Blue Scorpion And Red Aquarius

12 Capítulo 12 COMPETÊNCIA E...ROMANCE!


Notas iniciais
Desculpem a demora!!! Aqui o penúltimo capítulo... Esperam que gostem e me perdoem por demorar tanto. Bjs!!! Capítulo dedicado, especialmente, para Minos_d_Griffon que pediu!!! Linda, esse é prá ti!

Aos 18 anos de idade, Hyoga Leclercq pediu, pela primeira vez em sua vida, uma dose de bebida alcoólica. Ele estendeu a mão por sobre a madeira polida do balcão para pegar o legítimo uísque escocês das mãos do garçom do Inverness Castle e brindar com um jovem da sua idade que sorria, timidamente, enquanto os copos se chocavam.

— A nós! – disse Hyoga retribuindo o sorriso.

— A nós e ao sucesso da reunião! – falou Shun quase engasgando com a bebida forte.

Hyoga sentia-se feliz e pleno. O som das conversas animadas e do tilintar dos copos só confirmava que todos estavam satisfeitos e agora esperavam pelo jantar de encerramento.

Shun observava o rosto descontraído de Hyoga e começava a viajar pelo belo cabelo loiro que era mantido com um corte médio, os olhos azuis e penetrantes que pareciam ocultar um segredo e, ao mesmo tempo, desvendar qualquer mistério...

— Nossa apresentação foi um sucesso! Viu a cara do grandalhão quando mostramos as vantagens de criar um programa de trainne em empresas que desejam expandir? Ele é um dos empresários que investe em jovens executivos e os ajuda em sua formação. E agora, depois de nos ouvir, ele vai investir muito mais. – falou Hyoga entusiasmado.

— Aldebaran... o nome do grandalhão é o nome de uma estrela, não? – falou Shun passando um dedo pela borda do copo. Sentindo uma deliciosa letargia.

— Ei, você não está acostumado a beber, não é?- perguntou Hyoga vendo que Shun sorria para o copo.

— Não. Essa é a minha primeira bebida... – respondeu Shun elevando os olhos.

— A minha também, então vamos com calma. Dê-me esse copo. – disse Hyoga.

Shun sorriu e bebeu o restante num só gole.

— Está parecendo o meu irmão! – falou Shun num acesso de rebeldia.

— A noite não acabou... – disse Hyoga estendendo a mão para pegar o copo e roçando os dedos nos de Shun.

Shun não estava bêbado, mas sentia-se relaxado e expansivo. Olhou para Hyoga, deixando transparecer o interesse que sentia. Desde que tinham se encontrado no corredor, ele o tinha desejado.

Naquele instante, a despeito da certeza que tinha sobre não ser o tipo de Hyoga, ele o queria para si. Estava decidido, naquela noite especial, deixaria de ser virgem com o homem mais bonito que havia conhecido...

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– É isso, Shaka! Vamos colocar a sua ideia inovadora no jantar de encerramento! Eu pensei que podíamos fazer um teste e criar um ambiente de “sensações” e... Droga!

Ikki Amamiya repetiu a frase pela milésima vez, tentando encontrar o tom certo antes que Shaka entrasse pela porta.

Estava nervoso, porque tudo indicava que o indiano tinha preparado um jantar tradicional e ele achava que era o momento certo para por em prática a ideia de um jantar onde a visualização seria substituída por outros sentidos como olfato, tato e paladar.

Mas, como convencer Shaka? O fato é que nenhum dos seus desafios, nem a parte onde acontecera o acidente na neve tinha sido tão importante quanto corresponder às expectativas do indiano. Era uma questão de honra e... paixão.

Bem, Ikki é agora ou nunca, aí vem ele! Pensou o moreno, enquanto passava a mão nos cabelos e via Shaka surgindo na porta de entrada.

Shaka entrou no salão vazio e olhou na sua direção. Vestia uma túnica branca e seus cabelos estavam soltos, numa verdadeira cascata de luz que sempre lhe tirava o fôlego. Como o achava belo! Não aquela beleza comum, que revistas da moda exibiam como padrão, mas uma beleza transcendente e, ao mesmo tempo um convite aos sentidos, ao toque...

O cheiro de sândalo, mas não um sândalo qualquer, chegou-lhe às narinas e Ikki sentiu os olhos fecharem, instintivamente. Então, as palavras vieram a sua mente e ele soube, exatamente, o que dizer.

— Olá, Ikki. Você queria falar comigo?- falou Shaka.

— Sim, mas antes, vou pedir que feche os olhos.

— Fechar os olhos? Mas... para quê, especificamente?

— Por favor, confie em mim. Apenas os feche e os mantenha assim até eu pedir que os abra.

Apesar de estranhar o pedido, Shaka fechou os olhos e o movimento dos cílios longos e desenhados pareceu a Ikki um ato, extremamente, erótico... Um arrepio de desejo percorreu-lhe a espinha e ele tocou, de leve, nas costas do indiano, conduzindo-o para a janela que estava aberta.

Uma lufada de ar frio atingiu o rosto de Shaka e ele experimentou uma sensação de estranheza, porém manteve os olhos fechados. Depois, Ikki o fez sentar próximo da janela, onde já estava preparada uma travessa com frutas secas, pães e cranachan, uma sobremesa típica do lugar que era feita com nata e frutas vermelhas. Junto a isso, somou-se um bule de chá e outro de café.

Shaka sorriu de leve, quando Ikki aproximou um pedaço de damasco de seu nariz, no momento exato, em que o ar frio entrava pela janela.

— O que está fazendo? – perguntou Shaka.

— Não abra os olhos. Diga-me, o que tenho em minhas mãos... Sente o aroma? – falou Ikki.

— Hummm... tem o cheiro de... damasco, mas ao fundo tem um aroma de chá e café. – respondeu o indiano.

— Certo! Agora abra um pouco a boca e prove isto. – disse Ikki levando uma colher de cranachan aos lábios de Shaka.

O indiano fez uma expressão de puro prazer que fez Ikki ficar com a boca seca.

— Louvado seja Budha... Isso é, simplesmente, divino! É cranachan, não é? – perguntou Shaka passando a língua nos lábios.

— Perfeito! Você merece mesmo ser considerado um chef! Agora, antes de abrir os olhos quero que ouça a minha ideia, isto é, a sua ideia de um restaurante inovador, adaptada para o jantar de encerramento. Que tal sairmos do tradicional e fazermos uma entrada de “sensações e degustação”? Criamos um momento em que todos estarão vendados e serão convidados a experimentarem os outros sentidos. É uma forma de terminar a convenção deixando uma mensagem que, inovar e experimentar o novo pode proporcionar um novo universo de possibilidades. Depois seguimos com um buffet tradicional. O que acha? – falou Ikki com entusiasmo.

Shaka sorriu, o rosto parecendo iluminado, os olhos ainda fechados como se estivesse a espera... O olhar de Ikki se fixou no queixo bem feito e nos lábios entreabertos. O tempo pareceu congelar desfazendo todo o controle e bom senso que guiava as ações do moreno, até então.

Lentamente, ele inclinou a cabeça, colando a sua boca à de Shaka. Os lábios do indiano eram macios e tinham o gosto adocicado da sobremesa, experimentada.

Ao contrário do esperado, Shaka correspondeu e se deixou beijar. Os dedos longos se enterraram nos cabelos negros, puxando Ikki mais para perto, enquanto deixava que o desejo que sentia por ele o atravessasse com tanto prazer quanto à doçura da sobremesa que levara à boca.

O beijo foi ficando cada vez mais intenso, as línguas se encontrando e provando com intimidade até que ambos sentiram a avidez percorrer-lhes o corpo e latejar em lugares proibidos...

Shaka afastou os lábios dos de Ikki e olhou para o lado, tentando acalmar o próprio coração. A respiração arfante de Ikki indicava que ele estava tão abalado quanto ele. Sem dizer nada, Shaka levantou-se, inspirou e manteve a postura.

— Sua ideia é ótima... Vamos colocá-la em prática. – disse ele e se encaminhou para a porta.

Ikki ouviu-o e hesitou entre fingir que não tinha acontecido nada e tomar uma atitude. Afinal, era um garoto ou um homem?

Então, com a mesma ousadia que fizera a proposta do jantar, Ikki se interpôs entre Shaka e a porta, fazendo o indiano encará-lo e franzir o cenho.

— Eu sei que sou mais jovem que você e que não tenho o seu know-how. Deve haver muitos caras mais interessantes que eu, de olho em você, porque você é incrível e... Eu estou de quatro por você e vou fazer de tudo prá provar que vale a pena me dar uma chance. – falou Ikki com os olhos profundamente conectados ao de Shaka.

Shaka surpreendeu-se com a franqueza de Ikki. Não havia meio termo nas palavras, nem na expressão séria com que ele o encarava.

— Você é sempre tão... direto, assim?- perguntou o indiano.

— Só quando algo é importante e me interessa.

Um brilho de malícia insinuou-se nos olhos azuis de Shaka. Um lado seu desejava esquecer as responsabilidades e viver o desejo despertado por aquele garoto. Já o outro, teimava em puxar os freios e deixar tudo como estava.

Tentando esconder sua inquietação, Shaka tentou achar algo ameno para dizer em meio ao silêncio que tinha o mesmo efeito que um concerto de címbalos batendo uma nota em crescendo.

Percebeu que Ikki continuava a encará-lo como um tubarão prestes a atacar. Os olhos dos dois colidiram com uma intensidade inédita. Os de Ikki, com chispas douradas de firmeza e luxúria que Shaka jamais vira nos olhos de outro homem. Os seus, muito profundos e azuis estavam assustados com o ferver do sangue e da vontade de ceder. Precisou lamber os lábios, subitamente secos para conseguir dizer com voz, falsamente, serena:

— Ikki, eu acho que é melhor...

Então veio o beijo, o ataque-surpresa quente e apaixonado que silenciou sua tentativa de negar o que sentia e colocou-o em luta com lábios, línguas e mãos que não sabiam como permanecer quietos.

O hálito quente de Ikki envolvia-o como se fosse um daqueles mantras poderosos que faziam vibrar a pele, o corpo, a alma... Shaka o ouviu gemer de prazer dentro da sua boca e sentiu um arrepio prazeroso no baixo-ventre, como se uma corrente sexual subterrânea se revelasse em toda a sua plenitude.

— Ikki... Não podemos... Preciso que você entenda que... – Shaka tentava, à custo de muito esforço, interromper o idílio ardente que se instaurara entre eles.

O jovem pareceu não escutar, apenas puxou o indiano pela mão, levando-o para um reservado dentro do imenso salão. Era uma sala pequena com uma chaise lounge estilo Luís XV, adornada com cortinas pesadas e uma luminária acoplada à parede.

Shaka respirava rápido, uma luta interna entre a excitação e a voz que insistia em alertá-lo para o perigo de uma aventura insensata... Quando se deu por conta, Ikki o tinha empurrado sobre a chaise e agora estava ajoelhado à sua frente.

— Você me confia os seus pés? – ele perguntou com o mesmo olhar predador de antes, mas com um tom de voz casual.

— Hã?! O quê? Meus pés? – indagou Shaka, surpreso.

— Sim, seus pés. Uma pequena demonstração de outros sentidos que podemos explorar dentro e... fora dos negócios. – disse Ikki colocando os pés de Shaka em seu colo e retirando os sapatos de um jeito rápido, porém suave.

Atordoado com a alternância de atitudes, Shaka soltou o ar e Ikki começou a massagear suavemente a parte interna do arco do pé do indiano.

— Ahhhhh... – Shaka gemeu, deixando a cabeça pender para trás para se apoiar no sofá.

O doce murmúrio de aprovação em sua garganta fez Ikki sorrir e imaginar aquele mesmo som quando ele o tocasse em muitos outros lugares.

— Eu vou tomar isso como um consentimento para continuar... – disse o moreno.

— Fique à vontade. – respondeu Shaka fechando os olhos.

Ikki intensificou a massagem e ficou observando as reações de Shaka. Fazia pressão em alguns pontos como se pudesse, de alguma maneira, fazê-lo desarmar-se e querer ficar ao seu lado.

— Voltando ao assunto anterior a esse, eu sei que não é a hora, nem o local pra gente ir mais fundo nessa atração que existe entre a gente... Quando acontecer, eu quero ter todo o tempo para saber o que te dá prazer. Por enquanto, vou me contentar em saber como é o gosto da sua boca e a textura dessa sua pele... Mas, você ainda me deve uma resposta. Pode ser algo direto como, sim você tem uma chance comigo. – disse Ikki com um tom de voz aliciante, quase rouco.

— Não abuse da sorte. – disse Shaka sentindo vontade de rir com aquela cena surreal...

— Você não pode me culpar por tentar...

Os cantos da boca de Shaka se ergueram num sorriso, enquanto ele encarava os olhos profundos de Ikki. Nunca um homem se declarara daquela forma, nem o tratara com tanta paixão e, ao mesmo tempo, consideração. Aliás, ele pouco se deixava seduzir e raramente sentia essa compulsão de desejo, despertado por aquele garoto.

— Eu não vou negar que você... é muito interessante e maduro para idade que tem.

— E?

— E por enquanto eu vou te dar a chance de me ajudar a relaxar antes do encerramento deste evento. Portanto, não estrague tudo indo com muita sede ao pote.

O leve sorriso de Shaka e a forma como tentou parecer severo provocou uma ânsia quase irresistível em Ikki de beijá-lo, novamente, só pra sentir o seu sabor e vê-lo ficar excitado. Mas, se conteve.

— Muito justo. – respondeu Ikki subindo pelos tornozelos, até chegar nas panturrilhas do indiano e acariciá-las.

Shaka permanecia de olhos fechados, o peito subindo e descendo uniformemente.

Será que ele havia adormecido ou entrado num daqueles estados de meditação?

Ikki deslizou os dedos pela parte interna de seus joelhos, sentindo um leve movimento. Sim, os olhos de Shaka podiam estar fechados, mas ele estava completamente desperto e não o estava detendo. Ikki poderia ter continuado, mas preferiu não arriscar. Ele tinha conquistado algo com o indiano e precisava mantê-lo sabiamente.

O moreno tocou nos joelhos de Shaka e depois retornou aos pés. Com um suspiro, beijou-os e depois recolocou os sapatos com cuidado. As pálpebras de Shaka se abriram e ele fitou os olhos de Ikki com firmeza e ternura.

Ikki não conseguiu deter o sorriso sorrateiro em seu rosto e Shaka sorriu de volta. Então foi a vez do indiano tomar uma atitude. Ele tocou o rosto de Ikki com uma suavidade que fez o jovem engolir em seco e controlar a emoção despertada com aquela carícia.

Surpreso, consigo, Ikki não deixou de observar o quanto Shaka mexia em sua estrutura emocional pouco afeita a demonstrações de afeto. O indiano o fazia sentir desejo e carinho numa escala progressiva e incontrolável, em fração de segundos!

As cabeças se aproximaram... o desejo de sentir o gosto um do outro aumentando... Então, uma batida na porta os trouxe para a realidade.

— Creio que teremos que adiar nossa conversa para outro momento. – disse Shaka rente aos lábios que tinha amado beijar e ansiava provar, novamente.

— Sem problemas... sou um cara paciente... – falou Ikki com a respiração entrecortada.

Quando Shaka abriu a porta, um dos empregados do hotel sorriu, educadamente e entregou-lhe um envelope.

— Desculpe incomodá-lo, senhor. Disseram que o tinham visto entrar no salão e o senhor Leclercq pediu que lhe entregasse isso antes do jantar de encerramento.

— Obrigada. – respondeu Shaka.

Aproximando-se dele, Ikki olhou curioso para o envelope com o timbre da empresa de Camus.

— O que será? – perguntou o jovem.

— Creio que Camus, também, nos reservou uma surpresa. – respondeu Shaka e, em seu íntimo, agradeceu a Budha pelas bênçãos especiais que recebia naquele dia...

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Não... até nisso eram iguais!” Pensou Hyoga quando Shun deixou escapar que nunca fizera aquilo.

Por um momento, os dois se olharam e, em seguida, riram da própria desgraça. Ambos eram virgens, e estavam experimentando tudo o que lhes fora negado, naquela noite.

O beijo que haviam trocado tinha sido ansioso e desajeitado, mas ficara aquela sensação de quero mais, o corpo pedindo avanços e a mente teimando em alertá-los para as consequências de um envolvimento casual.

A decisão de continuar ou desistir se dissipou quando tornaram a se olhar nos olhos e havia uma chama brilhando, clamando para que a deixassem incendiá-los. O olhar os prendeu e uma agradável corrente elétrica começou a fluir entre os dois. Era um desejo primitivo, natural e eles sabiam que aquele era o momento de permitir-se o voo, a libertação de um estado infantil.

Hyoga encarou os olhos grandes e verdes de Shun e viu o reflexo fogoso do seu próprio desejo. Deixou os medos e receios de lado e tomou aquela boca com paixão, sentindo Shun se entregar com um gemido satisfeito.

Minutos depois, estavam no quarto de Hyoga, corpos desfrutando de toques, carícias e beijos profundos...

As bocas deslizavam pela pele um do outro, lábios macios, línguas quentes, saliva percorrendo todos os recantos...

Os dedos de Shun se enterraram na nuca de Hyoga, enquanto ele o provocava com a língua e os dentes até que ele não pudesse mais aguentar de prazer.

— Eu nunca tive ninguém, mas quero você... – gemeu ele junto aos lábios de Shun.

— Então me tenha... – respondeu Shun correndo os dedos pelo corpo de Hyoga e amando o jeito como ele se curvava e arrepiava ao seu toque.

Hyoga tomou um mamilo de Shun entre os dentes, a língua sugando-o até ele se contorcer selvagem sob seu corpo. Os dedos compridos de Shun, por entre seus cabelos dourados, o faziam sentir o quanto era desejado e Hyoga deslizou a mão até alcançar a ereção desperta do amante, acariciando-a até senti-la pulsar entre seus dedos.

Depois, seguiu com a carícia torturante até posicionar-se entre as coxas benfeitas e penetrá-lo com cuidado, sentindo uma onda de prazer violenta e ainda assim segurar-se, mesmo que um gemido involuntário de prazer lhe escapasse dos lábios...

Aos poucos, ambos acostumaram-se àquela invasão e os movimentos dos quadris começaram... Os braços se buscaram num abraço, as pernas entrelaçaram-se na cintura, os ofegos e gemidos se intensificaram na entrega total entre dois jovens que descobriam a vida e se descobriam como homens e como amantes...

Quando o grito explosivo de Shun chegou com seu primeiro orgasmo, o som reverberou pelo quarto e encontrou eco no corpo de Hyoga que também gozava e grunhia alto, sentindo-se derramar e estremecer dentro do corpo quente e voluptuoso de Shun.

Ao fim dos tremores e do acelerar do coração, tanto Shun quanto Hyoga sentiram como se estivessem flutuando...

Os dedos de Shun delinearam a sobrancelha de Hyoga que sorria e os dois riram juntos, conectados e felizes. Seus corpos estavam suados e doloridos, porém o ritual de passagem que ambos tinham vivenciado, os recebera na vida adulta, com paixão e êxito.

Notas finais
Obrigada a todos que leem, comentam, dão uma espiada, silenciam!!!!! Bjs!!!