Bonecos e Bonecas de Porcelana-Rin e Len

40 Cap. 40- Quer namorar comigo? Hime-sama x Principezinho


Notas iniciais
Tem erro???? LEGAAAAL! TO COM PREGUIÇA DE CORRIGIR. '-'

Autora POV

–Quer namorar comigo? –falou Len meio envergonhado mas confiante. A plateia quieta esperando a resposta.

Rin sentiu que ia desmaiar de tanta emoção. Ela esperava tanto por essa pergunta que agora não sabia bem o que dizer. Passou um minuto, na plateia ouvisse cochichos, isso só deixava Rin mais nervosa. Len estava suando frio.

–Rin?... –sussurrou para que só ela ouvisse.

–E-eu... –todos se calaram. Rin respirou fundo, engoliu o choro (de felicidade) e usou o pouco de sanidade que ainda lhe restava. –MAS É CLARO QUE SIM! –gritou

A plateia se levantou e começou a gritar e aplaudir.

–BEIJA! BEIJA! BEIJA! BEIJA! BEIJA! –gritavam

Len beijou a mão de Rin, se levantou, puxou ela pra si e deu aquele beijo de filme, aqueles que as garotas ficam sendo seguradas pela cintura pelos seus amados. Um beijo assim, intenso porem calmo, de dar falta de ar mas revigorante, voraz mas delicado. As cortinas se fecharam. Miku, Gumi, Luka, Kaito, Usee, SeeU, Gumo, Luki, o bonde todo! Foi abraçar os dois dando-lhes os parabéns. Depois de tirarem os figurinos, Rin e Len foram encontrar seus parentes, obvio que estavam de mãos dadas.

–Ah mas esse é meu garoto! –pai do Len

–Mas olhe que bela nora eu tenho! –mae

–Cuide bem dela hein! –pai da Rin

–Rin parabéns! –Mayu

–Achei que já estavam juntos. –Saki

–Depois eu te conto toda a historia Saki! –Mayu

–Aleluia! Depois de terem feito uma aposta, de terem brigado, de terem ido a festas e brigado, de terem sido presos por uma ex-psicopata, depois de terem sido internados em estado critico no hospital, depois de compartilhar a dor da morte, depois de brigarem, depois de bancarem o cupido, finalmente estão juntos e assumidos! –Yuki

–Menina precoce... –Len

–Yuki anda bem informada hein... –Rin

–Heheheh... –Yuki

–Rin, Len! Vim parabenizar vocês pela ótima atuação... –Yune, ela foi diminuindo a voz assim que viu o pai de Rin.

Rin POV

–Kiyoteru?! -Yune

–Yokune?! –pai

–Uou…

–M-mas você não tinha… -falaram juntos –é... quanto tempo. Ãh...

–Se conhecem? –Len

–Sim ela/ele... –falaram de novo

–Eles já foram namorados. –sogro

–Ah é?

–S-sim... –novamente juntos

–Então deixaremos vocês a sós...

Dito isso fui com todos para um outro lugar.

Yokune POV

–A quanto tempo.

–É...

–Conseguiu se formar?

–Mas é claro!

Ri, ele me acompanhou.

–Sabe que agora ela não vai parar de pegar no seu pé né?

–Sei... Mas não tem problema.

–V-vamos marcar de nos ver um dia desses que tal?

–Esta me chamando pra sair?

–N-não...

–Não minta pra mim, sabe que não consegue.

–S-sim estou...

–Ok.

–To interrompendo? –Rin

–Não o que foi?

–É que eu e o Len queríamos ir a praia nessas férias então eu pensei...

–Ela queria que vocês nos levassem a praia. –Len

–Por mim tudo bem.

–Claro Rinzinha! –Kiyoteru

–Arigato! –e lá se foram os loiros.

–Sabe que as férias deles começam daqui um mês certo?

–Mas já?!

–Pois é.

–Bom... voltando ao assunto.

–Amanhã na sorveteria do parque, as 10 da manha. Ok?

–Ok. Ate mais ver. –ele se aproximou e sussurrou no meu ouvido. –Yune-chan... –depois me deu um beijo na bochecha e foi embora.

–Sabe muito bem que eu não gosto desse apelido! – gritei, ele se virou e de aquele sorriso bobo que faz meu coração disparar.

Len POV

Depois da peça fomos para um restaurante para jantar. Um lugar bem bonito, portas e janelas de vidro coma vista para a cidade e o céu. Sentei ao lado de Rin e segurei sua mão. Cheguei perto do ouvido dela e sussurrei.

–Eu te amo minha princesa... –ela se virou rápido a tempo de colar nossos lábios mesmo que por uns três segundos. Depois falou pra eu me aproximar dela, foi o que fiz.

–Eu sei. Hihihih.

–Só isso?

–Só!

–Ta bom vou embora... –virei o rosto, ela com uma de suas lindas mãos delicadas, pegou meu queixo e me deu um beijo. Depois se aproximou do meu ouvido e sussurrou.

–Eu também te amo meu príncipe. –e mordeu minha orelha.

–Cuidado hein. –mae

–Com o que? –Rin

–O Len... fica ativo fácil fácil. –tio

–O QUE?! –momento tomate ON.

–Heheh. Tomarei mais cuidado. –Rin

–Você acreditou?!

–Len-oni-chan, esta claro... –falou Yuki apontando pras minhas pernas.

–Precoce.

–Fácil. –Yuki

Cruzei as pernas e esperei passar. Pedimos, comemos, bebemos, conversamos e enfim fomos para casa. Eu e Rin fomos pra minha, porque eu queria ficar com ela sem uma criança de nove anos super hiper precoce do meu lado. Subimos e trocamos de roupa. A Rin pra me enlouquecer colocou um baby-doll rosa transparente.

–Quer me deixar louco?

–Talvez... –me empurrou na cama e ficou sobre mim.

–Será que quero?

–Se quiser saiba que já conseguiu! –puxei ela para um beijo ardente e aproveitei para apertar as cochas dela. Ela soltou um gemido, mesmo que baixo aquilo me deixa mais excitado. Inverti nossas posições, ficando por cima da loirinha. Mordisquei sua orelha.

–L-Len...

Desci ao seu pescoço e fiz umas três marcas que amanha ainda estariam ali. Coloquei uma das mãos por dentro da baby-doll dela e apalpei um de seus seios enquanto beijava o outro ainda por cima da roupa. Ela me empurrou ficando em cima de mim, desabotoou minha camisa e jogou longe, fez o mesmo com minhas calças.

Autora POV

Do pescoço ate a barriga Rin deu beijos leves em Len, passando a mão por cima da cueca do garoto o enlouquecendo de prazer. Len tirou de Rin a baby-doll tendo enfim a visão completa dos seios da loira. Sentados na cama, Len puxa Rin pra si e beija seus seios, um de cada vez, a loira por sua vez só tem a opção de gemer. Eles se deitam, Len vai descendo os beijos ate chegar nas cochas de Rin. Ele lambe e morde sua cocha perto da vagina da loira que ia ao delírio. Ainda por cima da calcinha branca, Len lambe a clitóris dela a deixando cheia de prazer.

–Ah... Len!...

O garoto sobe ate os lábios da moça e os cola aos dele, dando inicio a um beijo voraz. Rin arranhava as costas de Len mas ele não ligava. Tomando controle da situação a loira tira a cueca do rapaz expondo seu membro ereto.

–Fácil fácil né?

Riu e começou a lamber a cabeça, passando para os lado e beijando a cabeça novamente. Rin começa com o vai e vem devagar, os gemidos de Len aumentam e a velocidade com que a moça ia também. Ela perde o ar e cai para trás. Tira a calcinha branca e joga num canto qualquer. Len pega as pernas da loira e chupa sua clitóris de um jeito que qualquer um se renderia. Ele penetra ela com a língua varias e varias vezes, depois com dois dedos, indo devagar no começo mas depois de tanto ouvir a loira pedir por mais os movimentos de vai e vem foram ficando mais e mais rápidos. Cansado de brincar, Len pega seu membro e roça na entrada de Rin.

–Tem certeza? –a resposta foi rápida e afirmativa.

–Sim!

Len penetra Rin que dá um gemido agudo que ecoa pelo quarto. Os dois gemiam loucos de prazer. Rin fica por cima de Len pulando em seu membro com as mãos nos seios. Ate que chegam ao clímax e gozam. Rin cai deitada na cama, Len olha pra ela e vai ate sua boca, um beijo calmo e sereno, um boa noite.

Lenka POV

Acordei cedo como sempre e me arrumei, desci para tomar o café logo em seguida.

–Bom dia Lenka. –Pai

–Bom dia papai. Dormiu bem?

–Sim e você?

–Também.

–Bom dia! –Mamãe

–Bom dia mamãe. Gostaram da peça de ontem?

–Sua amiga Rin é muito boa. Aposto que você também ficaria linda de princesa. –Pai

–Com o príncipe certo todas somos princesas... –falei pensando em certo loiro.

Ding Dong...

–Eu atendo. –Mae

Ela foi ate a porta e voltou com Rinto todo arrumado.

–Lenka é pra você. –Mãe

–Ohayoo Rinto.

–Ohayoo Hime-sama. –disse beijando minha bochecha.

–Quem é esse? –Pai

–Pai eu te apresentei ele umas 10 vezes...

–Ainda não acredito que você ta namorando. –Pai

–Vão sair hoje? –Mae

–Se você deixar eu ir...

–Por favoooor! Deixa ela ir... –Rinto fazendo bico

–Pode ir sim querida. Bom encontro pra vocês. –Mãe

–Brigadaaaaa! –e abracei ela.

–Cuide bem da minha filha viu! –pai

–Pode deixar que eu vou tratar bem minha Hime-sama. –Rinto, ele pegou minha mão e fomos pra sorveteria do parque. Ficamos andando sem rumo, eu com sorvete de morango e ele de choco-menta.

–Esse é bom mesmo?

–É. Experimenta. –ele me deu um pouco do sorvete dele.

–É bom mas tem menta de mais!

–Hahaha, e o seu?

–Morango sempre foi bom! Toma, diga aaahh!

–O que?!

–Diga aahh!

–A-ahh –disse ele constrangido, dei sorvete pra ele.

–Hummm... É bom mas seus lábios são melhores. –dito isso me deu um selinho de 5 segundos. Como eu sei? Eu contei... Por que? Eu também não sei...

–Eu te amo loirinha.

–E-eu também te amo pervertido.

Ele riu bobo. Então é assim que se sentem quando as personagens de animes amam alguém... e esse alguém também te ama e ri bobo assim...

–Olha aquele menino que lindo... –ai não...

–Mas ele esta acompanhado. –baixei a cabeça já sei o que viria a seguir.

–Mas ela não merece ele.

Pessoas são más... Sinto mil agulhas serem enfiadas em meu coração. Rinto levanta meu rosto, jogando nossos sorvetes fora, e me dando um beijo demorado. Ele sabia o quanto eu me sentia mal quando falavam algo assim.

–Eu te amo, eu que não te mereço... Você é linda, perfeita, um anjo. Não ligue pro que aquelas recalcadas falam.

Ri sem jeito e o abracei, ele retribuiu.

–Que merda parece que ele gosta mesmo dela, menina idiota, deve ser mó puta, descarada.

–Pois é, ela deve ta pagando pra ele ser assim com ela HAHAHAHA. *CLAP* AÍ VAGABUNDA!

–Fale mais uma vez mal da minha amiga e eu te espanco! –mas não é a voz da ...

–Chispem daqui putas de esquina. –esse é o ...

Rinto me soltou e levou ate onde estavam os dois loiros e as meninas que estavam me chingando.

–Rin, Len...

–Oi Lenka, já que não é a escola não pode nos repreender por bater nelas ne? –Rin

–Não precisa bater nelas.

–Mas eu não vou deixar assim. –Rinto, ele se aproximou das meninas que estavam assustadas. –Falem mal da minha namorada novamente e eu vou matar vocês e colocar como quadro no museu e embaixo vou escrever...

–Recalcadas, putas e nojentas que não aceitam que ninguém quer elas. –Len

–Agora vão embora vadias e não voltem mais! –Rin

As meninas saíram com raiva.

–A-arigato... –falei, Rin me abraçou.

–Sempre vamos te proteger miga. –Rin

–Claro miga! Pra sempre viu! –falou Len com jeito de bixa, ri, todos rimos.

Andamos mais um pouco pelo parque e depois nos despedimos dos loiros.

–Ate mais Rin e Len.

–Ateeee! –e foram embora

–Vamos ao cinema agora? –Rinto

–Ta bom.

Pegamos um taxi e fomos para o cinema.

–Que filme quer ver?

–Pode ser aquele ali?

–Nossa parece nossa historia...

–É mesmo...

–Então vamos assistir The flower’s Promise.

Compramos pipoca e suco pra mim e Pepsi pra ele. Sentamos mais ao fundo e ficamos esperando o filme começar.

–Se você tomar muita Pepsi agora vai querer ir ao banheiro quando o filme começar.

–Isso é só balela mo.

–Depois não diga que não avisei.

–Ta. Agora em vez de brigar comigo posso te beijar?

–Precisava pedir?

Me aproximei dele e o beijei, normal agora, eu acho. O filme começou, passados trintas minutos Rinto cruzou as pernas, fingi que não notei, vinte minutos depois ele tava bem incomodado.

–eu te avisei, vai logo no banheiro... –sussurrei

–mas...

–vai logo.

–ta...

Ele se rendeu e foi. Fiquei esperando, o filme acabou e ele não apareceu.

–Meu Deus... Será que aconteceu alguma coisa com ele?!

Sai do cinema e fui pra fonte que tinha no centro do shopping. Peguei o celular e liguei pra ele, umas, duas, três, cinco, dez, vinte vezes ligadas e sem resposta, sendo quinze delas com recados. Eu tava meio que em pânico, me sentei e esperei um pouco. Senti uma mão no meu ombro, pulei com tamanho susto que eu levei. Quando olhei era o Rinto.

–Onde você tava? –gritei

–Toma. –ele me deu uma caixinha roxa.

–O que é isso?

–Um pedido de desculpas por ter saído no meio do filme e um presente.

Abri e dentro tinha uma pulseirinha prateada muito linda.

–Que linda! Obrigada!

–Agora combinamos. –ele mostrou o pulso com uma pulseira igual mas com o nome Lenka. Olhei a minha e tinha Rinto escrito. Ele me ajudou a colocar a pulseira e eu fiquei admirando ela.

–Obrigada mesmo...

–Tudo por você minha Hima-sama.

Abracei ele, ele me deu um beijo no pescoço e ele me acompanhou ate em casa. Já eram umas 19 quando chegamos na minha casa.

–Bom, é aqui que tenho que me despedir de você né? –falou meio... MELÂNCOLICO?!

–Rinto você ta bem? –me aproximei dele.

–To Hime-sama, só que ficar longe de você é um tormento...

–Mas é só um dia... Depois é segunda e vamos nos ver na escola.

–Lenka? –mamãe

–Oi mamãe.

–Rinto ainda esta aqui? –Mae

–Sim por que?

–Convide ele pra vir aqui amanha. Vamos fazer um churrasco, chame aquela sua amiga loira também.

–Yeeey!

–Hahah! Depois que terminar venha pra dentro querida. –mae e entrou de volta.

–Amanha venha aqui.

–Pra que? -Rinto

–Você não ouviu?

–não...

–Rinto você ta bem mesmo?

–não... Lenka... –ele caiu no chão.

–Rinto? Rinto?! Rinto isso não tem graça!- me ajoelhei ao seu lado e fiquei chaqualhando ele — Rinto! Rinto! RINTO! MAMÃE! PAPAI! ME AJUDEM!

Meus pais vieram correndo e me encontraram chorando com o Rinto caído no chão. Minha mãe se ajoelhou ao meu lado e colocou a mão na testa dele.

–Que susto... –mãe

–Mamãe o que houve com ele?! –eu ainda chorava.

–Calma querida, é só febre, ele devia estar cansado. –Mãe

Meu pai pegou ele no colo e levou lá pra dentro o deixando no sofá, mamãe colocou uma toalha molhada na testa dele e uma compressa de gelo por cima. Ele respirava pesado e suava frio.

–Mamãe ele vai ficar bem?

–Vai sim querida se acalme. –mae

–Tome um banho Lenka, vai te ajudar a se acalmar. –Pai

–Ok...

Subi e tomei um banho quente, realmente me acalmou e eu pude pensar. Resolvi ligar para o Len.

–Alo? Lenka?

–Oi Len.

–O que foi?

–É que o Rinto desmaiou de febre e...

–Vou falar que ele vai dormir aqui em casa. Mas ele fica ai com você pode ser?

–Obrigada.

–Mais alguma coisa?

–Sim, amanha venha com a Rin. Vai ter um churrasco!

–Opa! Partiu!

–Hahah. Ok ate!

–Ate.

Desliguei, coloquei um pijama rosa de short e blusa regata e fui pra sala ver o Rinto. É pois é eu tava só de toalha quando fui ligar pro Len, fazer o que? Eu tava preocupada com o que os pais do Rinto podiam dizer. Desci e encontrei o loiro acordado.

–Rinto, melhorou?

–S-sim... –ele tentou se levantar mas não deixei.

–Tem que repousar. –ele se rendeu, depois foi notar minha roupa.

–L-Lenka... –ele colocou a mão no nariz rápido.

–O que?

Ele apontou pra minha blusa, pervertido.

–E-eu vo buscar um lenço pra você.

Fui a cozinha dei a ele um lenço subi e coloquei um topo também rosa. Desci e o encontrei sentado vendo alguma coisa.

–Era pra você ficar repousando, deitado!

–Desculpa, você era muito fofa...

–Fofa?

Ele estava com um álbum de fotos de quando eu era bebe.

–Ah... Aposto que você também era.

–Não tanto quanto você e também...

–O que?

–Você continua fofa. – e deu aquele sorriso lindo e perfeito dele, com aquele olhar sincero, gentil e sedutor. Lenka se acalma!

–A-arigato...

–Senta aqui.

Me sentei ao seu lado e ele deitou no meu colo. Corei, mas não impedi. Tirei as presilhinhas que prendiam sua franja e fiquei alisando seu cabelo, ele fechou os olhos e dormiu. Que chato não posso deixar ele dormir aqui e nem com essas roupas.

–Mamãe. –chamei

–Sim Lenka. –ela viu a situação e sorriu. –Acorde ele e leve pro seu quarto, vou pegar umas roupas pra ele dormir.

–Ok... –e ela se foi. –Rinto... –nada- Rinto... –cutuquei ele, ele se mexeu e sussurrou.

–Lenka... te amo...

Sorri e beijei sua testa. Ele acordou.

–L-Lenka...

–Venha vamos pro meu quarto principezinho.

–Pri-pri-pri/

–Vamos logo principezinho.

Ele se levantou e eu também guiei ele ate meu quarto e o deitei na cama, sorte minha que é de casal.

–Não durma ainda, mamãe foi pegar roupa pra você dormi.

–T-ta... –ele parecia sonolento, também já eram umas 21 e andamos o dia inteiro. Mamãe me deu uma blusa de meu pai e uma calça velha.

–Coloque nele, acho que não vai conseguir se trocar de tão sonolento... –Mae

–Mas mamãe...

–Eu não conto pro seu pai, anda logo Lenka, quem dera minha mãe fosse que nem eu sou com você querida.

Ri, ela me deu boa noite e foi embora fechando a porta. Fui ate Rinto.

–Vo ter que te trocar ok?

De tão sonolento nem respondeu, se é que ouviu. Tirei o casaco dele e a blusa. Ele “acordou”.

–L-Lenka?!

–Se acalme, só vou trocar sua rupa.

–E-eu consigo so-sozinho!

–Ate agora você nem ouvia direito o que eu falava.

Ele olhou pros lados sem saber com responder. Coloquei a blusa de papai nele, ficou um tanto grande mas era só pra dormir então. Depois eu tinha que... Fiquei constrangida, ele olhou pra mim sorriu, pegou meu queixo e me deu um selinho.

–A parte de baixo eu consigo sozinho.

–T-ta...

Ele se levantou e eu sentei na cama, fechando os olhos em seguida. Depois de um tempinho a luz se apagou, senti mãos no meu rosto e um beijo calmo, abri os olhos era Rinto. Quem mais seria Lenka? Não sei! Fechei os olhos novamente e me rendi a ele. A língua dele pediu passagem e eu boba concedi. Nossas línguas se entrelaçavam e desentrelaçavam, descobrindo cada canto da boca um do outro. Paramos o beijo por falta de ar e deitamos na cama, ele me abraçou e beijou minha testa.

–Boa noite Hime-sama...

–Boa noite principezinho...

Notas finais
BLÁ BLÁ BLÁ... Sei lá mano... Agora nem sei o que tenho que falar com voces... By By '-'