Blue Sky-Nyah! edition-
8 Capítulo 8-Concretização e descanso.
Depois de encontrarem um lugar para espionarem, Maria, Aléxis, Duck e voltaram à cidade e caminharam para o esconderijo. Depois da caminhada, eles vão em direção ao portão vigiado pelos guardas, então começam a conversar:
—Qual a senha?-dizia o primeiro guarda os encarando-.
—De novo com isso? Vocês nos viram sair da ai.-fala um pouco nervosa, isso para ela era inútil, eles já viram ela entrando e saindo-.
—Desculpa garota, mais nós temos que fazer isso. Falava o segundo o guarda com um pouco de cansaço, sabia que não precisava realmente, mas regras eram regras-.
—Eu fui uma das pessoas que dei essa ordem, mas vou segui-la. "Morte aos desonrados, justiça aos honrados, teimam o rugido do leão" tudo bem? Agora nos deixem entrar-dizia de forma forte e imponente, deixando os guardas um pouco amedrontados, a autoridade que Aléxis emanava era um pouco assustadora-.
—S-sim senhora, nos desculpa.
—i-isso mesmo, e seu amigo o senhor Tarcks, já está lá dentro.
—Muito bem... Vamos indo então- dizia enquanto caminhava com os outros-.
Eles então seguem e entram pelo portão, e quando segam ao perto da casa, vem que Tarcks, Lux e Pedro estão os esperando:
—Olha só, finalmente chegaram...-dizia Tarcks
—Nós estávamos na saída da cidade, procurando um local adequado para executar o plano, é claro que demoramos.
—Calma não precisa se irritar, estava brincando apenas. -fala rindo do comentário-.
—Não estou irritada... Quer saber, vamos logo entrar.- fala entrando na casa-.
Assim que entram no esconderijo, eles se sentam nas mesas e conversam:
—Então, conseguiram oque precisamos?(fala com as duas mãos em cima da mesa, encostadas em sua cabeça)
—há... Sim sim, o sangue já foi pego, e colocamos nesse potão aqui- Tarcks fala enquanto pega o pote e o coloca na mesa, era grande, provavelmente uns 1000 ml de sangue animal-.
—Não está faltando mais ninguém?-perguntava Pedro, notando o sumiço de Arthur-.
—Arthur está falando com o senhor Stevens sobre o plano, e depois ele disse que voltaria- fala Aléxis-.
—Mandou o ele sozinho para aquele maluco? tenho pena dele-dizia Tarcks com um pouco de preocupação pelo rapaz-.
—por favor, não é como se ele fosse ser devorado ou algo do tipo.
—Por que estão falando isso? tio Tarcks, você falou com ele, o cara é tão ruim assim?-fala Maria com uma sobrancelha erguida, pois nunca o viu, mais tinha se lembrado que Tarcks foi falar com ele mais cedo-.
— bom...digamos que ele é...um pouco "temperamental" ,isso! Essa palavra o melhor descreve.
Depois de alguns segundos, a porta se abre e se viu Arthur aparecendo, ele estava um pouco pálido, nervoso, suas mãos estavam tremendo, parecia que tinha visto a própria morte em carne e osso. Quando chegou, se sentou e tentou se acalmar, todos os outros ficaram surpresos em vê-lo assim, com exceção de Tarcks e Aléxis, que já tinha falado com Stevens outras vezes, então já sabiam o que esperar:
—Hã...Arthur?!Você tá bem? O que ouve!?- Mike fala com preocupação em seus olhos, ele nunca tinha visto Arthur assim, isso para ele não era normal depois de uma "conversa"-.
—I-Isso...e-eu e-estou bem...s-só quero m-morrer...-fala com a cabeça baixa, parecendo como se tivesse visto algo horrendo, mesmo assim, ele tenta se controlar e recompor-se, mesmo aos poucos-.
—Vamos homem, resista, ele não é tão ruim depois que você se acostuma, me fala, contou tudo pra ele?-diz Tarcks em tom brincalhão, dando uns tapinhas nas costas dele, enquanto o olha com um pouco de pena dele-.
—s-sim, eu consegui contar tudo. — levanta devagar sua cabeça-.
—Perfeito, agora só precisamos de uma armadura quebrada para o plano-fala Aléxis-.
—Isso não vai ser necessário, eu posso pegar minha própria armadura e danifica-la o suficiente.
—Bom...Isso já resolve tudo, e agora? Devemos esperar?-dizia Pedro pensativo-.
—Amanhã nós vamos nós vamos treinar onde exatamente a isca vai ficar e onde se esconder, então nos preparar pelo fatídico dia, mas enquanto isso, eu vou falar com Stevens para ele bloquear aquela rota, e impedir que as pessoas se aproximem naquele dia para não atrapalharem. — fala com um pouco de receio, pois ela sabia que Stevens não era a pessoal mais compreensiva do mundo, mas que ele faria se significa acabar com essa operação e com isso, sua dor de cabeça que acarreta-.
—Tem uma boa desculpa para isso? Podem desconfiar se não tiver um motivo compreensível pode gerar problemas-Diz Tarcks com um pouco de pé atrás, sabia que não podia subestimar a revolta ou desconfiança de um povo, ainda mais boa parte sendo humanos-.
—Sinceramente, uma desculpa qualquer é mais do que suficiente para o dia.
—tá, mais o que fazemos agora?
—Aconselho vocês descansarem por hoje, principalmente vocês três garotos, parecem que se cansaram bastante antes de nos vermos-fala Aléxis-.
Lux, Maria e Pedro se olham e vem suas roupas um pouco sujas de terra, e o olhar de cansaço de cada um, originado do teste de Tarcks. Então Tarcks os chama para chequi-los até um lugar onde todos os Quatro poderiam descaçar, enquanto Aléxis, Mike e Arthur, permaneceram por mais algum tempo no local.
Assim depois de uma caminhada pela cidade, Tarcks leva os três para onde ele estava morando por causa da missão, era um edifício com três andares, situado mais a centro oeste da cidade, feito de uma junção de madeira e tijolos, onde as velas já estavam acesas devido que já estava anoitecendo. Então, eles entraram no local, era notarialmente grande, com um campo florido atrás do lugar, um caminho que se repartia em dois, o primeiro levava a aos outros andares, e o segundo num lugar parecido com um escritório, então eles foram para o segundo andar onde o interior era formado por quadros moldurados nas paredes, tapetes vermelhos e azuis, com quatro quartos, dois em na direita e dois na esquerda. Tarcks pegou uma espécie de chave e a usando para abri-la a primeira porta a esquerda e falando:
—Bom...é aqui que eu fico, relevem a bagunça. -fala entrando no seu quarto, que tem uma cama, um lugar para colocar roupas e um banheiro pequeno, e depois os três repararam, que tinha algumas roupas largadas no chão, cama desarrumada, sujeira na mesa-.
—Não reparar na bagunça, né?-fala Maria olhando para o quarto de Tarcks com um pouco de nojo-.
—Sério isso? Agradeçam que não vão ficar aqui?
—...oque?-dizia Pedro com questionamentos em sua cabeça-.
—Vocês acharam mesmo que iriam ficar nesse quarto? Vocês vão ficar no quarto ao lado, eu vou descer lá e falar com o pessoal, assim vocês podem ficar por aqui... Tudo bem?
—Acho que tudo bem, pelo menos não vou ficar nesse chiqueiro.
—Ou ou ou, só por que está um pouco sujo não é um chiqueiro...mais tudo bem vou falar com o pessoal ,registrar vocês e ganhar mais um gasto.
—precisa exagerar? Não é como se fossemos um peso... Não é?- pergunta Maria um pouco indignada, ela sabe que Tarcks é bem brincalhão, mas quando envolvia dinheiro, as coisas normalmente eram um pouco mais complicadas-.
Depois dessa conversar, Tarcks desceu para falar com o receptor do lugar. Assim, depois de uns 5 minutos Tarcks apareceu com uma chave e a deu para Lux que imediatamente a usou para abrir a porta. Depois de abrir a porta, eles entraram e viram no quarto duas camas separadas e arrumada, uma espécie de sofá perto da parede em posição oposta a porta, outra porta a esquerda da primeira cama que levaria ao banheiro, além de uma pequena mesa circular no meio do quarto.
—Isso me parece... Um pouco chique demais-fala Lux enquanto entra com os outros no quarto-.
—Não se preocupem, aqui é um lugar até que bem simples, vocês que estão acostumados com suas casas no campo, e agradeçam por não precisarem ficar numa taverna. Bom e agora eu vou indo por que estou acabado e preciso de um banho, vocês deviam fazer o mesmo, então boa noite e passem bem. -fala se espreguiçando, e indo até o seu quarto e fechando sua porta, provavelmente a trancando-.
—Tá, quem vai primeiro? Pera aí e as roupas?- perguntava Maria um pouco eufórica, ela tinha se esquecido totalmente disso-.
—Na mochila acho que tenho um par para você e um para mim, só não vai ter para ele- Lux fala aponta para Pedro e depois virando os olhos-
—Sério? E-eu... Desculpa Pedro, sabe... Você apareceu do nada e...tudo aconteceu.- Diz Maria meio sem jeito-.
—n-n-não se preocupe, eu vim preparado com uma pequena mochila- a tirar de baixo de sua roupa, deixando-os surpresos e se estranhando-.
—Você colocou sua mochila ai? É por isso que estranhei por você não ter nada a não ser suas armas- fala Maria rindo um pouco da situação-.
—Desculpe a surpresa, eu coloquei aqui por ser mais fácil para mim tirar, e também ela tem pouca coisa só um par de roupas e algumas moedas.
—Ok... Isso para mim é um pouco estranho, mas tudo bem, eu vou primeiro no banheiro.- Disse Maria-.
—eu ou em segundo-falou Lux
—Eu por ultimo-
Assim, cada um deles foi se lavar no banheiro, um de cada vez. Depois de um tempo, eles já estavam vestidos com outras roupas, Maria estava assim como os outros estavam sem suas armaduras, que a colocaram separadamente no quanto do quarto, enquanto suas armas ficaram perto deles. Maria estava com uma camisa amarela, calça marrom, com seu cabelo em forma de rabo de cavalo, sentada na cama mais a esquerda. Lux estava com uma camisa preta de mangas longas, calça azul escuro, sentado no sofá do lugar, que ele tinha ajustado para parecer uma cama. Enquanto Pedro ficou com uma roupa parecida com a que estava usando, túnica branca com um botão azul, uma calça azul clara e como os outros estavam descalços e encima de sua cama. Então, começam a conversar:
—Lux, tá tudo bem você dormir aí, eu não teria problema de dormir nisso- fala Maria
—Não vai ser necessário.
—Já que temos um tempinho posso perguntar algo aos dois?
Os dois respondem: tudo bem.
—Quais são seus objetivos aqui em Nagas? O que os motivou exatamente para virem aqui?-pergunta Pedro curioso-.
—Já respondi isso para outras pessoas, mas tudo bem. Pra resumo, acho que todo mundo sabe que os maiores Paladinos do mundo vieram do reino de Leões, e desde pequena eu queria isso uma paladina e... Bem...outro motivo me fez querer mais isso.
—Qual é?
—Bom...houve uma vez que quando eu era pequena, encontrei um garoto assustado e com medo devido á alguns acontecimentos, esse garoto precisava de apoio e meu pai e eu demos isso. Foi aí que a minha vontade de se torna uma paladina e ajudar o máximo que conseguir as pessoas cresceu muito, não importa o que acontecesse, iria ajudar o máximo de pessoas que conseguisse. — diz Com um sorriso genuíno em seu rosto, era perceptível como aquela situação tinha a mudado-.
—Hum...entendo...e você Lux?
—eu vim para treinar com meu Tio e aprender novos tipos de magias...
—Sério, hum eu queria saber...por que você ficou bravo com a minha pergunta hoje cedo?
—Que pergunta?- fala Maria, um pouco confusa-.
—Eu perguntei como vocês dois são irmãos, se são de pais diferentes ou outra coisa.
—Então foi isso, entendo...isso é...um assunto delicado...desculpa.
—Não, eu acho que é minha culpa ter perguntado de qualquer maneira, me desculpem os dois.
—Tá...depois dessa missão se completar, eu falo para você ok? Não é como se isso fosse mudar algo-fala com cabeça baixa-.
—Tudo bem, obrigado-fala Pedro dando um leve sorriso, mas se sentido um pouco, mal, já que parecia que o estava forçando a contar algo que ele talvez não quisesse-.
—Então...mudando de assunto e você? qual é todo motivo de estar na cidade? você disse que era pra se tornar um aventureiro não, mas...porque?-fala olhando para ele, com uma expressão de curiosidade-.
—bem, acho que não tem problema responder essa dúvida. Eu quero o dinheiro das aventuras para criar vários centros onde possa ajudar as pessoas necessitadas, dá-lhes um lar, e treiná-las para encará-las o mundo lá fora.
—Há tipo um centro de caridade?
—sim...eu sei que isso pode parecer impossível mais eu quero tentar.
—Eu espero que consiga- fala Maria dando um grande sorriso-
—É isso? como você planeja manter esse local de pé,i sso com certeza iria custar caro.
—Eu...ainda estou pensando nesses detalhes.
—Muito bem, olha eu vou dormir agora, eu estou cansado e acho que deveriam fazer o mesmo.
—É, tem razão, boa noite- diz Maria já com a cara na cama e fechando os olhos-.
—Boa noite.
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