Bonecos e Bonecas de Porcelana-Rin e Len
47 Cap. 47 - Adeus Gumi e Gumo Part. 2
Rin POV
–E agora o que vamos fazer? -Len
–Vamos ao planetário?
–Aquela montanha russa no universo? -Gumo
–É! Me disseram que era legal.
–É uma montanha russa Rin. -Gumi
–Mas eu quero ir. Vamos?
–Se você quer ir... PARTIU! BORA CAMBADA! -Gumi
Ela segurou minha mao e saiu correndo pra fila, depois de uns 3 minutos entramos no brinquedo.
–Vai ser divertido! -Gumi
–Dizem que tem uma queda logo no começo. Rin você esta ciente disso? -Gumo
–Estou. Mas eu quero ver as estrelas e os planetas.
–Vai mostrar pra eles sua cara de pavor também? -Len
–Fica quieto ai, não fui eu que tava apavorado com uma bonequinha e coelhinhos fofos!
–UIIII! ESSA DOEU! -Gumi
–Len quando se ficou frouxo assim?
Autora POV
–quando decide não ama-la mais. -sussurrou o loiro para si mesmo, estava se relembrando da sua escolha, uma escolha que estava ardendo em seu peito, ele não sabia mais o que fazer, se sentia mal e não queria mais isso, mas não ia mais se entregar ao charme da loira.
–O que disse Len? -Gumo
–Nada não. A proposito... Já começou.
–O que? -Rin
–O brinquedo medrosa.
–E... Descendo...!!! -Gumi
Uma queda, um lupi, o carrinho dava voltas e curvas imprevisíveis. Coisas que deixariam Rin simplesmente apavorada, mas a loira prestava atenção nas constelações e nos planetas, de vez em quando jurava ver estrelas cadentes e implorava a elas que fizessem seu coração parar de doer.
Len fazia o mesmo desejo, aquela dor que ambos sentiam era de mais para qualquer um sentir. Era como desabar num abismo sem fim e sem ninguém. A falta que ambos se faziam era algo inimaginável. Mas o orgulho predominava. Não iam se falar, não iam se desculpar, não iam falar sobre nada que tivesse a ideia dos dois estarem juntos.
As estrelas dançavam e cantavam uma melodia um tanto triste. Trovões começaram a ser ouvidos, raios brilhavam mais que as estrelas. O carrinho começou a subir de novo e o céu apareceu, nuvens de todas as cores iluminavam o local. O sol não era visto, um rock começou a tocar mais forte.
–Not gonna die... Skillet. -Gumi disse admirada
–Por isso eu falei esse brinquedo.
–Na queda final ele toca um rock que deveria ajudar aos passageiros a resolverem seus problemas. -Gumo
–não vou morrer se não te amar? é isso então?… -sussurraram os loiros para si mesmos.
–É agora! -Gumi
O carrinho começou a cair numa velocidade incrível e em parafuso. Todos gritavam se divertindo.
Depois o carrinho se estabilizou e subiu novamente mas ai... Acabou.
–Ele começa já de cima. -Len
–Por isso a queda no inicio. -Gumi
–Faz sentido... FOI MUITO LEGAL! -Gumo
–Também achei! -Rin
–Foi show. -Len
–E agora? To com fome... -Gumi
–Vamos pra um karaokê? Lá tem comida e podemos cantar. -Len
–Boa ideia Len! -Gumi — Então vamos?? -perguntou a esverdeada animada para loira.
–Claro! -ela sorriu gentil para a outra que pulou de alegria.
Foram para um karaoke e pediram pizza, batatas fritas com quejo e bacon, refri e ainda pediriam sobremesa.
–Quem vai primeiro? -Rin
–Por que você e o Len não cantam aquela? -Gumi
–Qual? -Len
–Kokoro, Servant of evil, Magic Mirror, Eletric Angel, Corrupted Flower, Orenge, Fire Flower, Adolescence, A L C A N O, Remote Control, Suki Kirai, virgula, virgula, etc… -Gumo -Seja um pouco mais especifica Gumi...
–Eu não sei... Estava pensando em vaaarias... -Gumi
–Hmmm... Já sei. -disse a loira
–Eu também? -Len
–Sim, vem. -ela o chamou
Ele levantou do sofá e foi ate ela, pegou um microfone e observou ela escolhendo a música.
–Ah... Essa.
–Não quer?
–Tanto faz.
–Okay... -falou a garota meio triste com a resposta. A música não era algo MUITO romântico ou sei lá, mas no fundo ela só queria cantar com ele um pouco...
–Então?… -Gumi
–Só ouça... -Rin
♪Desde o dia em que te conheci,Você é o único que eu amo. Os dias que foram separados, todas as nossas memórias
Se você é (você é) ainda lá debaixo daquela árvore, Eu vou definitivamente ir lá para conhecê-lo
Indo através do mar.
Lapidação de ondas soa melancolicamente
Eu posso te encontrar para além do som do surf longe
Eu vou jogar, acreditando que Agora, eu posso ouvir essa canção ...
Quantas noites eu tenho para vê-lo?Ah, a música pode ir em frente ao mar de mil braços...
A bela pedra pequena que você me deu (eu te dei) Ele mostra o futuro do nosso amor . Você estar ao meu lado
E ternamente sorrir
Eu não quero acordar de um sonho de manhã
A costa da areia amarela vai para sempre.
Soprado pelo vento, faz meus olhos embaçados.
Eu quero acreditar que eu posso vê-lo um dia
Ei, você pode ouvir esta canção?
Quantas noites eu tenho que contar para vê-lo?
Ah, a música pode chegar na areia costa de milhares de milhas
E obter-lhe que estava esperando por mim!
Lapidação de ondas soa melancolicamente
Eu posso te encontrar para além do som do surf longe
Eu vou jogar, acreditando que
Agora, eu posso ouvir essa canção
Quantas noites eu tenho que passar para vê-lo?
Ah, a música pode ir em frente ao mar de mil braças
E obter-lhe quem eu ardentemente para!♪
Quando pararam de cantar foram aplaudidos pelos esverdeados.
–Que linda! -Gumi
–Vocês juntos são incríveis.
–Talvez nem tanto. -Rin e Len falaram juntos, se entreolharam pelo canto dos olhos e se sentaram.
Autora POV
Gumi e Gumo acharam muito estranho o que eles tinham dito mas preferiram não comentar.
–E-Entao quem vai agora? -Gumo
–Vai lá Gumi! -Rin
–Okay!!
Ela foi lá pra frente e pegou o microfone, escolheu a música e começou a cantar.
♪"Se por 51 dias você assistir o sol se pondo
Nesta colina, seu amor se tornará verdade"
Seu ceticismo em minha
Expectativa era evidente
Enquanto ele observava o céu de verão
Não tem como você acreditar nesse rumor, não é!? De maneira alguma
"Quanto você está desesperada?" ouvi-lo dizer isso me irrita
Poderia para de me olhar como eu fosse idiota? É como se fosse uma oração, ok ok!?
Quando eu estou desesperada isto é necessario
"Ele não me escuta, parece uma criança"
Não quero ouvi-lo, pois eu já decidi
Eu me apaixonei
Percebi que me apaixonei por você e me apaixonei muito mais
Me tornei mais sensível, curiosa e chorona
Juntando pequenos pedaços de coragem durante os 51 dias
Quero que esses sentimentos alcancem o céu
Ele está mesmo bravo com esse olhar mal-humorado, honestamente
Se você odeia assim, não deveriam vir comigo todos os dias, não é? Sinceramente
"Está escuro, é perigoso" você está me tratando com criança
"Você não continuará" sim sim, me veja
Por ser você
Que eu consigo ser tão relaxada? Pergunto
Escondo esse amor, mas quero ser correspondida
Ele sempre me consola, quando estou com o coração partido
Que esses sentimentos alcancem ele
Quando nos tornamos adolescentes crescemos separados
Você cresceu e sua visão ficou mais ampla
Varia coisas mudaram, sermos amigos de infância ficou tão
Difícil, desconfortável, vergonhoso
No 51° dia vendo o sol se pôr
Na colina estavam duas sombras
"Dessa vez por que você se apaixonou? Eu te ajudarei"
Enquanto ele resmungava eu peguei sua mão
"Isso é, porque eu me apaixonei, por você"
Com um olhar incomodado seu rosto ficou vermelho
Sua forma de esconder a vergonha não muda, não é?
Eu percebi que também gosto disso em você
"Você foi lerdo" espere não me belisque ♪
Todos aplaudiram.
–Uhuuu! Gumiii!!! -Rin
–Hehe! Gumo sua vez!
–Eita... -ele se levantou e pegou o microfone com Gumi -Okya deixa ver... Ah. Essa.
♪Dizer a todos meus sentimentos, nessas simples palavras, não há como. Eu sei, eu já te amei, mas é difícil.
O que eu devo dizer num momento desses?
Aquele que me amava, quem era mesmo? Pensando nisso, eu vejo, nossa história sumir, desaparecer da minha mente.
Mas ainda há laços que nos unem.
(Se eu esquecer você, eu poderei refletir um pouco)
"Se for verdade, deixe ser", você diz mas eu não sei.
No fundo eu sou só uma covarde
Se nós descutíssemos o contrato entre eu e você
Eu sei que minha queda seria ainda maior.
Dizer a todos meus sentimentos, nessas simples palavras, não há como. Eu sei, eu já te amei, mas é difícil.
O que eu devo dizer num momento desses?
Aquele que me amava, quem era mesmo? Pensando nisso, eu vejo, nossa história sumir, desaparecer da minha mente.
Mas ainda há laços que nos unem.
(Só me fez sofrer, você foi impiedoso)
"Se for verdade, deixe ser", você diz mas eu não vou.
Porque eu tenho medo de prosseguir.
Montblanc é o mais doce
Quando comido descalço, com alguém que você ame, mas não posso fazer isso com você.
Está certo, você ainda está aqui, mas vai desaparecendo lentamente
Agora eu posso te dizer o quanto eu te amo
(Seria melhor se você morresse, aqui, em frente aos meus olhos)
"Se for verdade, deixe ser", você diz mas eu não sei.
No fundo eu sou só uma covarde
Se nós descutíssemos o contrato entre eu e você
Eu sei que minha queda seria ainda maior.
"Se for verdade, deixe ser", você diz mas eu não sei.
Eu queria que fosse uma mentira, mas a verdade era que
Eu vacilei e te deixei, eu sei
Eu ainda sou uma covarde
Montblanc
Depois de ter dito e feito, depois de eu ter dito que você não é o único
Você forçou o desgosto em mim, e por causa disso, não posso respirar.♪
–ESSE É MEU GAROTO! -disse Gumi levantando e dando um beijo no garoto.
Rin e Len riram. Depois sentaram todos de novo e comeram a comida e conversaram um pouco mais.
Apos um tempo e muita cantoria foram embora. Len foi pra sua casa e Rin para do pai.
Ao chegar a loira foi direto para o escritório do pai.
–Pai...
–Oh! Rinzinha você voltou!
–Sim mas...
–O que foi?
–Eu queria saber se...
Na casa dos Kagamine....
Len subiu para seu quarto e tirou a camisa com raiva. Estava cansado e com raiva de tudo. Se jogou na cama e ficou olhando o teto. Se levantou, andou pelo quarto todo, ficou de frente para parede a encarando e a socou do nada morrendo de raiva.
–MAS QUE SACO!! EU ODEIO ISSO!!!
Deu mais 10 socos diretos na parede e ficou com a mao tremendo e sangrando.
–odeio isso...
–Filho aconteceu alguma coisa? -sua mae começara a bater na porta o chamando. Ele foi ate lá e abriu.
–Oi mae...
–Meu deus! Sua mao! -ela saiu correndo para seu quarto e voltou para o do garoto o levando para cozinha rapidamente. Acendeu todas as luzes e se deparou com ossos quebrados e muito sangue.
–Eu não posso fazer nada! O jeito aqui é a emergência! QUERIDOOO VEM AQUI! AGORA!
O pai do garoto desceu as décadas correndo assustado e ao chegar na cozinha ficou imóvel. Quando recuperou a consciência gritou.
–LEN! O QUE HOUVE? O QUE ACONTECEU???
–Emergência! Rápido! Cadê a porra do carro???? -gritou a mulher desesperada e com raiva.
O pai de Len abriu a porta da casa e lá estava o motorista já com o carro ligado, esperando seus passageiros.
Eles correram com o garoto para o hospital em desespero e ele sem dizer absolutamente nada. Quando chegaram foram logo atendidos. Tiveram que colocar uma luva negra que ia de seu punho ate antes do cotovelo.
–Tem que ficar com isso por um tempo, tirar para trocar as bandagens de tempo em tempo e...
–Da licença. Eu não quero ouvir e não to nem ai. Nem queria vir aqui. E se eu quis socar a parede sabia já o que aconteceria! Então me poupe de tudo isso. -disse o loiro irritado com o falatório da médica.
–Len! -repreendeu a mae
–Eu não ligo. Obrigado pelos seus serviços mas tchau. -ele saiu da sala e voltou pro carro, depois de alguns minutos seus pais voltaram.
–O que aconteceu com você agora? -peguntou seu pai serio e preocupado.
–Briguei com a Rin.
–E isso é motivo ora sair socando a parede?! -mae
–Quer mesmo que eu responda?
–Kagamine Len, respeito! -pai
–Aham...
–Len vocês vão se resolver se acalme. -mae
–O problema é esse! Eu não quero mais.
–Vai terminar com ela?
O garoto não respondeu, apenas baixou a cabeça e sentiu os olhos marejarem.
–E-eu...
Na casa do pai de Rin...
–Tem certeza? Eu posso comprar a casa sim, mas...
–Eu sei... Eu tenho certeza do que quero.
–Vou comprar a casa amanha mesmo. Saiba que ela ainda esta do mesmo jeito de antes.
–Eu sei. Obrigada pai... Muito obrigada! -ela o abraçou e começou a chorar em seus braços.
–Sakine! Sakine!!! -gritou o pai da garota
–Oi oi! Rin! Vem cá... Acalme-se... Eu to com você. -disse a garota de vermelho com a irma noa braços.
Depois de uns 35 minutos chorando ela desmaiou de sono.
–Eu a levo pro quarto. -Hiyama a pegou no colo e levou para seu quarto, a colocou na cama e saiu.
Yuki estava em seu qaurto ouvindo tudo, sabia que Rin estava mal e ouviu a loira no quarto, foi ate ela e a encontrou no chão segurando uma camisa masculina.
–Nee-chan...
–Y-Yuki...
A garotinha correu ate ela pegou a camisa e jogou num canto qualquer colocou a irma na cama de novo e deitou com ela.
–se doi tanto... Esqueça-o... Eu sei que...
–Eu não consigo Yuki... E-eu...
–tudo bem nee-chan... Descanse, ainda tem que ir ao aeroporto hoje.
–a Luka vai embora não é?
–sim nee-chan...
A loira começou a chorar novamente, mas estava tao cansada que adormeceu.
Casa do Kagamine.
Len acordou com o celular tocando e viu que era Gakupo.
–Alo.
–Len?
–Quem mais seria?
–Relaxa mano. Vai vir se despedir?
–To indo. Desculpa ter sido grosso.
–Vocês brigaram não foi?
–Sim.
–E não vão se reconsiliar?
–Eu to indo ta. Tchau.
Desligou o telefone e foi colocar uma roupa. Desceu as escadas e viu sua mae na cozinha.
–Por que esta acordada essa hora mae?
–Por que você esta acordado? -rebateu a mulher
–Meus amigos vão embora e...
–Tudo bem, vai, só não soca nenhuma parede, elas sofrem também sabia?
O garoto riu, abraçou a mae e ela lhe deu um beijo na testa.
–Vai lá. -o garoto foi ate a porta e antes que ele saisse -Chorar é humano, errar é humano!
Depois foi embora.
Na casa do Hiyama
O celular de Rin começou a tocar e Yuki atendeu.
–Alo?
–Quem é?
–Luka?
–Sim, mas quem é?
–Kaai Yuki. A Rin tem que ir te encontrar agora?
–Seria...
–Okay. Vou ajudar ela a se aprontar. Tchau.
–Tchau Yuki...
Yuki acordou Rin, mandou ela tomar um banho, escolheu uma roupa pra ela e a vestiu. Chamou Sakine e ela fez uma maquiagem para tentar desfarçar a cara de choro.
–obrigada...
–Tem certeza que quer ir sozinha?
–Sim...
–Certo... Se cuida nee-chan.
–Ta...
Rin saiu de casa e 1 minuto depois ele chegou. Foi para o aeroporto e ao chegar lá correu pros bracos da rosada.
–Rin! Eu vou te mandar cartas, roupas e um monte de coisas!
–Ta ta... Luka...
–Voces brigaram não é? Eu sou especialista em maquiagem, Sakine não consegue me enganar com isso.
–Sim brigamos e acho que dessa vez...
–Não! Shiii! -Luka não a deixou terminar e apertou mais o abraço.
–Vocês vão se entender... Calma.
–E-eu acho que não!
Luka soltou a amiga e sentiu pena e dor por ter que deixar ela naquela situação. Olhou mais adiante e viu Len chegando com imã luva estranha preta.
–Len! O que aconteceu com seu braço?
–Eu... Eu... Uma parede vuou no meu punho umas 10 vezes.
–Você entrou numa briga com a parede? Len você se superou dessa vez! -Gakupo, ele abraçou o loiro e ficaram conversando num canto.
–Sabe que ele esmurrou a parede por sua causa né?
– . . . . . . . . .
–Rin... -Luki a chamara.
–Oi Luki...
–Luka eu... -Luki
–Rin eu vou falar um pouco com o Len ta. -Luka
–Certo...
Luka foi ate Len e Gakupo deixando os dois sozinhos.
–Rin eu...
–O que foi Luki?
–Esta com raiva?
–Não.
–Esta feliz?
–Não.
–Esta triste?
–Interrogatório agora?!
–Desculpe... E me desculpe pelo o que eu vou fazer agora...
Ele puxou ela pela cintura e lhe deu um beijo ardente.
Rin ficou desorientada, não sabia o que fazer.
Len olhou para eles e ficou imóvel, suas pupilas dilataram e ele começou a tremer. Luka vendo o estado do garoto, se virou e viu a cena daquele beijo. Gakupo não sabia o que fazer.
Rin se recuperou e se debateu ate Luki a solta-la.
Len começou a andar em direção ao garoto, cada vez mais rápido, quando chegou lá deu um soco em Luki, que o fez cair no chão com o canto da boca sangrando.
–E-Eu vou te matar agora!!!
–Gakupo!! -Luka
Gakupo correu ate Len, o segurando, ates de ele avançar no rosado.
–Len se acalma! -Gakupo
Ele não se controlava, estava ardendo em fúria e queria matar Luki naquele instante.
–Len acalme-se! -Luka
–LEN! -gritou Rin
O garoto parou de tremer mais ainda estava com raiva, olhou para loira e viu seu rosto assustado e molhado de lagrimas. Parou de se debater e Gakupo o soltou.
–Rin... -ele se virou para Gakupo lhe abraçou e disse. -Me desculpe por não te dar um adeus digno de sua amizade.
–Len onde você vai? -Gakupo
–Tchau Gakupo, se cuida Luka! E Luki... Seja feliz! -depois saiu correndo e voltou para casa.
–L-Luka...! -Rin
–Oh Rin... -ela correu e abraçou a garota em prantos. -Acalme-se...
–Mas Luka....!!
Ela a abraçou mais forte.
Depois de um tempo tiveram que se despedir e Rin voltou para casa. Ao chegar se jogou no sofá chorou mais e desmaiou de sono.
Len estava em casa, com raiva de tudo e confuso, foi para o jardim para respirar um pouco. Se sentou numa mesa que tinha lá e tentou se acalmar. Olhou pra lua procurando uma resposta.
–Já fiz isso não é? Na noite do baile... Quando Rinto... -suspirou -Eu sou idiota, eu me odeio...
Fale com o autor