Bonecos e Bonecas de Porcelana-Rin e Len
67 Cap. 67- Encontros!!!
Notas iniciais

Acabou que ficamos a aula inteira discutindo sobre a peça e ensaiando. No fim da aula fui ate Lua e Vênus.
–E ai? Você vai sair com o Mikuo e nos vamos fazer o que? –perguntei apontando para mim e Vênus.
–Vênus vai sair com o Luki. Parece que ele vai chamar ela pra soverteria. –disse Lua arrumando suas coisas.
–E-Eu o que?! –perguntou Vênus surpresa.
–Estraguei a surpresa? –Lua –Foi mal ai Luki! –gritou a garota para rosado que não entendeu nada.
–Finja que ficou surpresa quando ele te chamar certo Vênus? –disse eu com o mão no ombro da garota
–C-Certo... –disse ela com as bochechas rosadas.
–E ai meninas? –disse Len passando as mãos pela minha cintura.
–Yoo Len. Você e a Rin bem que podiam sair um pouco! –Lua
–Nos vamos ficar na casa da Rin mesmo. –disse Len
–Eu não to sabendo de nada disso.
–Agora sabe. –disse ele beijando minha bochecha.
–Vem Vênus, nos vamos ao PARQUE e não sorveteria. –disse Luki pegando na mão de Vênus e fitando Lua com “raiva”.
–Como você sabia? –Lua
–Mikuo me disse. –Luki –Ate mais pessoal! –disse ele indo embora e levando Vênus junto.
–Mi-kun! Você me entregou?!
–Eu? Eu não. –disse ele olhando pro teto.
–Me sinto traída! Chega! Acabou tudo! –disse a menina de drama.
–eles bem que podiam fazer u filme beeeem dramático... –sussurrou Len no meu ouvido
–ta mais para uma comedia dramática e romântica. –sussurrei de volta
–Acabou o que? Nem começamos nada. –disse Mikuo frio
–Essa doeu mesmo ta. –disse ela com a mão no peito.
–Sei como você se sente Lua. –falei
–Sabe? Como você sabe? –Len
–Certa pessoa demorou quase um ano e meio pra me pedir em namoro sabe. –falei como se Len não estivesse ali
–Eu soube. Realmente homem é tudo igual! –disse Lua cruzando os braços.
–Também acho. –falei cruzando os braços também.
–Ta me comparando com esse dai?! –falaram os dois garotos juntos.
–Agora falam ate junto! –dissemos eu e Lua
–Vocês também!
–Mas nos somos anjos!
–Aham... Anjos sei. –falaram com um sorriso perverso
–Bakaaaa! –taca-lhe bolsa na cara
Depois nos separamos, Lua e Mikuo foram para o centro da cidade e eu e Len pra minha casa. Chegando lá jogamos as bolsas no sofá e eu lhe perguntei.
–E agora?
–Vou lhe ensinar uma nova dança. –disse ele com o sorriso que faz meu coração disparar.
–Q-Qual? –perguntei meio corada
–Tango.
–Tango? Como é que vai me ensinar isso?!
“Na verdade eu já sei dançar... Era a dança favorita do papai e mamãe, antes de meu pai morrer eles me ensinaram mas, faz bastante tempo que eu não danço isso... Devo estar enferrujada. “ –pensei fitando o chão e chutando de leve o mesmo.
–Com paciência e muito amor. –disse Len colocando as mãos na minha cintura.
Coloquei o rosto perto do seu e sussurrei.
–e se eu disser que... –dei um giro e parei perto do aparelho de musica, coloquei um CD e dei play. –Já sei dançar tango. –disse sorrindo
Len sorriu também e começamos a dançar. Cada passo dado mais perto ficávamos e ele me encantava ainda mais. Poses sexys e olhares que não dá para descrever. Só sei que aquele momento ia ficar na memoria para sempre, ele sorria com uma graça e seus olhares para mim me deixavam tonta.
“Ele esta dançando ou me seduzindo?”
Em certo momento escorreguei e ele me segurou pela cintura, me dando um beijo quente e voraz. Me levou ate uma parede e aprofundou mais o beijo. Passei as mãos por suas costas tentando aproxima-los mais ainda. Ele passou as mãos por meu corpo e eu abri sua camisa. Tirei ela e joguei em algum canto, ele fez o mesmo com a minha e voltamos a nos beijar.
“Pera... na sala não! Tem janela aberta em tudo que é canto!!!” –pensei
O afastei mordi os lábios inferiores e peguei sua mão o puxando para o quarto que já foi de minha mãe. Nos deitamos na cama de casal e ele começou a beijar meu pescoço enquanto acariciava minha coxa esquerda. Voltou a beijar meus lábios com vontade e tirou minha saia. Abri seu cinto se tirei sua calça, fiquei por cima dele o beijando de novo. Ele passava as mãos pela minha cintura indo ate minha bunda e a apertando, me fazendo gemer baixo. Ficou por cima de mim novamente e deu pequeno beijos do meu pescoço ate meu sutiã, tirou-o e jogou em algum lugar, começou a beijar meu seio esquerdo enquanto apalpava e apertava o direito, eu me segurava para não gemer alto.
Len era só a perfeição ainda de roupa imagina sem então! É um Deus! MEU Deus!
Passei a mão no órgão dele ainda por cima da cueca box preta dele. Ele trocou de seio, beijando o direito e apalpando o esquerdo. Passei minhas pernas pela cintura de o prendendo. Puxei ele para um beijo e nos sentamos caindo na cama de novo logo em seguida. Fiquei por cima dele beijando sua boca e passando a mão sobre seu órgão. Desci os beijos de sua boca, passando por seu tórax, a barriga definida, até seu órgão.
–Que menino pervertido. –disse notando tamanha excitação.
–Como se você pudesse dizer alguma coisa.
Sorri e tirei sua cueca jogando em algum lugar.
“Não sou mais a mesma tabua de antes então...” –pensei colocando pênis dele entre meus seios o massageando o mesmo. Len começou a gemer alto. Beijei a cabeça de seu órgão e comecei com os movimentos de vai e vem com a boca. Len gemia e acariciava meu cabelo. Parei e ele ficou por cima de mim me dando um beijo ardente, no separamos por falta de ar.
–Posso?
–S-sim...
–Tem certeza?
–Eu te amo. –disse sorrindo
Ele corou e sorriu de volta. Me penetrou devagar e com a maio calma do mundo, me acostumei depois de um tempo e ele começou a se movimentar. Um prazer enorme me invadia e pedi para ele ir mais e mais rápido. Assim foi feito, não pude conter e gemi o mais alto. Chegamos ao clímax e ele gozou junto comigo. Caiu ao meu lado arfando e me abraçou.
–Eu te amo muito, muitooo, mesmo.
–Eu também. Meu boneco de porcelana.
Ele me beijou calmamente e olhou em volta.
–O quarto da sua mãe?
–Sim...
–Bateu meio que vergonha agora. –disse ele corado e com a mão atrás da cabeça. Ri e o beijei novamente. Levantei, tranquei a porta e liguei o ar condicionado. Deitei ao lado de Len novamente e nos cobrimos. Ele me abraçou novamente e eu passei a perna direita por cima das dele.
–Quer me deixar excitado de novo?
–Quem sabe mais tarde?
Ele sorriu e beijou minha testa. Me aninhei em seu peito e dormimos.
(Vênus e Luki)
Eu e Luki fomos para o parque e ficamos caminhando de mãos dadas e conversando sobre tudo o possível.
–Ah! Olha o por do sol! Que lindo! –falei quando notei a linda paisagem a minha frente.
–Gosta do por do sol?
–Sim! Acho lindo o alaranjado.
–Então vem comigo.
Ele me levou até um lugar alto com barras de proteção de onde dava para ver toda a cidade e o final do por do sol. Logo escureceu e as estrelas dominaram o céu.
–Olha! Uma estrela cadente! –falei vendo um risco brilhante percorrendo o céu rapidamente. –Faz um pedido! –disse ficando de frente para ele.
–Hmm... desejo que possa ficar ao seu lado pra todo o sempre!
Corei no mesmo instante.
–B-Baka! Não pode contar! Se não, não se realiza!
–Então eu só disse... –ele se aproximou de mim –Eu te amo.
Me aproximei também e o beijei, um beijo calmo e quente, ele colocou as mãos em minha cintura e eu em seu pescoço aprofundando o beijo e o tornando nada calmo. Nos separamos por falta de ar, olhei pra ele com as bochechas rosadas e com brilho nos olhos.
–Eu também te amo!
Luki corou e seus olhos brilharam também ele a abraçou forte e giraram umas 3 vezes.
–Você não tem nem ideia do quanto estou feliz!
–Tenho sim! Porque eu também estou muito feliz!
Dito isso se aproximaram mais uma vez e se beijaram a luz das estrelas.
(Mikuo e Lua)
Eu e Mikuo fomos para o shopping depois de nos despedir de Rin e Len.
Ele escolheu um filme e não me deixou saber qual era. Faltava 20 minutos para o filme. Andamos ao redor ate que eu vi em uma vitrine um colar lindo com uma estrela na ponta de uma lua.
–que brilho... –sussurrei
–O que foi Lua?
–A-ah. Nada não Mi-kun! Vamos comprar pipoca ou doces? –falei tentando mudar de assunto rapidamente.
–O que você quiser lunática.
–Eu não sou lunática!
–Qual seu nome mesmo?
–Lunna! L-U-N-N-A!
–E o seu apelido?
–Lua! L-U-A!
–Então agora é minha lunática!
–Sua?! Não estamos juntos! De acordo com uma certa pessoa. –falei lembrando de hoje na sala de aula
–Estou só esperando.
–Esperando o que?
Ele desviou o olhar e juro que vi suas bochechas ganharem um tom rosado, mesmo que fraco!
–V-Vamos comprar logo seus doces, okay?
–Okay! Yaaay! Doceees! –girei e comemorei feito criança. Mikuo sorriu e pegou minha mão me levando a uma loja só de doces. Escolhi alguns da fini e chicletes. Depois compramos refrigerante na maquina que tinha por lá e fomos ao filme. Não tinham muitas pessoas. Na nossa fileira só tinha mais três pessoas mas longe de nós.
O filme mostrava uma garota de cabelos ruivos que, pelo que eu entendi, veio do espaço e se apaixonou por um garoto da terra, ela começou a viver com ele pois não tinha casa e porque ele também estava gostando dela, e a casa dele era gigante... Eles se juntaram com uns amigos e começaram a fazer um filme nas férias, nisso tudo um gostava do outro, mas uma amiga do garoto gostava dle também, mas ele não gostava dela, e tinha outro que gostava da garota que gostava do principal e ainda tinha mais uma, que era nudista... que gostava desse outro garoto! Era uma confusão total. No final a garota ruiva foi forçada a partir, pois estavam seguindo ela, era tipo uma policia espacial! Ai eles não se despediram direito e eu comecei a chorar. Olhei para o lado e Mikuo cochilava.
–eu aqui derramando oceanos e você dormindo! Baka. –sussurrei. Ele caiu no meu ombro e acordou.
–já acabou? –perguntou sonolento
–ainda não, pode cochilar eu te acordo depois.
–okay. Eu te amo. –dito isso escorou no meu ombro de novo e adormeceu.
Voltei aprestar atenção no filme meio envergonhada com o que Mikuo tinha dito. Sua mão escorregou e parou ao lado da minha.
“Podia ter um pouquinho mais perto!” –reclamei em pensamento.
Entrelacei nosso dedos e senti ele apertar um pouco minha mão.
“Você esta acordado, não é idiota!” –pensei
O filme estava chegando ao final e eu voltei a chorar, a escola tinha chegado ao fim! Todos iam se separar e estava passando trechos do filme deles. No final apareceu a garota ruiva com uma blusa que a tia do protagonista tinha comprado para ela de presente, mas isto depois que ela tinha sido levada.
“Então ela voltou, não é?!” –pensei ainda chorando mas meio feliz com a hipótese.
O filme terminou e as luzes se acenderam, algumas pessoas também choravam. Cutuquei Mikuo e ele “acordou”.
–Seu nariz esta vermelho, lunática.
–Claro! Eu estava chorando, é muito triste esse filme que você escolheu!
–Escolhi só para te ver assim mesmo! –disse ele sorrindo
–Baka!
Depois saímos da sala de cinema e eu fui ao banheiro, Mikuo disse que ficaria me esperando lá fora, lavei o rosto e as mãos. Passei brilho novamente e reclamei pra mim mesma, meu nariz ainda estava vermelho. Passei um pouco de pó na cara e o avermelhado diminuiu. Sai do banheiro procurando Mikuo. Não o via em lugar algum.
“Eu vou ficar esperando, disse a pessoa que não esta aqui!” –pensei com raiva, ate que senti um sopro na minha orelha.
Dei um mini grito ate que vi quem era.
–Bakaaa! Me assustou!
–Notei! Toma. –ele me estendeu uma caixinha azul escuro com uma nave espacial na tampa na cor prata. Peguei curiosa e perguntei.
–O que é isto?
–Um presente.
–Pra mim? –perguntei ansiosa
–Não pra minha vó! –disse ele sarcástico -Claro que é pra você! Abre...!
Abri a pequena caixa e me surpreendi ao ver o mesmo colar de antes, o que tinha uma estrela na ponta de uma lua, era uma joia autentica de prata.
–M-Mikuo é muito lindo mas...
–Não vou devolver se é isso que você esta pensando. Não foi muito cara nem nada do tipo.
–Tem certeza?
–Absoluta, deixa eu colocar em você?
Assenti com a cabeça e um sorriso. Dei a ele a pequena caixa com o colar e me virei puxando o cabelo para que não atrapalha-se. Ele passou a corrente fina pelo meu pescoço e colocou o colar. Fiquei a alisar o pequeno pingente com um sorriso no rosto.
–Arigato, Mi-kun!
–L-Lua... –chamou ele com a mão na nuca.
–Nani? (o que?) –perguntei
–Vo-você... –ele respirou fundo e olhou fundo nos meus olhos com um sorriso e as bochechas coradas. –Você quer namorar comigo?
Meus olhos se encheram de brilho e marejaram.
–Olha só o que você fez! –disse limpando as lagrimas –Agora eu vou ficar com o rosto vermelho de novo! B-Baka!
–M-Me desculpa... –disse ele se abaixando um pouco para ficar da minha altura.
–É claro que eu quero! Idiota. –disse emburrada e o encarando, o verde agua de seus olhos me deixavam perdida e me encantavam profundamente. Ele sorriu e beijou minha testa.
–Só na testa? Acho que vou terminar contigo! –falei cruzando os braços fingindo estar brava.
–Aishiteru, Lua. –dito isso me puxou para um beijo apaixonado.
“Na frente da saída do cinema e do lado dos banheiros, não tinha lugar melhor pra me pedir não? Baka...” –pensei aprofundando mais o beijo.
Quando nos separamos uma multidão começou a gritar.
–M-Mas o que?! –perguntei completamente vermelha. Mikuo começou a rir.
(Rin e Len)
Acordei e vi que já era noite. Len dormia feito um anjo.
“Não quero acorda-lo mas... Impossível me segurar!” –pensei
Levantei de leve e peguei um copo de agua da pia e então...
–TSUNAMI! –gritou o loiro assim que acordou com eu jogando agua fria nele.
Desatei a rir do desespero dele, quando ele notou que eu segurava um copo com algumas gotas de agua e ria muito, se levantou dizendo.
–Sua... Eu vou te pegar!!!
Parei de rir e sai correndo pela casa.
“Pera! Não posso ir pra sala, na verdade não posso sair do segundo andar! ESTAMOS COMPLETAMENTE NUS E EU SÓ NOTEI AGORA!” –pensei entrando em desespero.
Me escondi atrás da porta do meu quarto e Len entrou lá sem me notar. Quando ele estava um tanto longe de mim sai de trás da porta sendo notada pelo loiro, sai do quarto rápido fechando a porta com Len lá dentro.
Voltei ao quarto de minha mãe e me escondia dentro da banheira gigante dela, que estava vazia no momento.
Ouvi passos do Len entrando no quarto, depois ficando cada vez mais e mais perto.
–HÁ! ACHEI VOCÊ! –disse ele entrando no banheiro e vindo ate mim me fazendo cosquinhas. Eu já estava ficando mole de tanto rir quando ele parou e me beijou. Me sentei em seu colo de modo que minhas pernas ficassem abertas com a cintura dele entre elas. Ele passou a mão por minhas costas e pernas. Nos separamos por falta de ar e eu me levantei.
–Onde vai agora? –perguntou ele, notei que ele estava ficando excitado.
–Melhor tomarmos um banho! –gritei do quarto de minha mãe.
–Por que? –gritou ele de volta.
–Porque a Lua e Vênus estão vindo pra cá dentro de 1 hora. –falei vendo o celular com mensagem das duas, escorada na porta do banheiro. Depois joguei o celular pra trás, ele caiu na cama de minha mãe e fechei a porta do banheiro a trancando.
–Vamos tomar um BANHO, okay? –falei ressaltando a palavra banho.
–É quem sabe. –disse ele sorrindo perverso.
–Sabia que esse seu sorriso é muito lindo? –falei me aproximando e ligando a água quente da banheira que começou a se encher.
–Sabia que o seu corpo parece de uma Deusa?
–Ah é? E agora? –falei fazendo uma pose “NADA” erótica.
–Agora é uma Deusa do Sexo. –disse ele se levantando e me trazendo para banheira também. Ri e fui com ele. Nos sentamos e começamos a nos beijar novamente. Len apertava minha bunda e meus seios e eu gemia alto. Desliguei a agua quente, pois já tinha enchido tudo, liguei a hidromassagem e coloquei sais de banho. A espuma começou a surgir. Peguei um pouco e coloquei na cabeça de Len, depois um pouco em seu rosto.
–Parece o Papai Noel! –falei rindo, ele se aproximou passando as mãos em meu corpo.
–Só se você for a Mamãe Noel. –disse ele com a mão em minha intimidade a massageando.
–L-Len... –gemi
Ele me penetrou com os dedos e fez movimentos rápidos de vai e vem, puxei ele para um beijo passando mão em seu membro.
Nos separamos por falta de ar e nos levantamos, Len passou agua sem sabão em seu membro e eu me apoiei na parede. Ele segurou minha cintura e me penetrou indo cada vez mais rápido. Passou a mão por minha barriga ate chegar aos meus seios e massagear e apertar um de cada vez com a mão esquerda. Eu gemia o nome dele alto. Chegamos ao clímax e gozamos. Nos sentamos na borda banheira e nos beijamos. Me sentei por cima de Len e coloquei seu membro na entrada de meu órgão. Movimentos de ciam para baixo foram feitos, como seu eu pulsasse em seu colo. Ele gozou de novo e voltamos para dentro da banheira.
–Agora banho, certo? –perguntei arfante
–Certo. –respondeu ele também arfando.
Tirei a liga que prendia o cabelo do mesmo e lavei seu cabelo e suas costas. Ele lavou meu cabelo e massageou minhas costas passando as mãos por baixo do meu braço massageando meus seios também.
–Não era banho?
–Só estou lavando o corpo da minha Deusa.
–Aham sei... –disse segurando suas mãos e me virando para ele dando-lhe um selinho demorado.
Terminamos o banho, me enrolei com uma toalha e peguei outra para Len que prendeu na cintura. Fui ao meu quarto e peguei um vestido braço com detalhes de amarrar no busto e de alça. Voltei ao quarto da minha mãe com o vestido na mão e calcinha e sutiã. Coloquei em cima da cama e Len pegou minha calcinha e sutiã.
–Branca ou transparente... Realmente não da pra saber. –disse ele analisando a cor
–Aham aham... Vou pegar uma roupa para você.
–Tem roupa minha aqui?
–Não, vou pegar do meu pai.
–Qual pai?
–O que não é seu tio e nem um bêbado vagabundo.
–O seu verdadeiro...
–Sim, deve ter algo que caiba em você. Mamãe guardou todas as roupas dele e sempre lavava e passava todas de mês e mês. Fiz o mesmo, com as dela também! –disse sorrindo procurando roupas para Len numa gaveta do armário. –Se você abrir a porta do armário vai ver as roupas da mamãe todas limpas e passadas.
Ele se levantou e abriu a porta vendo exatamente o que eu tinha dito.
–Minha boneca de porcelana ama muito os pais, não é?
–Muito! –disse me levantando com uma peça de roupa para Len. Entreguei a ele uma blusa social branca e uma calça com estampa do exercito. –Meu pai era militar... Se não gosta da estampa posso procurar outra calça e/
–Eu gostei da estampa e... Pode chorar se quiser...
Lagrimas surgiram nos meus olhos, falar dos meus pais, isso não é nada fácil. Len me abraçou e deixou eu chorar no seu ombro por alguns minutos, depois que eu não tinha mais lagrimas, nos vestimos e descemos. Fiz um lanche para todos com ajuda de Len.
–Não Len...! Não coloca a cenoura com casca! –disse quase em desespero, estávamos fazendo bolo de cenoura e Len não tem um pingo de jeito pra cozinha.
–Por que não?
–Porque não pode! –suspirei pegando a cenoura da mão dele e tirando a casca. –Sabe fazer suco?
–Suco? –perguntou ele
Respirei fundo e falei.
–Vai ser melhor se você deixar a cozinha para mim.
–Então o que eu faço?
–Coloca uma musica legal e arruma a mesa. –mas ai me veio uma duvida... –Você sabe arrumar uma mesa...?
–Ei! Eu não sou tão idiota assim não! –disse ele irritado
Ri da reação dele e continuei a fazer o bolo, quando coloquei o bolo para assar fui ver a mesa.
–Len... –chamei
–Oi?
–Não é um jantar de gala... é só um lanche... Pra que tanto talher?!
–Lá em casa se arruma a mesa assim.
A mesa tinha tantos talheres, cada um com uma função diferente, como se fosse fazer um banquete. Tirei a maioria dos talheres e guardei de volta.
–Eu preciso te ensinar a por uma mesa... Que nem gente normal! –o repreendi
Ele me deu língua e sorriu.
–Pode pelo menos vir dançar comigo? –ele estendeu a mão para mim.
–Sei não... Da ultima vez não foi SÓ DANÇA, não. –falei relembrando quando dançamos tango.
Ele riu inocente, acabei rindo junto. A campainha tocou e fui atender.
–Yoo Rin! –Lua e Vênus
–Por que tanta alegria em? Posso saber o que vocês aprontaram? –perguntei insinuando varias e varias coisas, os olhos das duas se encheram de brilho e o sorriso inocente aumentou, elas me puxaram para dentro e contaram tuuuudo o que tinha feito.
Len tinha recebido Luki e Mikuo e estes conversavam também em outro canto.
–E o que você fez Rin? –Vênus
–Já contamos o que a gente fez! Sua vez agora. –Lua
Relembrei tudo o que eu tinha feito no dia... Meu rosto ficou que nem um tomate. Quando olhei para as duas novamente elas estavam com um sorriso perverso no rosto.
–EI Len!!! QUANDO PODEMOS VISITAR A MATERNIDADE?!?!? –gritaram as duas correndo na direção de Len.
–EI! VOCÊS!!!! EU NÃO DISSE NADA DISSO!!! –gritei indo atrás delas.
–Len já vai ser pai?! –Luki
–Esse é meu garoto! –disse Mikuo dadno tapas nas costas de Len
–Eu o que??? –Len
–Quantos vão ser? –Lua
–Querem menina ou menino? –Vênus
–Já escolheram o nome? –Lua
–Quando nascem? –Vênus
–Podemos ser madrinhas? –perguntaram juntas com os olhos brilhando ainda mais!
–EI! –gritei, elas olharam para mim e lancei um olhar maníaco para elas, uma aura negra se estabeleceu no local e elas começaram a tremer de medo.
–AAAHHH! SOCORRO! MANIACA DOIDA QUE VAI SER MAMÃE!!!! –gritaram siando correndo pela casa
–EU VOU MATAR VOCÊS!!!!! –falei indo atrás delas
Os garotos se matavam de rir.
A noite prosseguiu assim, animada.
Fale com o autor