Blue Sky-Nyah! edition-
2 Capítulo 2-
— Bom, eu vou contar o que estar acontecendo, há mais ou menos dois meses atrás, surgiu em uma parte da cidade, um morto-vivo apareceu misteriosamente e atacou um soldado da cidade, por sorte a situação foi rapidamente contida e a população não ficou sabendo do ocorrido. Então, misteriosamente umas duas semanas mais ou menos, apareceu de novo outro monstro, só que dessa vez em um lugar mais distante, foi encontrado perto da floresta em uma vigia matinal sabe, com isso o prefeito contratou meus incríveis serviços junto com umas pessoas da guarda da cidade, como a capitã da guarda da cidade em pessoa pra resolver esse problema de forma sigilosa.- pausa um pouco para beber uma Água, enquanto observa as expressões de Maria e Lux: Maria estava de boca aberta com essas revelações, imaginando o que mais teria. Enquanto Lux ficava pensativo sobre o que ouvira de seu Tio, havia algo grande ocorrendo debaixo de seus narizes que mal desconfiavam-.
Depois ele continua:
—Sabem o que vocês enfrentaram?-diz de modo apontando em suas direções e continua- era o quarto que aparece nos arredores, podem me chamar de louco mas eu achava que estavam procurando por algo sabe? contudo ainda não sabemos o que.
Os dois se olham impressionados com o que lhe foi dito, até que Maria quebra o silêncio falando:
— Mas por que não falam pra população o que está acontecendo!!?-falando revoltada, olhando para suas mãos se sentindo incapaz, a população deveria saber desses raptos quase frequentes dos cidadãos, para tentarem algo... era o que ela pensava-.
—Por causa do caos, não é?-pergunta olhando para Tarcks-.
Tarcks acena confirmando, então ele continua:
—Acho que você não se lembra Maria, mas o reino inteiro depois da grande guerra das mil almas, o reino criou uma lei proibindo a magia negra, o que inclui necromancia. Consegue imaginar o terror que a população pode sentir se o "maior reino do mundo" estava com mortos-vivos em seu território, com pessoas?
— Mas...isso não se soa errado? Escondendo essas coisas... Com eles correndo risco de vida... Isso não o incomoda?-Dizia incomodada com tudo isso, mesmo ouvindo essa justificativa, ainda parecia errado não contar nada-.
—... -apenas ficava com seus olhos fechados ouvindo sua irmã, para ele, se isso facilitaria seu trabalho, estava ótimo, não era necessário civil para atrapalhar o andamento dessa missão-.
Maria: o que você acha?-diz olhando para Lux enquanto o cutucava-.
—abre os olhos e observa sua irmã-concordo com Tarcks de não falar nada para população...isso iria nos atrapalhar, fazendo talvez eles mudarem seus planos.
— eu sei mas...não consigo ficar tranquilo com isso como vocês, que droga-abaixa a cabeça, presa por um breve momento em seus pensamentos-.
—Bom...mudando de assunto-Quando ele falar, Maria sobe a cabeça, bate na mesa que estavam, dizendo.
— Podemos ajuda-lo em alguma coisa!!qualquer coisa!!-diz numa voz alta, chegando a assustar até poucas pessoas que passavam perto do estabelecimento, com alguns ficando esperando e tentando chegar perto para tentar ver melhor a possível "cena" que deveria estar ocorrendo, mas decidindo não ir-.
— Shhh...calma garota-começando a rir com a pergunta surpresa e continua- olha, vocês estavam indo até que bem contra o orc, dando ataques incríveis, mas vocês não cuidaram dele eu tive que derrota-lo, desculpa pequenos.
Tarcks vê que Maria ficou desapontada por não poder ajudar, Lux parecia não demonstrar frustração mais percebe-se que queria ir nessa missão para se testar também. Por isso, tentando anima-los ele diz:
—Bom mais, eu tenho um tempo para descansar... E começar certo treinamento sabe. Então querem começa-assim que ele está prestes a completar a frase, um guarda da cidade aparece, ele estava visivelmente nervoso, provavelmente teria corrido por quase toda a cidade até encontra-lo, vai em sua direção para perto dele e fala-:
—Senhor t-Tarcks, o prefeito quer falar com o senhor imediatamente!-ele ficava colocando uma de suas mãos no peito e tentava se acalmar, o que se mostrava uma tarefa um tanto complicada no momento, mesmo assim tentava se manter firme-.
—Eu tenho a permissão de rejeitar?-fala com a mão na face, respirando e inspirando devagar, não querendo ser incomodada naquele momento, muito menos pelo prefeito, pessoa que considera "não muito amigável"-.
—D-desculpe senhor, mas ele quer vê-lo imediatamente!(fala nervoso, estando em posição de sentido desviando o olhar para ele-.
—Okay, pode ir, eu vou lá daqui a pouco.
Então o soldado sai rapidamente do local. Assim Tarcks levanta-se da cadeira e fala:
—Bom...talvez o treino tenha que ser adiado pra outro dia, me desculpem mas o dever me chama.-então ele pega um saco pequeno e entrega para Maria dizendo-antes de ir, gostaria que ficassem com esse saco, ele contem algumas moedas para comprarem equipamentos num ferreiro que conheço, o nome do cara que trabalha lá é Bob e me deve favores que vocês podem cobrar sem exagerar, me de o seu mapa que eu marca onde fica sua loja, tudo bem? e aproveitem para pedirem alguma informação se quiserem lá.
Com isso, depois de colocar a localização do local no mapa, Tarcks vai de encontro com o prefeito, enquanto Maria e Lux vão à loja. No caminho a poucas pessoas andando pelo lugar, algumas casas coladas em outras, feitas de madeira ou tijolos com cores não muito marcantes. Então, os irmãos começam a discutir sobre o que ouviram de Tarcks:
—Haaaa...nós podemos ajudar, por que ele não entende isso?-fala desapontada e com raiva, se se sentindo inútil por ter sido jogado de lado-.
—Você não ouviu? Ele acha que não estamos prontos, e que esse assunto não é nosso, e sim dele e qualquer outro que esteja o ajudando, não nos importa, viemos aqui fazer outras coisas-diz andando até o local designado no mapa-.
—Mas você não acha que nos poderíamos ajudar? Vai pode falar, eu sei que você quer isso-fala batendo com seu ombro de leve no ombro de Lux, se avia algo que Maria conseguia fazer de melhor do que qualquer outra coisa, isso seria insistir até conseguir o que quer desde criança-.
—Mesmo que eu quisesse, no estado que estamos não conseguiríamos ajudar muito, mal completamos nosso treinamento-dissera num pesar bem grande, Lux odiava admitir que não estivesse pronto para algo, se sentindo inútil... Fora a pensar nas palavras de sua irmã, desejando ajudar para testar suas habilidades n desvendo desse mistério tão obscuro quanto o fundo de um poço-.
Então continuam andando, até acharem o bairro onde se encontra a ferradura, com um ambiente mais limpo, com casas e loja um pouco mais estilizadas, mas com alguns becos e áreas estranhas mas com aparente nenhum sinal de perigo. "Depois de um pouco de caminhada, encontram o local, com uma placa relativamente grande encima da porta da loja que dizia "Toca da Ferradura" e embaixo dizia" do Grande Bobios Bigous Junior"-Bem convencido parecia ser o homem em suas habilidades-. E o resto do exterior era feito de tijolo, com a porta feita de madeira. Então eles viram que a porta estava entreaberta, com partes rachadas como se ela tivesse sido forçada ou arrombada, despertando um sentimento multou de alerta e perigo a ambos. Mas antes de entrarem, ouvem vozes suspeitas vindas de um beco do outro lado da loja, indo em direção ao local de modo escondido, vem um anão de vestes surradas, usando botas sendo atacado por dois ladrões, sendo um humano e um elfo, vestindo trapos parecidos com vinhas e troncos florestais semelhantes à de grandes arvores enquanto escondem seus rostos com mascaras improvisadas de pano e cordas para segura-las em seus rostos, o humano possui uma adaga, e o elfo possui uma adaga e um arco e flecha. Então Maria, segura seu martelo com as duas mãos, vai à frente do beco, ficando em pose de batalha e fala num tom de autoridade:
—Vocês larguem o anão agora!!!-onde Lux aparece ficando atrás de Maria observando a situação-.
—Droga, e agora?-fala o bandido humano, largando o anão, voltando seu olhar a os dois não querendo brigar a luz do dia-.
—Vamos sair daqui, não queremos atrair atenção, era pra ser escondido. –fala o bandido elfo correndo pra trás do beco, com uma expressão clara de frustração por seu plano não ter sido seguido corretamente-.
Assim os dois ladrões fogem para pelo outro caminho do beco enquanto Maria vai para perto do anão junto com Lux e fala:
—Está tudo bem senhor?-segurando-o e colocando no chão tentando acalma-lo depois do incidente, ele estava um pouco transtornado, com tudo que presenciou-.
—olha ao redor e se levantar e fica na frente de Maria e Lux- estou bem, graças a vocês, obrigado minha querida. -diz dando um sorriso sincero a Maria, onde a mesma retribui-.
então, Lux pega sua adaga e fala correndo:
—Vou atrás deles, Maria chame os guardas rápido!!!-fala correndo em direção ao caminho feito pelos criminosos, além de tentar para-los, iria para ver se eles tinham algo de valor com eles que furtaram-.
Então ele entra no beco e vê a existência de três caminhos que levariam a direções opostas, mas o mesmo olha para baixo e percebe algumas pegadas no chão sujo do local. Presumi serem dos bandidos e as seque com cuidado enquanto andando pelo alto uma figura misteriosa observava o desenrolar o seguindo, depois de alguns segundos ouvisse vozes parecendo estarem brigando, logo se encontra um corredor, aonde vê os dois no beco sem saída:
—Que ótimo, um beco sem saída, obrigado seu orelhudo idiota e agora, o que faremos?!!!-fala apontado para o elfo de forma raivosa e desesperado, prisão não era uma opção-.
—Porque minha culpa seu idiota? Eu que ti segui, não me culpe pela sua incompetência, Não me obrigue a cravar uma flecha no seu crânio.-diz apontando o arco em sua direção-.
—Ora seu verme da floresta-!!
Antes de completar a frase, Lux aparece com sua adaga apontada para o bandido e diz:
—se rendam agora, ou não vão precisar ir à cadeia-começa a emanar uma aura mágica na adaga, uma aura azul roxeada encandeceste, e continua-eu não vou pedir de novo.
Os bandidos se surpreendem com o que está diante de seus olhos, primeiro tiveram sua chance de roubo arruinada, agora se encontram diante de um mago. O medo começava a tomar conta de seu ser, eles não estavam conseguindo raciocinar se ele era um mago experiente ou não, só queriam sair daquela infame situação.
Os bandidos surpreendem-se com sua presença e o humano fala:
—há que ótimo, um mago, e agora o que falta acontecer?!!-esbraveja inutilmente-.
Enquanto isso, o Bandido elfo, aproveitando a distração do mago, ele pega o sei arco e flecha, mira e quando estava prestes a lança-la, uma corrente de aço prende o bandido, assim tanto o mago quanto o outro bandido olham de onde vem a corrente e, vem encima de uma casa um humano de pele Negra, segurando a corrente, com uma roupa branca e listras azuis em suas partes, com uma lâmina pendurada na sua lateral, desce ficando ao lado de Lux, o obrigando a dar um passo para trás em posição de alerta, de onde ele tinha vindo? O que queria?
—Acho melhor ouvi-lo, eu não quero conflitos por hoje, a morte para mim não será uma opção-diz com sua mão livre encima de sua Lâmina quase a retirando da bainha. Podendo observar um olhar de seriedade mais ingenuidade-.
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