abriu e revelou um verdadeiro paraíso.

— Fique a vontade! — Ele disse me permitindo passar pelo portal e adentrar no apartamento mais lindo e luxuoso que já vi na vida. Porém eu não consegui captar toda a beleza do lugar pois em segundos eu fui puxada pelo braço e prensada na parede do hall. — Caralho, como você é gostosa! — Ele exclama e aperta minha bunda me erguendo do chão e arrastando minhas costas na parede fria. Eu gemo sem pudor ao senti-lo encostar sua ereção na minha região íntima. — Olha só, eu não sou silencioso e tenho uma boca bem suja, mas garanto fazer a noite valer a pena. — Ele diz e eu assinto inebriada com a fricção gostosa em minha intimidade.

Ele toma os meus lábios com ferocidade ao mesmo tempo que sinto o zíper lateral de meu vestido deslizar e sua outra mão me puxar para si fazendo minhas pernas se enlaçarem nele. Ele me leva em seu colo depositando beijos quentes e molhados em todo meu pescoço, que com certeza já deve estar bem vermelho a essa altura.

Ele sobe um lance de escadas e anda mais um pouco até entrar num ambiente totalmente escuro. Ele se estica e liga pequenas luzes espalhadas pelo quarto. O efeito é incrível, principalmente com a visão maravilhosa que o quarto tem do Lago Michigan. Mesmo com pouca luz eu percebo que não há parede naquele lado. É tudo vidro de alto a baixo. Uma vista de tirar o fôlego! Anthony me colocou de pé ao lado da cama e percebeu meu olhar na vista do lago.

— É lindo né? — Ele sussurra no meu ouvido me abraçando por trás. Eu assinto com a cabeça. — Só não é mais que você. — Eu coro violentamente e me viro para fitá-lo

— Foi o maior absurdo que já ouvi! — Eu digo repousando minhas mãos em seu peito

— Você fica linda corada desse jeito. Você é linda mesmo sem eu ver o seu rosto inteiro, eu sei que é — Ele diz com uma voz rouca. — E agora eu quero saber se é de fato tão gostosa quanto parece! — Ele decreta e me puxa num beijo avassalador. Ele desliza o meu vestido já aberto pelo meu corpo e me joga de costas na cama. Eu o encaro surpresa quando ele arranca sua camisa com um puxão e se inclina sobre mim. — Não espere gentileza. Eu estou louco para te foder loucamente! — Ele sentencia e minha calcinha inunda com a intensidade de suas palavras e a luxúria de seu olhar. Eu perdida.

Ele toma minha boca novamente, mas não por muito tempo e vai descendo beijos e chupões pelo meu corpo sem se deter até chegar em meus seios. Eles sempre foram pequenos na minha adolescência, porém depois da gravidez do Theo eles se tornaram maiores e mais cheios, dando um efeito legal com a minha cintura fina, algo que agradeci aos céus pois tinha medo de que ela não voltasse depois da gravidez, mas ela estava ali. Ele chupou meus seios com vontade e eu torci para não vazar leite. Ele foi descendo pela minha barriga e descendo minha calcinha de seda preta completamente encharcada pelas minhas pernas.

— Puta que pariu! Que visão! — Ele exclamou ao chegar na minha intimidade e escancarar as minhas pernas para ele.

Eu estou completamente envergonhada, mas algo em mim se colocou num modo automático de submissão a esse homem desde que ele me jogou nesta cama. Sua boca me chupa com gosto e eu me perco no universo dando um grito abafado. Sinto ele sorrir, mas ele não para seu trabalho. E que trabalho! Sua língua me lambe com maestria sem igual. Desce, sobe, gira e eu me contorço inteira me agarrando aos lençóis macios da cama.

— Estamos numa cobertura a 25 andares, eu moro sozinho e não tenho pudor. — Ele diz ofegante soprando seu hálito em meu clitóris. — Eu quero te ouvir! — Ele fala exigente e eu assinto. De fato, eu estava abafando os gritos que queriam sair de minha garganta. Ele voltou a me chupar e eu permiti que meus gemidos e gritos tomassem o ambiente outrora silencioso. Logo eu cheguei ao ápice num grito estridente.

—Ahhhh!

— Gostosa do caralho! — Ele exclama e eu o fito.

Ele se levanta lambendo os lábios com o meu gosto, abre sua calça e a desce junto com a sua box. Cara, eu já tô molhada de novo! Ele está completamente nu à meia luz somente com aquela máscara no rosto. Exatamente como eu. Ele abre a gaveta ao lado da cama e veste uma camisinha com rapidez. Pega minhas pernas soltas na cama e as puxa, me arrastando para si. Logo em seguida ele me coloca de pé e me vira de costas para ele.

— Ahh! — Eu grito quando um tapa estalado atingi minha nádega direita.

— Você ainda não viu nada gostosa! — Ele diz e inclina meu corpo para cama, onde eu coloco minhas mãos como apoio e fico empinada para ele.

Ele coloca todo o meu cabelo no meu ombro esquerdo, levanta meu joelho direito e o coloca na ponta da cama, me abrindo toda para ele. Ele se inclina sobre minhas costas e morde o lóbulo de minha orelha direita.

— Caralho!

— Oh Deus!

Ele me invade de uma vez só me rasgando inteira. Uma ardência me toma de leve, mas logo passa graças a lubrificação. Ele desliza quase saindo e volta a me invadir com precisão e força. Eu sinto a sua cabeça tocar meu útero e seu membro me preencher inteira, dilatando a minha vagina.

— Puta que pariu, Bella! Que boceta gostosa! — Ele diz rouco de tesão no meu ouvido e eu me contorço debaixo dele. Eu não vou aguentar muito, eu posso sentir. Ele mete sem parar num ritmo médio, porém intenso.

— Isso, vai, isso! — Eu disse arfante – Mais!

— Você quer mais é? Quer mais é? — Ele geme — Você quer que eu foda você quer?

— Hunrum... — eu gemo e recebo um tapa na bunda. Ele para de meter em mim e eu dou um muxoxo.

— Pede direito. Você quer que eu foda a sua bocetinha toda? — Ele exclama numa voz possessiva que faz minha vagina se contorcer ao redor dele. — Fala Bella!

— Quero! Me fode Anthony! — Eu grito alucinada a um passo de gozar e ouço seu riso safado enquanto ele volta a meter em mim, agora rápido, duro e forte.

— Merda, eu nunca mais vou parar de meter em você! — Ele fala rouco em meu ouvido e morde meu ombro. Estou apertando tanto os lençóis da cama que perco a sensibilidade dos dedos.

— Mais, por favor! Mais! — Eu grito alto e sem vergonha alguma de estar pedindo a um homem desconhecido e mascarado para me foder. Ele mete em mim alucinado.

— É assim que você gosta é? Cadê a mocinha corada... e hesitante... que eu trouxe para casa? — Ele diz rouco de desejo.

Com poucas estocadas, eu gozo com força no melhor e mais indescritível orgasmo da minha vida!

— Ahhh! — Eu grito tremendo em seus braços. Durante o orgasmo violento, eu deixo de me apoiar em meus braços e se não fosse por ele me segurando eu teria caído desfalecida na cama. Ele investiu mais algumas vezes em mim.

— Ahhh... gostosa... caralho! — Ele geme gozando com força. Devido a sensibilidade na vagina, eu consigo sentir seu membro se contrair enquanto despeja o seu sêmen na camisinha e isso me faz gozar novamente. Nós desabamos na cama, mas ele teve a sensibilidade de cair mais para o lado e deixar pouco de seu peso em cima de mim.

Eu ainda tremia pelo orgasmo repentino e senti Anthony se mexer ao meu lado.

— Que tal um banho? — Ele sussurra ao meu ouvido me arrepiando e me acendendo novamente. Como ele faz isso? Eu viro meu rosto para fitá-lo e encaro seus olhos dourados. Que olhos, meu Deus! Eu assinto levemente.

Ele então se levanta e percebi que ele já havia tirado a camisinha de si, mas seu membro estava semi-ereto. Ele estende a mão livre para mim e vamos para o banheiro. Sério, pense num senhor banheiro?!

Ele joga a camisinha fora e liga a água da banheira. Ele tira dois roupões do armário e os coloca sobre a pia, onde eu estou encostada olhando seus movimentos. Estamos nus dentro de um banheiro, em plena madrugada, somente de máscaras. Ele vem até mim e me beija. Cara eu nunca vou me cansar desses beijos.

— Sabe, tô louco para te foder em cima dessa pia – Ele sussurra no meu ouvido e eu gemo baixo. Ele acaricia meus seios e eu fecho os olhos. — Mas primeiro vou te foder na minha banheira! — Ele sentenciou e chupou o meu pescoço levemente. Ah Deus, eu vou enlouquecer!

Ele se afasta de mim e desliga a água da banheira. Em seguida, me pega pela mão e me leva até lá. Entramos na água e sentamos um de frente para o outro com as pernas entrelaçadas. Eu o fito e sorrio com a situação. Quem diria que eu estou numa banheira com um desconhecido mascarado?

— O que é tão engraçado? — Ele pergunta arqueando a sobrancelha.

— Tudo isso. Estou numa banheira com um cara desconhecido e mascarado em plena madrugada. — Eu falei e ele me encarou – Eu não sei você, mas para mim isso não é uma rotina. — Eu digo e ele sorri torto

— Realmente. Você tem razão. Vamos pelo menos tirar essas máscaras — Ele diz e levanta a mão para a sua ao mesmo tempo que levo a minha mão para a minha. Tiramos as máscaras ao mesmo tempo, mas eu levo um segundo ajeitando meu cabelo que bagunçou levemente. Quando levanto o olhar eu levo o maior susto da minha vida. Ainda bem que eu já estava sentada senão eu teria caído.

Simplesmente acabo de foder com Edward Anthony Cullen, o ‘demônio das mulheres’ de Chicago!

Notas finais
E aí, aprovada a nossa primeira noite (de muitas) ? Comentem para mim e me façam felizes! Ei, a dica é real viu! O Google Maps tem um modo de você compartilhar sua localização com algum contato e seu telefone em tempo real. Eu nunca usei, mas conheço vários amigos que usam direto, principalmente as mulheres. Até segunda!